Não faz muito tempo, o continente passou por uma fase de golpes políticos em diversos países contra governantes legitimamente eleitos, tendo como instrumento o direito. Processos judiciais forjados e investigações parlamentares derrubaram governos no Equador, Brasil e Paraguai.
“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
ARTIGO —O caso Maduro e Cília Flores sob a ótica do direito internacional
Não faz muito tempo, o continente passou por uma fase de golpes políticos em diversos países contra governantes legitimamente eleitos, tendo como instrumento o direito. Processos judiciais forjados e investigações parlamentares derrubaram governos no Equador, Brasil e Paraguai.
A SAÚDE NÃO VAI BEM —GDF retirou R$120 mi do Fundo de Saúde para investir no BRB até o dia 5 de outubro

quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Justiça mantém candidata com TEA em concurso do Corpo de Bombeiros do DF
A 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) decidiu manter no concurso público do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) uma candidata com Transtorno do Espectro Autista (TEA) que havia sido eliminada após avaliação biopsicossocial. O colegiado entendeu que a exclusão foi baseada em justificativa genérica e determinou que ela continue participando das próximas etapas do certame até o julgamento final da ação.
A candidata concorre ao cargo de Enfermeira Emergencista nas vagas reservadas a pessoas com deficiência. Após ser aprovada nas provas objetiva, discursiva e no teste de aptidão física, ela foi excluída pela comissão responsável pela avaliação biopsicossocial, que concluiu pela incompatibilidade de sua condição com as atribuições do cargo. Inconformada, ela ingressou na Justiça para questionar o ato administrativo.
Ao analisar o recurso, o relator observou que a eliminação de candidato com deficiência em concurso público exige fundamentação específica, concreta e individualizada, capaz de demonstrar de forma objetiva a incompatibilidade entre a deficiência apresentada e as atividades do cargo. Segundo o desembargador, o parecer da comissão limitou-se a registrar a existência de característica associada ao TEA, sem explicar de maneira detalhada como essa condição impediria o exercício das funções de enfermeira emergencista.
O SUS e o Brasil na encruzilhada histórica outra vez
SUS
Por Gabriel Brito
Matéria Publicada no OutraSaúde em 29/09/2026

MPDFT garante na Justiça regularização de viaturas do sistema socioeducativo; Lutando contra o caos?
Jayati Ghosh ousa pensar o pós-capitalismo
Quarta, 30 de setembro de 2026
Jayati Ghosh ousa pensar o pós-capitalismo
Economista indiana provoca: ideias hoje “naturais”, como a ciência limitada por patentes, a hierarquia Norte-Sul e o trabalho não remunerado das mulheres, serão vistas no futuro como ridículas. É hora de encarar a crise da imaginação política
Poucos dias antes de os chefes de Estado desembarcarem em Nova Délhi para a cúpula do BRICS, uma das economistas que o Sul global está aprendendo a ouvir falou a Outras Palavras por quase uma hora, sem recusar uma só pergunta. No diálogo, Jayati Ghosh (leia seus textos já publicados pelo site) descreve mercados financeiros oligopolizados, nos quais a expectativa vira profecia e condena o devedor periférico antes de qualquer balanço; uma economia visível que se assemelha a um navio flutuando sobre um mar de trabalho não remunerado; um regime de patentes que precisa ser arrancado do caule aos ramos; e uma rota concreta para escapar do SWIFT, o sistema de pagamentos internacionais sob domínio do dólar e da Casa Branca.
Ao falar sobre a Índia, seu país, Ghosh é impiedosa: o crescimento – incensado pelo jornalismo econômico do Ocidente – é oco, e o governo que o anuncia ao mundo, diz ela, é fascista, opressor e incompetente. Nascida em 1955, formada em Délhi e doutorada em Cambridge, a economista lecionou por quase trinta e cinco anos na Universidade Jawaharlal Nehru e é, desde 2021, professora na Universidade de Massachusetts, em Amherst. Assinou ou organizou mais de vinte livros, entre os quais Never Done and Poorly Paid, sobre o trabalho jamais concluído e mal pago das mulheres na Índia globalizada; Demonetisation Decoded, em que disseca a “desmonetização” tocada por Modi; Women Informal Workers in the Global South; e o Handbook of Alternative Theories of Economic Development, no qual reuniu aquilo que a ortodoxia se recusa a ensinar.
terça-feira, 29 de setembro de 2026
Energia sustentável cresce no Brasil, mesmo com aumento na produção de petróleo

Em agosto, o Brasil adicionou cerca de 1,68 GW de capacidade solar, eólica e térmica à rede elétrica, segundo a Aneel, órgão regulador do setor elétrico brasileiro. Vinte novas instalações foram conectadas à rede em agosto, incluindo 15 usinas solares, três usinas termelétricas e dois parques eólicos. Com isso, o total de novas instalações em 2026 chega a 4,85 GW, sendo 3,5 GW provenientes de energia solar. O Brasil possui agora 221 GW de capacidade instalada de geração de energia, dos quais quase 85% são provenientes de fontes renováveis.
Maria Lucia Fattorelli no Extra Classe: Às vésperas das eleições, mercado dita regras para manter o privilégio do sistema da dívida
O novo artigo de Maria Lucia Fattorelli ao Jornal Extra Classe acaba de sair do forno e revela como “Às vésperas das eleições, mercado dita regras para manter o privilégio do sistema da dívida”.
Na publicação, a coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) explica que “o Brasil poderia e deveria estar em um patamar de desenvolvimento muito superior, caso não priorizasse o enriquecimento ainda maior de super ricos, por meio do Sistema da Dívida”
Teatro de bonecos gratuito no Ponto de Cultura Espaço Cultural Bagagem; confira a programação deste sábado, dia 3 de setembro
Terça, 29 de setembro de 2026
Agenda Cultural |
Teatro de bonecos gratuito no Ponto de Cultura Espaço Cultural Bagagem; confira a programação deste sábado (3 de setembro)
“O Despertar de Maricotinha” aborda a tradição oral, a ancestralidade e os saberes sobre as plantas
A programação do Ponto de Cultura Espaço Cultural Bagagem continua em outubro com atrações gratuitas para toda a família. Neste sábado, 3 de outubro, às 17h, a Praça das Artes, no Gama, recebe o espetáculo de teatro de bonecos “O Despertar de Maricotinha”.
A apresentação conta a história de Donana, uma anciã que transmite à neta Maricotinha seus conhecimentos tradicionais sobre as plantas, despertando na menina o interesse pela sabedoria e pela tradição de sua avó.
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
O destino do país vai às urnas
Por que a ultradireita não tolera Nossa Senhora Aparecida
Segunda, 28 de setembros de 2026
Por que a ultradireita não tolera Nossa Senhora Aparecida

Um encontro pequeno em que cabe um país inteiro. Foi em outubro de 1717, números que somam o infinito. Três pescadores, João Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia, gente humilde, lançaram suas redes nas águas do rio Paraíba do Sul em busca de peixes. A pesca, porém, nada trouxe. Até que a rede voltou com o corpo de uma pequena imagem de barro cozido, sem a cabeça. Lançada novamente, alguns metros adiante, encontraram a cabeça que se encaixava perfeitamente ao corpo de mulher. Depois disso, a pesca farta.
– Um milagre! – disseram.
Assim começou uma das mais profundas histórias culturais do Brasil, não a história dos conquistadores, reis, cardeais ou generais, mas a história de pescadores e de uma imagem resgatada do fundo do rio. Não era uma imagem inteira, perfeita, pronta para ser venerada, não vinha coberta de joias, era uma Nossa Senhora quebrada, escura como a cor dos mamelucos, preta como a cor dos escravizados. Surge o mistério de Aparecida. O barro antes do nome, vindo do rio dos pobres para alimentar a casa dos pobres. Só depois surgiu o santuário. Nasceu primeiro como devoção de poucas famílias, depois, de um povo inteiro.
Palavras de Martha Medeiros
Martha MedeirosPlataforma política Eleições: Movimento de luta antimanicomial cobra expansão da rede de saúde mental no DF
Plataforma política
Eleições: Movimento de luta antimanicomial cobra expansão da rede de saúde mental no DF
Participantes do ato do Fórum Revolucionário Antimanicomial do DF durante o lançamento da Carta-Compromisso em Defesa da Saúde Mental | Crédito: Ana Gonçalves/Brasil de FatoO Fórum Revolucionário Antimanicomial do Distrito Federal lançou nesta quinta-feira (24), em Brasília, a Carta-Compromisso em Defesa da Saúde Mental no Distrito Federal, com dez pontos dirigidos às candidaturas ao Governo do Distrito Federal para o período de 2027 a 2030. O documento reúne reivindicações para a ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), recomposição das equipes e fortalecimento do cuidado em liberdad
A carta aponta problemas como a baixa cobertura de Centros de Atenção Psicossocial (Caps), número insuficiente de leitos de saúde mental em hospitais gerais, falta de Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs) e ausência de Centros de Convivência. O Fórum também critica o déficit de profissionais e a precarização das condições de trabalho.
No documento, o Fórum destaca que a defesa da saúde mental como direito e exige o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), da Reforma Psiquiátrica Brasileira, além de Raps “pública, territorial, comunitária, intersetorial e orientada pelo cuidado em liberdade, pelos direitos humanos, pela Redução de Danos e pela participação social.”
domingo, 27 de setembro de 2026
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL EM 2026: ONDE O LADRÃO SE FAZ DE POLÍCIA.
ELEIÇÃO PRESIDENCIAL EM 2026: ONDE O LADRÃO SE FAZ DE POLÍCIA.
Artigo de Pedro Augusto Pinho*
Vivemos momentos muito difíceis no Brasil, após o golpe neoliberal financeiro aplicado na sucessão do Presidente Geisel, em março de 1979.
Alguns fatos são bastante evidentes, como o do udenista maranhense José Sarney (1930), que foi apoiador dos governos militares de 1964 a 1985, ser o condutor da “redemocratização”, presidindo o Brasil durante a elaboração da Constituição de 1988.
Outro fato bastante estranho foi do professor universitário em São Paulo, o carioca tido como socialista, Fernando Henrique Cardoso (1931), presidir por dois mandatos sucessivos o Brasil, 1/1/1995 a 2003, obtido por reforma constitucional, e ter alterado a Constituição e diversas leis para privatizar o Estado, implantando o sistema neoliberal no País, o que não era objetivo da “Constituição Cidadã”.
Na eleição para presidente, em outubro de 2026, concorrem 12 candidatos; mas a verdadeira disputa se trava entre o interesse dos Estados Unidos da América (EUA), representado pelo seu Secretário de Estado Marco Antonio Rubio (1971), apoiando Flávio Nantes Bolsonaro (1981), e Luiz Inácio Lula da Silva (1945) que ocupará pela quarta vez a Presidência do Brasil.
Debate ao Senado no DF tem ausência de três candidatas e defesa do fim da escala 6×1
ELEIÇÕES 2026
Brasil de Fato — Brasília (DF)
Matéria originariamente postada no BdF (DF) de 25.set.2026
Kennedy Cruz

O debate entre candidatos ao Senado pelo Distrito Federal, realizado pelo Metrópoles na noite desta quinta-feira (24), foi marcado pela falta de três candidatas, por críticas ao governo do Distrito Federal e por discussões sobre o Fundo Constitucional, o Banco de Brasília (BRB), direitos das mulheres e a escala 6×1. Participaram Erika Kokay (PT), Guto Felício (PSDB), Marley Alves (Avante), Ronaldo Fonseca (PSD) e Sebastião Coelho (Novo). Michelle Bolsonaro (PL), Bia Kicis (PL) e Leila do Vôlei (PDT) foram convidadas, mas não compareceram.
Eleição 2026, por Luis Eduardo Soares, conhecido Sociólogo e que lutou pela Segurança do RJ



sábado, 26 de setembro de 2026
Milei joga 44,5% das crianças na pobreza
Vorcaro: corrupção, violência e ignorância no Brasil
Mercado Livre, bets e Big Techs: tem coisa aí
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Após atuação do MPSP, elefante Sandro é transferido para santuário em Mato Grosso
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
Cadeirante será indenizado após recusa de corrida por motorista de aplicativo
O Juizado Especial Cível e Criminal do Riacho Fundo condenou a empresa 99 Tecnologia Ltda. a pagar R$ 5 mil de indenização por danos morais a um passageiro cadeirante que teve uma corrida recusada por um motorista parceiro do aplicativo. Segundo o processo, o autor solicitou transporte para retornar de um shopping para casa, mas o motorista cancelou a viagem ao perceber que ele utilizava cadeira de rodas.
De acordo com os autos, o passageiro é pessoa com deficiência e utiliza cadeira de rodas como única forma de locomoção. Ele relatou que, ao chegar ao local de embarque, o motorista se recusou a realizar a corrida e deixou o usuário no local. O autor afirmou que sua cadeira é dobrável e pode ser desmontada em poucos segundos, permitindo o transporte em veículos de passeio comuns.















Mercado Livre quer seu rosto para comprar?
A voz do consumidor para dentro da Anvisa

