
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
segunda-feira, 16 de março de 2026
Patrimônio público —Justiça do DF suspende lei de Ibaneis Rocha que autorizava uso de terras públicas para reforçar o BRB

domingo, 15 de março de 2026
O que a Reforma Sanitária ensina ao Brasil
Covid, 6 anos: anjos da memória e do esquecimento
Educa por Elas —Justiça barra tentativa do GDF que poderia tirar conteúdo de violência contra a mulher das escolas
sábado, 14 de março de 2026
ERIKA HILTON É A PRIMEIRA MULHER TRANS A PRESIDIR A COMISSÃO DA MULHER DA CÂMARA FEDERAL
https://www.gamalivre.com.br/2026/03/erika-hilton-e-primeira-mulher-trans.html
Na última quarta-feira (11), a nossa deputada federal Erika Hilton foi eleita a nova presidenta da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres na Câmara. Esse é um momento histórico na luta pela inclusão de mulheres trans na política. https://tinyurl.com/mvjth6jm
ERIKA HILTON PROCESSA RATINHO E SBT POR TRANSFOBIA
Erika Hilton pediu ao Ministério Público Federal que investigue o Ratinho e o SBT por falas transfóbicas feitas pelo apresentador ao comentar a eleição da parlamentar como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. https://tinyurl.com/zxk7zmpz
CÂMARA APROVA PROJETO DE FERNANDA MELCHIONNA QUE PREVÊ USO DE TORNOZELEIRA ELETRÔNICA PRA AGRESSOR DE MULHER
A Câmara dos Deputados do Brasil aprovou o projeto da deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) em coautoria com Marcos Tavares (PDT-RJ), que permite ao juiz determinar o uso imediato de tornozeleira eletrônica por agressores quando houver risco para a mulher em casos de violência doméstica. https://tinyurl.com/bdw9bxdp
Pedro Pinho: A governança brasileira e as eleições de outubro
sexta-feira, 13 de março de 2026
Impacto —Estudantes da UnDF apontam risco de evasão e aumento no tempo de deslocamento com transferência de campus

quinta-feira, 12 de março de 2026
Cuba: a agressão e os riscos de omitir-se

quarta-feira, 11 de março de 2026
MPDFT recomenda medidas para reduzir déficit de profissionais na saúde do DF
Recomendação orienta nomeação de enfermeiros e técnicos aprovados em concurso e realização de novo certame para médicos de família para reduzir a sobrecarga na rede
Do MPDFT
As Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde (Prosus) e Regionais de Defesa dos Direitos Difusos (Proreg) do Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) expediram recomendação para que a Secretaria de Saúde (SES) adote medidas para reduzir o déficit de profissionais na rede pública de saúde. O documento é de 24 de fevereiro e a pasta tem 30 dias para informar as providências a serem tomadas.
A recomendação leva em conta o diagnóstico da situação da capacidade instalada e dimensionamento da força de trabalho, que aponta déficit reconhecido pela SES em relação a enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos de saúde da família. De acordo com o MPDFT, esse contexto pode causar, entre outros aspectos, a interrupção dos serviços, sobrecarga assistencial e não conformidades sanitárias.
Considerando que há concursos vigentes para os cargos de enfermeiros e técnico de enfermagem, com candidatos aprovados em cadastro reserva aptos à nomeação, o MPDFT orienta que a SES apresente, em articulação com a Secretaria de Economia (SEEC), um cronograma detalhado de nomeação desses profissionais para ampliação da cobertura assistencial. O planejamento deve discriminar os profissionais por categoria, região de saúde e unidade, com prioridade para locais com maior risco assistencial.
Irã, onde a dupla de diabos calculou errado
terça-feira, 10 de março de 2026
REALIDADE E CONTEMPORANEIDADE: AS DIFERENÇAS ENTRE VARGAS E LULA
Pedro Augusto Pinho* |
REALIDADE E CONTEMPORANEIDADE: AS DIFERENÇAS ENTRE VARGAS E LULA
Com a provável eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (1945) para Presidente, em outubro de 2026, ele será o que mais se aproximará de Getúlio Dornelles Vargas (1882-1954) como o mais longevo Presidente do Brasil. Vargas 18 anos, Lula 16 anos.
No entanto, o Brasil que os recebeu mudou, e muito, neste quase um século que separa os seus períodos de governo.
Pode-se considerar que a aviação comercial moderna teve início com o Boeing 247, em 1933. Mas a era do jato só começa em 1952. Assim, as duas visitas que o Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Franklin Delano Roosevelt, fez a Vargas, respectivamente em 1936 e 1943, têm um sentido muito maior do que os treze presidentes de países (apenas quatro fora da América do Sul) que compareceram à posse de Lula, em 2003: África do Sul: Thabo Mbeki; Argentina: Eduardo Duhalde; Bolívia: Gonzalo Sánchez de Lozada; Chile: Ricardo Lagos; Cuba: Fidel Castro; Bolívia: Gonzalo Sánchez de Lozada; Equador: Lúcio Gutiérrez; Moçambique: Joaquim Chissano; Paraguai: Luis González Macchi; Peru: Alejandro Toledo; Portugal: Jorge Sampaio; Uruguai: Jorge Batlle e Venezuela: Hugo Chávez, mesmo sendo o primeiro operário a atingir a presidência do Brasil.
Vargas deixou a herança da “Era Vargas”, título dos três volumes, editados em 2001, que, magnificamente, expõe o jornalista e escritor José Augusto Ribeiro sobre a trajetória do estadista brasileiro.
Oliver Ortiz —Fundo que comprou Master para Vorcaro teria usado dinheiro de narcotraficante espanhol

segunda-feira, 9 de março de 2026
Saúde pública —TCDF determina devolução de R$ 17 milhões por má gestão em hospital do Distrito Federal

Violência sexual —Com mais de mil casos, estupro é a violência mais cometida contra meninas e mulheres no Distrito Federal
Segunda, 9 de março de 2026
O espantoso mito de que o brasileiro trabalha pouco
O espantoso mito de que o brasileiro trabalha pouco
O debate brasileiro sobre a jornada de trabalho está sendo travado com base em um número: o Brasil estaria 1,2 hora abaixo da média mundial, controlada por renda e demografia.1 É um dado correto. Mas o que se faz com ele está errado.
Da forma como foi recebido pela imprensa e por parte dos economistas, esse dado se converteu em argumento contra a PEC que propõe reduzir a jornada semanal de 44 para 36 horas. Se o brasileiro “já trabalha pouco”, para que reduzir mais? O raciocínio parece lógico, mas se apoia em três confusões que este texto pretende desfazer.
domingo, 8 de março de 2026
O plano delirante e riscos de Trump e Netanyahu
Rafael Poch em entrevista a Sergi Picazo, no Critic | Tradução: Rôney Rodrigues
Trump já prescinde da retórica do direito internacional. A chave para definir as relações internacionais é a força. Os Estados Unidos podem sequestrar ou matar dois líderes de países inimigos: Maduro, na Venezuela, e o aiatolá Khamenei, no Irã. Acabou-se a legislação internacional? A ONU? Os limites mínimos da política internacional?
A pergunta, obviamente, é retórica. A guerra começou no sábado com o assassinato do líder do país adversário e vários membros de sua família. Esta guerra começou — e é a segunda vez desde junho — no meio de negociações classificadas como “bem-sucedidas” pelos mesmos personagens (Witkoff e Kushner) que estão negociando, também, com os russos o fim do conflito na Ucrânia. Quem pode confiar em tais “negociadores”? “As garantias e os documentos assinados por este presidente não têm valor algum”, disse em Moscou o analista Dmitri Trenin sobre Trump. “Não é possível manter negociações com este governo”, afirma de Nova York o economista Jeffrey Sachs.
A crise do hegemonismo acarreta a crise de suas instituições. A ONU foi uma boa ideia, mas refletia o mundo de 1945. Hoje o mundo é diferente, e diferentes são também as correlações de forças em seu interior. Naquela época, chineses e indianos não contavam para o mundo e hoje pesam muito. Mas, curiosamente, não são os emergentes que estão derrubando as instituições internacionais e o direito internacional, mas sim seus inventores, os governos daqueles países que desenharam todas essas instituições sob medida para seus interesses. Se a ONU era o desigual “parlamento da humanidade” no qual alguns mandavam mais que outros por seu direito de veto, hoje seus inventores se tornaram extraparlamentares e promovem o banditismo e o gangsterismo mais cru.
Grito pela vida —Mulheres do DF ocupam as ruas neste domingo (8) com foco no combate ao feminicídio
sábado, 7 de março de 2026
Racismo —Dono da rede Sky Hotéis é condenado no RS por fala racista em que teria comparado trabalhador a macaco

8 de Março: mais que flores, o direito de ocupar espaços sem violência
8 de Março: mais que flores, o direito de ocupar espaços sem violência
- Do MPDFT
Neste Dia Internacional da Mulher, o recado é claro: mais respeito, segurança e igualdade de condições para que elas possam ocupar todos os espaços. Defender o direito das mulheres é fortalecer a própria democracia


A data também ocorre em um contexto marcado por diferentes formas de violência contra mulheres e meninas, não só no Distrito Federal. Nos primeiros meses do ano, casos graves ganharam repercussão nacional, incluindo episódios de violência vicária (quando o agressor atinge os filhos ou pessoas próximas para causar dor e punir a mulher) e sexual em diversas esferas da sociedade, além de uma sequência de feminicídios que ampliaram a importância do debate público sobre a proteção das mulheres.
No Distrito Federal, a violência letal também segue como um alerta. Em 2025, o DF registrou 28 feminicídios, segundo levantamento divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Diante desse cenário, o MPDFT atua na proteção das mulheres por meio do acompanhamento das medidas protetivas, da investigação e na responsabilização de crimes de violência de gênero, além da fiscalização das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência e da promoção de ações de prevenção e conscientização. O órgão também mantém canais específicos de escuta e acolhimento, como a Ouvidoria das Mulheres, que recebem denúncias e orientam vítimas e testemunhas.
'Não confere' —Alexandre de Moraes nega conversas com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master
Brasil de Fato — São Paulo (SP





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