Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 23 de abril de 2019

Sinpro nas Praças 2019 - Estação Gama; será no próximo domingo (28/4)

Terça, 23 de abril de 2019


Evento cultural idealizada pelo Sinpro/DF reúne  no palco da Praça do Cine Itapuã, no Gama, professoras e professores artistas

Do Gama
Joaquim Dantas
Para o Blog do Arretadinho

O Sindicato dos Professores no Distrito Federal, Sinpro/DF, realizará no domingo, 28, o evento cultural "Sinpro nas Praças", onde reúne inúmeros artistas do Gama e que também são professoras e professores da cidade.

Embora seja uma entidade classista o sindicato tem como uma das prioridades estabelecer o diálogo com a comunidade e valorizar os talentos culturais da categoria, com o entendimento de que o movimento cultural é um dos melhores caminhos  para dialogar.

O evento acontecerá no domingo, 28/04, na Praça Lourival Bandeira no Gama, mais conhecida como Praça do Cine Itapuã, das 15h às 19h e é totalmente gratuito.  Prestigie!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Escola sem Partido quer calar professores e é parte de um projeto maior, alerta professor

Quinta, 14 de julho de 2016
Do Sinpro/DF e Rede Brasil Atual

O doutor em Educação e professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luiz Antônio Cunha avalia que o projeto Escola sem Partido, que alega combater a doutrinação de esquerda nas escolas e defender uma educação neutra, pretende “calar os professores”, mas não só isso. “Esta é uma perna de um projeto mais amplo. Não basta calar, é preciso colocar algo no lugar. Quem mais que está agindo para educar dentro da escola pública, nessa perspectiva que evite a crítica de fato? São aqueles grupos que pretendem desenvolver o ensino religioso”, afirmou.

Para o professor, não se trata exatamente de uma articulação de um grupo específico. Ele ressalta que a proposta Escola sem Partido vem ganhando força ao mesmo tempo que o ensino religioso vem obtendo mais espaço nas diretrizes e legislações que tratam da educação.

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Acusação de possível fraude nas eleições de ontem e hoje no Sinpro-DF

Quinta, 19 de maio de 2016
Veja o que aconteceu no Centro de Ensino Fundamental 306 Norte, no final da tarde, do dia 18 de maio de 2016, na urna número 116, depois da mesma ter passado em várias escolas. Tire suas conclusões sobre o processo eleitoral do Sinpro-DF.
As urnas deveriam estar lacradas com uma folha de papel, ou fita crepe vedando ao redor da tampa e assinada pelos mesários. 

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1554503318178380&id=1399641683664545&_rd
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Houve também denúncia pela Rádio CBN.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Sinpro-DF: Nesta terça (17/5) às 17 horas haverá debate em Brazlândia entre as três chapas que concorrem às eleições para dirigir o sindicato no triênio 2016—2019. Eleições acontecem nos dias 18 e 19

Segunda, 16 de maio de 2016
Mais um debate entre as chapas que disputam a gestão do Sindicato dos Professores do DF para o triênio 2016-2019 será realizado amanhã, terça-feira (17/5). O local será o CEM 01 de Brazlândia (Centro de Ensino Médio 01), localizado no Setor Sul, AE 2 AE 4.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Debate no Gama das chapas que concorrem às eleições do Sinpro será hoje (12/5) às 18h30 no Centro de Ensino Médio 02

Quinta, 12 de maio de 2016
O debate é hoje, quinta, as eleições ocorrem nos próximos dias 18 e 19.

Chapa 3 —Alternativa, uma Oposição de Esquerda para a diretoria do Sinpro-DF; eleições serão nos próximos dias 18 e 19 e elege a direção para o triênio 2016-2019

Quinta, 12 de maio de 2016

Chapa 03 – Alternativa - SINPRO-DF

OPOSIÇÃO DE ESQUERDA

       O processo democrático ocorre a todo o momento em nossas vidas, mudança deve fazer parte do todo cotidiano. A Chapa 3 –Alternativa - é oposição de esquerda à atual Diretoria do Sinpro -DF e busca justamente a mudança para melhor. Ainda como Movimento Alternativa, surgimos durante a Greve de Professoras(es) e Orientadoras(es) de 2015, querendo uma autonomia nos posicionamentos do Sinpro-DF frente ao governo como forma de respeito à categoria, uma participação de fato e efetiva para conquistarmos nossos direitos e buscarmos uma melhoria na educação do Distrito Federal.  O que vimos na greve de 2015, e em outros momentos, foi uma má gestão nas lutas resultando nas poucas e equivocadas ações da atual diretoria sindical.
Somos professores de diferentes idades, gêneros, etnias, orientações sexuais, culturas e perspectivas políticas distintas. A nossa bandeira de Alternativa é para os docentes e discentes. Nossa Chapa é plural e democrática, com o objetivo de construir uma alternativa que possa resgatar a dignidade e a força do Sinpro. Queremos uma categoria que possa olhar para o Sinpro e se identificar e participar de nossas conquistas.
       Nossa busca é resgatar a dignidade e a força do Sinpro-DF, levando a categoria a vitórias, tanto nas pautas salariais, quanto nas lutas cotidianas e no combate às opressões, fazendo com que o Sinpro-DF volte a ser um sindicato que consiga ter um papel preponderante na sociedade, influenciando outros sindicatos e a realidade do DF e do Brasil.
       Somente a mobilização e luta coletiva são capazes de trazer muitas vitórias. Nossa união aos movimentos sociais e sindicais pode dobrar qualquer governante que ouse nos atacar e retirar nossos direitos. E consideramos que esse é um dos pontos que merece atenção na ação sindical. A outra questão é o compromisso de unir a categoria na luta contra os ajustes fiscais de qualquer governo, em defesa de nossas conquistas e de nossas reivindicações.
       Rollemberg, aplica o ajuste fiscal, descumpre leis, congela salários, implementa a terceirização por meio das organizações Sociais (OS), retira direitos, não paga em pecúnia as licenças prêmios dos aposentados, diminui as verbas do PDAF e com a Câmara Legislativa quer impor medidas autoritárias com a “lei da mordaça”.
       Dilma, Temer, Cunha, Renan, Aécio e o Congresso corrupto estão unidos em aplicar o ajuste fiscal. Querem fazer uma nova reforma da previdência que iguala a idade de aposentadoria entre mulheres e homens, na qual estas se aposentariam com 60 anos, 5 anos a mais de trabalho, o que atinge nossa categoria, majoritariamente feminina. Querem aprovar o PL 257 que congela o salário do funcionalismo, impede a contratação de novos servidores públicos e ataca a aposentadoria integral ao instituir obrigatoriamente a previdência complementar privada.
O Governo sempre oferece o mínimo ou nada para a categoria, queremos acabar com isso, os Professores merecem respeito e dignidade, não estamos falando apenas de salário, queremos condições de trabalho: escolas reformadas, material para trabalho, lanches adequados para os alunos, segurança nas proximidades das escolas e muito mais. Nossas propostas se pautam nos 111 itens de reivindicações e queremos construir muitos outros juntos, pois um sindicato deve ser participativo e estar ao lado de sua categoria, só assim seremos fortes e respeitados para conseguirmos fazer um caminho de sucesso nas lutas.


       Três dos pontos que defendemos:

1.  Democratizar o Sinpro-DF: Nosso sindicato precisa voltar a ser dos trabalhadores em educação e não ser manipulado por uma burocracia sindical que só serve para defender os interesses dos governos.
2.  Renovar a cara do sindicalismo: Queremos ouvir a base. Sindicalismo truculento nunca mais.
3.  Sindicato independente de governos: Defender nossa categoria contra todo e qualquer governo que ataque nossos direitos.

       Não podemos deixar de ressaltar que o sindicalismo não é estático, ou seja, está constantemente transformando-se e criando novas formas de organização e ação. Já tivemos épocas de mobilizações e passeatas nas ruas, de greves, e até mesmo de ações mais radicalizadas. Agora é a época da diplomacia com mobilização constante, primeiro mobilizar a categoria e com a categoria mobilizada e pronta pra luta começar as negociações. Enfim, não desconsideramos que saúde e diversão contribuem para uma vida melhor, mas queremos deixar claro que o intuito do Sindicato é outro: É lutar para conquistar do Estado tudo aquilo que o trabalhador tem direito, incluindo saúde e bem estar.

       Entre nossas propostas temos:

·      Abertura de subsedes sindicais em todas as regionais para melhor atender a categoria;
·      Expandir o atendimento psicológico por regionais;
·      Aumento do auxilio-saúde para R$ 800,00 (inicialmente e de forma imediata com posterior progressão no aumento).
·      Comando de Greve com maioria da base;
·      Reforma Estatutária;
·      Valorização  das/dos Professoras/es com Necessidades Especiais (PNEs) e garantia da escolha prioritária de turmas.

       E temos muitas outras propostas e queremos também construir tantas outras com a categoria, pois um sindicato deve ser participativo e estar junto a sua categoria, só assim será forte e respeitado.

Professora Daneila Luiza - São Sebastião.

Professor Otoniel Linhares – Gama.

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Fonte: Chapa 3 — Alternativa
Clique na imagem abaixo para ampliá-la e ver melhor quem são os integrantes da Chapa 3, a Chapa Alternativa.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Chapa 3 —Alternativa, uma Oposição de Esquerda para a diretoria do Sinpro-DF; eleições serão nos próximos dias 18 e 19 e elege a direção para o triênio 2016-2019

Terça, 10 de maio de 2016

Chapa 03 – Alternativa - SINPRO-DF

OPOSIÇÃO DE ESQUERDA

       O processo democrático ocorre a todo o momento em nossas vidas, mudança deve fazer parte do todo cotidiano. A Chapa 3 –Alternativa - é oposição de esquerda à atual Diretoria do Sinpro -DF e busca justamente a mudança para melhor. Ainda como Movimento Alternativa, surgimos durante a Greve de Professoras(es) e Orientadoras(es) de 2015, querendo uma autonomia nos posicionamentos do Sinpro-DF frente ao governo como forma de respeito à categoria, uma participação de fato e efetiva para conquistarmos nossos direitos e buscarmos uma melhoria na educação do Distrito Federal.  O que vimos na greve de 2015, e em outros momentos, foi uma má gestão nas lutas resultando nas poucas e equivocadas ações da atual diretoria sindical.
Somos professores de diferentes idades, gêneros, etnias, orientações sexuais, culturas e perspectivas políticas distintas. A nossa bandeira de Alternativa é para os docentes e discentes. Nossa Chapa é plural e democrática, com o objetivo de construir uma alternativa que possa resgatar a dignidade e a força do Sinpro. Queremos uma categoria que possa olhar para o Sinpro e se identificar e participar de nossas conquistas.
       Nossa busca é resgatar a dignidade e a força do Sinpro-DF, levando a categoria a vitórias, tanto nas pautas salariais, quanto nas lutas cotidianas e no combate às opressões, fazendo com que o Sinpro-DF volte a ser um sindicato que consiga ter um papel preponderante na sociedade, influenciando outros sindicatos e a realidade do DF e do Brasil.
       Somente a mobilização e luta coletiva são capazes de trazer muitas vitórias. Nossa união aos movimentos sociais e sindicais pode dobrar qualquer governante que ouse nos atacar e retirar nossos direitos. E consideramos que esse é um dos pontos que merece atenção na ação sindical. A outra questão é o compromisso de unir a categoria na luta contra os ajustes fiscais de qualquer governo, em defesa de nossas conquistas e de nossas reivindicações.
       Rollemberg, aplica o ajuste fiscal, descumpre leis, congela salários, implementa a terceirização por meio das organizações Sociais (OS), retira direitos, não paga em pecúnia as licenças prêmios dos aposentados, diminui as verbas do PDAF e com a Câmara Legislativa quer impor medidas autoritárias com a “lei da mordaça”.
       Dilma, Temer, Cunha, Renan, Aécio e o Congresso corrupto estão unidos em aplicar o ajuste fiscal. Querem fazer uma nova reforma da previdência que iguala a idade de aposentadoria entre mulheres e homens, na qual estas se aposentariam com 60 anos, 5 anos a mais de trabalho, o que atinge nossa categoria, majoritariamente feminina. Querem aprovar o PL 257 que congela o salário do funcionalismo, impede a contratação de novos servidores públicos e ataca a aposentadoria integral ao instituir obrigatoriamente a previdência complementar privada.
O Governo sempre oferece o mínimo ou nada para a categoria, queremos acabar com isso, os Professores merecem respeito e dignidade, não estamos falando apenas de salário, queremos condições de trabalho: escolas reformadas, material para trabalho, lanches adequados para os alunos, segurança nas proximidades das escolas e muito mais. Nossas propostas se pautam nos 111 itens de reivindicações e queremos construir muitos outros juntos, pois um sindicato deve ser participativo e estar ao lado de sua categoria, só assim seremos fortes e respeitados para conseguirmos fazer um caminho de sucesso nas lutas.


       Três dos pontos que defendemos:

1.  Democratizar o Sinpro-DF: Nosso sindicato precisa voltar a ser dos trabalhadores em educação e não ser manipulado por uma burocracia sindical que só serve para defender os interesses dos governos.
2.  Renovar a cara do sindicalismo: Queremos ouvir a base. Sindicalismo truculento nunca mais.
3.  Sindicato independente de governos: Defender nossa categoria contra todo e qualquer governo que ataque nossos direitos.

       Não podemos deixar de ressaltar que o sindicalismo não é estático, ou seja, está constantemente transformando-se e criando novas formas de organização e ação. Já tivemos épocas de mobilizações e passeatas nas ruas, de greves, e até mesmo de ações mais radicalizadas. Agora é a época da diplomacia com mobilização constante, primeiro mobilizar a categoria e com a categoria mobilizada e pronta pra luta começar as negociações. Enfim, não desconsideramos que saúde e diversão contribuem para uma vida melhor, mas queremos deixar claro que o intuito do Sindicato é outro: É lutar para conquistar do Estado tudo aquilo que o trabalhador tem direito, incluindo saúde e bem estar.

       Entre nossas propostas temos:

·      Abertura de subsedes sindicais em todas as regionais para melhor atender a categoria;
·      Expandir o atendimento psicológico por regionais;
·      Aumento do auxilio-saúde para R$ 800,00 (inicialmente e de forma imediata com posterior progressão no aumento).
·      Comando de Greve com maioria da base;
·      Reforma Estatutária;
·      Valorização  das/dos Professoras/es com Necessidades Especiais (PNEs) e garantia da escolha prioritária de turmas.

       E temos muitas outras propostas e queremos também construir tantas outras com a categoria, pois um sindicato deve ser participativo e estar junto a sua categoria, só assim será forte e respeitado.

Professora Daneila Luiza - São Sebastião.

Professor Otoniel Linhares – Gama.

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Fonte: Chapa 3 — Alternativa
Clique na imagem abaixo para ampliá-la e ver melhor quem são os integrantes da Chapa 3, a Chapa Alternativa.