“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
quarta-feira, 8 de julho de 2026
CADÊ O DINHEIRO? TCDF aponta irregularidades no FAC e exige recomposição de R$ 60 milhões do GDF
🧂 Temperar também é um ato político: descubra por quê; Tá Na Mesa — Idec

terça-feira, 7 de julho de 2026
Forças armadas no Brasil — o que será do amanhã? Artigo de Pedro Augusto Pinho
Forças Armadas no Brasil – o que será do amanhã?
A formação das Forças Armadas brasileiras, a soberania nacional e os desafios para o futuro do País.
—7 de julho de 2026
André Gunder Frank (The Political Economy of Development and Underdevelopment, 1979) escreveu, na tradução do embaixador e professor Adriano Benayon do Amaral: “A história do Brasil é talvez o caso mais claro de desenvolvimento do subdesenvolvimento, tanto nacional como regional. A expansão da economia mundial desde o século 17 converteu, sucessivamente, o Nordeste, o interior de Minas Gerais, o Norte e o Centro-Sul (Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná) em economia de exportação e os incorporou à estrutura e ao desenvolvimento do sistema capitalista mundial. Cada uma das regiões teve o que podia parecer desenvolvimento econômico durante a respectiva era dourada. Mas era desenvolvimento de satélite, nem autogerador nem capaz de se perpetuar”.
“À medida que declinava o mercado ou a produtividade das três primeiras regiões, murchava o interesse econômico estrangeiro e local, e elas iam sendo deixadas a desenvolver o subdesenvolvimento em que vivem. Na 4ª região, a economia cafeeira sofreu destino similar, conquanto não tão sério. Todas as provas históricas contradizem a tese, geralmente aceita, de que a América Latina padece de uma sociedade dual e da sobrevida de instituições feudais e de que esses são obstáculos importantes ao seu desenvolvimento.”
E prossegue Gunder Frank, na tradução do professor Benayon:
Dia de cultura no Ponto de Cultura Bagagem
O Ponto de Cultura Espaço Cultural Bagagem oferece apresentações gratuitas abertas ao público, reunindo artistas e grupos de teatro, circo e cênico musical para crianças e famílias.
No próximo 11 de julho (sábado), a partir das 17h, na Praça das Artes (Quadra 40, Setor Central — Gama/DF), com duas atrações especiais: a Cia Circo Boneco e Riso, que apresenta o espetáculo "Herdeiras do Mestre, As Donas do Circo", e o grupo cênico-musical COMBOIO KIDS, com o show "Músicas que Brincam".
"Herdeiras do Mestre, As Donas do Circo" é uma emocionante homenagem à história, à memória e ao legado da tradicional Cia Circo Boneco e Riso. Inspirado na trajetória da família Zezito, o espetáculo reúne cenas marcantes e números circenses que percorrem diferentes momentos da companhia, celebrando a força da cultura popular, a tradição circense e a magia do teatro.
REVOLUÇÃO SOCIALISTA —Em entrevista exclusiva, Díaz-Canel afirma: ‘Não somos uma nação em disputa e não somos uma colônia’
7.jul.2026
LUTA ANTIRRACISTA —‘A desigualdade é a nossa cocaína social’, afirma Hélio Santos ao lançar livro sobre racismo
segunda-feira, 6 de julho de 2026
TJDFT mantém cobertura de tratamento com canabidiol para paciente com síndrome de Rett
A 4ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve a obrigação da Bradesco Saúde custear medicamento à base de canabidiol e THC, além de terapias multidisciplinares prescritas para paciente com síndrome de Rett em forma atípica e encefalopatia epiléptica de difícil controle. O colegiado, no entanto, afastou a condenação por danos morais.
Segundo o processo, a operadora havia negado a cobertura do medicamento e das terapias indicadas pela equipe médica responsável pelo tratamento da paciente. Entre os procedimentos prescritos estavam fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, musicoterapia, psicomotricidade e acompanhamento especializado, considerados indispensáveis para o controle da doença e para o desenvolvimento da criança.
O Brasil de empreendedores desamparados
O Brasil de empreendedores desamparados
Há um desejo difuso de autonomia, claro. Mas “negócio próprio” é mais retrato da precarização do que sonho, mostra pesquisa sobre MEIs. Maioria é da periferia, vive de bicos e “empreende” como saída ao desemprego. E 70% preferiria a CLT…
Trabalho e Precariado
Marcelo Phintener
Matéria publicada originariamente no Portal OUTRASPALAVRAS em 06/07/2026

A narrativa tem força retórica considerável. Ela mobiliza dados reais — 84% dos brasileiros precisam de mais de um trabalho para complementar a renda, 73% se dizem cansados, e a “saída” aspirada pela maioria é o negócio próprio — para construir uma inferência política: a de que a agenda de proteção trabalhista estaria em declínio histórico, substituída por uma nova cultura empreendedora que o Estado deveria acompanhar, não resistir.
Este texto contesta essa narrativa. Não os dados de partida — que são reais —, mas a operação que os transforma em argumento político. A distinção é fundamental: trabalhadores exaustos, com múltiplos bicos e renda insuficiente, que aspiram ao negócio próprio não estão expressando rejeição à proteção trabalhista. Estão descrevendo uma fuga da precariedade. E confundir essa fuga com vocação, ou esse desamparo com espírito empreendedor, oculta os mecanismos de subordinação real do trabalho autônomo. Não se trata apenas de um erro analítico, mas de uma operação ideológica com consequências políticas bem identificáveis.
Proregs do MPDFT reforçam orientação sobre bens e servidores públicos em período eleitoral
Proregs do MPDFT reforçam orientação sobre bens e servidores públicos em período eleitoral
Recomendação destaca regras sobre publicidade institucional, uso de bens públicos e atuação de servidores considerando a proximidade das eleições
As Promotorias de Justiça Regionais de Defesa dos Direitos Difusos (Proregs) encaminharam recomendação a todos os administradores regionais. O documento orienta sobre o cumprimento de normas relacionadas à publicidade de atos oficiais e ao uso de bens públicos. O objetivo é prevenir irregularidades e atos de improbidade administrativa, considerando a proximidade das eleições.
A orientação já havia sido expedida em fevereiro deste ano. Porém, em 1º de junho, foi reencaminhada, pois as Proregs receberam a notícia de suposta utilização servidores para a participação em campanha de candidatos. Além disso, ocorreu a descompatibilização de muitos administradores regionais.
‘Ele disse que ia mostrar quem manda’: PM invade terreiro em Manaus e leva itens religiosos
Matéria postada originalmente na Pública em 03/07/2026 Paulo Batistella
O leite e o mel de Dom Bosco e o fel do Satanás nas terras de Brasília
Segunda, 6 de julho de 2026
domingo, 5 de julho de 2026
Gigante continua adormecido ignorando sua força e grandeza
Gigante continua adormecido ignorando sua força e grandeza
Pedro Augusto Pinho*
A “Canção do Subdesenvolvido”, composta em 1961 por Carlos Lyra e Chico de Assis para o Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional de Estudantes (UNE), assim começa:
“O Brasil é uma terra de amores
Atapetada de flores
Onde a brisa fala amores
Em lindas tardes de abril
Correi pras bandas do sul
Debaixo de um céu de anil
Encontrareis um gigante deitado
Santa Cruz. hoje o Brasil.
Mas um dia o gigante despertou
Deixou de ser gigante adormecido
E dele um anão se levantou
Era um país subdesenvolvido”
Passados 65 anos, o povo brasileiro ainda não tomou consciência de ser um anão, ou seja, ignorante de sua força, de suas riquezas, da prioridade de promover a vida digna para todos os que aqui nascem.
A competente e arguta jornalista da GloboNews, Flávia Oliveira, ao analisar o salvamento de um homem, após oito dias soterrado nos escombros de um prédio demolido pelos terremotos que abalaram o território venezuelano, chamou a atenção para a falta de uma sociedade civil organizada, aqui e lá, para administrar os recursos voluntários num evento trágico, como o terremoto na Venezuela.
Aqui, no Brasil, as ocorrências nas cidades de Mariana (Minas Gerais), em 5/11/2015, com rompimento da Barragem de Fundão, controlada pela empresa privada Samarco, e em Sobradinho (Distrito Federal), em outubro de 2015 e abril de 2019, os deslizamentos de terra no Morro do Sansão e desmoronamentos em áreas da Vila Basevi e Fercal.
E Flávia Oliveira atribuiu aos governos autoritários, repressivos, esta ausência. Como aqui nos 21 anos de governos militares.
EM LAMPEDUSA —Papa Leão reza por imigrantes e manda recado aos EUA e à Europa
EM LAMPEDUSA
Redação
Matéria postada originalmente no Brasil de Fato de 4.jul.2026
sábado, 4 de julho de 2026
LUTO E COMOÇÃO —Multidões marcam segundo dia do velório do aiatolá Ali Khamenei em Teerã
TJDFT mantém indisponibilidade de bens de condenados na Operação Caixa de Pandora
Sábado, 4 de julho de 2026
Do TJDFT
por BEA — publicado originalmente no site do TJDFT em 03/07/2026
A 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve indisponibilidade de bens de José Roberto Arruda, José Geraldo Maciel, José Celso Valadares Gontijo, Call Tecnologia e Serviços Ltda. e Durval Barbosa Rodrigues, réus condenados em ação de improbidade administrativa relacionada à Operação Caixa de Pandora. O colegiado entendeu que a medida é necessária para garantir o cumprimento de obrigações patrimoniais decorrentes da condenação, entre elas o ressarcimento ao erário.
O caso envolve ação cautelar proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para assegurar o resultado útil de ação de improbidade administrativa. Na origem, a Justiça determinou a indisponibilidade dos bens dos investigados. Posteriormente, ao julgar a ação principal, manteve a restrição patrimonial em relação aos réus condenados e revogou a medida para os absolvidos, condicionando, porém, a liberação dos bens ao trânsito em julgado da decisão, quando não cabe mais recurso.
Gama: cumprimento de ação civil ajuizada pelo MPDFT garante construção de novo Caps
Do MPDFT
Saúde
Regionais de Defesa dos Direitos Difusos
sexta-feira, 3 de julho de 2026
MEMÓRIA E JUSTIÇA —Estado brasileiro pede desculpas por desaparecimento de Paulo de Tarso na ditadura
Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) abre inscrições para curso à distância: O SISTEMA DA DÍVIDA NO BRASIL E A NECESSIDADE DE AUDITORIA INTEGRAL
Sexta, 3 de julho de 2026
Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) abre inscrições para curso à distância: O SISTEMA DA DÍVIDA NO BRASIL E A NECESSIDADE DE AUDITORIA INTEGRAL
quinta-feira, 2 de julho de 2026
A independência incomum da Bahia

Um manifesto contra o mito do “crescimento”
Tem veneno nesse pacote: o que nem sempre aparece no rótulo; idec: Tá na mesa. Sua porção semanal de alimentação saudável e sustentável
Quinta, 2 de julho de 2026
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