“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 12 de julho de 2016

Jornada de trabalho sob ataque

Terça, 12 de julho de 2016
Editorial publicado hoje (12/7) no site do Sinpro/DF —Sindicato dos Professores do DF

Jornada de trabalho sob ataque
A declaração do presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Robson Braga de Andrade, após reunião com o presidente interino, Michel Temer, na sexta-feira (8/7), de que o Brasil precisa ampliar a jornada de trabalho para 80 horas, seguindo o exemplo da França, foi desmentida pela mídia logo após o industrial se manifestar à imprensa.

Ele disse que o governo ilegítimo deve promover “medidas muito duras” na Previdência Social e nas leis trabalhistas para equilibrar as contas públicas. E, para se justificar, citou o caso da França como exemplo, dizendo que lá é permitido trabalhar até 80 horas semanais. Ele disse à mídia que a França tem 36 horas de jornada de trabalho e passou, agora, com a nova legislação trabalhista, à possibilidade de até 80 horas de trabalho semanal e até 12 horas diárias de trabalho.

sábado, 9 de julho de 2016

Centrais sindicais rechaçam proposta escravocrata da CNI, jornada de 80 horas "é provocação"

Sábado, 9 de julho de 2016
Tribuna da Imprensa Sindical
 Daniel Mazola
Na manhã desta sexta (8), após encontro com o presidente interino Michel Temer, o presidente da CNI, Robson Braga Andrade, disse que a indústria está “ansiosa” por medidas “duras” – como a reforma da previdência e alterações na legislação trabalhista – e citou como exemplo a França, afirmando que lá é permitido trabalhar até 80 horas por semana.

São escravocratas e mentirosos, porque é evidente que a França não adotou as 80 horas semanais e as mudanças na legislação, que é de 35 horas semanais, tem que passar no Legislativo e por conta disso os franceses estão quebrando o pau por lá há pelo menos dois meses.