“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."
(Millôr Fernandes)
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Saúde: MPDFT cobra ajustes no plano para enfrentar déficit de profissionais e leitos; É o caos na saúde do DF?
CELEBRAÇÃO —Encontro de Mestres do Brasil reúne grandes nomes da cultura popular em Brasília

Le Monde Diplomatique – A política que tirou o Brasil do Mapa da Fome – e por que o Nordeste é a prova do seu acerto
Le Monde Diplomatique — A política que tirou o Brasil do Mapa da Fome — e por que o Nordeste é a prova do seu acerto
Foto: Lyon Sntos/MDS
O erro mais comum de quem critica o Bolsa Família é tratá-lo como um simples repasse de dinheiro
Jô Cavalcanti, Tiago Paraiba e Michel Chaves
Poucas políticas públicas brasileiras foram tão estudadas, tão testadas por pesquisadores de diferentes áreas e tão eficazes quanto o Programa Bolsa Família (PBF). Criado em 2004, ele se tornou o maior programa condicionado de transferência de renda do mundo e, ao longo de quase duas décadas, ajudou a tirar o Brasil do Mapa da Fome da ONU, reduziu a pobreza e a extrema pobreza no país em 15% e 25%, respectivamente, entre 2004 e 2019, e diminuiu a insegurança alimentar grave nas residências brasileiras. Ainda assim, poucas políticas carregam tanto preconceito e desinformação. É hora de separar o que os dados mostram do que a opinião pública, muitas vezes por ignorância ou má-fé, insiste em repetir.
Muito mais do que dinheiro: uma rede de proteção social
O erro mais comum de quem critica o Bolsa Família é tratá-lo como um simples repasse de dinheiro. Na prática, o programa nasceu como a porta de entrada para uma estrutura muito maior: o Cadastro Único, o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e uma rede de acompanhamento em saúde e educação. Foi essa articulação — e não apenas o valor do benefício — que produziu resultados tão amplos: entre 2006 e 2015, a mortalidade infantil de crianças de zero a cinco anos caiu 16% no país, e pesquisas do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, mostraram uma redução de 17% na mortalidade de crianças de um a quatro anos entre as famílias beneficiárias, com impacto ainda maior entre crianças nascidas prematuras, filhos de mães pretas e moradores dos municípios mais pobres. O Bolsa Família demonstrou, pela primeira vez de forma tão clara, que a redução da pobreza também produz saúde.
Trend de advogados no TikTok ridiculariza mulheres que pedem revogação de medida protetiva

terça-feira, 25 de agosto de 2026
SERENAMENTE SAIO DA VIDA PARA ENTRAR NA HISTÓRIA.
SERENAMENTE SAIO DA VIDA PARA ENTRAR NA HISTÓRIA.
Pedro Augusto Pinho*
Há exatos 72 anos, na terça-feira, 24 de agosto de 1954, o povo do Rio de Janeiro despertava com a notícia de uma tragédia. Até o tempo se cobria de nuvens. Eu estava lá, com dez anos, um tanto perplexo. A professora da Escola Pública avisara meus pais que não haveria aula.
O Brasil perdia o único Estadista que lhe conduziu por mais de 18 anos.
Pode-se dizer que a Getúlio Dornelles Vargas o Brasil deve tudo.
BASTA DE VIOLÊNCIA —Após caso Emiliane, ato expõe limites da rede de proteção às mulheres em Águas Lindas (GO)

“A Previdência Social é superavitária e o rombo está no Sistema da Dívida"
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Programação continua com teatro de bonecos popular gratuito no Ponto de Cultura Espaço Cultural Bagagem. Será no dia 29 de agosto, próximo sábado
Segunda, 24 de agosto de 2026
Programação continua com teatro de bonecos popular gratuito no Ponto de Cultura Espaço Cultural Bagagem
A programação cultural de agosto do Ponto de Cultura Espaço Cultural Bagagem continua com atrações gratuitas para toda a família. No próximo sábado, a Praça das Artes, no Gama, recebe o espetáculo “O Romance da Rosadeira”, do grupo Mamulengo Ditas Bendizidas.
“O Romance da Rosadeira” é uma brincadeira de mamulengo, que acompanhamos Rosa Rosinha, protagonista da história, e sua família, composta por seu companheiro Benedito, seu filho, que está prestes a nascer, Baltazar, João Redondo, seu pai e sua irmã, Chiquinha. Juntos, eles vivem uma aventura vibrante, repleta de amor, intrigas, ação, mistério e muito chamego.
🗣️🌿 Conhecimento indígena registrado por quem vive o território
domingo, 23 de agosto de 2026
Atilio Borón: Fidel vence o tempo
Atilio Borón: Fidel vence o tempo
Como eu poderia deixar de escrever algumas páginas sobre Fidel neste dia, o seu primeiro centenário! Ao sentar-me ao computador, determinado a cumprir o que sentia ser um dever que brotava das profundezas da minha consciência, não pude deixar de recordar o profundo desconforto que senti quando, em Cuba, soube da sua morte.
Mas houve dois momentos. Primeiro, perto da meia-noite de 25 de novembro de 2016, quando Raúl apareceu de repente na tela da televisão e eu o ouvi começar seu discurso dizendo: “Com profunda tristeza, compareço perante vocês para informar nosso povo”. Naquele instante, um lampejo reconfortante me ocorreu, e pensei que o Comandante havia sido transferido para uma unidade de terapia intensiva e que Raúl nos informaria sobre isso. Mas Fidel morrer? Impossível, jamais. Como ele poderia morrer, sendo Fidel a personificação viva da Nossa América e dos povos do mundo inteiro que lutam por sua dignidade, justiça e bem-estar? Sua morte seria equivalente a alguém anunciar que um tremendo cataclismo geológico havia devastado esta parte do mundo, agora submersa para sempre nas profundezas dos dois oceanos que a banham. Mas, em um segundo momento, veio a notícia devastadora da partida de Fidel.
INCONSTITUCIONAL —Flávio Dino declara nulas emendas parlamentares solicitadas ou indicadas por presidentes de partidos e envia respostas de partidos à PF

DO LADO DE QUEM? Fundeb, tarifa social e direitos trabalhistas: como votou Bia Kicis na Câmara dos Deputados

A MÍDIA NO BRASIL OLHA PARA O UMBIGO E DOUTRINA AO INVÉS DE INFORMAR
A MÍDIA NO BRASIL OLHA PARA O UMBIGO E DOUTRINA AO INVÉS DE INFORMAR
Há dois anos completei sessenta anos desde quando, pela primeira vez, entrei numa redação de jornal. Mas não construí uma carreira de jornalista. Formei-me em administração e desde estudante já atuava como um futuro administrador. No entanto, trabalhei em três jornais e uma estação de televisão no meu período de imprensa, fazendo amigos e desafetos. Ganhei um olhar crítico e ouso afirmar que a imprensa de hoje é a pior de quantas conheci.
O ponto de virada foi dado pela Baronesa Thatcher de Kesteven, Margaret Hilda Thatcher (13/10/1925-8/4/2013), enquanto Primeira-ministra do Reino Unido (4/5/1979-28/11/1990), pelo Partido Conservador (Tories).
O que fez a Senhora Baronesa? Simplesmente fez do dinheiro o único bem que dispensava passaporte e certificado de exportação/importação para transitar pelo mundo, as “desregulações”, para as quais trouxe o ator e propagandista estadunidense, então ocupando a presidência dos Estados Unidos da América (EUA), Ronald Wilson Reagan (6/2/1911-5/6/2004), 40º Presidente dos EUA (20/1/1981 a 1989), pelo Partido Republicano.
E sendo o dinheiro o objetivo maior que a Baronesa vendia, as mais importantes qualificações do ser humano ruíram. Recordando antes que se vejam definitivamente apagadas das mentes e dos registros históricos.
sábado, 22 de agosto de 2026
REGISTRO INÉDITO —‘Foi o primeiro e único encontro de exilados brasileiros no mundo’, diz diretora de ‘Anistia 79’
Sábado, 22 de agosto de 2026
REGISTRO INÉDITO
‘Foi o primeiro e único encontro de exilados brasileiros no mundo’, diz diretora de ‘Anistia 79’
Anitta Leandro avalia que o exílio nunca foi uma opção: 'Foi exatamente a falta de escolha. Era isso ou a morte'
Brasil de Fato — Radio Brasil de Fato
LUCAS SALUM E MARIA TERESA CRUZ
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QUANDO A FORMA MAJORITÁRIA DE FAZER POLÍTICA NO DF E NO BRASIL APARECE ESCANCARADA NA IMPRENSA
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Os EUA e as eleições brasileiras
“Os EUA anunciam que são potência imperial com domínio incontestável sobre a região, cobiçada pela China. Com isso, tratam a América Latina não como parceira, mas como vassala.” (O Estado de SP, 17/08/2026)
O jornalão da oligarquia paulista, diário oficial do segmento mais atrasado da classe dominante brasileira, levou nada menos de 151 anos para descobrir que o imperialismo é uma realidade objetiva e ousou nomeá-lo como presente na América Latina. O escorregão ideológico ajuda a explicar — se ainda é necessário —, a natureza desse império que vem, de longa data, marcadamente a partir da proclamação da Doutrina Monroe (1823), que reduzia nosso Continente a mera extensão de sua soberania. Na sequência sobreveio (1904) o Corolário Roosevelt à Doutrina Monroe (“fale suavemente e carregue um grande porrete” ) e agora nos chega o Corolário Trump, uma atualização imperial do big stick :“Os Estados Unidos reafirmarão e imporão a Doutrina Monroe para restaurar a preeminência americana no Hemisfério Ocidental".
O ponto de partida foi o México, que teve 53% de seu território surrupiado, e o ponto de chegada inda não é a Venezuela, a cuja invasão (com o sequestro de seu presidente) se seguiu a rapina de suas principais riquezas, ouro e petróleo.
Os EUA sempre atuaram contra nossos países das mais variadas formas, desde ações diplomáticas, pressões econômicas, sabotagens e operações militares visando a mudar regimes, seja substituindo presidentes eleitos (mas supostamente não “amigáveis”) como, por exemplo, João Goulart (1964) e Salvador Allende (1973), a cujas deposições se seguiram duas longevas ditaduras militares, às quais deram apoio o mais variado, inclusive treinando torturadores.
A Era do Obscurantismo e o complexo de vira-lata
A Era do Obscurantismo e o complexo de vira-lata
Pela primeira vez em cinco séculos, domínio eurocêntrico está ameaçado. Ocidente resiste, reacende a chama tóxica do racismo e busca submeter a periferia. Brasil pode jogar papel político e simbólico na emergência do Sul Global. Mas as elites preferem a submissão

Estamos atravessando a mais perigosa situação geopolítica desde a Segunda Guerra Mundial. O brasileiro, que adora se iludir, precisa abrir os olhos urgentemente. Quais são as características marcantes desta fase, cujo início remonta à primeira ou segunda década do século XXI? Creio que podemos destacar quatro pontos:
1) A ascensão e consolidação de um mundo multipolar, marcado pelo rápido progresso da China e de outras nações do Leste da Ásia.
2) O declínio relativo do Ocidente, acelerado por escolhas estratégicas altamente problemáticas dos Estados Unidos (a abertura de uma guerra de três frentes contra a Rússia, a China e o Irã e, desde 2025, uma fragmentação inédita do Ocidente).
3) A relutância, mais do que isso – a recusa terminante do Ocidente de aceitar seu declínio relativo – a ponto de estar disposto a violar todos os princípios, contratos e regras, além de praticar abertamente toda sorte de violência e pirataria. Estados Unidos e aliados mostram-se prontos, como estamos vendo, a realizar operações militares e até mesmo ir à guerra na tentativa de preservar e talvez reverter seu domínio decadente.
idec —DENÚNCIA: Ray-BAN X Sua privacidade. Queremos investigação dos óculos com câmaras
Sexta, 21 de agosto de 2026
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🌱🚆 Plano Nacional de Logística 2050 avança, mas desafios permanecem no Arco Norte
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
MPDFT recomenda reforço de orçamento para serviços de assistência para crianças e adolescentes
ELEIÇÕES 2026 —Roberto Arruda tem candidatura contestada ao governo do DF por improbidade administrativa





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Queremos investigação dos óculos com câmeras

