Terça, 26 de março de 2019
Do Metrópoles
MANOELA ALCÂNTARA
SUZANO ALMEIDA
Era para ser um conto com final feliz, mas o projeto que levaria cultura e fortalecimento da leitura a 7.812 crianças matriculadas em 50 escolas públicas do Distrito Federal caminha para se tornar mais um exemplo de mau uso de dinheiro público. Cinco contratos firmados entre a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude (Secriança) com duas entidades – o Instituto Terra Utópica (ITU) e o Instituto Brasília para o Bem-Estar do Servidor Público (Ibesp) – hoje são investigados por uma série de irregularidades e revelaram-se um conto do vigário.
O total de repasses chegou a R$ 5.081.947,37, sendo R$ 1,9 milhão disponibilizado por meio de emendas parlamentares de Israel Batista (PV) em 2016, quando o hoje deputado federal era distrital.

