Chegamos aos 39 anos com a mesma cara de quem não aceita calar sobre direitos básicos, só que agora com mais estratégia e escuta ativa. Renovamos o compromisso de colocar consumidores mais vulneráveis no centro, especialmente num mundo onde alimentação, clima, dados e saúde se cruzam cada vez mais. A novidade é que vamos além da denúncia: queremos ampliar o impacto social, fortalecer o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e incidir com mais força em políticas públicas. E tudo com total independência, sem patrocínio de empresa ou governo. Queremos estar ainda mais perto de quem mais precisa, porque defender as pessoas consumidoras é, antes de tudo, enfrentar desigualdade. Vem com a gente que os próximos anos prometem muita luta e transformação. Idec