Quinta, 5 de novembro de 2026
Terceiro turno, a batalha da vez
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
Quinta, 5 de novembro de 2026
Terceiro turno, a batalha da vez

Terça, 3 de novembro de 2026
Espalham-se, por um continente até há pouco prostrado, revoltas por igualdade e pelo Comum. Ultradireita, que se pintava de “alternativa”, já pede repressão. Greves gerais convocadas em três países. Que esperar agora da Geração Z?
OutrasPalavras Movimentos e Rebeldias
Por Thomas Fazi
Publicado 03/11/2026

Por Thomas Fazi, no UnHeard | Tradução: Antonio Martins
Como muda o ambiente político, nos lugares em que os mais jovens entram em cena. No Brasil, eles foram centrais nas Jornadas de Outubro, que inverteram o rumo das eleições presidenciais e salvaram o país. Na Europa, há sinais de que estão transformando a cena política e de que talvez possam desfazer uma cilada estratégica.
Em pelo menos onze países (leia nossa matéria a respeito) repetem-se há semanas protestos de rua, protagonizados em alguns casos (na França, por exemplo) por gente entre 14 e 17 anos. Rejeita-se a desigualdade cada vez mais profunda, típica do capitalismo tardio. Exige-se o Comum: boas escolas, moradia acessível, trabalho digno. Rejeita-se o aumento dos gastos militares, incentivado pela OTAN, em histeria anti-Rússia, e por quase todos os governos europeus (o de Pedro Sanchez, na Espanha, é notável exceção) Denuncia-se, em todos os casos, a marca mais típica (e a que perdura por mais tempo) do credo neoliberal: os “ajustes fiscais”, que reprimem o gasto e o investimento público e atingem hospitais, escolas, programas habitacionais.


Segunda, 2 de novembro de 2026



Sexta, 30 de outubro de 2026

Maurício Varallo • 30 de out. de 2026
Segundo a equipe do local, Sandro continua aproveitando diariamente os pátios 2 e 3, que têm árvores e bastante grama. Mas, os cuidadores perceberam que ele também passou a escolher com mais frequência o primeiro pátio, onde, além do lago, fica a área que permite ao elefante ter contato visual com as fêmeas.
A Justiça do Distrito Federal determinou que o Governo do Distrito Federal (GDF) garanta, em até 72 horas após a intimação, a continuidade dos atendimentos do Programa de Interrupção Gestacional Previsto em Lei (PIGL), do Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB). A decisão liminar, proferida nesta quinta-feira (29), também estabelece que a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) apresente, em até 30 dias, um plano para recompor a equipe multiprofissional do serviço.
A medida foi concedida pelo juiz Lizandro Garcia Gomes Filho, da 1ª Vara da Fazenda Pública do DF, em ação coletiva movida pelo Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal (SindEnf-DF). O programa atende pessoas que engravidaram em decorrência de violência sexual e buscam a interrupção legal da gestação.

A 8ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios manteve sentença que determinou ao Distrito Federal o fornecimento de transporte escolar gratuito, integral e contínuo a três estudantes da rede pública distrital que residem em área rural de Cidade Ocidental/GO. O colegiado entendeu que, no caso concreto, a restrição territorial prevista em norma administrativa não pode impedir o acesso de crianças e adolescentes ao serviço quando há viabilidade técnica para o atendimento.
Os menores estudam em escolas públicas de Santa Maria e passaram a morar no município goiano, após o pai, militar da Marinha, deixar imóvel funcional localizado no Distrito Federal. Segundo os autos, a família enfrentou dificuldades para garantir o deslocamento diário dos estudantes às unidades de ensino, pois não há transporte público regular na região e o pedido de transporte escolar foi negado pela Secretaria de Educação com base em regra que limita o benefício a alunos residentes no DF.

Quinta, 4 de agosto de 2022 Fonte: AEPET* Publicado em 04/08/2022 Escrito por Maria Lucia Fattorelli O problema do Brasil não é falta de re...