Domingo, 17 de janeiro de 2021
Aldemario Araujo Castro
Advogado
Professor
Mestre em Direito
Procurador da Fazenda Nacional
Brasília, 15 de janeiro de 2021
Difteria, tétano, paralisia infantil, sarampo, caxumba, rubéola, entre outras, são doenças altamente contagiosas. Já foram tristemente comuns em passado recente. Atualmente, são muito raras no Brasil.
O que tornou as doenças mencionadas verdadeiras raridades? Quase todos sabem a resposta para essa indagação. Trata-se de um avanço técnico-científico conhecido como vacina.
Qualquer pesquisa despretensiosa identificará que o médico inglês Edward Jenner, no final do século XVIII, constatou e experimentou a ideia de que provocar uma enfermidade de forma tênue evitaria que a mesma fosse contraída de maneira mais grave. O veículo de provocação da doença de forma branda passou a ser chamado de vacina. Basicamente, ela estimula o sistema imune a produzir elementos de defesa do organismo (anticorpos). Essa memória imunológica conseguirá acelerar intensamente a resposta do corpo diante dos verdadeiros agentes patogênicos (a doença em si).

