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(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 26 de junho de 2024

Após defender Parada LGBTQIA+ de ataques na Câmara de São Paulo, vereadora do Psol pode ser cassada

Quarta, 26 de junho de 2024

Após defender Parada LGBTQIA+ de ataques na Câmara de São Paulo, vereadora do Psol pode ser cassada

Bissexual, Luana Alves reagiu ao discurso de sua colega na Câmara, Rute Costa, que se referiu ao evento como “tristeza”

Igor Carvalho
Brasil de Fato - São Paulo | 26 de junho de 2024

Ao Brasil de Fato, Alves disse que “é bastante chocante o PL considere quebra de decoro parlamentar eu informar uma vereadora que LGBTfobia é crime, quando ela foi LGBTfóbica" - Foto: PSOL/Rede Câmara

O PL acionou a Corregedoria da Câmara Municipal de São Paulo para pedir a suspensão do mandato da vereadora Luana Alves (Psol), que é bissexual, após a parlamentar defender a Parada do Orgulho LGBTQIA+ de ataques da vereadora Rute Costa (PL).

No dia de 5 de junho, logo após a Parada do Orgulho LGBT+ em São Paulo, a vereadora Rute Costa (PL) foi à tribuna da Câmara Municipal e afirmou que o evento, “é orgulho para uns, é tristeza para outros. No domingo (2 de junho), houve passeata na Paulista, e eu vi com muita tristeza crianças sendo levadas pela mão, no meio daquele movimento”, disse a parlamentar, que concluiu seu discurso alegando que “utilizar a infância é infame e covarde.”

Alves não gostou do tom e do discurso de Costa e reagiu. “É um absurdo o que a senhora está dizendo. De que [tipo de] ambiente a senhora está falando? O que a vereadora Rute acabou de falar é muito grave e contribui para a LGBTfobia neste país."

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Direitos do Cidadão: Em audiência pública, MPF defende combate à LGBTfobia

Quarta, 22 de maio de 2019
Do MPF
Encontro destacou projeto de lei que estabelece punição em casos de discriminação motivados por questões de identidade de gênero ou orientação sexual
Foto da audiência pública
Foto: PFDC
A inexistência de uma legislação específica em defesa de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais contra a LGBTfobia levou parlamentares e representantes de organizações da sociedade civil a colocar em debate na terça-feira (21) a urgente necessidade de construção de um marco normativo na área para coibir a violência e penalizar os agentes agressores.

A audiência pública, que também contou com a presença da procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, foi promovida pela Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados e destacou o PL 2.138/2015. A iniciativa, de autoria da deputada federal Erika Kokay, altera a Lei de Combate ao Racismo (nº 7.716/989) para punir a discriminação ou preconceito quanto à identidade de gênero ou orientação sexual.