Quinta, 18 de maio de 2017
do MPF
Réu é investigado pela operação Fatura Exposta por corrupção na saúde
Seguindo posicionamento do Ministério Público Federal (MPF), a 1ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) negou, por unanimidade, a concessão de habeas corpus em favor do empresário Miguel Iskin e manteve a sua prisão preventiva. Iskin é investigado na operação Fatura Exposta por crimes cometidos na Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro durante a gestão de Sérgio Cabral. Ele é acusado pela força-tarefa Lava Jato/RJ por corrupção ativa e organização criminosa, além de obstrução de justiça.
