“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Estudo estima em R$ 43 bilhões a contribuição econômica dos polinizadores

Quarta, 6 de fevereiro de 2019
Por Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil 
O serviço ecossistêmico prestado pelos animais polinizadores à agricultura brasileira contribuiu com um valor econômico estimado de R$ 43 bilhões em 2018. A estimativa se refere ao valores que seriam gastos pelos agricultores caso os polinizadores não contribuíssem para a produção de alimentos. O cálculo foi feito pela Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES) e pela Rede Brasileira de Interações Planta-Polinizador (Rebipp), que lançou hoje (6) o Relatório Temático sobre Polinização, Polinizadores e Produção de Alimentos no Brasil, junto com o Sumário para Tomadores de Decisão.

domingo, 17 de dezembro de 2017

Atlas compara o uso dos pesticidas e legislações vigentes no Brasil e na União Europeia

Domingo, 17 de dezembro de 2017



O Brasil é o campeão mundial no uso de produtos químicos na agricultura.  Imagem: Pixabay
A destruição e degradação conjuntas das coberturas vegetais do país constituem a mais fulminante destruição da biosfera
Por Luiz Marques*, do Jornal da Unicamp 
No âmbito da expansão global do capitalismo comercial e industrial desde o século XVI, três aspectos indissociáveis conferem ao Brasil posições de indisputada proeminência. (1) Somos o país que, durante quase quatro séculos, mais indivíduos escravizou em toda a história da escravidão humana. (2)
A destruição e degradação conjuntas das coberturas vegetais do país constituem, em rapidez e em escala, a mais fulminante destruição da biosfera cometida por uma nação ou império em toda a história da espécie humana. Levamos mais de quatro séculos para remover cerca de 1,2 milhão de km2 dos 1,3 milhão de km2 que compunham originariamente a Mata Atlântica (a destruição ganhou escala apenas a partir do século XIX e ainda continua). Mas apenas nos últimos 50 anos mais de 3,3 milhões de km2 de cobertura vegetal nativa foram suprimidos ou degradados na Amazônia, no Cerrado e na Caatinga, sendo que mais quase 1 milhão de km2 podem ser legalmente desmatados em todo o Brasil segundo o antigo e o novo Código Florestal. (3)

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Abaixo-assinado pela proibição dos pesticidas Classe 1 no Brasil

Terça, 14 de janeiro de 2014

Por André Zan
Chapada dos Guimarães, Brasil
change.org

Precisamos parar o envenenamento gradual, o chamado "soft-kill", que é a parte que nos cabe no latifúndio da Nova Ordem Mundial. O vídeo "Nuvens de Veneno" é um instrumento precioso nesse intento. Convido todos a assistir e compartilhar o link:

Vídeo publicado em 13/12/2013
A nuvem se espraia pelas plantações. Em vez de molhar, seca. 
Ela não traz a chuva, traz o veneno. O Brasil é um dos maiores 
produtores mundiais de soja, algodão, milho e também um dos
 maiores consumidores de fertilizantes químicos e agrotóxicos.
Nuvens de veneno expõe as preocupações com as consequências
do uso desses agroquímicos no ambiente, especialmente, na saúde
 do trabalhador. Um documentário revelador que faz refletir sobre a
forma que crescemos e sobre o tipo de desenvolvimento que queremos.
 

Realização: Secretaria de Saúde de Mato Grosso, Terra Firme e
VideoSaúde
Direção: Beto Novaes
Distribuição: VideoSaúde -- Distribuidora da Fiocruz
Ano da produção: 2013

O massacre silencioso da nossa saúde e do futuro de nossas crianças acha meios de se implantar devido à desinformação da sociedade, que não cobra das autoridades mais seriedade e responsabilidade sobre o tema. 

A medida que proíbe o uso de determinados agrotóxicos na agricultura está prevista no Projeto de Lei 4412/12, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), devido suas composições químicas altamente prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente. O projeto foi apensado ao PL 713 que tramita na Câmara desde 1999. Agora, falta apenas a votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

Pela proposta, ficam banidos do País os produtos com os seguintes ingredientes ativos: abamectina, acefato, benomil, carbofurano, cihexatina, endossulfam, forato, fosmete, heptacloro, lactofem, lindano, metamidofós, monocrotofós, paraquate, parationa metílica, pentaclorofenol, tiram, triclorfom e qualquer substância do grupo químico dos organoclorados. 

Os organoclorados já são proibidos nos EUA e Europa desde 1985. A China também proibiu seu uso há 2 anos. Proibir os pesticidas Classe 1 no Brasil não é tudo, mas é um começo.