“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 4 de maio de 2016

Combate à Corrupção: Operação Ararath é concluída no MPF com 17 denúncias e restituição de valores

Quarta, 4 de maio de 2016
Do MPF
Força-tarefa apurou a prática de crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro em Mato Grosso
Operação Ararath é concluída no MPF com 17 denúncias e restituição de valores
Após dois anos de duração, a força-tarefa (FT) do Ministério Público Federal (MPF) que atuou na Operação Ararath encerrou suas atividades com mais de 17 denúncias e destinação de parte dos recursos recuperados a realizações de programas sociais. A operação apurou a prática de crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro no estado de Mato Grosso. Nessa terça-feira, 3 de maio, o relatório final do trabalho realizado pela FT foi lido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na sessão do Conselho Superior do MPF.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Operação Ararath: Conselho Superior do MPF aprova criação de força-tarefa para atuar no MT

Terça, 3 de junho de 2014
Do MPF
Objetivo da força-tarefa é possibilitar que membros do MPF cumpram seu dever institucional de combate à corrupção e defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais
 
Por unanimidade, o Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) aprovou, nesta terça-feira, 3 de junho, a proposta de criação de uma força-tarefa em Mato Grosso para atuar na investigação do MPF em curso no estado, na denominada Operação Ararath. A proposta de criação foi feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com objetivo de auxiliar e reforçar o trabalho realizado pelas procuradoras da República no estado, designadas para o caso. O prazo inicial para desenvolvimento das atividades é de 30 dias.
 
O objetivo da força-tarefa é possibilitar que membros do MPF cumpram seu dever institucional de combate à corrupção e defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais. O grupo atuará na análise do material apreendido nas medidas de busca e apreensão.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Operação Ararath: Juiz decreta fim do sigilo

Quarta, 28 de maio de 2014

Justiça Federal decreta fim do sigilo de investigação contra políticos de MT


Decisão foi proferida nesta terça-feira (27) pelo juiz Jeferson Schneider. Ele avaliou que não há mais necessidade de manter sigilo de inquéritos.

Pollyana Araújo Do G1 MT

O juiz da 5ª Vara da Justiça Federal em Mato Grosso, Jeferson Schneider, decretou nesta terça-feira (27) o fim do sigilo das investigações contra políticos mato-grossenses, entre eles o governador Silval Barbosa (PMDB) e o senador Blairo Maggi (PR-MT), por suposta lavagem de dinheiro. Na decisão, o magistrado entende que não há motivo para manter a investigação em segredo. "Em uma república não há espaço para a atuação do poder público de forma oculta ou velada", afirma.

Leia a íntegra em:
http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2014/05/justica-federal-decreta-fim-do-sigilo-de-investigacao-contra-politicos-de-mt.htm

terça-feira, 27 de maio de 2014

Operação Ararath: Nota de Desagravo da Associação Nacional dos Procuradores da República

Terça, 27 de maio de 2014
Nota de Desagravo – Operação Ararath
26.05.2014

ANPR rechaça críticas ao trabalho de membros do Ministério Público Federal em Mato Grosso feitas pelo Deputado Estadual José Geraldo Riva (PSD-MT).
A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) vem a público desagravar a procuradora da República Vanessa Cristhina Marconi Zago Ribeiro Scarmagnani, lotada no Ministério Público Federal no Mato Grosso, das críticas infundadas feitas pelo Deputado Estadual José Geraldo Riva (PSD-MT). Investigado em inquérito que tramita perante o STF, o parlamentar foi preso na última terça-feira, 20, durante a execução da Operação Ararath. A ANPR rechaça qualquer tentativa de intimidação, bem como de afronta à independência, autonomia e isenção de membros do MPF.
Na qualidade de representante da classe de procuradores da República, a ANPR esclarece que a investigação e as prisões dela decorrentes são fruto de um trabalho articulado do Ministério Público Federal, através da Procuradoria da República em Mato Grosso e da Procuradoria Geral da República, e da Polícia Federal. Além disso, todas as medidas executadas foram autorizadas judicialmente, inclusive pelo Supremo Tribunal Federal. Causam repulsa, portanto, as hipóteses de suposta conduta suspeita e mentirosa por parte da procuradora da República em questão. Da mesma forma, merece repúdio a afirmação de que o MPF atua com motivações políticas e sob influência de quem quer que seja.
A ANPR manifesta seu inteiro apoio e confiança ao trabalho técnico e isento dos procuradores da República envolvidos na Operação Ararath. No cumprimento do seu dever constitucional, eles promoveram as medidas legais cabíveis para levar ao conhecimento das autoridades competentes fatos de extrema gravidade.
Por essas razões, a ANPR deplora veementemente as afirmações do deputado estadual José Geraldo Riva. A Associação reafirma que o Ministério Público Federal, como bem demonstraram o Procurador Geral da República e os Procuradores da República de Mato Grosso, não transigirá no seu dever institucional de defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.
Alexandre Camanho de Assis
Procurador Regional da República
Presidente da ANPR

Fonte: ANPR
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Leia também: MPF publica nota de esclarecimento sobre investigação em Mato Grosso 

segunda-feira, 26 de maio de 2014

A quase prisão do governador de Mato Grosso

Segunda, 26 de maio de 2014
A quase prisão do governador de Mato Grosso. Investigado por irregularidades de volume altíssimo, pagou multa pela posse ilegal de arma velhíssima. Toda a ação policial acabou. Dilma, Aécio, Campos, gratos ao Ibope, Lula e Dona Marina decepcionados

Helio Fernandes — Tribuna da Imprensa

Estranha, extravagante, entendida como poder de força da polícia federal, é um sinal alarmante a respeito da impunidade dos poderosos. A prisão de Silval Barbosa, (o nome do governador é esse) preocupação geral.

Desculpem, estou deixando impressão equivocada e até mesmo errada, principalmente para quem lê apressadamente. Não estou contra a prisão do governador. O que assusta e me deixa perplexo é o fato.

A polícia cumpria determinação legal para apurar suposta participação do governador em desvio de recursos, lavagem de dinheiro, e o que fosse apurado. 

A questão mudou no meio do caminho 

Os policiais chegaram à casa do governador, veio o advogado dele, a investigação não demorou muito. Descobriram uma velha arma, “desdentada”, sem registro ou utilização.

Então, “ficou combinado”: o advogado pagou pelo cliente, multa “por manter arma sem registro e portanto ilegal”. E não se fala mais no assunto. 

Com o senador Maggi, diferente 

O pedido de busca incluía a casa do ex-governador e atual senador, Blairo Maggi. Só que este não chamou o advogado, nem aceitou o caso passivamente. Tomou suas próprias decisões e restrições à busca, providências que logo atingiram (a palavra é essa) o Supremo.

Depois do Supremo Tribunal Federal ter tranquilizado a equipe do senador e “censurado” ou “proibido” o resto da operação que envolvia importâncias altíssimas, que foram desviadas, surgiu informação incrível.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Empresário investigado pela Operação Ararath confirma acordo com polícia

Terça, 20 de maio de 2014
Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil
Investigado pela Operação Ararath, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em novembro de 2013, para apurar crimes contra o sistema financeiro nacional e lavagem de dinheiro, o empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior admitiu hoje (20), que está colaborando com as investigações conduzidas pelo Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso.
Em nota divulgada por seus advogados, Gércio Júnior diz ter firmado um termo de colaboração com a PF e com o MPF. E que, pelo acordo, está impedido de fornecer qualquer outro detalhe sobre a Operação Ararath. A manifestação de Júnior reforça as notícias de que uma ação deflagrada pela PF esta manhã em Cuiabá é a quinta fase da Operação Ararath – informação que nem a PF, nem o MPF confirmam.
Saiba Mais
Em novembro de 2013, quando concluiu a primeira etapa da operação, a PF informou que, desde o começo de 2011, vinha investigando empresas de factoring (fomento mercantil) e de outros segmentos, como uma rede de postos de combustíveis de Cuiabá.

Operação Ararath: Polícia Federal prende governador de Mato Grosso, que paga fiança e é liberado

Terça, 20 de maio de 2014
Fábio Fabrini e Fátima Lessa
(especial para o Estado de S. Paulo)
Brasília e Cuiabá – Agentes da Polícia Federal prenderam na tarde desta terça-feira, 20, o governador do Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB), na quinta fase da operação Ararath. Durante as buscas na residência de Silval, foi encontrada uma arma com registro vencido, o que levou a Polícia Federal a lavrar o auto de prisão contra o governador.
O governador entrou por volta do meio dia na sede da na sede da Polícia Federal em Mato Grosso, acompanhado dos advogados, Ulisses Rabaneda e Válber Melo, e foi liberado por volta das 17 horas, após pagar fiança – por se tratar de um crime de menor poder ofensivo.