Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Rogério Tomaz Jr: Fascistas infiltrados atuaram como provocadores, instigando a polícia contra ato pacífico; veja vídeos

Quinta, 1º de novembro de 2016

Felipe Porto conjunto 2

Felipe Porto é líder de um grupo de extrema-direita de Brasília. Há duas semanas,   participou da invasão do plenário da Câmara dos Deputados, pedindo intervenção militar no Brasil, com gritos de “Viva Sérgio Moro!”   Em novembro de 2015, ele e sua turma acamparam na Esplanada dos Ministérios; na ocasião, foi flagrado com arma de fogo
por Rogério Tomaz Jr.
Eu estive em algumas manifestações no #ForaCollor em 1992, quando tinha 16 anos, mas posso dizer que participo efetivamente de atos públicos desde 1999.
Após 17 anos acompanhando, cobrindo jornalisticamente ou organizando protestos políticos nas ruas, a gente aprende a discernir os fatos.
E o fato é que JAMAIS houve em Brasília, nem nos tempos de #FHC, tamanha brutalidade da polícia militar do DF, que já é conhecida por ser estupidamente truculenta e perfeitamente merecedora da alcunha de fascista.
Leia a íntegra no Viomundo

sábado, 6 de agosto de 2016

Protestos marcam dia da abertura das Olimpíadas do Rio

Sábado, 6 de agosto de 2016
Da Trbuna da Imprensa Sindical
Via Agência Petroleira de Notícias -

No dia da abertura oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016, (5), a orla da Praia de Copacabana recebeu 30 mil pessoas que participaram de um ato em protesto organizado pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e Frente de Esquerda contra o governo interino de Michel Temer, por nenhum direito a menos e o fim da calamidade olímpica.


O ato de hoje pretende denunciar não só para o Brasil, mas para o mundo todo, que nosso país tem um governo ilegítimo, com um presidente que não recebeu voto de ninguém, e mais do que isso, que quer aplicar um programa de retrocessos que também não foi eleito pelo povo brasileiro. Além disso, é importante denunciar a exclusão social que houve durante as obras para os Jogos, com remoções de moradores, a especulação imobiliária, a tentativa de coibir manifestações públicas e o uso de verbas para viabilizar o projeto olímpico, em detrimento de investir em áreas sociais, como saúde e educação” – disse Guilherme Boulos, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto – MTST, presente no protesto.