Quarta, 24 de janeiro de 2018
Da Ponte
Direitos Humanos — Justiça — Segurança Pública
Advogado de defesa explica que religioso chegou ao DP acusado de desacato, mas delegada considerou detenção arbitrária e o colocou como testemunha
Durante a rotina de limpeza na Cracolândia, na Luz, centro de São Paulo, nesta terça-feira (23/1), o Frei Agostino, que atua na região pela Pastoral do Povo de Rua, foi detido depois de questionar a atitude de um agente da Guarda Civil Metropolitana (GCM), que revistava um morador de rua. “Eu considerei a abordagem truculenta e eu fui intervir para defender a dignidade dos irmãos de rua”, explicou André Luiz Pereira, nome de batismo do Frei Agostino. Levado ao 77º Distrito Policial, que atende a área, o religioso foi acusado de desacatar a guarda civil e impedir o trabalho da polícia.
