OUTRASPALAVRAS Trabalho e Precariado
Por Gabriel Medeiros
Título original:
O mito da geração empreendedora: Juventude, CLT e precarização no Brasil
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
Terça , 19 de maio de 2026
O caso ocorreu em 31 de maio de 2025, na ciclovia do Setor Habitacional Ribeirão, Condomínio Porto Rico. O réu e um adolescente abordaram uma vítima que trafegava de bicicleta, desferiram golpes com uma chave de fenda e subtraíram o veículo. A vítima foi socorrida, mas não resistiu aos ferimentos. Policiais militares que patrulhavam a região prenderam o réu e o adolescente nas proximidades do local.
O Ministério Público Federal (MPF) solicitou à Justiça Federal que antecipe o julgamento da ação civil pública movida contra a União por reiterados ataques da Marinha do Brasil à memória de João Cândido Felisberto. No início do século 20, o marinheiro liderou a chamada Revolta da Chibata contra os castigos físicos a bordo dos navios da força militar.

Em novo requerimento apresentado, o MPF argumenta que os danos morais coletivos estão “demonstrados pelos próprios fatos reconhecidos na ação”. O órgão de defesa de direitos quer que a União pague R$ 5 milhões por ano de dano moral.
“As manifestações de autoridades públicas devem se submeter a um cuidado maior com a exposição dos fatos nos quais elas se baseiam, devido ao maior alcance e efeitos gerados na população”, destacou o MPF em réplica apresentada à Justiça Federal.
As forças do atraso não improvisam
Roberto Amaral*
“O trabalhador vai ter que escolher: menos direitos e emprego ou todos os direitos e desemprego” – capitão Jair Bolsonaro, ex-presidente do Brasil, em discurso na Câmara dos Deputados
É notável, tanto quanto desprezível, o esforço do pensamento conservador brasileiro militando contra a economia nacional e, principalmente, contra qualquer sorte de progresso social. Tudo o que, mesmo remotamente, possa sugerir melhoria das condições de vida das grandes massas é bloqueado por essa corrente retrógrada. Ora se diz que a iniciativa é muito cara (por exemplo, a escola pública e o ensino em tempo integral, ou o saneamento básico), ora se diz que é inflacionária — falácia de que foram acusadas, na sua origem, a introdução das férias anuais, lá atrás, e o 13º salário, em 1962, por iniciativa congressual, em lei sancionada pelo presidente João Goulart.
Os dados brandidos contra essas conquistas sociais revelaram-se meras aleivosias desmentidas pela história. No entanto, seguem sendo arguidas por economistas formados pela tradição deixada por Eugênio Gudin na FGV, ou pela cartilha do monetarismo da Escola de Chicago, envelhecida pelo curso das transformações — agudas e profundas, em alguns aspectos talvez revolucionárias — que vêm moldando o mundo contemporâneo.
Fenômeno óbvio, do qual, todavia, não se dá conta a direita brasileira.
Nessa linha de apego ao atraso, ao não desenvolvimento, a direita brasileira — esta que, nos EUA, peleja contra nossos interesses, em contradição com suas matrizes históricas, como o fascismo, que tinha preocupações nacionalistas — combateu sempre o progresso, em quaisquer de suas dimensões. No plano político-econômico, bateu-se contra a autonomia brasileira na lavra do petróleo: fez de tudo para impedir o monopólio estatal e até hoje torce o nariz para a Petrobras.
Sexta, 15 de maio de 2026
Programação ao longo de maio fortalece rede de proteção

Integrante da rede de proteção infantojuvenil, o MPDFT atua na fiscalização de políticas públicas, na responsabilização de agressores e na defesa dos direitos individuais e coletivos de crianças e adolescentes. Por meio de promotorias especializadas e do Núcleo de Enfrentamento à Violência e à Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes (Nevesca), a instituição desenvolve ações estratégicas voltadas à prevenção, ao combate à violência e ao fortalecimento das políticas públicas destinadas a esse público.
A Vara Criminal e do Tribunal do Júri do Guará condenou João Paulo Teixeira da Silva a 29 anos, 11 meses e 23 dias de reclusão, em regime inicial fechado, pela prática de homicídio triplamente qualificado, destruição e ocultação de cadáver e corrupção de menores. O julgamento ocorreu nessa quinta-feira, 14/5.
Segundo o processo, entre os dias 13 e 14 de janeiro de 2025, em região de mata próxima ao 4º Batalhão da Polícia Militar, no Guará II/DF, Thalita Marques Berquó Ramos foi atingida com golpes de faca, pedras e segmentos de madeira, que lhe causaram a morte. O cadáver foi destruído e ocultado pelo réu e outros indivíduos, com a participação de dois adolescentes.
A 8ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) determinou que o Distrito Federal assegure vaga em creche pública ou conveniada, em período integral e próxima à residência de criança. Caso não haja vaga disponível, o DF deverá custear matrícula em instituição privada.
A ação foi proposta por mãe da criança após não conseguir vaga em creche pública. Ela pediu que o governo garantisse atendimento em período integral e em local próximo de casa ou, alternativamente, pagasse uma vaga na rede particular. O Distrito Federal sustentou, no processo, limitações estruturais e a necessidade de respeitar critérios de lista de espera para distribuição das vagas na rede pública de ensino.
Quarta, 13 de maio de 2026
DENÚNCIA
Suposta espionagem na Câmara do DF será investigada pela polícia e Ministério Público
Processo administrativo para apurar acusações afastou o diretor de Inovação Digital da casa legislativa
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Quinta, 4 de agosto de 2022 Fonte: AEPET* Publicado em 04/08/2022 Escrito por Maria Lucia Fattorelli O problema do Brasil não é falta de re...