Domingo, 28 de junho de 2026
Da Marquesa de Santos à Micheque, o público e o privado no Brasil
Fotos: Marquesa de Santos (reprodução)
Michelle Bolsonaro. (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Por: Pedro Augusto Pinho*
Desde a Independência do Brasil, mulheres inteligentes, de moral duvidosa e com interesse em enriquecer e ter poder político, se aproximaram dos dirigentes usando seus dotes femininos. A primeira e das mais célebres foi a paulista Domitila de Castro Canto e Melo (1797-1867), a Marquesa de Santos, assim chamada por D. Pedro I para espicaçar os irmãos, nascidos em Santos (São Paulo), Andrade e Silva (José Bonifácio, Antônio Carlos e Martim Francisco).
Pedro II, seguindo o exemplo do pai, teve por amante a baiana de Santo Amaro, Luísa Margarida Portugal de Barros (1816-1891), Condessa de Barral, preceptora das princesas D. Isabel e D. Leopoldina, das mais vivazes figuras femininas brasileiras do século XIX e também da corte do rei Luís Filipe I, o Rei Burguês da França.
%20-%20Michelle%20Bolsonaro.%20(Foto-%20Isac%20No%CC%81brega:PR).jpg)
