“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 16 de maio de 2020

Mais terceirização em Santos: Custo por leito no Hospital Vitória chega a R$150 MIL

Sábado, 16 de maio de 2020
O alto valor de custeio por leito no hospital de campanha chama a atenção, se comparado com outras cidades

Do site Ataque aos Cofres Públicos
HOSPITALVITORIA2
 Reformado com recursos da Prefeitura (R$ 4,9 milhões) para atender especificamente os pacientes de covid-19, o Hospital Vitória, que dispõe de 130 leitos, tem previsão de iniciar atendimento na semana que vem, dia 22, com R$ 19 milhões disponíveis para custeio – verba oriunda do Estado.
Como já se sabe, o prefeito de Santos decidiu colocar uma organização social (OS) para gerenciar o chamado Hospital de Campanha. O estranho é que o custo por leito chega a R$ 150 mil. Só a empresa Instituto Social Hospital Alemão Oswaldo Cruz vai ficar com R$ 15 milhões.
A OS é a mesma que já fatura alto na gestão do Hospital dos Estivadores. Por mês ela faturará R$ 48,7 mil por leito.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Auditoria determina interdição do Hospital gerido por OS em Goiânia; "Objetivo da interdição é a preservação da saúde e da vida de trabalhadores e pacientes daquela unidade hospitalar", afirma o MPF

Quinta, 2 de maio de 2019
Do
Ataque aos Cofres Públicos

Auditoria determina interdição do Hospital gerido por OS em Goiânia

Fonte: Dia On Line
Gerido pela organização social (IGH), o Hospital Materno Infantil (HMI) de Goiânia (GO) teve os postos de enfermagem e as enfermarias interditados devido a problemas de limpeza e higienização hospitalar. E mais: apresentaram problemas na estrutura e falta de condições de conforto e higiene para os trabalhadores.

Os problemas são parte do diagnóstico apontado por uma auditoria que durou quatro meses no local e que foi acompanhada de perto pelo Ministério Público Federal (MPF).

O documento foi elaborado pela Superintendência Regional do Trabalho (SRT), com a interdição total da unidade hospitalar.

Além da SRT e o MPF, participaram da ação fiscais do Conselho Regional de Farmácia e constaram durante os levantamentos problemas na instalação elétrica, na estrutura do hospital, hidráulica, superlotação e degradação do prédio, entre outras irregularidades.

Conforme publicação de um Jornal local, o documento que determina a interdição do hospital vai ser entregue a Secretaria do Estado de Saúde de Goiás (SES-GO), e a organização social (OS) Instituto de Gestão e Humanização (IGH), responsável por gerir a unidade. A coordenação do hospital tem o prazo de 10 dias para apresentar um cronograma para desocupação do prédio.

O termo que vai ser entregue amanhã, impede também a entrada de novos pacientes no Materno Infantil até a farmácia ser regularizada.
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Direitos Humanos: Nota de esclarecimento sobre a interdição do Hospital Materno Infantil (HMI) de Goiânia

Do MPF
Objetivo da interdição é a preservação da saúde e da vida de trabalhadores e pacientes daquela unidade hospitalar

O Ministério Público Federal (MPF) em Goiás esclarece que o Termo de Interdição (TI) do Hospital Materno Infantil é resultado de quatro meses de minuciosa auditoria da Superintendência Regional do Trabalho em Goiás (SRT/GO), acompanhada pelo próprio MPF e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) em Goiás.


De acordo com o procurador da República Ailton Benedito, a decisão pela interdição do HMI foi ponderada, razoável e unânime entre os órgãos envolvidos. O objetivo da medida, segundo o procurador, é a preservação da saúde e da vida de trabalhadores e pacientes daquela unidade hospitalar. “Cabe aos órgãos e entidades responsáveis pelo HMI e à própria sociedade a reflexão sobre a continuidade das atividades de um hospital público, especialmente voltado a gestantes e recém-nascidos, naquele contexto caótico”, pontua Benedito.

Por fim, o MPF esclarece que a interdição está focada, neste momento, no fluxo de pacientes baseado nos sistemas de regulação do SUS, com o fito do não encaminhamento de pacientes acima da capacidade de atendimento do hospital. A partir da entrega do Termo de Interdição, ocorrida na manhã de terça-feira (30), foi dado o prazo de dez dias à Secretaria Estadual de Saúde de Goiás (SES/GO) e ao Instituto de Gestão e Humanização (IGH) para a apresentação de um plano de contingência que deverá conter, entre outros itens, as ações tomadas em curto, médio e longo prazos para que o HMI ofereça as mínimas condições de atendimento.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Justiça determina dissolução da Cooperativa de Ações de Saúde Ltda. (Cooper-Ação)

Quarta, 11 de julho de 2018
Do MPT no DF
Decisão atende pedido do MPT, que constatou fraude na Cooperativa
O juiz da 12ª Vara do Trabalho de Brasília, Carlos Augusto de Lima Nobre, atendeu aos pedidos do Ministério Público do Trabalho (MPT), representado pela procuradora Daniela Costa Marques e decretou a dissolução da Cooperativa de Ações de Saúde Ltda. (Cooper-Ação), por fraude na relação de emprego.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Conselho de Saúde aprova emendas parlamentares para entidade formada por vários conselheiros

Segunda, 9 de julho de 2018
Do Ataque aos Cofres Públicas


Instituição receberá R$ 144 mil; aplicação do dinheiro será “fiscalizada” por conselheiros de saúde que estão no quadro diretivo da entidade.

Raposa tomando conta do galinheiro. Apesar de clichê, esta é a frase que melhor se encaixa na definição do que o Conselho Municipal de Saúde de Santos (CMSS) aprovou recentemente.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Justiça proíbe que hospital contrate servidores por meio de fundação

 Quarta, 21 de junho de 2017
Do MPF
Sentença também estabeleceu que hospital deve instalar ponto eletrônico
Atendendo a pedido do Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA), a Justiça Federal determinou que a Universidade Federal do Pará (UFPA) não pode fazer novas contratações para o Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza por meio da Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp). A sentença também estabeleceu que o hospital deve implantar ponto eletrônico para controle da carga horária dos servidores.
A sentença, que foi remetida para publicação na última sexta-feira (16), entendeu que o hospital feria o princípio da impessoalidade porque contratava mediante indicação de candidatos e seleção prévia apenas por meio de análise curricular, entrevistas e análise de perfil.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Audiência pública: população é convidada a debater serviços sociais autônomos de saúde; Modelos Sarha e 'Instituto HBDF' serão discutido

Sexta, 2 de junho de 2017
"Hoje, como hospital da rede pública de saúde, os critérios de atendimento do HBDF não excluem pacientes. Ao contrário do Sarah, que não atende emergências e seleciona aqueles que serão atendidos em ambulatório de forma bastante restritiva, especialmente, pacientes com algum tipo de infecção ou prognóstico menos favorável” (Marisa Isar, MPDFT)

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Do MPDF
Evento será realizado em 8 de junho, das 13h30 às 18h30

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e a Procuradoria da República no Distrito Federal (PR/DF) promovem, em 8 de junho, a audiência pública “A atuação do serviço social autônomo de saúde no âmbito do SUS”. O objetivo do evento é discutir as atribuições e a fiscalização dos chamados serviços sociais autônomos, que deveriam atuam de forma complementar ao Sistema Único de Saúde.