Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

CNJ afasta desembargador que absolveu homem acusado de estupro contra menina de 12 anos em MG

Sexta, 27 de fevereiro de 2026

Investigado
CNJ afasta desembargador que absolveu homem acusado de estupro contra menina de 12 anos em MG

O magistrado Magid Láuar é investigado por abusos sexuais; denúncias vieram à público após a repercussão do julgamento

Brasil de Fato
27.fev.2026
São Paulo (SP)
Redação


O desembargador Magid Nauef Láuar | Crédito: Juarez Rodrigues/TJMG

O desembargador Magid Nauef Láuar, integrante da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, foi afastado do cargo após determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Láuar é investigado por crimes sexuais contra pelo menos cinco pessoas durante o período em que atuou como juiz de direito nas comarcas das cidades mineiras de Ouro Preto e Betim. Ao menos uma das vítimas, um primo do desembargador, era menor de idade quando teria sofrido os abusos.

As denúncias vieram à público após o magistrado ganhar destaque nas notícias nacionais ao absolver um homem de 35 anos acusado de estupro contra uma menina de 12, no município de Indianópolis (MG).

No julgamento, desembargadores citaram “vínculo consensual” para justificar a absolvição do acusado. Somente a desembargadora Kárin Emmerich, única mulher a compor o colegiado, votou pela condenação.

Após ampla repercussão do caso em redes sociais e portais de notícias, o desembargador voltou atrás na decisão, mantendo a condenação. O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) também recorreu da decisão de segunda instância que absolveu o investigado. Na última quarta-feira (25), o homem e a mãe da menina, responsabilizada por omissão, foram presos.

Descaso Falta de monitores marca início do ano letivo na rede pública do Distrito Federal

Sexta, 27 de fevereiro de 2026

descaso

Falta de monitores marca início do ano letivo na rede pública do Distrito Federal


Famílias denunciam ausência de apoio a estudantes com deficiência; GDF atribui situação a ajustes no programa

Brasil de Fato — Brasília (DF)
A Secretaria afirma que não houve prejuízo aos estudantes, pois as escolas seguem contando com professores, equipes pedagógicas e outros profissionais que garantem o atendimento e o suporte necessários.A Secretaria afirma que ausência não gera prejuízo aos estudantes, pois as escolas seguem contando com professores, equipes pedagógicas e outros profissionais que garantem o atendimento e o suporte necessários. | Crédito: Divulgação/ SEGOV

O início do ano letivo de 2026 na rede pública do Distrito Federal foi marcado por denúncias de ausência de monitores e de Educadores Sociais Voluntários (ESVs) em escolas que atendem estudantes com deficiência. Mães, professores e representantes sindicais relatam dificuldades para garantir o suporte previsto na legislação.

A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) afirma que a situação é pontual e decorrente de ajustes operacionais no programa, argumento contestado por responsáveis dos alunos.

A legislação brasileira, incluindo a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), assegura atendimento educacional especializado e apoio escolar aos estudantes da educação especial. No DF, parte desse suporte é realizado por monitores da carreira pública e, majoritariamente, por meio do Programa Educador Social Voluntário. A situação, relatada por mães e professores desde a primeira semana de aula, reacende o debate sobre planejamento, financiamento e prioridade política da educação inclusiva na capital do país.

“Todo ano é a mesma angústia”

Andrea Medrado, mãe de uma estudante com deficiência matriculada em escola pública do DF, relata que o início das aulas é acompanhado de insegurança. “Todo começo de ano é a mesma pergunta: cadê o monitor? Cadê o apoio garantido por lei? Educação é direito, não é favor!”, afirma.

Segundo ela, a escola onde a filha estuda iniciou o semestre com apenas um educador disponível para atender estudantes que demandam apoio. “Na escola que minha filha está, só tem um educador e ele ficou com ela porque eu sou a ‘mãe chata’ que não deixa passar. Mas isso não pode depender da insistência de uma mãe.”

No caso da filha, Adriana afirma possuir decisão judicial que assegura a presença de um monitor concursado, integrante da carreira pública, e não apenas educador voluntário. “Eu tenho um processo judicial que garante que seja um profissional da rede. Não um voluntário que pode sair a qualquer momento. Mesmo assim, todo ano é essa luta.” Ainda assim, a escola não disponibiliza o tutor garantido por lei.

Ela também relata que, em conversas, professores da rede pública descrevem salas superlotadas, sobrecarga de trabalho e esgotamento físico e emocional. Parte dos docentes também apontam dificuldades na implementação do sistema Educa-DF às vésperas do início das aulas, sem formação adequada e sem escuta prévia da comunidade escolar.

Para Adriana, o problema vai além de uma falha pontual. “Educação inclusiva não pode ser improviso anual. Quando a inclusão entra no planejamento, ela deixa de ser improviso e passa a ser política pública. Inclusão é lei. Planejamento é obrigação.” 

Substituição de monitores por voluntários

De acordo com a diretora do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), Márcia Gilda, o modelo adotado pelo governo local tem se apoiado na figura do Educador Social Voluntário, em detrimento da ampliação do quadro efetivo de monitores.

“O acompanhamento dos Educadores Sociais Voluntários (ESV) nas turmas inclusivas é extremamente importante. Eles dão suporte aos estudantes e aos professores. O problema é que estão substituindo os monitores da carreira, que deveriam estar em todas as escolas, porque a rede pública do DF é oficialmente inclusiva”, afirma.

Segundo ela, a maioria dos ESVs atua em condições consideradas precárias. “Trabalham com ajuda de custo baixíssima e sem vínculo empregatício. Mesmo assim, se dedicam e fazem um trabalho excelente. Mas isso não substitui a necessidade de profissionais concursados, com estabilidade e formação contínua. A ausência desse suporte causa prejuízo enorme para toda a comunidade escolar.”

Câmara Legislativa

A situação foi levada à Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) pelo deputado distrital Gabriel Magno (PT-DF), que relatou denúncias durante sessão ordinária realizada na última quarta-feira (25).

“Nós estamos na terceira semana de aulas e recebemos denúncias de que estudantes não estão conseguindo ter aula. Já oficiamos a Secretaria de Educação e estamos acionando os órgãos de controle. A denúncia é muito grave”, declarou.

O parlamentar citou relatos de escolas onde estudantes teriam sido dispensados por falta de condições adequadas de atendimento, destacando que a responsabilidade não seria das unidades escolares, mas da gestão central pela demora na alocação de profissionais.

Outro lado

Em nota enviada ao Brasil de Fato DF, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal afirmou que “não há ausência estrutural de Educadores Sociais Voluntários na rede”.

Segundo a pasta, o que ocorre neste início de ano letivo é um período de organização e adequação do programa às novas normativas que regulamentam a formação específica para atuação na educação especial.

“A Secretaria destaca que não houve prejuízo aos estudantes, uma vez que as escolas contam com professores, equipes pedagógicas e demais profissionais que garantem o atendimento e o suporte necessários”, diz a nota.

Embora o governo sustente que a situação será normalizada em curto prazo, famílias relatam que a ausência de apoio nas primeiras semanas de aula compromete a adaptação, aprendizagem e permanência dos estudantes com deficiência. “Quando o Estado falha, quem sofre são os estudantes com deficiência que querem e têm direito à escola”, resume Andrea Medrado.

:: Clique aqui para receber notícias do Brasil de Fato DF no seu Whatsapp ::

Facebook

Editado por: Clivia Mesquita

Leia mais:

Editorial — Finalmente, justiça por Marielle e Anderson

Quinta, 26 de fevereiro de 2026
Finalmente, justiça por Marielle e Anderson

Hoje o mundo sabe quem matou e quem mandou matar Marielle e Anderson. A justiça, enfim, foi feita.





Bra
STF condena envolvidos na morte de Marielle Franco e Anderson Gomes | Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil

Brasil de Fato — São Paulo (SP)
Quem mandou matar a vereadora Marielle Franco (Psol) não podia imaginar que ela era semente. Provavelmente também não imaginava que um dia estaria sentado no banco dos réus e, mais do que isso, condenado a 76 anos de prisão.

Nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, a poucos dias de se completarem oito anos do assassinato da parlamentar carioca e do motorista Anderson Gomes, a justiça, finalmente, se fez valer. Os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, foram condenados como mandantes do assassinato que interrompeu precocemente a vida da vereadora, em 14 de março de 2018.

Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, recebeu pena de 18 anos de prisão pelos crimes de obstrução de Justiça e corrupção. Ronald Alves de Paula, major da Polícia Militar, foi condenado a 56 anos de prisão. Robson Calixto, ex-policial militar, recebeu pena de nove anos.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

25/2 — A crise brasileira e a reconstrução da Escola Pública

Quarta, 26 de fevereiro de 2026

A crise brasileira e a reconstrução da Escola

Em meio a seu fracasso educacional, país debate, há muito, “projetos pedagógicos”. Não é disso que se trata. A transformação do ensino não pode partir dele mesmo, mas de uma opção radical pela igualdade. Há caminhos para tanto


Do OUTRASPALAVRAS

Texto publicado no OUTRASPalavras em 25/02/2026

 
Foto: Sebastião Salgado

“A equidade na educação não é apenas uma questão de justiça social;
é condição para a coesão democrática”
Andreas Schleicher [1]

MAIS
Este artigo integra uma série de quatro textos dedicados a discutir os impasses estruturais da educação brasileira e as condições políticas para uma reforma educacional de longo prazo. Neste primeiro texto da série, como a escola pública deve ser entendida como infraestrutura democrática e pacto de cidadania.

Educação além da política setorial

Há momentos históricos em que sociedades percebem que a escola pública não pode continuar a ser tratada como um mero serviço administrativo do Estado. Em contextos de reconstrução nacional, transições econômicas profundas ou risco de fragmentação social — como ocorreu na Finlândia e no Japão no pós-guerra, ou na Coreia do Sul após o conflito coreano — a educação passa a ser vista como infraestrutura estratégica de coesão social, mobilidade e pertencimento cívico, e não apenas como política setorial [1, 2].

Quando a desigualdade social é profunda, o direito formal à educação torna-se insuficiente. Crianças entram pela mesma porta da escola, mas saem para mundos radicalmente distintos. Nessas condições, a escola deixa de ser um espaço de encontro e passa a operar como um mecanismo silencioso de triagem social. Não é apenas a mobilidade que se rompe, mas sim a própria ideia de comunidade política compartilhada.

🩺 Se planos negarem seu tratamento: saiba como agir!

Quinta, 26 de fevereiro de 2026

Caso não esteja visualizando corretamente esta mensagem, acesse este link
Logo Idec - Instituto de Defesa de Consumidores

Taciano

Imagine precisar de um tratamento indicado pelo seu médico e ouvir do plano de saúde que ele não o cobrirá.

É sobre isso que precisamos falar.

O entendimento sobre o que será coberto teve uma alteração. E, na prática, isso pode facilitar novas negativas por parte das operadoras.

👀 O que está acontecendo?

No fim de 2025, após muitas disputas sobre o que deve ser coberto pelos planos, o STF (Supremo Tribunal Federal) alterou um entendimento sobre consultas, exames e tratamentos que estão fora da “lista obrigatória da ANS” (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O "Bonecaço" leva a magia dos bonecos gigantes, uma tradição da cultura popular brasileira, para os parques do DF em um cortejo especial.

 Quarta, 25 de fevereiro de 2025

Por gentileza divulguem nosso evento cultural, agradecemos a atenção.

O "Bonecaço" leva a magia dos bonecos gigantes, uma tradição da cultura popular brasileira, para os parques do DF em um cortejo especial. O evento apresenta personagens de nossa cultura popular, como o Homem da Meia-Noite, o Curucucu (brincante mascarado das Cavalhadas de Pirenópolis), dançarina de festa junina e muitos outros em um desfile festivo e que aproxima a comunidade dessa tradição. A iniciativa visa proporcionar momentos de lazer e acesso à cultura de forma democrática, levando a alegria e a ludicidade desses personagens gigantes para perto da comunidade. O cortejo é realizado pela empresa Criar e Animar, pioneira na confecção e animação de bonecos gigantes no DF desde a década de 1980.

Este projeto tem a realização do FAC (Fundo de Apoio à Cultura) Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Data: 28 de Fevereiro de 2026

Local: Parque Saburo Onoyama — Taguatinga

Horário: 10h

Evento: Gratuito e livre para todos os públicos

Fotos: Edison Senna

Contato: Criar e Animar 61 35566605

Henrique Costa

OS GOVERNOS MILITARES NO BRASIL DE 1964 A 1985

Quarta, 25 de fevereiro de 2026

OS GOVERNOS MILITARES NO BRASIL DE 1964 A 1985

Pedro Pinho*

OS GOVERNOS MILITARES NO BRASIL DE 1964 A 1985

Poucas são as análises que retratam corretamente os 21 anos de governos militares, iniciados em 1º de abril de 1964 e concluídos com a posse de José Sarney, em 15/3/1985.

A década de 1960 foi marcada pela Guerra Fria, entre os Estados Unidos da América (EUA) e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), influenciando internamente muitos, mas não todos, países. Nações da Ásia e da África prosseguiam nas lutas de libertação, apoiadas pelos países socialistas ou pelos EUA e países europeus, impedindo, de algum modo, suas efetivas independências.

Em 1955 tem início a Guerra do Vietnã, que só terá fim em 1975; em 1961 é construído o Muro de Berlim; em 1962 ocorre a Crise dos Mísseis em Cuba; em 1968 irrompe, a partir dos protestos estudantis e greves operárias na França, um movimento contestador da cultura e da sociedade que toma conta de vários países, um deles será o Movimento Hippie, nos EUA; a luta pelos direitos humanos e contra segregação racial toma conta de lideranças como Martin Luther King Jr. e movimentos como as Panteras Negras que lutavam contra a segregação racial. No final da década, a Revolta de Stonewall (1969) marcou o início do movimento moderno pelos direitos femininos e sexuais, o LGBT.

No Brasil, a passagem por 18 anos de Getúlio Vargas pelo poder, trazendo a realidade nacional para o governo, e tratando de assuntos contemporâneos, fez surgir a oposição retrógrada e entreguista que se manifestou nos golpes e nas tentativas de 1932, 1937, o levante integralista (1938), as traições de Góes Monteiro (1945) e de Dutra (1950), e o golpe midiático, promovido pelo jornalista Carlos de Lacerda, como a não explicada morte do Major Rubens Vaz, em 5 de agosto de 1954, que leva Getúlio Vargas ao suicídio 19 dias depois. Este espírito retrógrado e entreguista prossegue durante todo período de 1954 a 1964, desaguando no Golpe de 1964, que durou 21 anos.

URGENTE: DEPOIS DE DOIS SHOWS SUPER LOTADOS, PRODUÇÃO APRESENTA NOVO TRIBUTO A LÔ . DESTA VEZ TRAZ DNA DOS BORGES PARA O CLUBE DO CHORO.

Quarta, 25 de fevereiro de 2026


URGENTE: DEPOIS DE DOIS SHOWS SUPER LOTADOS, PRODUÇÃO APRESENTA NOVO TRIBUTO A LÔ . DESTA VEZ TRAZ DNA DOS BORGES PARA O CLUBE DO CHORO.

Tita Lyra*

Amigos.
Este show é um escândalo. Nosso Terceiro tributo ao Lô neste ano. Sucesso total.

Inovador tributo a Lô Borges reafirma a obra do compositor mineiro em show no próximo dia 05 de março

De tio para sobrinho: novo tributo a Lô Borges ganha voz de Rodrigo Borges

Espetáculo “Coisas Que A Gente Se Esquece De Dizer” transforma laço de sangue em homenagem musical

O Clube do Choro de Brasília receberá, no dia 5 de março, às 20h30, um encontro musical dedicado exclusivamente a celebrar a vida e o eterno legado de Lô Borges — compositor, cantor, arquiteto de melodias raras e um dos pilares do movimento mineiro que redefiniu os rumos da canção brasileira. Em um país que aprendeu a sonhar ao som de suas harmonias, faz-se necessário um tributo próprio, inteiro, um espetáculo da forma que ele merece: sensível, potente e à altura da imensidão que sua obra representa para gerações de artistas e ouvintes.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

MPDFT envia recomendação a administrações regionais sobre impessoalidade nas eleições

Terça, 24 de fevereiro de 2026

O prazo para informar sobre a divulgação interna das orientações é de 20 dias úteis

As Promotorias de Justiça Regionais de Defesa dos Direitos Difusos (Proregs) expediram a Recomendação Conjunta nº 02/2026 a todos os administradores regionais. O documento orienta sobre o cumprimento de normas relacionadas à publicidade de atos oficiais e ao uso de bens públicos. O objetivo é prevenir irregularidades e atos de improbidade administrativa.

De acordo com a recomendação, os administradores regionais devem se abster de ceder ou utilizar bens móveis ou imóveis, materiais, serviços e pessoal da administração em benefício de candidatos, partidos políticos ou coligações. As Proregs também recomendaram que seja vedado o uso de redes sociais institucionais e canais oficiais de comunicação para a promoção pessoal de autoridades, servidores ou terceiros.

MPDFT denuncia homem que atirou contra os pais, um sobrinho e duas outras pessoas no Gama (DF)

Terça, 24 de fevereiro de 2026


Crimes ocorreram na residência dos pais do denunciado

Do MPDFT

A Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri do Gama denunciou, nesta segunda-feira, 23 de fevereiro, um homem que atacou os pais, um sobrinho e duas outras pessoas na casa da família. Ele foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado, tentativa de feminicídio e roubo com emprego de arma de fogo. Os crimes ocorreram em 11 de fevereiro, no Núcleo Rural Ponte Alta Norte.

O denunciado estava em casa com os pais, o sobrinho e as duas outras pessoas quando pegou uma arma de fogo do pai e disparou contra os cinco.

MPDFT requisita à PMDF investigação preliminar para apurar abordagem de policiais

Terça, fevereiro de 2026

Órgão cobra esclarecimentos sobre atuação de policiais militares durante abordagem envolvendo dois jovens em Brazlândia (DF) 

 Do MPDF — postagem publicada em 24 de fevereiro O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) requisitou, nesta segunda-feira, 23 de fevereiro, que a Corregedoria-Geral da Polícia Militar do Distrito Federal instaure procedimento de investigação preliminar para esclarecer possíveis agressões durante abordagem de policiais militares a dois jovens. O órgão tem cinco dias para responder. Em ofício encaminhado à Corregedoria, a Promotoria de Justiça Militar informa ter tomado conhecimento do episódio a partir de vídeos divulgados em redes sociais de canais da imprensa. As imagens mostram os jovens sendo agredidos por policiais durante uma abordagem. O caso ocorreu no último sábado, 21 de fevereiro, em Brazlândia.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

URGENTE : SHOW COM REIS DO SOUL GARANTE RESSACA DE CARNAVAL COM MUITO SWINGUE E ALEGRIA

Segunda, 23 de fevereiro de 2026


Tita Lyra


CLUBE DO CHORO RECEBE “TRIBUTO AOS REIS DO SOUL” EM NOITE DE MUITO GROOVE PÓS CARNAVAL 


No dia 26 de fevereiro, às 20h30, o Clube do Choro de Brasília será palco de uma animada homenagem a três grandes ícones da música soul brasileira: Tim Maia, Wilson Simonal e Jorge Ben Jor. O show celebra a conexão pessoal e cultural entre esses gigantes, que revolucionaram o cenário musical no Brasil com uma fusão inusitada de samba, rock, soul, funk e groove. A noite, com certeza, vai proporcionar uma diferenciada "ressaca de carnaval", quando o público poderá cantar e dançar com alegria curtindo a intensa sonoridade das emblemáticas canções que integram o repertório.

Se Jorge Ben Jor é o alquimista do samba-funk e do swing, Tim Maia foi o mestre da intensidade e da entrega. Juntos, ajudaram a transformar a música brasileira, tornando-a mais vibrante, dançante e atemporal. Tim e Jorge compartilhavam a paixão pela fusão de estilos, regida pelo inconfundível groove. Ambos acreditavam que a música era uma experiência sensorial e espiritual, algo que se reflete na filosofia sonora da música preta brasileira – um conceito que Jorge sempre exaltou e Tim incorporou de maneira visceral em sua trajetória.

 Wilson Simonal, por sua vez, surge como o grande comunicador desse panteão, dono de um carisma avassalador e de uma presença de palco que transformava cada canção em celebração coletiva.