Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 23 de janeiro de 2016

Problema antigo: Administrações repletas de cargos comissionados

Sábado, 23 de janeiro de 2016
Na Administração Regional do Riacho Fundo: 90,91% dos servidores são comissionados

Por HELENA MADER e MATHEUS TEIXEIRA - correio braziliense/Ed Alves/CB/D.A Press
e Blog do Sombra
 
Os órgãos vinculados às regiões administrativas confirmam o papel histórico de moeda de troca com os deputados distritais ao empregarem, em alguns casos, mais de 90% de funcionários que não são de carreira. ...
 
O balanço do número de cargos comissionados no governo local, publicado no Diário Oficial do DF, expôs um problema antigo da máquina pública brasiliense: a falta de profissionais de carreira nas administrações regionais. As unidades, historicamente usadas como moedas de troca para conquistar apoio de deputados distritais, desempenham o mesmo papel na gestão de Rodrigo Rollemberg (PSB). O chefe do Executivo local promete mudar esse cenário, mas a falta de dinheiro dificulta a realização de concursos públicos. Desde que assumiu, o socialista reduziu a quantidade de comissionados, de 16,9 mil para 12,8 mil. O percentual de servidores sem vínculo com o Estado em funções de confiança baixou de 50,4% para 40,3% — o governo quer chegar a 20%.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Farra dos cargos corre solta na Terracap

Quinta, 29 de agosto de 2013


 

















Carla Rodrigues
carla.rodrigues@jornaldebrasilia.com.br
A Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) está indo para um caminho sem volta. Segundo servidores da empresa, mesmo com os gastos bilionários dos últimos anos e as dívidas acumuladas, eles foram surpreendidos com a notícia da criação de mais duas diretorias no quadro: uma de habitação e outra financeira. Com isso, asseguram, as despesas aumentariam cerca de R$ 3 milhões ao mês, ou seja, R$ 36 milhões por ano. 

Contrariando  decisão do Ministério Público do Trabalho de 2009, ainda em vigor, que determinou a extinção da contratação e criação de outros cargos comissionados na autarquia, as novas funções serviriam para abrigar mais cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS), que hoje custam R$ 5 milhões à companhia. 

Apesar da decisão, a Terracap criou, em 2011, o cargo de secretário executivo, com remuneração de R$ 33 mil, atualmente ocupado pelo auditor tributário da Secretaria de Fazenda, Francisco Otávio Miranda. Ao todo, o servidor ganha R$ 55 mil, já que recebe também mais R$ 22 mil da pasta da Fazenda. Em razão do descumprimento, a procuradora do Trabalho Dinamar Cely Hoffman enviou notificação à companhia em julho de 2012.  O texto requer o acolhimento definitivo do pedido inicial: cessar na autarquia a admissão de trabalhadores a título de emprego em comissão ou cargo em comissão. 

Leia a íntegra acessando os dois links abaixo.