Quinta, 2 de junho de 2022

O Iges-DF, criado no governo Ibaneis Rocha, administra o Hospital de Base, o maior centro hospitalar público da capital do país; modelo de gestão é criticado por deputados - Divulgação
Ministério Público apura suspeita de irregularidades em contrato de R$ 17,2 milhões
Redação
Brasil de Fato | Brasília (DF) | 02 de Junho de 2022
Depois da deflagração da Operação Pamona, pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), na última terça-feira (31), deputados distritais do DF foram à tribuna da Câmara Legislativa para cobrar providências contra os casos de corrupção envolvendo o Instituto de Gestão Estratégica em Saúde do DF (Iges-DF).
A entidade, criada em 2019, já no governo de Ibaneis Rocha (MDB), administra o Hospital de Base, o principal centro hospitalar da capital, o Hospital Regional de Santa Maria e as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Ceilândia, Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião e Sobradinho.
Na época, a promessa era que, nesse formato, tendo à frente uma entidade sem fins lucrativos de direito privado, as compras de insumos, contratações, reformas e realização de exames e cirurgias seriam mais céleres. O que se viu, no entanto, foi uma porta aberta para negócios escusos e casos de corrupção que viraram escândalo desde 2020.
