“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 30 de junho de 2022

DINHEIRO PÚBLICO —Tribunal de Contas analisa contrato entre Estádio Mané Garrincha e BRB

Quinta, 30 de junho de 2022
O Estádio Nacional Mané Garrincha, agora Arena BRB, tem capacidade para mais de 72 mil espectadores e funciona como um complexo multiuso, para diferentes tipos de evento - Arquivo/Agência Brasília

Representação feita por parlamentar denuncia uso de banco público em favor de concessionária

Pedro Rafael Vilela
Brasil de Fato | Brasília (DF)

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) analisa uma representação feita pelo deputado distrital Leandro Grass (PV), que pede auditoria em contrato do Banco de Brasília (BRB) com a concessionária que administra o Estádio Nacional Mané Garrincha. A parceria foi fechada no fim do ano passado.

A operação prevê que o BRB, um banco público do DF, controlado pelo governo local, pague um total de R$ 7,5 milhões para ter seu nome incluído na nomenclatura oficial do estádio até 2024, passando a se chamar Arena BRB. O custo anual é de R$ 2,5 milhões aos cofres do banco.

Na representação, Grass lembra que complexo foi concedido à iniciativa privada e um dos argumentos para isso era o fato de que tais equipamentos custavam muito caro e, portanto, não, exercia um peso para a administração pública. O Estádio Nacional Mané Garrinha foi construído para ser uma das principais sedes da Copa do Mundo de 2014 e custou mais de R$ 1 bilhão.