Terça, 10 de março de 2015
Delator na Operação Lava Jato, da Polícia
Federal, Pedro Barusco se recusou a responder sobre propinas recebidas
por ele antes de 2004, por, segundo ele, ainda ser objeto de
investigação pela Justiça.
Foto: Nilson Bastian/Câmara dos Deputados
Pedro Barusco (C): "Muita documentação foi
destruída antes da delação, mas o trabalho de coletar provas vai
prosseguir. Eu simplesmente falei o que sabia."
O ex-gerente de Tecnologia da Petrobras Pedro Barusco disse que a corrupção na empresa petrolífera estatal foi institucionalizada a partir de 2004, durante o Governo Lula.
Ele acusou o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, de ter recebido algo entre 150 e 200 milhões de dólares em propinas em nome do partido a partir de 2004. A propina teria sido paga por empresas contratadas pela Petrobras.
