“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Cuidado! Fique esperto! Bandido na área!

Segunda, 12 de agosto de 2014
Candidato que ‘compra’ voto é por que já vendeu ou vai vender o mandato. Ele vem com promessas de emprego para você ou seu parente, seja nas tetas do governo ou nas empresas da família, ou até em ONGS que controla.

Possivelmente ele já até 'assinou' um contrato de gaveta de compra e venda do mandato.
Fique esperto! Ele é um vagabundo! Um pilantra! Um bandido!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Fé no poder. Artigo de José de Souza Martins

Terça, 24 de junho de 2014
Do IHU
Instituto Humanitas Unisinos
"Recomeça entre nós o ciclo do aliciamento eleitoral das religiões tendo em vista as próximas eleições. Os religiosos que barganham politicamente a fé de membros de suas igrejas abusam da fé e fingem que se trata de trabalho missionário. No Getsêmani da política brasileira o galo não canta apenas três vezes, nem o mentiroso é um só. Satanás mobiliza cúmplices e banaliza a fé. Está na informalidade do calendário eleitoral paralelo", escreve José de Souza Martins, sociólogo e professor emérito da Faculdade de Filosofia da USP, em artigo publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, 21-06-2014.
Segundo ele, "com a transformação do púlpito de diferentes igrejas e religiões em palanque de comício eleitoral ou de encabrestamento do voto, a política coloca de novo o cabresto das disputas eleitorais e do poder no Cristo crucificado para que, em vez do sangue da redenção, verta votos para quem, por fazê-lo, certamente, não merece semelhante sacrifício. Mérito político só existe na decisão racional e soberana do eleitor na hora de votar, sem cabresto, livre da dominação daqueles que, fingindo religiosidade, só têm fé no poder".

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Maioria dos ministros do STF confirma que Reforma da Previdência foi comprada

Terça, 1 de outubro de 2012
Ministro Celso de Mello sugere a inconstitucionalidade da Reforma

Notícias diárias comentadas sobre a dívida – 1º/10/2012

Da "Auditoria Cidadã da Dívida"
Hoje, os Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurelio Mello, Celso de Mello e Ayres Britto deram o seu voto no julgamento do “núcleo político” do processo denominado como “Mensalão”, afirmando que efetivamente houve compra de votos de parlamentares para a aprovação de medidas de interesse do Poder Executivo no início do governo Lula, tais como a Reforma da Previdência.

Desta forma, estes 3 ministros se somam aos outros 3 que também já haviam se manifestado neste sentido (Joaquim Barbosa, Luiz Fux e Gilmar Mendes), além da Ministra Rosa Weber, que apesar de não ter colocado expressamente em seu voto, também confirmou ao jornal Folha de São Paulo de hoje que houve compra de votos.

Assim, forma-se maioria dentre os 10 Ministros da Suprema Corte, confirmando a ilegalidade na aprovação de uma reforma neoliberal, imposta pelo FMI, e que retirou direitos históricos dos trabalhadores para viabilizar o pagamento da dívida pública. O Ministro Celso de Mello chegou inclusive a questionar a validade dos atos aprovados pelos parlamentares que se venderam, sugerindo simplesmente a inconstitucionalidade de tais atos.

Nove anos depois da aprovação de uma reforma nefasta, que incrivelmente taxou os aposentados e pensionistas, ceifou a integralidade e a paridade, reduziu as pensões, postergou as aposentadorias e abriu caminho para a privatização da previdência por meio dos fundos de pensão, a mais alta corte do país confirma grave ilegalidade em sua aprovação.

Enquanto dezenas de milhares de servidores se deslocavam para Brasília, lotando milhares de ônibus na noite de 5 para 6 de agosto de 2003 para realizar a grande “Marcha dos 100 Mil”, a base do governo na Câmara adiantava em um dia a votação desta reforma, cujo texto-base foi aprovado em primeiro turno ainda naquela madrugada, para fugir da pressão popular, sabe-se agora, em troca de dinheiro.

Portanto, abre-se um forte caminho para ações judiciais que visem a anulação desta reforma.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Prefeito petista de Itamari (Bahia) é filmado comprando voto

Sexta, 14 de setembro de 2012
Dois pilantras acima. Um comprando e outro vendendo votos. Canalhas!




segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Voto sujo

Segunda, 27 de setembro de 2010
“Voto sujo é o voto concedido a alguém em troca de alguma benesse ou favor no plano individual. Esse tipo de voto é dado sem nenhuma reflexão sobre suas consequências para o futuro de todos, inclusive da própria família do autor do voto, que vai ter de conviver com serviços públicos degradados.” (Deputado Distrital Chico Leite (PT), sobre o voto sujo)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Passado sujo não dá futuro. Vote limpo


Quinta, 23 de setembro de 2010
Do MPDF

Ministério Público incentiva eleitor a prevenir a corrupção pelo voto
O combate à corrupção no meio político e público é o objetivo principal da campanha "Passado sujo não dá futuro. Vote limpo". O lançamento oficial da campanha, em nível nacional, será nos dias 23 [hoje] e 24 de setembro, durante reunião do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União (CNPG), em Salvador-BA. Nela, o MP brasileiro dá dicas de como os eleitores podem avaliar os candidatos e estabelece canais diretos para a população denunciar crimes eleitorais.

Ligada à campanha permanente do CNPG: "O que você tem a ver com a corrupção?", a "Passado sujo não dá futuro. Vote Limpo" pretende conscientizar, principalmente, os adolescentes que irão votar pela primeira vez, incentivando os princípios da honestidade e da transparência nos jovens.

"A campanha conta com diversos parceiros que acreditam na possibilidade de se criar uma cultura de valores morais e de solidariedade para com o próximo, educando as novas gerações para o exercício da cidadania", afirma o procurador de Justiça do Espírito Santo, Sérgio Dário Machado, coordenador nacional da campanha.

O Ministério Público aposta no diálogo e na conscientização como estratégias para estimular a participação da sociedade no combate à corrupção e à impunidade. Com isso, espera-se criar uma consciência e uma cultura de valores e princípios éticos que contribuam para a construção de um país mais justo e melhor.

"Os governos são responsáveis por realizar ações eficientes contra a corrupção, mas a sociedade civil e o setor privado desempenham um papel importante, exigindo que a administração pública seja mais transparente e aberta a mecanismos de fiscalização e controle", diz o presidente do CNPG e procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Paraná, Olympio de Sá Sotto Maior Neto.

Combate permanente à corrupção
A campanha "O que você tem a ver com a corrupção?" é uma iniciativa do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG), da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp) e foi deflagrada pelo Ministério Público brasileiro. Também conta com o apoio de organizações públicas e privadas, de empresários, de ONGs e de representantes de diversos setores da sociedade brasileira.
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Comentário do Gama Livre: Voto limpo não pode ser aquele trocado por alguns litros de gasolina durante o processo eleitoral, nem por pagamento de R$500 para se colocar um grande adesivo em seu carro. Também, voto limpo, não é aquele em que um grupo de pessoas entrega o futuro das pessoas e das cidades pela promessa de um lote. Ou até mesmo pela promessa de um emprego nas tetas do Estado, para si ou para alguém da família.

Voto limpo é o aquele conscientemente dado ao candidato que não pratique qualquer ato igual ou semelhante aos citados no parágrafo anterior. Voto limpo é dado ao político coerente com a ética e a moralidade.

Não existe, sequer, voto meio limpo. Ou é limpo por inteiro ou é voto sujo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Só faltava mais essa

Quarta, 27 de janeiro de 2010
E agora? Há a denúncia de que deputados receberiam $4 milhões para livrar a cara, melhor, o mandato do ainda governador Arruda. Em razão disso a votação para a escolha do novo presidente da Câmara Legislativa do DF ficou para a próxima terça-feira (2/1). O presidente eleito assumirá com a Câmara sob essa suspeição.
O pior é que como as coisas andam (ou desandam?) no Distrito Federal, muita gente acredita na denúncia.