Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Renato Duque consegue habeas corpus no STF, mas continuará preso pela Lava Jato

Quinta, 20 de abril de 2017
André Richter - da Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio revogou hoje (20) um dos mandados que sustentam a prisão do ex-diretor da Área Internacional da Petrobras Renato Duque. Apesar da decisão favorável, Duque continuará preso porque existem outros mandados que foram expedidos pelo juiz federal Sérgio Moro na Operação Lava Jato.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Lava Jato: MPF defende manutenção de prisão preventiva de Renato Duque

Segunda, 25 de julho de 2016
Do MPF
Em parecer, subprocurador-geral da República sustenta risco de reiteração criminosa, caso o réu seja posto em liberdade

Lava Jato: MPF defende manutenção de prisão preventiva de Renato Duque
Foto: João Américo/Secom/PGR 
 
Em parecer encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), na sexta-feira, 22 de julho, o subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino defende que seja mantida a prisão preventiva do ex-diretor de serviços da Petrobras Renato Duque, decretada pela 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, em dezembro. Para ele, a soltura do réu poderia atrapalhar a condução das investigações, além de representar um risco para a prática de novos delitos. Duque responde por corrupção passiva e associação criminosa, por envolvimento na Lava Jato e pelo recebimento de propina.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Operação Lava Jato: TRF mantém prisão preventiva de Renato Duque

Quarta, 13 de abril de 2016
Do MPF
MPF se manifestou contrário ao habeas corpus da defesa do réu
PRR2: decisão mantém prisão preventiva de Renato Duque
Por dois votos a um, a Primeira Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) manteve nessa terça-feira, 12 de abril, a prisão preventiva do ex-diretor de serviços da Petrobrás Renato Duque. A decisão seguiu parecer da Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2), que defendeu a medida como forma de garantir a ordem pública e a conveniência da instrução criminal.

A PRR2 rechaçou a tese apresentada no habeas corpus de que a liberdade de Duque não ofereceria risco, uma vez que ele está afastado desde 2012 da Petrobrás. No parecer, a procuradora regional da República Neide Cardoso sustentou que há fortes indícios do delito cometido e que, em função dos contatos políticos do réu e dos recursos financeiros à sua disposição, há probabilidade de que ele se furte à aplicação da lei penal. 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

STF nega liberdade ao ex-diretor da Petrobras Renato Duque

Terça, 23 de fevereiro de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou hoje (23) pedido para libertar o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, condenado na Operação Lava Jato. Duque está preso há 11 meses no Complexo Médico Penal, em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Por unanimidade, os ministros seguiram voto do relator, ministro Teori Zavascki, e negaram habeas corpus impetrado pela defesa de Duque. De acordo com o relator, não houve ilegalidade nos decretos de prisão emitidos pelo juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba. Além disso, Zavascki entendeu que a prisão é necessária diante do quadro de continuidade delitiva apurado nas investigações.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Delator reafirma que José Dirceu indicou Renato Duque para Petrobras

Quarta, 3 de fevereiro de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O empresário Fernando Moura Hourneaux, investigado na Operação Lava Jato, disse hoje (3), em depoimento ao juiz federal Sergio Moro, que recebeu propina por ter ajudado na indicação do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque. Moura também reafirmou que o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, deu a palavra final sobre a indicação de Duque para o cargo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

MPF reitera pedido de condenação de ex-executivos da Andrade Gutierrez

Terça, 26 de janeiro de 2016
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) reiterou hoje (26) à Justiça Federal em Curitiba pedido de condenação de ex-executivos da empreiteira Andrade Gutierrez e ex-diretores da Petrobras investigados na Operação Lava Jato pelos crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Lava Jato: Renato Duque é denunciado por lavagem de dinheiro e evasão de divisas

Segunda, 18 de janeiro de 2016
Do MPF
Esta é a oitava denúncia contra o ex-diretor de Engenharia e Serviços da Petrobras. MPF pede que sejam revertidos R$ 80 milhões à estatal
Lava Jato: Renato Duque é denunciado por lavagem de dinheiro e evasão de divisas
O ex-diretor de Engenharia e Serviços da Petrobras Renato de Souza Duque foi denunciado pela oitava vez pela força-tarefa Lava Jato por auferir valores milionários com a prática de crimes contra a estatal brasileira. Desta vez, Duque responde por evasão de divisas e manutenção de valores não declarados em contas no Principado de Mônaco entre os anos de 2009 e 2014. O Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR), por meio da força-tarefa, pede que sejam revertidos à Petrobras R$ 80 milhões do réu em valores bloqueados em contas e investimentos bancários e montantes em espécie, apreendidos devido aos crimes praticados.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Lava-Jato: Ex-diretor da Petrobras Renato Duque fica calado durante depoimento


Terça, 3 de novembro de 2015
Paula Laboissière - Repórter da Agência Brasil
O ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque permaneceu calado hoje (3), durante depoimento perante a Justiça Federal no Paraná. A audiência é parte de um dos processos que apura suposta participação da Empreiteira Odebrecht no esquema de desvios da Petrobras.
Ex-diretor da Petrobras Renato Duque presta depoimento em CPI na Câmara dos Deputados (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Renato Duque optou pelo silêncio por orientação de seus advogados  —Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil
De acordo com a assessoria de imprensa da Justiça Federal no Paraná, o depoimento começou por volta das 9h30. Logo no início, conforme vídeo divulgado no site do órgão, Duque decidiu pelo direito de permanecer em silêncio, alegando que a decisão foi tomada por orientação de seus advogados.
Renato Duque é acusado de participar de esquema de superfaturamento de contratos da Petrobras, de formação de cartel por empreiteiras e de pagamento de propina a partidos e agentes políticos.
Citado pelo doleiro Alberto Youssef e pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, réus no processo, como um dos beneficiários do esquema, ele está preso no Complexo Médico-Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Operação Lava Jato; Sérgio Moro homologa mais uma delação de investigado

Segunda, 26 de outubro de 2015
André Richter – Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, homologou hoje (26) mais um acordo de delação premiada na Operação Lava Jato. A pedido do Ministério Público Federal (MPF), Moro validou os depoimentos de colaboração de João Antônio Bernardi Filho, preso na 14ª fase da Lava jato, deflagrada em junho. Em troca das declarações, o acusado ganhou o direito de responder às acusações em liberdade.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

STJ rejeita novo pedido de habeas corpus a Renato Duque

Sexta, 16 de outubro de 2015
Foto: EBC
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Do STJ
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou nesta quinta-feira (15), por unanimidade, pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Renato Duque. Investigado pela operação Lava Jato, o ex-diretor da Petrobrás foi condenado a 20 anos e oito meses de prisão, em regime incialmente fechado.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Operação Lava Jato: Vaccari torna-se o segundo ex-tesoureiro do PT condenado

Segunda, 21 de setembro de 2015
Do El País — Brasil
Gil Alessi São Paulo
 
Vaccari durante sessão da CPI da Petrobras em abril. / Cadu Gomes (AP)
 
Sérgio Moro também condenou o ex-diretor Renato Duque a 20 anos de prisão, maior pena da Lava Jato até agora, e Vaccari recebeu a pena de 15 anos. Decisões ainda são de primeira instância
O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque foram condenados nesta segunda-feira (21) por envolvimento no esquema de corrupção investigado pela Lava Jato. Eles receberam penas de, respectivamente, 15 anos e quatro meses e 20 anos e 8 meses de reclusão. Na sentença, o juiz federal Sérgio Moro afirma que o petista intermediou o recebimento de 4,26 milhões de reais em propinas acertadas com a Diretoria de Serviços e Engenharia da Petrobras para o Partido dos Trabalhadores. Alguns desses pagamentos foram contabilizados como doações oficiais e de campanha ao partido. O PT sempre negou qualquer irregularidade, e manteve Vaccari no cargo até sua prisão, em abril. A decisão é de primeira instância, e ainda cabe recurso

"A lavagem [de dinheiro feita pelo ex-tesoureiro] gerou impacto no processo político democrático, contaminando-o com recursos criminoso", escreveu Moro na sentença. Vaccari é o segundo tesoureiro da legenda a ser condenado por envolvimento em escândalo de corrupção: seu antecessor, Delúbio Soares, foi sentenciado em 2012 a oito anos e 11 meses de prisão por sua participação no caso do mensalão.
Já Duque recebeu 36 milhões de reais em pagamentos escusos. Sua pena é a mais alta imposta até o momento contra envolvidos no esquema de corrupção da estatal. De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal, empreiteiras pagavam propinas a Vaccari para conseguir contratos com a Petrobras. A pena de Duque é a mais alta imposta até o momento contra envolvidos no esquema de corrupção da estatal.
A condenação de Vaccari aprofunda ainda mais a crise no partido da presidenta Dilma Rousseff, e deve dar mais munição à oposição no Congresso. O PSDB e o DEM já se articulam abertamente para pressionar o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), a analisar os pedidos de impeachment enviados à Casa. Além disso, a crise econômica e o ajuste fiscal proposto pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estão sob ataque de integrantes da própria base governista. Até mesmo senadores e deputados petistas disseram que a proposta irá minar ainda mais as bases de apoio social da presidenta.
Vaccari e Duque, que também são réus em outras ações da Lava Jato, foram condenados por lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção, e terão que pagar multas para ressarcir os cofres públicos. Na mesma sentença, que envolve um dos vários processos da Lava Jato, também foram condenados os delatores Pedro Barusco (18 anos e quatro meses), Augusto Mendonça (executivo da Toyo Setal, 16 anos e oito meses), o doleiro Alberto Youssef (teve a pena suspensa por colaborar com a Justiça), o operador Mario Goes (18 anos e quatro meses) e o lobista Julio Camargo (12 anos), este último ligado ao PMDB. 

mais informações

Lava-Jato: João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT, e Renato Duque, ex-diretor da Petrobras indicado por Zé Dirceu, são condenados por corrupção e lavagem de dinheiro

Segunda, 21 de setembro de 2015
Foto EBC
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Do Jornal do Brasil
A Justiça Federal condenou o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, na investigação originada 10ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em março deste ano.
Renato Duque foi condenado ainda por associação criminosa, e sua pena será de 20 anos 8 meses. Vaccari pegou 15 anos e 4 meses de reclusão. Os dois estão presos no Complexo Médico-Penal, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Além deles, foram condenados Alberto Youssef (lavagem de dinheiro); Augusto Ribeiro de Mendonça Neto (corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa). Adir Assad (lavagem de dinheiro e associação criminosa); Dario Teixeira Alves Júnior (lavagem de dinheiro e associação criminosa); Sônia Mariza Branco (lavagem de dinheiro e associação criminosa): Pedro Barusco (corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa); Mario Frederico Mendonça Goes (corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa); Julio Gerin de Almeida Camargo (corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa).
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa também era réu nesta ação pelos crimes de lavagem de dinheiro e de dissimulação de repasses criminoso, mas ele foi absolvido pelo juiz Sérgio Moro por "falta de prova suficiente de que participou diretamente desses crimes".

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Lava-Jato: STF nega liminar em novo pedido de habeas corpus formulado por Renato Duque, ex-diretor da Petrobras

Segunda, 14 de setembro de 2015
Do STF
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu pedido de liminar no Habeas Corpus (HC) 130106, impetrado por Renato Duque, ex-diretor da Petrobras e um dos investigados na Operação Lava-Jato, contra acórdão do Superior Tribunal de Justiça que indeferiu pedido de revogação de sua prisão preventiva. A decisão foi publicada no Diário da Justiça eletrônico do STF da última sexta-feira (11).
No pedido, Duque alega afronta à decisão do STF no HC 125555, que revogou prisão cautelar anterior a que estava submetido. Segundo ele, o novo decreto tinha a mesma formulação argumentativa do anterior, mudando-se apenas a fundamentação do pedido, que passou a ter como base a necessidade de manutenção da ordem pública.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Ministério Público denuncia José Dirceu e mais 16 investigados na Lava Jato, dentre os quais Vaccari e Renato Duque

Sexta, 4 de setembro de 2015
André Richter – Repórter da Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) denunciou hoje (4) à Justiça o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e mais 16 investigados na 17ª fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
Com base nas afirmações feitas pelo empresário Milton Pascovicth em depoimentos de delação premiada, a Polícia Federal concluiu nesta semana o inquérito que baseou as denúncias contra Dirceu, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, o ex-executivo da empreiteira Engevix Gerson Almada e outros acusados.
De acordo com as investigações da PF, ficou comprovado o recebimento de vantagens ilícitas pelo grupo, que, segundo a investigação, era comandado por Dirceu.
Dirceu está preso há um mês na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, em função das investigações da 17ª fase da Operação Lava Jato. Na segunda-feira (31), por orientação de seus advogados, o ex-ministro  permaneceu em silêncio, durante reunião da  Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, em Curitiba.
A Agência Brasil entrou em contato com o advogado Roberto Podval, representante da Dirceu, mas as ligações não foram atendidas. A defesa do ex-tesoureiro do PT reafirma que Vaccari somente arrecadou doações licitas, por meio de depósitos bancários e com recibos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Lava-Jato: Ricardo Pessoa, dono da UTC, confessa ter depositado propina diretamente na conta do PT


Quinta, 3 de setembro de 2015
"Mais clara impossível, eu depositava oficialmente na conta do Partido dos Trabalhadores. Nunca paguei nada ao Duque, estava pagando a Vaccari" (Ricardo Pessoa ao ser indagado pelo juiz Sérgio Moro se a contribuição ao PT era mesmo parte do acerto da propina, se essa relação ficava clara)
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Da Tribuna da Bahia 
Pessoa diz que Duque sempre o encaminhou ao tesoureiro João Vaccari
O empresário Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, afirmou em depoimento à Justiça ter depositado dinheiro de propina da Petrobras diretamente na conta do Partido dos Trabalhadores (PT).

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Lava-Jato: STJ mantém prisão preventiva de Renato Duque e Cerveró, ex-diretores da Petrobras

Terça, 18 de agosto de 2015
Foto: Marcelo Camargo / ABr
Ex-diretor da Petrobras Renato Duque presta depoimento em CPI na Câmara dos Deputados (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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Do STJ
A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve na tarde desta terça-feira (18) a prisão preventiva dos ex-diretores da Petrobras Renato Duque e Nestor Cerveró, envolvidos na operação Lava Jato. Em decisão unânime, os ministros não conheceram dos pedidos de habeas corpus impetrados pela defesa.
Duque foi denunciado pelos crimes de corrupção passiva (artigo 317, caput e parágrafo 1º, do Código Penal), por 25 vezes, e lavagem de dinheiro (artigo 1º da Lei 9.613/98), por pelo menos 146 vezes. Cerveró já foi condenado em primeira instância a 12 anos e três meses pelos mesmos crimes.
Renato Duque, ex-diretor de Serviços e Engenharia, teve a prisão temporária decretada pelo magistrado de primeira instância em novembro de 2014, após executada busca e apreensão em sua casa. Depois disso, o Ministério Público Federal requereu a conversão da prisão temporária em preventiva. O pedido foi atendido.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Maior lobista da Petrobras é o novo delator da Lava Jato

Quarta, 29 de julho de 2015 
Hamylton Padilha confessou ter pago propina a ex-diretores da empresa e entregou documentos para corroborar suas afirmações
Do site da Revista Época 
DIEGO ESCOSTEGUY
29/07/2015
Hamylton Padilha (Foto: Fabrizia Granatieri)
A nova delação premiada da Operação Lava Jato envolve o maior lobista da Petrobras. Hamylton Padilha, o discreto mas poderoso lobista, atua sobretudo com a venda e o aluguel de sondas para perfuração de poços, o mais lucrativo dos negócios no mundo do petróleo. Hamylton confessou a procuradores ter pago propina a ex-diretores da estatal para que empresas representadas por ele fossem contratadas. O lobista não só falou como entregou cópias de depósitos em contas secretas no exterior. De acordo com Hamylton, Nestor Cerveró e Jorge Zelada, ex-diretores da área internacional da estatal, Renato Duque, ex-diretor de serviços, e operadores políticos do PMDB foram favorecidos com esses depósitos. No caso de Zelada, segundo Hamylton, o responsável por recolher a propina foi o empresário Raul Schmidt, uma espécie de sócio de Zelada.

Leia a íntegra em: 
http://epoca.globo.com/tempo/expresso/noticia/2015/07/exclusivo-maior-lobista-da-petrobras-e-o-novo-delator-da-lava-jato.html

Lava Jato: MPF denuncia mais cinco pessoas por lavagem de dinheiro e corrupção

Quarta, 29 de julho de 2015
Do MPF
Foram denunciados o ex-diretor da Petrobras Renato de Souza Duque, a advogada Christina Maria da Silva Jorge, os empresários João Antônio Bernardi Filho, Antônio Carlos Briganti Bernardi e Julio Gerin de Almeida Camargo

A Força-Tarefa do Ministério público Federal (MPF) denunciou, nesta quarta-feira, 29 de julho), mais cinco pessoas relacionadas à 14ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada em 19 de junho, pelas práticas dos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção ativa e passiva. Foram denunciados o ex-diretor da Petrobras Renato de Souza Duque, a advogada Christina Maria da Silva Jorge, os empresários João Antônio Bernardi Filho, Antônio Carlos Briganti Bernardi e Julio Gerin de Almeida Camargo.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, continua preso. STF negou habeas corpus

Quinta, 7 de maio de 2015
Do STF
Negado seguimento a habeas corpus de ex-diretor da Petrobras
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento a habeas corpus impetrado pela defesa do ex-diretor da Petrobras Renato de Souza Duque, investigado em decorrência dos fatos apurados na chamada operação Lava-Jato. Para o ministro, não é cabível a análise do pedido, uma vez que o HC questiona no Supremo decisão do relator de outro habeas corpus impetrado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), sem que órgão colegiado daquela corte tivesse apreciado a matéria.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Juiz da Lava Jato abriu hoje (30/4) ação penal contra Vaccari e Renato Duque


Quinta, 30 de abril de 2015
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro abriu hoje (30) ação penal contra o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o empresário Augusto Ribeiro de Mendonça Neto, um dos delatores da Operação Lava Jato. Os três foram denunciados pelo Ministério Público Federal por lavagem de dinheiro. Segundo os procuradores, parte da propina paga a Renato Duque passou pela empresa Setal Óleo e Gás, de propriedade de Mendonça Neto, e chegou à Editora Gráfica Atitude, ligada ao PT.