Quinta, 22 de agosto de 2024

A deputada Gisela Marziotta durante protesto que pediu a expulsão da Câmara argentina de deputados que visitaram torturadores da ditadura militar do país. - Reprodução/X
Visita aconteceu no dia 11 de julho; oposição denuncia plano estratégico para libertar genocidas
Redação
Brasil de Fato | São Paulo (SP) | 21 de agosto de 2024 às 19:48
Uma multidão se reuniu na última terça-feira (20) na frente do Congresso argentino exigindo a expulsão de seis deputados que visitaram torturadores condenados por crimes contra a humanidade durante a ditadura militar. Todos são do La Libertad Avanza, partido de extrema direita do presidente Javier Milei.
Com o chamado de "Nunca mais é nunca mais, fora deputados negacionistas do Congresso Nacional", os manifestantes pediam a investigação e cassação dos deputados Beltrán Benedit, Guillermo Montenegro, Alida Ferreyra, Lourdes Arrieta, María Fernanda Araujo y Rocío Bonacci, que fizeram a visita aos torturadores no dia 11 julho.
Vanessa Siley, deputada do Unión por la Patria, partido de oposição a Milei, declarou que a visita foi parte de um plano estratégico com o intuito de apresentar um projeto de lei ou decreto assinado pelo presidente que concederia a libertação dos torturadores.
