Segunda, 4 de março de 2024
Lutas da categoria abrangem todo o mundo, diz entidade de jornalistas
Publicado em 04/03/2024 - Por Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil - Brasília
Depois do encerramento das atividades da agência pública de notícias argentina, a Télam, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj, do Brasil) repudiou, em nota, nesta segunda (4), a decisão do governo de Javier Milei, que considerou um “ataque ao povo argentino”.



No documento, a Fenaj enfatizou que a Télam foi fundada há quase 80 anos (em 1945) e é responsável por “abastecer centenas de veículos locais por meio de serviços jornalísticos em texto, áudio, vídeo e fotografias”.
“Como demonstração clara da intransigência e violência do governo Milei, a sede da Télam foi fechada e cercada por grades e policiamento nesta segunda-feira para impedir o acesso de funcionárias e funcionários ao seu local de trabalho”, destacou a nota da Fenaj.
A entidade brasileira acrescentou que a empresa pública de comunicação argentina emprega mais de 700 pessoas.
