Sábado, 23 de outubro de 2021

A advogada Bibiana Barreto Silveira, que assumiu a defesa dos estudantes, aponta o direito constitucional à livre manifestação, sobretudo por se tratar de uma ocupação pacífica - Wikimedia Commons
Manifestação pedia diálogo e redução do preço do "bandejão", que havia aumentado 122% em 2018
Mariana Lemos
Brasil de Fato | São Paulo (SP)
Corre em terceira instância a sentença dos sete estudantes condenados por liderarem a ocupação da Reitoria da Universidade Federal de São Carlos - UFSCar no ano de 2018.
Na época, cerca de 50 estudantes ocuparam pacificamente o local por dois dias sob a reivindicação de diálogo para a diminuição do preço das refeições do Restaurante Universitário. O valor havia subido, de uma só vez, de R$1,80 para R$4,00, ou seja, um reajuste de aproximadamente 122%.
