A 8ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal condenou o Distrito Federal a pagar a quantia de R$ 75 mil a cada familiar de servidor público que faleceu em decorrência de Covid-19. Ele contraiu a doença no exercício de suas funções como enfermeiro e técnico em enfermagem durante a pandemia. O profissional atuava na linha de frente em unidades de saúde do Guará, mesmo pertencendo ao grupo de risco.
sábado, 31 de janeiro de 2026
Justiça condena DF a indenizar familiares de enfermeiro que morreu por Covid-19
Repressão —Prisões de jornalistas que cobriram protesto contra política anti-imigração elevam tensão nos EUA
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Universidade: Protopia para a era digital
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Justiça condena DF e IGESDF a indenizar familiares por demora na comunicação de morte em hospital
Quinta, 29 de janeiro de 2026
Do MPDFT — publicado 29/01/2026
A 7ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal condenou o Distrito Federal e o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF) a pagar indenização no valor de R$ 21 mil, por danos morais, a três familiares de paciente que faleceu no Hospital de Base sem que fossem informados do óbito.
TJDFT determina que GDF aprimore gestão da qualidade do ar sob pena de multa
Quinta, 29 de janeiro de 2026
O juiz da Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do DF acolheu, em caráter liminar de urgência, pedido formulado pelo Instituto Cafuringa (ICAF) sobre a gestão da qualidade do ar no Distrito Federal em razão da mudança climática.
A ação civil pública ambiental tem o objetivo de garantir a efetividade da legislação e a proteção da saúde pública, diante da constatação de lacunas no monitoramento e na divulgação de dados sobre a poluição atmosférica local.
A liminar obriga o GDF a instalar e aprimorar urgentemente os sistemas de controle e gestão da qualidade do ar no Distrito Federal. Na decisão, o magistrado acatou integralmente os pedidos do ICAF e estabeleceu uma série de obrigações e prazos estritos para o cumprimento por parte do GDF e do Instituto Brasília Ambiental (Ibram). Em caso de descumprimento, o governo local estará sujeito a multas diárias que podem chegar a R$ 10 milhões por obrigação.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
Suspeito —PT, PV, Rede, PCdoB e PDT protocolam pedido de afastamento do governador Ibaneis Rocha no STJ
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Por que a bolha de IA precisa estourar
Por que a bolha de IA precisa estourar
A nova tecnologia vista pelo prisma da luta de classes. Como ferramentas potencialmente úteis são usadas para destruir empregos e serviços – e concentrar riquezas. Por que o colapso aproxima-se. Será possível salvar algo dos destroços?

Por Cory Doctorow | Tradução: Antonio Martins
Sou escritor de ficção científica, o que significa que meu trabalho é criar parábolas futuristas sobre nossos arranjos tecnológicos atuais para questionar não apenas o que um dispositivo faz, mas para quem ele o faz e a quem ele se destina.
O que não faço é prever o futuro. Ninguém consegue prever o futuro, o que é bom, pois se o futuro fosse previsível, isso significaria que não podemos mudá-lo. Nem todos entendem a distinção. Pensam que os escritores de ficção científica são oráculos. Até mesmo alguns dos meus colegas vivem na ilusão de que podemos “ver o futuro”.
Além disso, há fãs de ficção científica que acreditam estar lendo o futuro. Parte dessas pessoas parece ter se tornado fanáticos por IA. Não param de falar sobre o dia em que sua engenhosa máquina de autocompletar vai despertar e nos transformar em clipes de papel , o que levou muitos jornalistas e organizadores de conferências confusos a tentarem me fazer comentar sobre o futuro da IA.
Gama: MPDFT obtém prisão preventiva de homem acusado de matar a própria mãe
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
O futuro que aguarda a civilização do homo sapiens
Segunda, 26 de janeiro de 2026
O futuro que aguarda a civilização do homo sapiens
“O que fazer diante de sociedades cada vez mais injustas, racistas e autoritárias? O que fazer num mundo em que as crueldades humanas são exibidas em meio a uma repugnante impunidade pública? O que fazer face à “ordem” internacional selvagem em que a brutalidade da força é a única lei que prevalece? É uma época em que os Estados, tal como as aves Fênix da mitologia grega, erguem-se novamente dos escombros dos mercados globais enfraquecidos e lançam-se, como leviatãs geopolíticos enfurecidos, uns contra os outros em guerras tarifárias, invasões e chantagem. Mas são também esses Estados, essas “bestas magníficas” (Foucault), que centralizam a riqueza comum, as conquistas coletivas e os direitos de todos; então hoje eles são essenciais para sobreviver como sociedades. E, claro, apoiar novos direitos e justiça social emergentes das próximas lutas coletivas” (Álvaro Garcia Linera, vice-presidente da Bolívia (2006-2019), ¿Qué hacer? Telesur, 25/1/2026).
Duas mentes brilhantes, o diplomata José Maurício de Figueiredo Bustani (1945) e o economista Paulo Nogueira Batista Junior (1955) defenderam em artigo recente – “Se queres a paz, prepara-te para guerra”, Viomundo, 22/1/2016 – a necessidade de o Brasil se preparar para a inevitável guerra, onde serão amplamente usados armamentos nucleares e recursos digitais não tripuláveis, para defesa e para ataque. E concluem com a menção de Tucídides sobre a Guerra do Peloponeso: o clássico confronto de valores (o liberalismo) com o realismo no campo das relações internacionais: “Temos de nos opor a um novo diálogo de Melos”.
domingo, 25 de janeiro de 2026
Igrejas evangélicas —R$ 1,5 mi em desvios: quem são os pastores suspeitos de ter ligação com a fraude no INSS
Brasil de Fato — Brasília DF)
sábado, 24 de janeiro de 2026
Assim os rentistas dissolvem a democracia
Quando os loucos conduzem os cegos
Sábado, 24 de janeiro de 2026
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Crime de ódio —No mês de combate à intolerância religiosa, terreiro no DF é apedrejado. O terreiro é localizado no Gama
Especialistas dissecam ação dos EUA na Venezuela

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Leonel de Moura Brizola, o brasileiro patriota derrotado pelos entreguistas.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Em Davos, império, arrogância e… declínio
OutrasPalavras Crise Civilizatória
Por Mariana Mazzucato
Por Mariana Mazzucato | Tradução: Antonio Martins
Enquanto o Fórum Econômico Mundial (FEM) se reúne em Davos sob o lema “Um Espírito de Diálogo”, os Estados Unidos assumiram o controle da infraestrutura petrolífera da Venezuela, instalando o que o presidente Donald Trump chama de administração norte-americana “indefinida” das reservas de petróleo do país, ao mesmo tempo que chantageiam países europeus com sua exigência pela Groenlândia. A desconexão entre o apelo do FEM ao diálogo e a agressão unilateral norte-americana é, no mínimo, chocante.
A intervenção dos EUA na América Latina pode estar assumindo novas formas, mas a apropriação da infraestrutura petrolífera ecoa antigas apropriações de recursos. Enquanto os participantes de Davos analisam as nuances do “capitalismo de partes interessadas” [stakeholder capitalism], as antigas regras da política de poder e da extração de recursos estão sendo ativadas novamente.
Em 2019, o historiador holandês Rutger Bregman desvendou o espetáculo de Davos com precisão cirúrgica: “Impostos, impostos, impostos. Todo o resto é conversa fiada.” Com essas nove palavras, ele expôs o abismo entre a retórica e a realidade, entre a linguagem da prosperidade compartilhada e a prática da concentração de riqueza.
Falta de médicos no Hospital Veterinário Público do DF impacta atendimento a animais abandonados e famílias vulneráveis
Do Brasil de Fato — Brasília (DF)
Racismo, discurso de ódio e extrema direita: por que os terreiros lutam e não recuam
Encruzilhadas exigem posições em diálogo com as lutas históricas por democracia, direitos e políticas públicas
21.jan.2026 -
Francisco Nonato do Nascimento Filho
Povos de terreiro conquistaram políticas públicas no Brasil no último período| Crédito: Freepik
A luta e a presença ancestral de Mãe Gilda de Ogum constituem fundamento necessário que impulsiona, em todo o país, iniciativas voltadas ao fortalecimento dos coletivos de terreiro e à incidência institucional, com o objetivo de garantir a promoção de políticas públicas específicas de enfrentamento ao racismo religioso. Dados sistematizados em 2025 indicam que 80% dos terreiros no país já sofreram algum episódio de racismo religioso, violência física ou material.
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
IA: A China tem outro projeto
Portal do MPDFT orienta pais sobre como identificar e enfrentar a violência infantil
Terça, 20 de janeiro de 2026
Portal do MPDFT orienta pais sobre como identificar e enfrentar a violência infantil
Plataforma reúne informações sobre identificação da violência, denúncia e fortalecimento dos vínculos familiares
Pais de crianças e adolescentes podem contar com uma nova ferramenta com informações para identificar sinais de violência, saber como agir e conhecer a rede de proteção. O Portal Criança e Adolescente, lançado pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em dezembro de 2025, foi criado para fortalecer a garantia de direitos.
A plataforma apresenta mudanças de comportamento que podem indicar situações de risco e orienta sobre as providências a serem adotadas. A denúncia é garantida por lei, e todos os canais oficiais asseguram o sigilo. Ao denunciar, o responsável aciona uma rede integrada que atua na proteção da criança, do adolescente e da família. Pelo portal, também é possível consultar o fluxo simplificado desse atendimento.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
A espantosa vitória da desigualdade
Brasil: a Defesa necessária contra Trump
SEGUNDA, 19 DE JANEIRO DE 2026
Brasil: a Defesa necessária contra Trump
A guerra chegou à América do Sul. Mas Forças Armadas brasileiras estão concebidas como extensão do Pentágono. Transformá-las, preparando-as à defesa da soberania e livrando-as do combate ao “inimigo interno”, precisa estar na agenda nacional
Publicado 16/01/2026 às 18:03 - Atualizado 16/01/2026 às 18:31
A capacidade militar do Brasil, desde a Segunda Guerra Mundial, é concebida como extensão do poderio do Pentágono. Uma nova conflagração generalizada se desenha e, seja qual for o seu desenrolar, obedecendo ou contrariando Washington, seremos afetados.
Se, na melhor hipótese, forem usadas armas convencionais a carnificina se prolongará por tempo indeterminável. Na pior, armas nucleares encurtarão a guerra e o resultado será inimaginável.
Nas últimas décadas, orientações de nossa Defesa Nacional (DN) foram reescritas sem novidades substantivas. Consistem em generalidades e truísmos sobre o quadro geopolítico acompanhadas de proposições rotineiras das Forças Armadas.
Esses documentos mostram a DN como matéria da alçada militar. Revelam que as armas mais complexas são importadas e o desenvolvimento de tecnologia própria não acompanha o ritmo frenético dos grandes atores internacionais. Parcerias tradicionais são preservadas. As fileiras estão prontas para preservar a Lei e a Ordem e cumprir múltiplas funções. Finalmente, concluem que a DN estaria melhor, não fosse a avareza do Estado.
sábado, 17 de janeiro de 2026
A política externa do império: projeção e produto de sua história
Por Roberto Amaral *
Nada do que estamos assistindo é estranho à história da formação da sociedade estadunidense, marcada pela violência da colonização, que é a semente de suas relações com o mundo, dos tempos ingleses e espanhóis dos primeiros aventureiros até aqui: animus de beligerância à beira da barbárie sem descanso, que, aos olhos da humanidade de hoje, apenas se aprofunda, pragmaticamente desapartada de limites éticos ou de cuidados semânticos, aposentado o vencido cinismo liberal do discurso “politicamente correto”.
O big stick permanece a postos; variável é tão-só a fala.
O far west não é um só momento da saga dos pioneiros. É uma ideologia de expansão e domínio. É o direito (ou a força que se transforma em direito) que se legitima pela efetividade. Ou, para usar termos mais amenos, que se efetiva pela sua naturalização. Frantz Fanon já nos falou sobre a alienação do colonizado, reproduzindo como seus os interesses do colonizador. Há pouco nos foi dado conhecer as incursões mais ou menos bem-sucedidas de políticos brasileiros de extrema-direita obrando junto à Casa Branca contra interesses nacionais. Igualmente são públicas as tratativas de plantadores de soja e exportadores de carne negociando, em nosso nome, em Washington, o tarifaço de Trump.





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