“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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domingo, 2 de agosto de 2026

Artigo de Maria Lucia Fatorelli ao Extra Classe: Atuação temerária do Banco Central, a Resolução 575 e o risco de dolarização da economia

Domingo, 2 de agosto de 2026
Artigo de Maria Lucia Fatorelli ao Extra Classe: Atuação temerária do Banco Central, a Resolução 575 e o risco de dolarização da economia



A resolução amplia a liberdade para os fluxos de capitais financeiros com o exterior, instala um risco iminente de dolarização e flexibiliza a movimentação de moeda estrangeira no mercado interno.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Seminário sobre Financeirização e Sistema da Dívida terá palestra de Maria Lucia Fattorelli

Sexta, 24 de abril de 2026

Divulgação Maria Lucia.jpg


O seminário “Financeirização, Sistema da Dívida e os reflexos das fraudes do Banco Master para a classe trabalhadora” contará com a presença de Maria Lucia Fattorelli, coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida.

Uma das principais referências no debate sobre o sistema da dívida no Brasil e no mundo, Fattorelli possui trajetória reconhecida internacionalmente. Atuou como membro da Comissão de Auditoria da Dívida do Equador criada pelo presidente Rafael Correa (2007/2008) e da Comissão de Auditoria da Dívida da Grécia criada pelo Parlamento Helênico (2015). Assessorou a CPI da Dívida Pública na Câmara dos Deputados do Brasil (2009/2010), e a CPI da PBH Ativos S/A, que opera o esquema da Securitização, na Câmara Municipal de Belo Horizonte (2017). É autora de diversos livros e artigos.

quarta-feira, 30 de julho de 2025

Tarifaço mostra a verdadeira causa da inflação de alimentos no Brasil

Quarta, 30 de julho de 2025



Realidade mostra a falácia de subir juro para combater inflação de alimentos

Nos últimos dias, a grande imprensa reconheceu que as tarifas impostas pelo presidente estadunidense Donald Trump para a exportação de produtos brasileiros levou à queda no preço da carne, café e laranja no Brasil. Com a dificuldade de vender estes produtos nos Estados Unidos, eles são redirecionados para outros mercados, dentre eles, o próprio mercado brasileiro.

Isso confirma o que a Auditoria Cidadã da Dívida sempre denunciou: que a inflação de alimentos se deve à priorização das exportações, e não a uma suposta demanda aquecida no Brasil, como vem alegando o Banco Central, sucessivamente, para justificar insanas elevações da taxa básica de juros Selic. Obviamente que a tarifa imposta por Trump não representa a mudança no padrão agrícola brasileiro, marcado principalmente pela ocupação das terras por grandes lavouras de exportação de soja, milho e outros produtos, cujos mercados principais (como a China e Europa) não foram afetados.

Porém, a queda de tais preços nos últimos dias — embora possa ser revertida por outros fatores no curto prazo — mostra que a priorização das exportações, inclusive com grandes benesses fiscais como a Lei Kandir (que isentou de ICMS as exportações de alimentos e minérios) é a grande responsável pela alta de alimentos, inaceitável em um país como o Brasil.

Desta forma, é também inaceitável se justificar contínuas altas de juros sob a falaciosa justificativa de que os brasileiros estariam com uma demanda superaquecida por alimentos, o que mostra a grave ilegitimidade da taxa básica de juros brasileira, um dos principais fatores que tem feito a chamada dívida pública brasileira explodir, sem financiar investimentos, mas apenas sugando a riqueza produzida pelos trabalhadores para enriquecer ainda mais os super ricos.

#auditoriaja
Atenciosamente,


Auditoria Cidadã da Dívida


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Esse texto foi publicado originariamente na página da Auditoria Cidadã da Dívida no dia 19 de julho, às 20h29.

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

GOVERNO ATACA O SALÁRIO MÍNIMO, ABONO E FUNCIONALISMO PARA GARANTIR MAIS DINHEIRO PARA OS RENTISTAS DA CHAMADA “DÍVIDA PÚBLICA”

Quinta, 28 de novembro de 2024

Da 


Elevação do limite de isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil não faz parte do pacote que vigorará a partir de janeiro/2025, e o governo vinculou a medida a uma futura aprovação, pelo Congresso Nacional, de tributar os super ricos.

Hoje, o governo federal divulgou o pacote de cortes de gastos exigido pelo “mercado” (ou seja, pelos rentistas da dívida pública), que inclui a limitação do crescimento do salário mínimo a ínfimos 2,5% reais, em grave ataque a dezenas de milhões de trabalhadores, aposentados e beneficiários assistenciais. Caso essa regra estivesse em vigor desde o início do Plano Real (julho de 1994), o salário mínimo atual seria de apenas R$ 1.095,10, ao invés dos R$ 1.412 definidos em janeiro/2024.

O pacote inclui também:
– a redução do número de beneficiários do abono salarial e Benefício de Prestação Continuada, inclusive por meio da alteração dos cálculos de limites de renda exigidos para os respectivos acessos;
– ⁠ ataques ao funcionalismo público, com restrições para concursos, e possibilidade de limitar o “aumento real” a ínfimos 0,6%);
– ⁠congelamento em termos reais do Fundo Constitucional do DF;
– ⁠prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU), que retira recursos de suas respectivas destinações legais, os quais podem ser direcionados para o pagamento da dívida pública.

A redução nos gastos resultante das medidas desse pacote, que recai sobre os mais vulneráveis, deve ser de R$ 30,6 bilhões já em 2025.

Por outro lado, a proposta a ser enviada ao Congresso Nacional, referente à tão propagandeada elevação do limite de isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil, está fora desse pacote de hoje. É apenas um anúncio de que tal proposta deverá ser enviada posteriormente ao Congresso, vinculada à aprovação de tributação dos super ricos, para compensar a perda de receita.

É importante ressaltar que, recentemente, a Câmara rejeitou tributar esse setor, derrubando proposta de Imposto sobre Grandes Fortunas.

Os textos dos projetos de lei ainda não saíram, o que dificulta a análise das medidas, baseada neste momento em telas divulgadas pelo governo (veja aqui). Quando as propostas formais forem divulgadas pelo governo, a Auditoria Cidadã da Dívida divulgará nova análise.

NÃO AO ATAQUE AOS TRABALHADORES PARA PRIVILEGIAR RENTISTAS !

AUDITORIA DA DÍVIDA JÁ!




sábado, 16 de março de 2024

LIVE NA SEGUNDA-FEIRA (18/3): POR QUE TANTOS DIREITOS SOCIAIS DESATENDIDOS. ESQUENTA PARA A PLENÁRIA NACIONAL

Sábado, 16 de março de 2024

A cada dia, cresce o número de entidades e personalidades que participarão da 1ª Plenária da Campanha Nacional por Direitos Sociais, que acontece em Brasília nos próximos dia 23 e 24 de março (em menos de 10 dias). Para esquentar as movimentações que antecedem o evento e atrair ainda mais público, a ACD realiza uma live especial no próximo dia 18 (segunda-feira), às 19h., com a ilustre presença do Dr. Carlos Ayres Britto, grande jurista brasileiro que já presidiu o Supremo Tribunal Federal.

A live “Por que tantos Direitos Sociais desatendidos no Brasil? Esquenta para a Plenária Nacional” será conduzida pela coordenadora nacional da ACD, Maria Lucia Fattorelli, e será exibida pelo canal da Auditoria Cidadã no Youtube e também pela página oficial no Facebook.

Divulgue, compartilhe, participe!
#DireitosSociaisJá

Assista pelo Youtube

Assista pelo Facebook

#DireitosSociaisJá

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

Sistema da Dívida suga recursos que poderiam ir para o Transporte Público

Quinta, 15 de fevereiro de 2024
Da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD)

A área do transporte público engloba desde os meios de transporte, como ônibus, trem e metrô, até a mobilidade urbana como um todo, incluindo a infra estrutura e planejamento urbano. Porém, você já percebeu que utilizar o transporte público geralmente é um momento de transtorno? Veículos lotados e em péssimas condições, além da demora na espera. E para piorar, caríssimo! Dentre as tarifas de ônibus mais caras do Brasil, estão Belo Horizonte (MG), Porto Velho (RO) e Curitiba (PR), pelo valor aproximado de R$ 6,00.

Na Constituição Federal, além de um direito social, o transporte possui caráter essencial, então, como é possível que um serviço ESSENCIAL esteja tão defasado? A resposta é simples: o Sistema da Dívida tem consumido a maior parcela do orçamento federal, como resta evidenciado pelos gráficos fornecidos pela ACD. (confira aqui), enquanto a área do transporte deve receber APENAS 0,50% dos recursos federais em 2024.

É preciso avançarmos em pesados investimentos em infra estrutura urbana e transportes coletivos, inclusive para conseguirmos a tão sonhada tarifa zero para a população, com serviços de transporte públicos e gratuitos. Aqueles que costumam alegar a impossibilidade desta medida omitem que o orçamento federal aprovado para 2024 prevê 45,98% dos recursos para o pagamento dos juros e amortizações da dívida pública.

Essa situação pode ser modificada. Através da Campanha Nacional por Direitos Sociais, buscamos a garantia do direito ao transporte e demais direitos sociais, afinal, se é a população que mantém a engrenagem do país girando, é imprescindível que desfrute dos benefícios.

Acesse aqui.

#CampanhaNacionalPorDireitosSociais #ACD #AuditoriaCidadã

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Sucesso - Lançamento da Campanha Nacional por Direitos Sociais em 06.02.2024

Quarta, 7 de fevereiro de 2024
marca-01.jpg


Brasília, 06 de fevereiro de 2024

 

Assunto: Foi um sucesso o lançamento da Campanha Nacional por Direitos Sociais

  

Prezados amigos e amigas da Auditoria Cidadã da Dívida,

 

O lançamento da Campanha Nacional por Direitos Sociais, ocorrido hoje, 06/02/2024, na Câmara dos Deputados, foi um sucesso, graças à presença de 70 pessoas - parlamentares, representantes de entidades e de toda a sociedade civil - que lotaram o local, além de centenas de pessoas que participaram virtualmente. Todos os importantes pronunciamentos feitos pelos parlamentares, representantes das entidades coordenadoras e apoiadoras da Campanha Nacional pelos Direitos Sociais podem ser conferidos no vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=yPDWzNeHNGw&t=2054s .

Foto lançamento campanha 03.jpg

Na abertura, a coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lucia Fattorelli, ao lado de representantes das demais entidades que compõem a coordenação provisória da campanha (ABRA, ACD, ANDES-SN, ANFIP, ASFOC-SN, Coletivo Universitário Nacional Desenvolvimentista, CSP Conlutas, FENASPS, SINASEFE Nacional, Revolução Brasileira e SINTRAJUD-SP), destacou que a campanha está em construção, mas já conta com a adesão de dezenas de entidades e apoiadores em todo o Brasil. “A campanha não está pronta, ela só vai ficar pronta quando todos os sindicatos, centrais, entidades, coletivos e pessoas, também, vierem participar”.

 

A deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS), coordenadora da Frente Parlamentar pelo Limite dos Juros e Auditoria da Dívida com participação popular, lembrou que a agenda neoliberal que privilegia a especulação financeira ainda predomina e por isso é preciso enfrentar o perverso Sistema da Dívida lutar pelos direitos sociais, para benefício da classe trabalhadora.

 

            Em breve será realizada reunião para deliberar sobre a plenária da campanha, agendada para 23 de março próximo. Se a sua entidade ainda não está participando da campanha, envie e-mail para  campanhapordireitossociais@gmail.com  e venha participar das reuniões de construção dessa importante campanha.

 

Adicionalmente, lembramos que nesta sexta-feira (09/02), encerra o prazo para inscrições para o curso “A Dívida dos Estados e a Necessidade de Auditoria”. O curso é a distância, no formato online, tem a duração de 3 meses, com início das aulas marcado para a próxima segunda-feira, dia 12/02. Para mais informações e inscrições, acesse: https://auditoriacidada.org.br/cursos/ .

 

            Agradecemos a todas as entidades e pessoas que já estão participando e nos colocamos à disposição e contamos com todos e todas nas próximas atividades da Campanha Nacional por Direitos Sociais e da Auditoria Cidadã da Dívida.

 

     Atenciosamente,

 

Maria Lucia Fattorelli

Coordenadora Nacional da Auditoria Cidadã da Dívida






quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Veto de Lula de R$ 5,6 bilhões é destaque na mídia, que se cala diante dos R$ 2,5 trilhões aprovados para o Sistema da Dívida

Quarta, 24 de janeiro de 2024

Da Auditoria Cidadã da Dívida

Em sua coluna no UOL, o Jornalista Leonardo Sakamoto comentou a notícia da ampliação do fundo eleitoral destinado aos partidos políticos de R$ 2 bi para R$ 4,9 bi e de um pacote de emendas parlamentares de mais de R$ 53 bi, dos quais Lula vetou apenas R$ 5,6 bi (veto que já está causando “comoção, ameaças e ranger de dentes”, segundo o jornalista).

Ao querer cada vez mais, o Congresso lembra que sua grande prioridade é se manter no poder. O povo? Um detalhe menor, de acordo com o jornalista.

Outro fato que chama atenção em relação às notícias relacionadas ao fundo eleitoral é que a grande mídia está dando mais destaque ao veto de Lula (R$5,6 bilhões) do que, propriamente, ao imenso volume das emendas parlamentares aprovadas pelo Congresso (R$53 bilhões), que atingem patamares cada vez mais altos.

Se, de uma forma ou de outra, estes valores causam repercussão na mídia, imagina o que aconteceria se a população despertasse e entendesse que estes valores das emendas parlamentares correspondem a menos de 10 dias do gasto com o Sistema da Dívida? O orçamento para 2024 aprovado pelo Congresso Nacional destina R$2,5 trilhões para gastos com juros e amortizações da chamada dívida pública nunca auditada!

A conscientização da população em relação ao modelo econômico adotado no Brasil é essencial para mudar os rumos desta situação, como tratamos na campanha #Éhoradevirarojogo. Conheça aqui a campanha e participe!




sexta-feira, 27 de outubro de 2023

As altas taxas de juros impactam diretamente no bolso do brasileiro. Ajude a mudar isso!

Sexta, 27 de outubro de 2023

O Brasil possui as mais elevadas taxas de juros reais do mundo e isso impacta diretamente no bolso do trabalhador, estagnando a economia, prejudicando as empresas brasileiras, provocando desemprego.

A quem esse modelo de política econômica interessa? Ao povo que não é!

Por isso, a ACD criou a Campanha Pelo Limite dos Juros no Brasil, e elaborou proposta de Projeto de Lei Complementar, que propõe o limite legal das taxas de juros em contratos e operações financeiras, em tramitação no Congresso (PLP 104/2022).

Conheça e ajude a fortalecer esta campanha aqui!

#LimitedosJurosJá #LimitedosJuros #JurosBaixos #ACD #AuditoriaCidadã


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Fonte: Auditoria Cidadã da Dívida — ACD

quinta-feira, 26 de outubro de 2023

Ministro do STF diz lamentar desigualdade, mas se esqueceu que travou auditoria da dívida

Quinta, 26 de outubro de 2023
Da Auditoria Cidadã da Dívida
25 de outubro, 2023

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso diz lamentar que seis pessoas no Brasil tenham a mesma riqueza que a metade mais pobre de toda a população brasileira: ‘Tem coisa errada’. A declaração foi dada nesta segunda-feira, 23, durante a celebração dos 35 anos da Constituição Federal, promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A declaração é pertinente, mas vamos aos fatos. Durante anos, o Supremo deixou de analisar a ADPF 59/2004 apresentada pela mesma OAB para que o STF determinasse ao Congresso Nacional o cumprimento da mesma Constituição Federal de 88, cujo artigo 26 do ADCT (Ato das Disposições Constitucionais Transitórias) prevê a auditoria da dívida.

Vale lembrar ainda que, depois de quase 2 décadas da ADPF, Barroso disse que o tipo de ação não seria adequada, não enfrentou o mérito do pedido e mandou arquivar.

Agora não adianta reclamar da desigualdade social no país. Enquanto não for enfrentado o Sistema da Dívida, a situação só vai se agravar.

quinta-feira, 29 de junho de 2023

Novidades no site da Auditoria Cidadã da Dívida!

Quinta, 29 de junho de 2023
Da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD)

Ficou mais fácil acessar a nova Cartilha da ACD e a ferramenta para pressionar parlamentares pela criação da Frente Parlamentar sobre o Limite dos Juros e a Auditoria Integral da Dívida Pública.

Na página inicial basta clicar em um dos banners: o da cartilha e/ou da Frente Parlamentar, para ajudar a ACD a divulgar a publicação e também a pressionar parlamentares com apenas 1 clique, faltam poucas assinaturas para registrarmos a Frente! Confira https://auditoriacidada.org.br

segunda-feira, 26 de junho de 2023

Live 26/6 (nesta segunda-feira): “Banco Central não reduz juro: a ilegitimidade da dívida está escancarada. Participe!!!

Segunda, 26 de junho de 2023

Da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD)

Nesta semana, o Banco Central manteve a Taxa Selic em 13,75% ao ano, e assim o Brasil permanece com uma taxa de juros real elevadíssima, de 9,44% ao ano, enquanto a Europa pratica 2% NEGATIVOS, Japão pratica 3,5% NEGATIVOS, e Estados Unidos 1,2%. O velho argumento do Banco Central de “combate à inflação” cada vez mais se mostra como um completo engodo: o IPCA acumulado nos últimos 12 meses terminados em maio de 2023 foi de 3,94%, valor este que se encontra totalmente dentro da meta de inflação para 2023 (1,75% a 4,75%). E mesmo quando a inflação estava alta nos anos anteriores, ela não decorria de excesso de demanda, mas de preços administrados pelo próprio governo (combustíveis, energia, etc.) e preços de alimentos (devido à priorização da agricultura de exportação), que não caem com a alta de juros.

Portanto, nunca esteve tão clara e cristalina uma das principais ilegitimidades da dívida pública na atualidade: a definição da taxa de juros, que faz a dívida se multiplicar por ela mesma, sem financiar investimento social nenhum. Segunda feira, às 19h, o economista da ACD Rodrigo Avila debaterá este tema com os(as) amigos(as) da ACD nos nossos canais no Facebook (https://www.facebook.com/auditoriacidada.pagina) e YouTube (https://www.youtube.com/AuditoriaCidadadaDivida).

PARTICIPE E ENVIE TAMBÉM SUA PERGUNTA !!!

https://auditoriacidada.org.br/live-26-6-banco-central-nao-reduz-juro-a-ilegitimidade-da-divida-esta-escancarada/

OUTRAS NOTÍCIAS

sábado, 4 de março de 2023

LIVE 6 de março: O “estouro” do Banco Central: quase 300 bilhões de prejuízo, tendo recebido R$ 212 bilhões do Tesouro

Sábado, 4 de março de 2023

Da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD)

É muito fácil se dizer ‘independente’ quando se recebe títulos públicos de graça do Tesouro Nacional e, ainda por cima, juros sobre esses títulos. E mais, se apurar prejuízo, ele pode ser totalmente transferido para o Tesouro. Essa é a realidade: o Tesouro doa mais de R$ 2,1 trilhões de títulos públicos ao Banco Central (BC), e, somente no ano de 2022, pagou a bolada de R$ 212 bilhões de juros sobre esses títulos doados. Apesar dessa benesse impressionante, o BC ainda apurou um prejuízo de quase R$ 300 bilhões no ano. Como isso é possível? O que o Banco Central faz com os títulos que recebe? Como os bancos acabam beneficiados com o dinheiro da sociedade? E o que isso tudo tem a ver com os juros altos praticados no Brasil?

Essas e outras perguntas que a grande mídia não faz serão respondidas na live da Auditoria Cidadã da Dívida da próxima segunda-feira (6), às 19h, pela coordenadora nacional Maria Lucia Fattorelli. Participe e saiba porque a atuação do Banco Central sobre a nossa economia tem sido desastrosa para a população! É ao vivo no Facebook e no canal da ACD no Youtube.



quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Juro do cartão é o mais alto desde 2017; Até quando aceitaremos as taxas absurdas cobrada pelos bancos?

Quinta, 29 de setembro de 2022


Juro do cartão é o mais alto desde 2017
29 de setembro, 2022

Da Auditoria Cidadã da Dívida

A capa do caderno de economia do Correio Braziliense desta quinta-feira (29) retrata bem a importância de nossa Campanha pelo Limite dos Juros no Brasil. A notícia em destaque mostra que os juros do cartão de crédito são os maiores desde 2017, com taxas do rotativo chegando a 389,4% ao ano e cheque especial com custo médio de 128,6%. O texto aponta que as altas refletem a elevação da taxa básica de juros (Selic) promovida pelo Banco Central (BC) e que o número de famílias endividadas no país bate recorde. (Leia a matéria completa no Correio)

Do que mais precisamos para movimentar a sociedade em apoio ao limite dos juros? Está claro que a política monetária praticada pelo BC é prejudicial à sociedade e só serve ao setor financeiro. Com essa política o BC aprofunda a crise que enfrentamos desde 2015/16, quando o PIB encolheu 7%. Em vez de ampliar o acesso ao crédito para viabilizar a retomada da economia, os juros estão altíssimos e os bancos não cumprem seu papel nessa recuperação, já que estão lucrando como nunca com o pagamento de remuneração diária pelo BC e demais ganhos com títulos públicos, devido à alta da Selic.

Precisamos e podemos mudar esse cenário! O PLP 104/22, criado pela Auditoria Cidadã da Dívida em parceria com diversas entidades da sociedade civil, é um projeto de lei que já está tramitando na Câmara dos Deputados e visa estabelecer um teto máximo de 12% de juros ao ano, além de acabar com os mecanismos que fazem com que bancos não emprestem dinheiro para a sociedade. Faça a sua parte e pressione os parlamentares pela aprovação!

Acesse https://auditoriacidada.org.br/pressione-a-cft-pelo-limite-dos-juros e com apenas 1 clique envie a mensagem que preparamos.

Saiba mais sobre a campanha em

#limitedosjurosjá #temquevirarlei

segunda-feira, 27 de junho de 2022

O problema do “Risco-Brasil” está nos quase R$ 400 bilhões de aumento nos gastos com os juros

Segunda, 27 de junho de 2022






Notícia desta segunda-feira (27) do jornal Valor Econômico mostra que houve aumento no risco-país, medidor que calcula se o Brasil é ou não confiável aos olhos do mercado financeiro para honrar com o pagamento de suas dívidas. A matéria destaca que “a desconfiança do mercado tem aumentado com medidas estudadas pelo governo para conter os preços dos combustíveis, trazendo a incerteza sobre o rumo das contas públicas de volta à superfície”. (Leia mais em http://glo.bo/3bxR4jJ)

O mercado está imputando um risco ao país e colocando nessa conta questões como a redução de tributos, – que mal saíram e ainda nem provocaram impacto – e o aumento de benefícios como o Auxílio Brasil, com seu valor ridiculamente baixo, mas não cita que o nosso real problema está no aumento dos juros de forma abusiva e mentirosa pelo Banco Central (BC), já que é justamente o mercado financeiro quem mais lucra com os juros altos!

O BC tem mentido para a sociedade dizendo ser necessário elevar os juros para conter uma inflação que na verdade tem sido provocada pela alta dos combustíveis (devido ao insano PPI da Petrobras) e também pela alta do preço de alimentos por erros de política agrícola e agrária!

Cada 1% de aumento da SELIC tem um custo de R$ 34,9 bilhões por ano nos juros da dívida. Se o Banco Central já subiu o juro de 2% para 13,25% ao ano, esse gasto extra já é de quase R$ 400 bilhões. É aí que está o problema! O BC precisa ser investigado! #CPIdoBancoCentralJá

sábado, 29 de janeiro de 2022

Auditoria Cidadã da Dívida faz LIVE nesta segunda (31/1) — Agro “pop” e juros altos para conter a inflação de alimentos: qual a maior mentira?

Sábado, 29 de janeiro de 2022


Na próxima segunda-feira (31/1), às 19h, a live da Auditoria Cidadã da Dívida irá abordar questões que estão diretamente relacionadas e afetam o bolso dos brasileiros e brasileiras: o elevado preço dos alimentos devido aos problemas do grande agronegócio voltado para exportação e a ineficaz alta de juros para conter este tipo de inflação.

Para debater o tema, a coordenadora nacional da ACD Maria Lucia Fattorelli dialoga com Marco Antônio Mitidiero Junior, professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e autor, juntamente com a Profª. Yamila Goldfarb do artigo “O agro não é tech, o agro não é pop e muito menos tudo” . O tema é relacionado ao “Sistema da Dívida”, conforme aborda o artigo “O agronegócio e a dívida pública”, escrito por Fattorelli.

Participe com a gente, estaremos ao vivo no Facebook e também no canal da ACD no Youtube.
Esperamos vocês!

Fonte: Auditoria Cidadã da Dívida

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Anatocismo e o “milagre” da multiplicação das dívidas

Sexta, 21 de janeiro de 2022

A cobrança de juros sobre juros  —prática ilegal, imoral e extremamente nociva— precisa ser fiscalizada e eliminada urgentemente das operações financeiras do Brasil.

Da Auditoria Cidadã da Dívida

A AUDITORIA é a ferramenta que vai demonstrar isso e abrir a oportunidade de virarmos esse jogo! #ÉHORAdeVIRARoJOGO

   

Não é só a pandemia: gastos com a Dívida também afetam a Educação

Sexta, 21 de janeiro de 2022


Os portais da grande mídia noticiam as perdas irrecuperáveis na Educação… mas será que a culpa é só da pandemia? Não mesmo. Em nosso artigo “Gastos com a Dívida Pública cresceram 33% em 2020” já apontávamos (tabela 2) a inaceitável redução dos gastos federais em Educação, tanto em termos nominais como percentuais, o que denota o descaso com as universidades públicas, institutos de educação federais, de pesquisa e outras instituições que produzem o conhecimento indispensável ao nosso desenvolvimento socioeconômico.

Os dados mostram também que apesar dos aportes de recursos extraordinários realizados em 2020, em áreas importantes como Saúde e Transferências para Estados e Municípios, o maior crescimento nominal de gastos está localizado nos gastos com juros e amortizações da dívida pública, que aumentou R$ 344 bilhões no período. Em breve a Auditoria da Dívida irá divulgar os estudos do Orçamento Federal Executado de 2021, onde novamente a Dívida leva “a maior fatia do bolo”, sendo a principal responsável pelos cortes que afetam áreas fundamentais para o nosso desenvolvimento, como a Educação.

Em live da ACD com a coordenadora nacional Maria Lucia Fattorelli, a presidenta nacional do Andes-SN, Rivânia Moura, comentou o cenário atual e falou da importância dos estudos da Auditoria Cidadã da Dívida no combate a esse sistema. “Gostaria de agradecer a ACD por todo o trabalho que tem realizado e pelos estudos que nos ajudam a entender não só o orçamento, mas principalmente a nossa necessidade de luta contra esse modelo econômico que tem esmagado vidas e que tem feito dos lucros e dos banqueiros o ponto principal desse orçamento. É nessa lógica que a educação também se insere como uma das áreas que deveriam ser prioritárias, mas é uma das que tem sofrido mais com essa política do ajuste econômico, do orçamento público completamente voltado para atender os rentistas para atender a dívida pública e a remuneração dos credores dessa dívida”.

É preciso que a população entenda o quanto antes que a questão da dívida pública afeta diretamente nossas vidas! Essa luta é de todos! Auditoria Já! Confira a live completa no canal da ACD