Sábado, 4 de fevereiro de 2017
Débora Brito – Repórter da Agência Brasil
Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Núcleo
Bandeirante, em Brasília
A redução das exigências para garantir a abertura das unidades de Pronto Atendimento (UPAs) que estão construídas, mas sem funcionar, motivou críticas de instituições médicas e especialistas em saúde coletiva. Um mês depois de publicada a portaria que instituiu as novas regras, a Agência Brasil procurou especialistas no tema, visitou UPAs e conversou com gestores e pacientes para saber como as mudanças podem interferir no funcionamento desses equipamentos públicos.

