Sexta, 11 de janeiro de 2019
Do Ataque aos Cofres Públicos
Organização social manteve condenado por improbidade em alto cargo executivo a frente do serviço custeado com dinheiro público
Organização social manteve condenado por improbidade em alto cargo executivo a frente do serviço custeado com dinheiro público
O Ministério Público de Goiás, por meio do promotor de Justiça Fernando Krebs, acionou a Associação Comunidade Luz da Vida; o seu presidente, Luiz Antônio de Paula; e o ex-superintendente executivo do Centro de Referência e Excelência em Dependência Química (Credeq), Gilmar Bessa de Barros, por ato de improbidade administrativa.
A comunidade Luz da Vida, qualificada como Organização Social (OS), é a responsável pela administração do Credeq, sendo que Luiz Antônio, como presidente, nomeou Gilmar Bessa para o cargo de superintendente, mesmo tendo conhecimento de que, nessa época, em 2014, ele era réu de ação penal em vara criminal de Brasília. Gilmar respondia por fraude à licitação e lesão ao patrimônio público, em quase R$ 80 mil, ocupando exatamente o cargo de superintende executivo, só que da Fundação de estudos e Pesquisas em Administração e Desenvolvimento (Fepad).

