Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador holocausto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador holocausto. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Em cerimônia virtual promovida pelo UNIC Rio, brasileiros pedem: “Holocausto, nunca mais”

Quinta, 28 de janeiro de 2021

Da ONU Brasil

Em cerimônia virtual para o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, lembrado em 27 de janeiro, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que é urgente deter os supremacistas brancos e neonazistas que usam a pandemia para atingir minorias. Na ocasião, mais de 80 pessoas pediram: “Holocausto, nunca mais”.

A declaração de Guterres foi transmitida em vídeo durante evento organizado pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e a Federação Israelita do Rio de Janeiro (FIERJ). Neste ano, o tema para a data é “Enfrentando as consequências: recuperação e reconstituição após o Holocausto”.

Vista aérea do Memorial às Vítimas do Holocausto, inaugurado no Rio de Janeiro em dezembro de 2020
Vista aérea do Memorial às Vítimas do Holocausto, inaugurado no Rio de Janeiro em dezembro de 2020

A cerimônia online – respeitando o distanciamento social para evitar o contágio da COVID-19 - teve a presença remota de mais de 85 pessoas e a apresentação de um canto religioso judaico em memória das vítimas. Contou ainda com as participações dos embaixadores de Israel,  Yossi Avraham Shelley, e da Alemanha, Heiko Thoms, do presidente da Associação Cultural Memorial do Holocausto e da FIERJ, Alberto Klein, do sobrevivente do holocausto Fred Sabotka, da presidente de Honra da Associação Cultural do Memorial às Vítimas do Holocausto, Teresa Bergher, e da representante da mesma associação, Sofia Debora Levy, além da representante do conselho juvenil da comunidade judaica, Gabriella Margulies.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

‘Tempo faz esquecer tudo, menos o Holocausto’, diz sobrevivente no Rio de Janeiro

Quinta, 30 de janeiro de 2020
Da ONU Brasil
Freddy Siegfried Glatt nasceu em Berlim, na Alemanha, em 1928. Após a ascensão do regime nazista, perdeu seus dois irmãos mais velhos e avós maternos, assassinados no campo de concentração e extermínio de Auschwitz-Birkenau, na Polônia ocupada.
Em 1947, conseguiu fugir com a mãe para o Brasil, onde reconstruiu sua vida. Hoje, aos 92 anos, ele contou sua história em cerimônia para o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, realizada na terça-feira (28), no Rio de Janeiro (RJ).


“Há um ditado que diz que o tempo faz esquecer. Isso se aplica a tudo, menos à lembrança do Holocausto”, disse Glatt na presença de mais de 100 pessoas no evento organizado por Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio), Consulado Geral da Alemanha e Federação Israelita do Rio de Janeiro (FIERJ) no Centro Cultural da Justiça Federal.
Atual presidente da Associação dos Sobreviventes do Holocausto do Rio de Janeiro, Glatt já relatou em centenas de palestras como superou as barbáries do genocídio. Em 2018, lançou o livro “Roubaram minha infância”.