“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 23 de maio de 2026

Crise na saúde —Ministério Público de Contas pede suspensão de convênios na área de saúde por suspeita de irregularidades

Sábado, 23 de maio de 2026

Crise na saúde
Ministério Público de Contas pede suspensão de convênios na área de saúde por suspeita de irregularidades

Representação aponta possível sobreposição de serviços e falhas na execução dos contratos avaliado em R$ 31 milhões

Brasil de Fato — Brasília (DF)

Crédito- Sandro Araújo/Agência Saúde.Jpeg

Órgão de controle questiona modelo adotado pela gestão distrital e pede análise urgente do TCDF.

O Ministério Público de Contas do Distrito Federal (MPCDF) protocolou uma representação junto ao Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) pedindo a suspensão imediata de três convênios firmados entre a Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) e o Instituto Esporte e Vida (IEV). Os contratos somam R$ 31.670.601,20 e têm como objetivo a execução de serviços assistenciais especializados em ortopedia.

A medida cautelar foi apresentada com base em indícios de sobreposição de objetos, risco de quarteirização, antieconomicidade e possível conflito de interesses. Segundo o MPCDF, a principal irregularidade identificada é a sobreposição de serviços entre os três ajustes.

sábado, 22 de junho de 2024

CRISE NA SAÚDE —Falta de profissionais compromete funcionamento das Unidades Básicas de Saúde no DF

Sábado, 22 de junho de 2024

Inaugurada em 2023, UBS 7 do Gama sofre com falta de médicos - Joel Rodrigues/Agência Brasília

Usuários e especialistas apontam que problema é maior nas regiões administrativas longe do Plano Piloto

Valmir Araújo
Brasil de Fato | Brasília (DF) | 22 de junho de 2024

Um dos maiores gargalos para o funcionamento da saúde pública no Distrito Federal é a precariedade no atendimento básico, que no atual momento de crise tem se intensificado, sobretudo com a falta de médicos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

De acordo com o Sindicato de Médicos, a demanda atual por esses profissionais no DF é de 3 mil (sem contar as futuras inaugurações) e uma das áreas mais afetadas pela falta de profissionais são as UBSs, principalmente as situadas nas regiões administrativas mais distantes do Plano Piloto.

A estudante Thainára Oliveira, que é moradora do Gama, sofreu com este problema no último mês e depois de diversas tentativas de atendimento em uma UBS procurou o serviço de emergência.

"Sempre falta médico na UBS perto da minha casa, mas agora está demais. Eu fui diversas vezes nesse último mês [maio] e simplesmente não tinha", relatou. Ela estava com uma infecção na garganta, mas precisava passar por um médico para conseguir receita para um medicamente mais forte. "Eu sei que meu caso era pra ir pra UPA e inclusive fiquei quase um dia lá, mas não tinha outra escolha até porque os postinhos [UBS] que tem médico não atendem se você é moradora de outra região", acrescentou a estudante.

UBS no Paranoá informa em porta de consultório a ausência de médico na unidade. / Foto: Brasil de Fato DF

terça-feira, 15 de março de 2022

MPDF cobra plano para vacinar pessoas acamadas; e assim continua a crise na saúde

Terça, 15 de março de 2022

Secretaria de Saúde tem dez dias para responder questionamentos

As Promotorias de Justiça de Defesa da Pessoa com Deficiência (Proped) e da Pessoa Idosa (Projid) requisitaram à Secretaria de Saúde informações a respeito da vacinação para pessoas acamadas. O prazo para resposta é de dez dias.

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) questiona o motivo de ter sido suspenso o agendamento pela internet para aplicação de vacinas em casa e quais providências estão sendo tomadas para que esses pacientes recebam o imunizante. O MP cobra, ainda, plano de ação para que as vacinas sejam aplicadas em domicílio, em pessoas que não têm condições de locomover-se.

Além disso, as Promotorias querem dados atualizados sobre a quantidade de pessoas acamadas que receberam a primeira e a segunda doses e a dose de reforço de vacina em domicílio. A SES deverá responder, ainda, se tem um serviço de busca ativa dessas pessoas.

Para a promotora de Justiça Maércia de Mello, da Projid, “é importante que todos tenham acesso às vacinas contra COVID-19, em especial as pessoas acamadas, que são mais vulneráveis e correm mais risco de serem infectadas.” "A dificuldade de locomoção não pode ser empecilho para a imunização contra a COVID-19”, complementa a promotora Wanessa Bigonha, da Proped.

Fonte: MPDF

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Comentário do Blog Gama Livre.

Algumas perguntinhas que não querem calar:

— Por que tanta crise na saúde do DF?

— Na saúde do DF tem tanta crise por quê?

— Por que, também, tanta crise de escassez/falta de medicamentos em hospitais, UPAS, e Postos de Saúde (UBs)? Esta escassez/falta de medicamentos é por quê?

— Por que falta tanto pessoal nos hospitais e outras unidades de saúde do GDF? Falta por quê?

— Por que falta equipamentos/instrumentos necessários a um bom atendimento nos hospitais e demais unidades de saúde? Falta equipamentos/instrumentos por quê? 

—Por que tem acontecido casos estranhos/escabrosos na rede pública de saúde do GDF? Estes casos acontecem por quê?

— Por que o descaso/incompetência/ineficiência, ineficácia e inefetividade do sistema público de saúde do GDF? Por quê? Por quê? Por quê? Por quê? 

Responda que quiser. Ou souber.