04/09/2026
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
04/09/2026
O que ocorre é que o dinheiro que deveria ser investido em nosso desenvolvimento, acaba utilizado no pagamento de juros abusivos e amortizações da chamada ‘Dívida Pública’.
Em 2025, por exemplo, 40% do orçamento do governo federal foi para o pagamento de juros e amortizações dessa dívida, enquanto as áreas sociais, como Educação (3,18%), Saúde (4,27%) e Transportes (0,25%), receberam fatias infinitamente menores.

EXPLODE NO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL A CONSEQUÊNCIA DA INSTITUCIONALIDADE COLONIZADA
Pedro Augusto Pinho*
E ninguém parece entender...
Velho, aposentado, com dificuldades motoras, acompanhar noticiários televisivos passou a ser uma companhia. E que tristeza! Num ano que se escolhe o presidente do Brasil e se renova dois terços do Senado, num modelo institucional do século XVIII, ninguém aponta esta defasagem do modelo para entender os erros da República. E nem só pelos contextos científico-tecnológicos que separam 1700 de 2000, mas pela maior distância ainda das evoluções culturais.
Nosso gênio, Darcy Ribeiro, quando Senador da República, usou das prerrogativas da função para editar a revista “Carta’ falas reflexões memórias” pelo seu Gabinete. O nº 6, de 1993, tratou das “Formas e Sistema de Governo”. Escreve, no Prólogo, esse grande pensador: “os brasileiros estão divididos em duas castas de gente. De um lado, a minoria poderosa dos que estão contentes com o Brasil tal qual é, e por isso só querem mudanças que fortaleçam ainda mais a ordem vigente. Do lado oposto, está o povo, descontente, pedindo mudanças que abram saídas para a crise angustiosa em que vive, condenado ao desemprego, à fome, à ignorância, à violência e ao abandono. O problema político reside em que grande parcela desse povo é suscetível de ter a cabeça feita pelas elites, com uso abusivo da mídia e da corrupção eleitoral, como ocorreu nas últimas eleições”.
E, nesta mesma Carta’ 6, Darcy reproduz o Manifesto da Frente Republicana Presidencialista, que assim inicia: “O parlamentarismo é uma flor inglesa que se difundiu pela Europa Nórdica como forma de perpetuação de suas monarquias”.








Segunda, 7 de setembro de 2026
DA ITÁLIA DO PINÓQUIO AO BRASIL DO BOLSONARO
Em 1963, entrava, após aprovado em rigoroso exame vestibular, na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade do Brasil (hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro). Ainda era um tempo de sonhos. O golpe tramado e executado por Washington, com colaboração de maus brasileiros (como exemplo os formadores e condutores do Instituto Brasileiro de Ação Democrática – IBAD, e do Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais – IPES) vinha se construindo desde antes das eleições de 1962 e explodiria em março de 1964.
O IBAD, que funcionou como repassador de recursos da Agência Central de Inteligência (CIA), dos Estados Unidos da América (EUA), inclusive financiando candidatos pró-estadunidenses nas eleições de 1962, pelo braço político Ação Democrática Popular (ADEP), foi fundado em maio de 1959, por Ivan Hasslocher, publicitário carioca que, após o golpe, fugiu do Brasil e passou seus últimos anos entre suas residências de Londres e de Houston (Texas), onde faleceu em 2000. Certa vez ele disse que havia ganho “muito dinheiro” com o golpe contra o Brasil.
O IPES formou o complexo empresarial-militar. Foi, e ainda é, o sonho da direita. Teve início na sua luta contra Getúlio Vargas, ainda nos primeiros momentos de seu governo, em novembro de 1930, quando o Estadista, após sua posse (3/11) deu os primeiros passos para tornar realidade nossa independência, com a criação do Ministério da Educação e Saúde Pública, (14/11) e a libertação dos escravos, com o Ministério do Trabalho, da Indústria e do Comércio e o início da legislação trabalhista (26/11).
Ainda nestes prolegômenos são necessárias algumas informações que auxiliem a compreender como um mentiroso compulsivo se mantém, em 2026, candidato à presidência do País.



Brasil diverso: por que comemos tão pouco da nossa biodiversidade?
Agenda Cultural |
Boneco na Vila leva teatro e cultura popular ao Incra-08, em Brazlândia
O projeto Boneco na Vila chega a Brazlândia com uma programação gratuita de teatro de bonecos e cultura popular. A iniciativa promove a circulação de espetáculos e do cortejo de bonecos gigantes por comunidades rurais e agrovilas do Distrito Federal.
O público poderá acompanhar o cortejo de bonecos gigantes Bonecaço e as apresentações dos espetáculos O Vaqueiro e o Boizinho e Varal de Bonecos, espetáculos inspirados no tradicional mamulengo.
Quinta, 4 de agosto de 2022 Fonte: AEPET* Publicado em 04/08/2022 Escrito por Maria Lucia Fattorelli O problema do Brasil não é falta de re...