Terça, 3 de maio de 2016
Do MPF
Força-Tarefa estima o valor dos danos sociais, ambientais e econômicos em R$ 155 bilhões
Coletiva sobre a ação civil pública
O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Força-Tarefa
que investiga o desastre socioambiental causado pelo rompimento da
barragem de Fundão, em Mariana (MG), ingressou com ação civil pública,
com pedido de liminar, contra as empresas Samarco Mineração S.A, Vale
S/A e BHP Billiton Brasil Ltda, e contra a União e os Estados de Minas
Gerais e do Espírito Santo para que sejam obrigados a reparar
integralmente os danos sociais, econômicos e ambientais causados pelo
rompimento.
O MPF estima, como valor preliminar de reparação, o montante de R$ 155 bilhões. Esse valor foi baseado nos gastos já realizados para custeio da reparação dos danos provocados pelo desastre da Deepwater Horizon, ocorrido no Golfo do México em 2010, conforme reconhece a empresa British Petroleum, responsável pelo vazamento de cerca de 4,9 milhões de barris de óleo, que teria impactado diretamente 180.000 km² de águas marinhas e matado 11 pessoas.
O MPF estima, como valor preliminar de reparação, o montante de R$ 155 bilhões. Esse valor foi baseado nos gastos já realizados para custeio da reparação dos danos provocados pelo desastre da Deepwater Horizon, ocorrido no Golfo do México em 2010, conforme reconhece a empresa British Petroleum, responsável pelo vazamento de cerca de 4,9 milhões de barris de óleo, que teria impactado diretamente 180.000 km² de águas marinhas e matado 11 pessoas.
