Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

OPINIÃO: O ministro que se confundiu a si mesmo com um prêmio

Terça, 21 de fevereiro de 2017
O ministro sumirá da história e a obra do premiado fica, enquanto houver alguma forma de livro no planeta.

Do jornal Público (Portugal)



20 de Fevereiro de 2017

1. A cerimónia de entrega do Prémio Camões, o maior da língua portuguesa, sexta-feira passada, em São Paulo, foi um retrato do que está em curso no Brasil, mas não só. Revelou a que ponto um ministro não distingue Estado e governo, confundindo-se a si mesmo com um prémio. E como querer separar cultura e política leva a uma política sem cultura.

2. O premiado desta edição era o brasileiro Raduan Nassar. A decisão, unânime, foi tomada em Maio de 2016 por um júri composto por críticos e escritores de vários países de língua portuguesa. O anúncio coincidiu com o início do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Mas não era esse governo, ou um seu sucessor, que atribuía o prémio a Raduan Nassar, e sim um júri independente. Aos governos de Portugal e Brasil que na altura da entrega estivessem em funções competiria cumprir, em nome dos Estados, o compromisso que existe desde que o prémio foi instituído, assegurando o montante em dinheiro. Os premiados do Camões não são escolhas de nenhum governo. Qualquer confusão em relação a isto será um insulto à ideia do prémio, aos júris que já o atribuíram, a cada nome que o recebe, e a quem acredita na sua independência.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Roberto Freire, ministro da Cultura, é chamado de golpista e dá piti em Pernambuco

Sábado, 24 de dezembro de 2016
Do Jornal do Brasil/Heloisa Tolipan (www.heloisatolipan.com.br)

Roberto Freire se exaltou no Palácio do Campo das Princesas, área central do Recife

Roberto Freire, Ministro da Cultura, deu um piti durante a cerimônia de entrega da titulação de Patrimônio Cultural Brasileiro no Palácio do Campo das Princesas, área central do Recife, em Pernambuco.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Frouxidão moral do governo e descalabro nas obras

Segunda, 13 de janeiro de 2014

Roberto Freire no Brasil Econômico: Frouxidão moral do governo e descalabro nas obras

Foto: Robson Gonçalves
Roberto Freire no Brasil Econômico: Frouxidão moral do governo e descalabro nas obras
Para Freire, governo age com irresponsabilidade na precificação de obras  
Por: Roberto Freire
Do site do PPS
Cumprindo seu próprio vaticínio feito em março de 2013, em mais um dos inúmeros atos de campanha disfarçados sob roupagem institucional, Dilma Rousseff começou o ano da eleição "fazendo o diabo" para obter mais um mandato. Ao sancionar a Lei de Diretrizes Orçamentárias, a petista vetou artigos que definiam tabelas oficiais com referências de preços para projetos rodoviários e de construção civil, mantidas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes e pela Caixa. É a primeira vez em 14 anos que os parâmetros de precificação para obras públicas não aparecem na peça orçamentária.


A frouxidão moral que marca o governo do PT levou a presidente-candidata a transpor essas regras para um decreto que pode ser alterado pelo Planalto a qualquer momento, sem depender de autorização do Legislativo. Em tese, os vetos de Dilma até poderiam ser derrubados em sessão conjunta do Congresso,mas essa chance é remotíssima diante da esmagadora maioria governista na Câmara e no Senado.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Roberto Freire (PPS) chama Agnelo Queiroz de pessoa desclassificada

Segunda, 19 de agosto de 2013

Roberto Freire condena ataques de fantasmas em redes sociais e critica governador do DF

Foto: Tuca Pinheiro
Roberto Freire condena ataques de fantasmas em redes sociais e critica governador do DF
Para Freire, pessoas que adotam a prática não merecem o respeito

Por: Roberto Emerich
O presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), condenou a prática adotada por empresas pagas pelo governo do Distrito Federal de criar perfis falsos em redes sociais com o objetivo de criticar e atacar adversários políticos e elogiar ações do governador do PT, Agnelo Queiroz. Freire disse que Agnelo é uma pessoa desclassificada e que não deveria estar utilizando dinheiro público para tentar denegrir a imagem de opositores.

Segundo reportagem publicada neste sábado pela revista Veja, empresas de publicidade em Brasília teriam sido contratadas pelo governo do Distrito Federal para perseguir adversários políticos. De acordo com a denúncia, a Sarkis Comunicação operava e administrava contas falsas, mais conhecidas como “fake”, em redes sociais que tinham como dever realizar ataques contra opositores de Agnelo. Ainda segundo a matéria, o dinheiro utilizado para a ação era pago por outra empresa de publicidade, a Agnelo Pacheco, responsável pela conta de publicidade do governo distrital.

A Veja mostrou como Freire teria sido criticado gratuitamente na rede Twitter por uma das contas administradas e operadas por ex-funcionários que denunciaram o esquema. O parlamentar criticou o governador do Distrito Federal e afirmou que pessoas que utilizam as redes sociais para realizar ataques contra adversários não merecem o respeito.

“O governador de Brasília é uma pessoa desclassificada que utiliza recursos públicos para criar fakes em redes sociais com o objetivo de criticar e atacar. Lamento apenas ter respondido esses fakes achando serem de cidadãos brasileiros”, disse.

Fonte: Site do PPS Nacional

sábado, 25 de maio de 2013

Dilma e a manipulação estatística da miséria

Sábado, 25 de maio de 2013
Por Roberto Freire 
Deputado federal por São Paulo e presidente nacional da Mobilização Democrática (MD)

A um ano e meio das eleições presidenciais, a máquina de propaganda petista tem novo slogan para impulsionar a candidatura de Dilma Rousseff: “O fim da miséria é só o começo”.

Em fevereiro, a presidente, que está em campanha e já havia declarado que pode "fazer o diabo" para vencer uma eleição, anunciou: "Por não termos abandonado o nosso povo, a miséria está nos abandonando".

Trata-se de mais um exemplo do populismo rasteiro que marca os dez anos de poder do PT e da falsa propaganda que ilude, distorce a realidade, e vende um país de fantasia descolado do Brasil real.

Reportagem publicada pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostrou, com base em dados disponibilizados pelo próprio Ministério do Desenvolvimento Social, que a erradicação da miséria é mais uma falácia do petismo. Isso porque o governo utiliza, ao menos desde junho de 2011, o valor de R$ 70 para estabelecer a chamada "linha da miséria", limite de ganho mensal abaixo do qual uma pessoa é considerada miserável.

O índice jamais foi reajustado de acordo com o aumento da inflação no período, de 10,8%, segundo o IPCA. Com a correção desse valor, os R$ 70 chegariam a R$ 77,56.

Leia a íntegra no Brasil Econômico

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Serys Slhessarenko, nova relatora do Orçamento da União, deve deixar o cargo, defende Roberto Freire

Segunda, 13 de dezembro de 2010
A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) assumiu a relatoria do orçamento com a renúncia do senador Gim Argello (PTB-DF), abatido por denúncias de ter apresentado emendas parlamentares para ONGs fantasmas. A nova relatora agora se encontra em palpos de aranha, depois que se descobriu que uma ONG presidida por sua assessora Liliane Muhlemberg recebeu mais de 4 milhões de reais. E também para projetos na área de turismo, como foram os casos do senador Gim.
Roberto Freire, presidente nacional do PPS, alfineta: “Não é possível que o governo não tenha um senador ficha-limpa para ser relator do Orçamento”.