“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 22 de junho de 2018

Família do Gama desesperada à procura da estudante Lorrany, 17 anos, que desapareceu na tarde desta quinta (21/6)

Sexta, 22 de junho de 2018

Família do Gama está desesperada à procura de Lorrany, jovem de 17 anos, que saiu ontem (21/6) à tarde de casa para ir à aula no CG, Colégio do Gama, e até o momento não retornou. O editor do Gama Livre não conhece a garota, mas uma amiga em comum confirmou o desaparecimento e também atestou o desespero da família da estudante.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Ceilândia: Família pede ajuda para encontrar Seu Nilton

Sexta, 24 de junho de 2016

"Precisamos de toda a ajuda possível para devolvê-lo ao seu lar”

Por Ana Maria Campos - Correio Braziliense //// e Blog do Sombra
Desde 29 de maio, o pioneiro Nilton Queiroz está desaparecido. Ele saiu de casa, em Ceilândia, e, com falhas de memória, não conseguiu voltar. A família pede ajuda para encontrá-lo. ... Seu Nilton chegou a Brasília em 1957. Veio atraído pelo sonho de construção da nova capital. Com muito esforço, criou 10 filhos, entre os quais o promotor de Justiça Wilton Queiroz, cedido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para a equipe do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na Lava-Jato. “Precisamos de toda a ajuda possível para devolvê-lo ao seu lar”, diz a família.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Final Feliz: Família do Gama encontra Robson Assunção

Sexta, 17 de junho de 2016
Via Rafaela Assunção:
 "Ola galera!! Encontramos o Robson Assunção!

 Quero agradecer a todos que nos ajudaram! Só tenho gratidão e carinho por todos que de alguma forma nos ajudaram em tudo e se preocuparam conosco.

 Ele esta bem! Graças a Deus!"
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Veja a postagem de 14/6 no Gama Livre:

Família do Gama apela para encontrar Robson Assunção, desaparecido desde ontem (13/6)

Terça, 14 de junho de 2016
Família pede ajuda para encontrar Robson Assunção (foto), morador do Setor Norte do Gama, que está desaparecido desde ontem, segunda-feira (13/6), pela manhã. Ele saiu de carro Volkswagen, Gol Power 2004/2004 — prata, placa JGE 1903, de Brasília, DF, chassi ***********72629.

Na foto, Robson e sua irmã.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Família do Gama apela para encontrar Robson Assunção, desaparecido desde ontem (13/6)

Terça, 14 de junho de 2016
Família pede ajuda para encontrar Robson Assunção (foto), morador do Setor Norte do Gama, que está desaparecido desde ontem, segunda-feira (13/6), pela manhã. Ele saiu de carro Volkswagen, Gol Power 2004/2004 — prata, placa JGE 1903, de Brasília, DF, chassi ***********72629.

Informações: ligar para (61) 986677680.

Na foto, Robson e sua irmã.

sábado, 1 de março de 2014

IDDH: Informe sobre o projeto “Somos Todos Amarildo”

Sábado, 1º de março de 2014
Do Instituto de Defensores de Direitos Humanos — IDDH
Instados pela Revista Veja a prestar informações sobre o projeto “Somos Todos Amarildo”, decidimos apresentar publicamente, sem a interferência de intermediações, um informe preliminar. Primeiramente, cabe explicar que a iniciativa nasceu de forma espontânea, no calor das manifestações, em uma articulação de artistas, produtores, juristas e intelectuais interessados em ecoar e se solidarizar com a inquietante pergunta repetida à exaustão nas ruas e redes sociais, ainda sem resposta: “Cadê o Amarildo?”.


Inicialmente, o projeto se resumiria a arrecadar fundos para a aquisição de uma casa em condições adequadas para a família de Amarildo. Mas logo se viu que seu desaparecimento não era um caso isolado. O desaparecimento de pessoas vem se mostrando como uma das questões de maior importância dentro do debate sobre segurança pública e direitos humanos. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), 5.473 pessoas desapareceram no estado do Rio de Janeiro no ano de 2010, número que veio crescendo desde 2007, sendo a maior parte de jovens (12-17 anos) do sexo masculino, estudantes ou trabalhadores assalariados, com escolaridade de segundo grau incompleto, solteiros, pardos e, em sua maioria, habitantes da capital (ISP, 2010/2013).

Desaparecidos e esquecidos

Sábado, 1º de março de 2014
Agência de Reportagem e Jornalismo Investigativo
Por Giuliander Carpes      
 Caso Amarildo é um dos poucos investigados entre os mais de 6 mil desaparecidos no Estado do Rio de Janeiro entre 2012 e 2013; Especialistas vêem relação entre queda de homicídios praticados por agentes do Estado e desaparecimentos em alta

Em julho do ano passado, um grito ecoou na maior favela da zona Sul do Rio de Janeiro e ultrapassou fronteiras. Como se viesse das caixas de som da rádio poste da Rocinha, o clamor da viúva do pedreiro desaparecido nas mãos da polícia multiplicou-se pelas faixas dos protestos de rua, que sacudiam o país desde junho, e ganhou as redes sociais.
“Cadê o Amarildo?”, o mundo passou a perguntar, como se o conhecesse ali do botequim do Julio, na parte baixa da comunidade. Com a pressão da sociedade, as investigações seguiram adiante. Acabaram revelando que o marido de Elisabete Gomes, trabalhador e pai de 7 filhos, foi torturado e morto pelos policiais da UPP da Rocinha.
Os 25 policiais indiciados por participação nas torturas que levaram Amarildo à morte começaram a ser julgados este mês. Seu corpo, porém, continua desaparecido. Ainda assim o desfecho é uma raridade entre os casos de desaparecimento no Rio de Janeiro – muitos sequer são investigados.
O caso de Amarildo foi o único a ganhar visibilidade entre os 6.034 desaparecimentos contabilizados entre novembro de 2012 e outubro de 2013, pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) – não há dados mais recentes disponíveis. Desde o primeiro ano do governo Sérgio Cabral, as estatísticas do ISP (vinculado à Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro) apontam quase 40 mil desaparecidos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Encenação sobre mortos na ditadura, mais uma impostura do governo Lula

Sexta, 9 de setembro de 2009
Em matéria de cinismo e impostura, o governo Lula passou dos limites no trato de uma matéria tão delicada com a sobrevivência de um dos mais perversos entulhos da ditadura – a impunidade dos crimes praticados pelas ensandecidas hordas da repressão.
Numa grotesca cortina de fumaça para fugir ao julgamento de tribunais internacionais, o governo vinculou por toda mídia, especialmente a televisão, uma campanha na qual pede informações aos cidadãos sobre os corpos de dezenas de brasileiros executados por grupos militares de extermínio ou sob tortura em instalações policiais e das Forças Armadas. Leia o artigo completo do jornalista Pedro Porfírio