ELEIÇÃO PRESIDENCIAL EM 2026: ONDE O LADRÃO SE FAZ DE POLÍCIA.
Artigo de Pedro Augusto Pinho*
Vivemos momentos muito difíceis no Brasil, após o golpe neoliberal financeiro aplicado na sucessão do Presidente Geisel, em março de 1979.
Alguns fatos são bastante evidentes, como o do udenista maranhense José Sarney (1930), que foi apoiador dos governos militares de 1964 a 1985, ser o condutor da “redemocratização”, presidindo o Brasil durante a elaboração da Constituição de 1988.
Outro fato bastante estranho foi do professor universitário em São Paulo, o carioca tido como socialista, Fernando Henrique Cardoso (1931), presidir por dois mandatos sucessivos o Brasil, 1/1/1995 a 2003, obtido por reforma constitucional, e ter alterado a Constituição e diversas leis para privatizar o Estado, implantando o sistema neoliberal no País, o que não era objetivo da “Constituição Cidadã”.
Na eleição para presidente, em outubro de 2026, concorrem 12 candidatos; mas a verdadeira disputa se trava entre o interesse dos Estados Unidos da América (EUA), representado pelo seu Secretário de Estado Marco Antonio Rubio (1971), apoiando Flávio Nantes Bolsonaro (1981), e Luiz Inácio Lula da Silva (1945) que ocupará pela quarta vez a Presidência do Brasil.









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