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22/02/19
Segundo documento enviado para Comissão Interamericana de Direitos Humanos, pacote anticrime do ministro da Segurança Pública não resolve crise no setor e agrava genocídio da juventude negra e pobre do país
Grupo formado por 39 movimentos sociais com atuação voltada para a garantia dos direitos da população negra se uniu para cobrar da CIDH (Comissão Interamericana de Direitos Humanos), da OEA (Organização dos Estados Americanos), ações contra o pacote anticrime proposto pelo ministro Sérgio Moro. Responsável pela Justiça e Segurança Pública no governo Jair Bolsonaro (PSL), ele propõe alterações legais para solucionar a atual crise na segurança.
Segundo o documento enviado pelo grupo, as alterações propostas por Moro terão o resultado inverso do que dito pelo ministro. Há o entendimento de que essas mudanças acarretariam em aprofundar ainda mais a desigualdade social no país, bem como manter e agravar o encarceramento e genocídio da juventude negra e periférica, como sustentam.


