“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Operação Pripyat: Desdobramento da Lava Jato no Rio aprofunda investigação de corrupção e lavagem de dinheiro na construção da Usina de Angra 3 pela Eletronuclear

Quarta, 6 de julho de 2016
Do MPF no Rio de Janeiro
Ação do MPF e da PF teve por finalidade descortinar a atuação de outros funcionários públicos, além do ex-presidente da estatal Othon Luiz Pinheiro da Silva - que teve sua prisão preventiva novamente decretada - no esquema de recebimento de propina pela Andrade Gutierrez e por outras empreiteiras


Nesta quarta-feira, 6 de julho, foram cumpridas pela Polícia Federal (PF) medidas cautelares pedidas pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) com a finalidade de obter provas adicionais de crimes de organização criminosa, fraudes licitatórias, corrupção e lavagem de dinheiro decorrentes de contratos da Eletronuclear, empresa subsidiária da Eletrobras, em especial dos ajustes celebrados pela construtora Andrade Gutierrez para as obras de construção civil da Usina de Angra 3. Foram expedidos sete mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária, nove mandados de condução coercitiva, um mandado de suspensão do exercício de função pública, determinado o bloqueio de bens e ativos de 17 pessoas físicas e jurídicas e expedidos mandados de busca e apreensão em endereços residenciais ou profissionais de 21 pessoas físicas e jurídicas.

Os principais alvos da operação são Luiz Antonio de Amorim Soares, Edno Negrini, Persio José Gomes Jordani, Luiz Manuel Amaral Messias e José Eduardo Brayner Costa Mattos, que ocuparam funções de direção ou superintendência nos altos escalões da Eletronuclear, tendo sido apurado que receberam propina, em dinheiro vivo ou por contratos fictícios com empresas interpostas, paga pela Andrade Gutierrez.

domingo, 8 de maio de 2016

Sérgio Moro homologa acordo de leniência da Andrade Gutierrez com o MPF

Domingo, 8 de maio de 2016
Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro homologou acordo de leniência entre a empreiteira Andrade Gutierrez e o Ministério Público Federal (MPF), pelo qual a empresa pagará R$ 1 bilhão de indenização. A informação foi divulgada neste domingo (8) pela empreiteira, que amanhã (9) explicará os termos do acordo em nota que será publicada nos principais veículos de comunicação do país. A nota já foi antecipada, porém, e publicada na íntegra por alguns veículos.

Na nota, a empresa pede desculpas ao povo brasileiro. "Reconhecemos que erros graves foram cometidos nos últimos anos e, ao contrário de negá-los, estamos assumindo-os publicamente. Entretanto, um pedido de desculpas, por si só, não basta: é preciso aprender com os erros praticados e, principalmente, atuar firmemente para que não voltem a ocorrer", diz o texto.

A nota explica que a Andrade Gutierrez concluiu a negociação de acordo de leniência com o Ministério Público Federal, iniciada em outubro de 2015, e que durante os últimos meses vem prestando todos os esclarecimentos devidos sobre assuntos pertinentes à Operação Lava Jato.

Os acordos de colaboração premiada dos ex-executivos da empresa foram homologados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no início de abril deste ano, e o acordo de leniência da companhia foi homologado pelo juiz Sérgio Moro na última quinta-feira (5), de acordo com a Andrade Gutierrez.
A empresa diz ainda que vai colaborar com as autoridades no decorrer das investigações.

Leia a íntegra da nota:

Pedido de desculpas e manifesto por um Brasil melhor

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Teori homologa delação da Andrade Gutierrez que cita campanha de Dilma

Quinta, 7 de abril de 2016
Campanha petista afirma que arrecadação está de acordo com a legislação eleitoral

Do Jornal do Brasil
O relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Teori Zavascki, homologou o acordo de delação premiada do empresário Otávio de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, e de Flávio Barra, ex-executivo da empreiteira.

Propinas oriundas da Petrobras teriam sido utilizadas pela Andrade Gutierrez como doações à campanha da presidente Dilma Rousseff em 2010 e 2014. A informação foi dada por Otávio de Azevedo, em delação premiada à Procuradoria-Geral da República.

Andrade Gutierrez pagou campanha de Dilma com propina, diz jornal

Quinta, 7 de abril de 2016
Do Congresso em Foco
Segundo a Folha de S. Paulo, ex-presidente da empreiteira afirmou em delação premiada que grande parte do dinheiro doado pelo grupo às campanhas de Dilma em 2010 e 2014 era fruto de obras superfaturadas da Petrobras

A empreiteira Andrade Gutierrez, a segunda maior do país, fez doações legais às campanhas da presidente Dilma Rousseff (PT) e de seus aliados com dinheiro proveniente de obras superfaturadas da Petrobras e do sistema elétrico. A revelação foi feita pelo ex-presidente da construtora Otávio Marques de Azevedo em sua delação premiada. O empresário apresentou ainda uma planilha com os trâmites do esquema à Procuradoria-Geral da República (PGR). As informações são do jornal Folha de S. Paulo. Continue lendo

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Juiz volta atrás e ex-presidente da Andrade Gutierrez é solto pela 2ª vez

Quinta, 11 de fevereiro de 2016
Da Tribuna da Bahia / iG São Paulo

Delator da Lava Jato, Otávio Marques de Azevedo vai cumprir prisão domiciliar em SP, segundo advogado confirmou ao iG

A Justiça Federal do Rio de Janeiro voltou atrás e decidiu soltar mais uma vez o ex-presidente da empreiteira Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo. Ele passou a última noite na carceragem da Polícia Federal na capital paulista.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Ex-presidente da Andrade Gutierrez volta para a prisão

Quarta, 10 de fevereiro de 2016
Otávio Marques de Azevedo cumpria prisão domiciliar há cinco dias, porém, por determinação de juiz federal do Rio de Janeiro, voltou para o regime fechado

Do Congresso em Foco

O empresário Otávio Marques de Azevedo, presidente afastado da Andrade Gutierrez, voltou hoje (10) para a carceragem da Polícia Federal em São Paulo. Ele estava em prisão domiciliar há cinco dias, porém, por ordem expedida pelo juiz Marcelo da Costa Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, voltou ao regime fechado.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Êta! Operação Lava Jato: Ex-executivos de empreiteira fecham delação e devem cumprir prisão domiciliar

Sexta, 5 de fevereiro de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
Dois ex-executivos da Empreiteira Andrade Gutierrez, presos na Operação Lava Jato em junho do ano passado, vão cumprir prisão domiciliar.

Conforme acordo de delação premiada assinado com o Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente da empreiteira, Otávio Marques de Azevedo, e o ex-diretor Elton Negrão passarão a ser monitorados por tonozeleira eletrônica.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MPF reitera pedido de condenação de ex-executivos da Andrade Gutierrez

Terça, 26 de janeiro de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) reiterou hoje (26) à Justiça Federal em Curitiba pedido de condenação de ex-executivos da empreiteira Andrade Gutierrez e ex-diretores da Petrobras investigados na Operação Lava Jato pelos crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Lava-Jato: Ex-executivos do grupo Andrade Gutierrez têm pedidos de liberdade negados

Quinta, 14 de janeiro de 2016
Do STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, no exercício do plantão da Corte, negou pedidos de liminar em Habeas Corpus (HCs 132219 e 132221) impetrados em defesa de Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, e de Elton Negrão de Azevedo Júnior, ex-diretor da unidade de negócios industriais da construtora, presos em decorrência de desdobramentos da operação Lava-Jato. Nas decisões, o ministro destacou que, em análise preliminar, não há ilegalidade flagrante nas prisões preventivas decretadas contra Otávio e Elton.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Lava Jato: STJ mantém presidente e outro executivo da Andrade Gutierrez na cadeia

Sexta, 11 de dezembro de 2015
Do STJ
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou habeas corpus e manteve presos preventivamente o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, e o executivo da construtora Élton Negrão de Azevedo Júnior, réus na operação Lava Jato, que investiga casos de corrupção e fraudes em licitações da Petrobras.  O colegiado também negou liberdade ao publicitário Ricardo Hoffman - condenado a 12 anos de prisão -, e adiou o julgamento do habeas corpus de Rogério Santos de Araújo, também executivo da Odebrecht. Assim como os diretores da construtora, eles continuarão presos preventivamente.  
Durante a sessão, o ministro Félix Fischer, presidente da Quinta Turma, disse que é necessária “firme atuação” do Judiciário no julgamento dos casos de corrupção praticados na Petrobras. “São crimes gravíssimos que deixam a sociedade perplexa”, afirmou.