Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

OSs: serviço de lavanderia superfaturado resulta em nova condenação no caso Maus Caminhos

Quinta, 14 de novembro de 2019
Do MPF no Amazonas
Sentença favorável obtida pelo MPF condenou responsáveis pela contratação superfaturada da empresa D’Flores para serviços de lavanderia na UPA Campos Sales
Contratação direta sem concorrência pública, início das atividades de lavanderia sem possuir uma única máquina de lavar no local, prestação de serviços ao governo do Amazonas sem qualquer contrato assinado e pagamentos regulares sem garantia da realização dos serviços. Essas foram algumas das irregularidades apontadas pelo Ministério Público Federal (MPF) e agora reconhecidas pela Justiça, em nova sentença apresentada em ação penal contra quatro envolvidos no esquema criminoso revelado a partir da Operação Maus Caminhos.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

De novo os Maus Caminhos das OSs: Desvio milionário no Amazonas em contrato de alimentação para unidades de saúde é objeto de nova ação do MPF

Segunda, 22 de julho de 2019
Do MPF
Quatro pessoas são acusadas de desviar, de diferentes maneiras, R$ 1,9 milhão de recursos federais em benefício de empresa que prestava serviços para o Instituto Novos Caminhos (INC)
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro réus da Operação Maus Caminhos pelo crime de peculato e pediu o ressarcimento de R$ 1.993.263,14, em valores não atualizados, como forma de reparar os danos causados. Segundo a nova denúncia, Mouhamad Mustafa, Jennifer Naiyara Yochabel Rufino Correa da Silva, Edson Tadeu Ignácio e Pablo Gnutzmann Pereira desviaram e se apropriaram de recursos públicos federais em benefício da empresa M. L. Comercial Alimentos, prestadora de serviços para o Instituto Novos Caminhos (INC).
Em 2015, o INC contratou a M. L. Comercial para fornecer refeições à Unidade de Pronto Atendimento Campos Salles (UPA/CSL) e ao Centro de Reabilitação em Dependência Química Ismael Abdel Aziz (CRDQ). Ainda que os contratos tenham sido firmados oficialmente em agosto de 2015, as investigações identificaram que a empresa começou a emitir notas fiscais por serviços supostamente prestados ao INC em dezembro de 2014. Emitidas até fevereiro de 2016, as notas somam o valor total de R$ 4.386.072,20, entretanto, os pagamentos realizados alcançam o valor de R$ 4.504.028,70.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

A máfia das OSs e a privataria na saúde pública. Nova fase da Operação Maus Caminhos cumpre mandados de prisão e buscas. Alvo da operação é o grupo do senador e ex-governador do Amazonas Omar Aziz (PSD). Mulher dele foi presa hoje

Sexta, 19 de julho de 2019
Em imagem de 2017, publicada no site Ataque aos Cofres Públicos e no Diário do Amazonas, o senador Omar Aziz e o dono da OS Novos Caminhos, o médico Mouhamad Moustafa
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Do MPF
Batizada de operação Vertex, a ação tem como alvos principais pessoas físicas e jurídicas ligadas a ex-governador e senador do Amazonas; medidas também foram cumpridas em São Paulo e Brasília

Nova fase da Maus Caminhos cumpre mandados de prisão e buscas no AM

A pedido do Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas e da Polícia Federal, a Justiça Federal determinou a realização de prisões e buscas no âmbito da quinta fase da operação Maus Caminhos, intitulada operação Vertex. Estão sendo cumpridos nesta sexta-feira (19) mandados de prisão e de busca e apreensão, além de diversos mandados de bloqueios de contas e sequestro de bens.

As medidas estão sendo cumpridas pela Polícia Federal em Manaus, Brasília e São Paulo. Os investigados na presente fase são pessoas físicas e jurídicas ligadas a um ex-governador do Amazonas, atualmente senador pelo estado [Omar Aziz]. No inquérito que deu origem à operação Vertex são investigados os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e pertinência a organização criminosa.
As investigações que culminaram na quinta fase da operação Maus Caminhos foram iniciadas a partir de inquérito instaurado em 2016, no Supremo Tribunal Federal (STF), e acompanhadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Isso ocorreu por haver indícios de cometimento de crimes por envolver um parlamentar federal, com foro privilegiado.
Após o julgamento da Questão de Ordem na Ação Penal n. 937, no qual o STF limitou a extensão do foro por prerrogativa de função, o inquérito foi declinado para a Seção Judiciária do Amazonas. Nesse sentido, a investigação foi assumida pelo MPF no Amazonas, em conjunto com a Polícia Federal.
A operação Vertex decorreu de requerimentos à Justiça Federal formulados pelo MPF a partir de maio de 2019. Na ocasião, o MPF requereu e a Justiça Federal determinou a realização de prisões, buscas e sequestro de bens dos investigados.
Com as investigações que culminaram na operação Vertex, Ministério Público Federal e Polícia Federal complementaram os elementos de prova produzidos em outras fases da operação Maus Caminhos e identificaram novos indícios do possível cometimento de crimes pelos investigados. Após a conclusão do inquérito policial pela PF, todo o material será encaminhado para análise do MPF, que vai decidir sobre o ajuizamento das ações cabíveis.
Acesse o site da Operação Maus Caminhos:
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