Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
Mostrando postagens com marcador lava-jato na eletronuclear. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lava-jato na eletronuclear. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Eletronuclear: delatores têm penas como prisão domiciliar e regime semiaberto

Terça, 20 de setembro de 2016
Vitor Abdala – da Agência Brasil
Seis beneficiados por acordos de delação premiada no caso de corrupção na Eletronuclear tiveram suas penas definidas pelo juiz Marcelo Bretãs, da 7ª Vara Federal Criminal, no Rio de Janeiro. Entre as penas definidas estão regime domiciliar com monitoramento eletrônico, regime semiaberto e regime aberto diferenciado.

Condenado a 18 anos de reclusão, o ex-presidente da construtora Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, cumprirá os três regimes: um ano de regime fechado domiciliar, dez meses em semiaberto e dois anos em regime aberto. Flávio David Barra terá a mesma pena.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Ex-presidente da Eletronuclear é condenado a 43 anos de prisão

Quinta, 4 de agosto de 2016
Vitor Abdala – da Agência Brasil
O ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva
O ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva    —Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O ex-presidente da estatal Eletronuclear Othon Luiz Pereira da Silva foi condenado a 43 anos de prisão, pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, embaraço às investigações, evasão de divisas e participação em organização criminosa. A decisão é do juiz Marcelo da Costa Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Explosão na Operação Lava Jato: MPF denuncia 15 por corrupção na construção de Angra 3

Quinta, 28 de julho de 2016
Vitor Abdala – da Agência Brasil
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou hoje (28) denúncia contra 15 pessoas suspeitas de fraudes em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro em contratos entre a Eletronuclear e duas empreiteiras: Andrade Gutierrez e Engevix. A denúncia foi feita com base em investigações da força-tarefa da Operação Lava Jato no estado do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Operação Pripyat: Organização criminosa desviou cerca de R$ 48 milhões da Eletronuclear

Quarta, 6 de julho de 2016
Flávia Villela - Agência Brasil
Dez pessoas foram presas hoje (6) na Operação Pripyat, que desarticulou uma organização criminosa que desviou dos cofres públicos cerca de R$ 48 milhões por meio de lavagem de dinheiro e fraudes licitatórias decorrentes de contratos da Eletronuclear entre 2008 e 2014. Ao todo, seis funcionários da Eletronuclear, empresa subsidiária da Eletrobras, foram presos preventivamente. Eles foram encaminhados para o sistema prisional e serão ouvidos ao longo da semana.

Dentre os presos está o ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro, que já cumpria prisão domiciliar. Ele recebeu aproximadamente R$ 12 milhões, de acordo com as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, que apontam que os funcionários presos e um clube de empreiteiras atuavam para desviar recursos da Eletronuclear, principalmente os destinados às obras da Usina Nuclear de Angra 3.

Operação Pripyat: Desdobramento da Lava Jato no Rio aprofunda investigação de corrupção e lavagem de dinheiro na construção da Usina de Angra 3 pela Eletronuclear

Quarta, 6 de julho de 2016
Do MPF no Rio de Janeiro
Ação do MPF e da PF teve por finalidade descortinar a atuação de outros funcionários públicos, além do ex-presidente da estatal Othon Luiz Pinheiro da Silva - que teve sua prisão preventiva novamente decretada - no esquema de recebimento de propina pela Andrade Gutierrez e por outras empreiteiras


Nesta quarta-feira, 6 de julho, foram cumpridas pela Polícia Federal (PF) medidas cautelares pedidas pelo Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF/RJ) com a finalidade de obter provas adicionais de crimes de organização criminosa, fraudes licitatórias, corrupção e lavagem de dinheiro decorrentes de contratos da Eletronuclear, empresa subsidiária da Eletrobras, em especial dos ajustes celebrados pela construtora Andrade Gutierrez para as obras de construção civil da Usina de Angra 3. Foram expedidos sete mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária, nove mandados de condução coercitiva, um mandado de suspensão do exercício de função pública, determinado o bloqueio de bens e ativos de 17 pessoas físicas e jurídicas e expedidos mandados de busca e apreensão em endereços residenciais ou profissionais de 21 pessoas físicas e jurídicas.

Os principais alvos da operação são Luiz Antonio de Amorim Soares, Edno Negrini, Persio José Gomes Jordani, Luiz Manuel Amaral Messias e José Eduardo Brayner Costa Mattos, que ocuparam funções de direção ou superintendência nos altos escalões da Eletronuclear, tendo sido apurado que receberam propina, em dinheiro vivo ou por contratos fictícios com empresas interpostas, paga pela Andrade Gutierrez.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Eletronuclear: Ex-presidente da Andrade Gutierrez continua preso na Polícia Federal em SP

Quinta, 11 de fevereiro de 2016
Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil
O presidente afastado da construtora Andrade Gutierrez, Otavio Azevedo, continua preso na carceragem da Polícia Federal (PF), em São Paulo. A expectativa é de que, caso não obtenha um habeas corpus, ele seja transferido para o Rio de Janeiro. Até o início da tarde de hoje (11), a PF não informava quando isso deve ocorrer.

O executivo voltou a ser detido, em caráter preventivo, no final da tarde dessa quarta-feira (10). Azevedo estava em liberdade há apenas cinco noites. Até a última sexta-feira (5), quando o juiz federal Sergio Moro o autorizou a cumprir prisão domiciliar, ele estava preso no Complexo Médico Penal, na Região Metropolitana de Curitiba (PR).

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Moro envia ao Supremo investigações da Lava Jato sobre a Eletronuclear


Segunda, 5 de outubro de 2015
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal em Curitiba, enviou hoje (5) ao Supremo Tribunal Federal (STF) seis processos que tratam de supostos desvios de dinheiro na construção da Usina Nuclear Angra 3, investigados na Operação Lava Jato. Moro cumpriu determinação do ministro Teori Zavascki, que, semana passada, suspendeu os processos.
Com a decisão, as audiências de testemunhas de acusação dos investigados também ficaram suspensas. Na sexta-feira (2), Zavascki decidiu que todos os processos relacionados à 16ª fase da Lava Jato, na qual as suspeitas são investigadas, devem ser remetidos ao STF por causa da citação do senador Edison Lobão (PMDB-MA) em depoimentos de delação premiada.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Ixi! Começou! Supremo suspende investigação da Lava Jato sobre a Eletronuclear

Sexta, 2 de outubro de 2015
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu hoje (2) as investigações da Operação Lava Jato sobre supostos desvios de dinheiro na construção da Usina Nuclear Angra 3.
O ministro decidiu que todos os processos relacionados à 16ª fase da operação, na qual as suspeitas são investigadas, devem ser remetidos ao STF por causa da citação do senador Edison Lobão (PMDB-MA) em depoimentos de delação premiada. Os processos são comandados pelo juiz federal Sergio Moro.
Ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal
A decisão de Teori Zavascki é decorrente da citação do senador Edison Lobão (PMDB-MA), que tem foro privilegiadoArquivo/Valter Campanato/Agência Brasil
A decisão vale até que o ministro analise todo o conteúdo dos processos. Zavascki atendeu pedido de Flávio Barra, executivo da construtora Andrade Gutierrez, preso na Lava Jato.
Segundo os advogados, as investigações não podem seguir com Moro, por haver menção a Lobão, que tem foro privilegiado e só pode ser processado pelo STF, e porque os supostos desvios na usina não estão relacionados com a Petrobras.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), o ex- presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, recebeu cerca de R$ 4,5 milhões para favorecer o consórcio de empresas, entre elas Andrade Gutierrez.
No mês passado, Sergio Moro abriu ação penal contra Othon Luiz e mais 13 investigados na 16ª fase da Operação Lava Jato. Na decisão, Moro destacou que, no caso da Eletronuclear, é obvia a conexão dos crimes com as empreiteiras que atuaram na Petrobras.
A partir do depoimento de delação premiada de Dalton Avancini, executivo da Camargo Correa e réu na Lava Jato, a força-tarefa de investigadores descobriu que os crimes ocorriam a partir do pagamento de propina de executivos da Andrade Gutierrez ao ex-presidente da estatal.
Em depoimento prestado à Polícia Federal antes de ser denunciado, Othon informou que nunca exigiu ou recebeu vantagem financeira, e que não recebeu orientação do governo federal ou de partidos para cobrar doações financeiras de empreiteira.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Nessun Dorma: PF deflagra nova fase da Lava Jato e prende um dos donos da Engevix

Segunda, 21 de setembro de 2015 
Nessun dorma ("Ninguém durma", em italiano) é uma famosa ária do último ato da ópera Turandot criada em 1926 por Giacomo Puccini.
=================
Segundo a PF, a operação é um avanço das apurações das fases 15, 16 e 17 da Lava Jato

A Polícia Federal deflagrou a 19ª fase da Operação Lava Jato mirando em pagamentos no exterior. O executivo José Antunes Sobrinho, um dos donos da Engevix, foi preso preventivamente. Ele é suspeito de ter pago R$ 140 milhões em propina para a Aratec, empresa controlada pelo ex-presidente da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva, entre 2011 e 2013...
 
O alvo desta nova fase – denominada Nessun Dorma – são propinas que teriam sido pagas envolvendo a diretoria internacional da Petrobras. Leia a íntegra no Blog do Sombra
=============
Nessum Dorma: Que "Ninguém Durma", enquanto não se condenar, e chavear, todos aqueles que roubaram a Petrobras, o Brasil.

Canta forte, Pavarotti. Pois no Brasil tem muita gente sem dormir em razão da Operação Lava-Jato. 

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Justiça abre ação penal contra ex-presidente da Eletronuclear, o presidente da Andrade Gutierrez e mais 12 investigados

Quinta, 3 de setembro de 2015
André Richter – Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro abriu hoje (3) ação penal contra o ex-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, e mais 13 investigados na 16ª fase da Operação Lava Jato. Eles foram denunciados pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, envolvendo a montagem da Usina Nuclear Angra 3.
Na decisão, Moro destacou que, no caso da Eletronuclear, é obvia a conexão dos crimes com as empreiteiras que atuaram na Petrobras. “O caso é um desdobramento dos crimes de cartel, ajuste de licitação e propinas no âmbito  da Petrobras, sendo identificadas provas, em cognição sumária, de que as mesmas empresas, com similar modus operandi, estariam agindo em outros contratos com a administração pública, aqui, especificamente, na Eletrobrás Termonuclear S/A - Eletronuclear.”, disse o juiz.
A partir do depoimento de delação premiada de Dalton Avancini, executivo da Camargo Correa e réu na Lava Jato, a força-tarefa descobriu que os crimes ocorriam a partir do pagamento de propina de executivos da Andrade Gutierrez ao ex-presidente da estatal, Othon Luiz Pinheiro, acusado de receber R$ 4,5 milhões.
Em depoimento prestado à Polícia Federal, antes de ser denunciado,  Othon disse que nunca exigiu ou recebeu vantagem financeira, e que não recebeu orientação do governo federal e de partidos para cobrar doações financeiras de empreiteiras.
Além de Pinheiro, que está preso em Curitiba, também foram denunciados o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, também preso em Curitiba, e Rogério de Sá, Clóvis Renato Peixoto, Olavinho Ferreira Mendes e Flávio Barra, todos ex-executivos da empreiteira.

Justiça abre ação penal contra ex-presidente da Eletronuclear e 13 investigados

Quinta, 3 de setembro de 2015
André Richter – Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro abriu hoje (3) ação penal contra o ex-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, e mais 13 investigados na 16ª fase da Operação Lava Jato. Eles foram denunciados pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, envolvendo a montagem da Usina Nuclear Angra 3.
Na decisão, Moro destacou que, no caso da Eletronuclear, é obvia a conexão dos crimes com as empreiteiras que atuaram na Petrobras. “O caso é um desdobramento dos crimes de cartel, ajuste de licitação e propinas no âmbito  da Petrobras, sendo identificadas provas, em cognição sumária, de que as mesmas empresas, com similar modus operandi, estariam agindo em outros contratos com a administração pública, aqui, especificamente, na Eletrobrás Termonuclear S/A - Eletronuclear.”, disse o juiz.
A partir do depoimento de delação premiada de Dalton Avancini, executivo da Camargo Correa e réu na Lava Jato, a força-tarefa descobriu que os crimes ocorriam a partir do pagamento de propina de executivos da Andrade Gutierrez ao ex-presidente da estatal, Othon Luiz Pinheiro, acusado de receber R$ 4,5 milhões.
Em depoimento prestado à Polícia Federal, antes de ser denunciado,  Othon disse que nunca exigiu ou recebeu vantagem financeira, e que não recebeu orientação do governo federal e de partidos para cobrar doações financeiras de empreiteiras.
Além de Pinheiro, que está preso em Curitiba, também foram denunciados o presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, também preso em Curitiba, e Rogério de Sá, Clóvis Renato Peixoto, Olavinho Ferreira Mendes e Flávio Barra, todos ex-executivos da empreiteira.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Lava Jato: veja mais detalhes sobre "MPF denuncia presidente licenciado da Eletronuclear e mais 14 pessoas por corrupção e outros crimes de colarinho branco"


Quarta, 2 de setembro de 2015
Do MPF no Paraná
Delitos foram cometidos em licitações da empresa, principalmente para a contratação para a Usina Angra 3. Ministério Público Federal pede confisco de mais de R$ 4 milhões
A força-tarefa Lava Jato do Ministério Público Federal (MPF) denunciou, nesta terça-feira (1º de setembro), 15 pessoas pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, organização criminosa e embaraço à investigação criminosa. Entre elas estão Othon Luiz Pinheiro da Silva, presidente licenciado da Eletrobras Eletronuclear, e sua filha Ana Cristina da Silva Toniolo.
De acordo com as investigações, o gigantesco esquema criminoso contra a Petrobras expandiu-se e, adotando o mesmo modus operandi, atuou nas licitações da Eletronuclear. Houve formação de cartel, principalmente nas licitações de serviços de montagem da Usina Angra 3, e as empreiteiras Andrade Gutierrez e Engevix, contratadas pela Eletronuclear, serviram-se de empresas de fachada para repassar propinas para o vice-almirante reformado Othon Luiz Pinheiro da Silva.
Além do presidente licenciado da Eletronuclear e de Ana Cristina da Silva Toniolo, foram denunciados Rogério Nora, Clóvis Renato, Olavinho Ferreira Mendes, Flávio Barra, Gustavo Botelho, Carlos Gallo, Josué Nobre, Geraldo Arruda, José Antunes Sobrinho, Gerson Almada, Cristiano Kok, Victor Colavitti e Otávio Marques de Azevedo. As acusações variam de acordo com o papel desempenhado no esquema. Sobre Carlos Gallo, Ana Cristina da Silva Toniolo e Othon Luiz Pinheiro da Silva, pesam ainda a acusação de embaraço à investigação de organização criminosa. Com anuência de Silva, Ana Cristina e Carlos Gallo apresentaram documentos falsos à 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, respectivamente nos dias 31 de julho e 13 de agosto deste ano.
O Ministério Público Federal requereu o confisco de R$ 4.438.500,00 e, cumulativamente, o mesmo montante para reparação dos danos causados pelas infrações cometidas, além da condenação dos acusados. Otávio Marques de Azevedo e Flavio David Barra estão presos no Complexo Médico-Penal em Pinhais (região metropolitana de Curtiba, PR). Othon Luiz Pinheiro da Silva, também preso, está no quartel do Comando da 5ª Região Militar, em Curtiba, e Gerson de Mello Almada está cumprindo prisão domiciliar, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Denunciados e crimes:
Othon Luiz Pinheiro da Silva: corrupção passiva, lavagem de dinheiro, embaraço à investigação de organização criminosa, evasão de divisas, organização criminosa.
Ana Cristina da Silva Toniolo: lavagem de dinheiro, embaraço à investigação de organização criminosa, evasão de divisas, organização criminosa.
Rogério Nora: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Clóvis Renato: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Olavinho Ferreira Mendes: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa
Flávio Barra: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Gustavo Botelho: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Carlos Gallo: lavagem de dinheiro, embaraço à investigação de organização criminosa, organização criminosa.
Josué Nobre: lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Geraldo Arruda: lavagem de dinheiro.
José Antunes Sobrinho: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Gerson Almada: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Cristiano Kok: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Victor Colavitti: lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Otávio Marques de Azevedo: corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa.
Crimes e penas
Corrupção passiva majorada (Art. 317 c/c § 1° do Código Penal). Pena: reclusão, de 2 anos e 4 meses a 16 anos e multa.
Corrupção ativa majorada (Art. 333 c/c § 1° do Código Penal). Pena: reclusão, de 2 anos e 4 meses a 16 anos e multa.
Lavagem de dinheiro (Art. 1º da Lei nº 9.613/98). Pena: reclusão, de 3 a 10 anos e multa.
Evasão de divisas (Art. 22, parágrafo único, da Lei n° 7.492/86). Pena: reclusão de 2 a 6 anos e multa.
Organização criminosa (Art. 2º da Lei nº 12.850/13). Pena: reclusão de 3 a 8 anos e multa.
Embaraço à investigação de organização criminosa (Art. 2º, § 1° da Lei nº 12.850/13). Pena: reclusão de 3 a 8 anos e multa.
Autos nº 5026417-77.2015.4.04.7000 (inquérito policial); n° 5028308-36.2015.404.7000 (busca e apreensão criminal); 5028289-30.2015.404.7000 / 5035674-29.2015.4.04.7000 (pedido de quebra de
sigilo bancário e fiscal)
Veja aqui a íntegra da denúncia.
Lava Jato: acompanhe todas as informações oficiais do MPF sobre a Operação Lava Jato no site www.lavajato.mpf.mp.br.
10 Medidas: o combate à corrupção é um compromisso do Ministério Público Federal. Por esta razão, o MPF apresentou ao Congresso Nacional um conjunto de dez medidas distribuídas em três frentes: investigação e punição efetivas da corrupção; implementação de controles internos, transparência, auditorias, estudos e pesquisas de percepção; e educação, conscientização e marketing. Essas medidas podem se tornar projetos de iniciativa popular, como foi feito com a lei da Ficha Limpa. Para isso, é necessário coletar, no mínimo, 1,5 milhão de assinaturas de eleitores em todo o país. Saiba mais sobre as medidas e a campanha de coleta de assinaturas no site www.10medidas.mpf.mp.br.

sábado, 1 de agosto de 2015

A turma de Dilma no eletrolão

Sábado, 1º de agosto de 2015
A turma de Dilma no eletrolão 

Investigação do esquema de propinas chega às elétricas e se aproxima personagens muito próximos da presidente, como o ministro Aloizio Mercadante, a antiga auxiliar Erenice Guerra e o diretor da Eletrobras, Valter Cardeal
Claudio Dantas Sequeira

Em julho de 2007, a então ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, reuniu alguns ministros num comitê que tinha como missão fixar novas metas para o programa nuclear brasileiro. Aficionada às questões do setor elétrico, Dilma puxou para si o papel de coordenadora do grupo. O trabalho resultou num plano que previa, dentre tantas metas ambiciosas, a conclusão das obras da usina nuclear de Angra 3, paralisadas nos anos 80. No comando operacional da empreitada estava o presidente da Eletronuclear, almirante Othon Pinheiro da Silva, que se tornou na semana passada o principal alvo da 16ª fase da Operação Lava Jato. Othon, que estava licenciado do cargo desde abril, quando surgiram os primeiros indícios de irregularidades, foi preso pela Polícia Federal sob acusação de receber R$ 4,5 milhões em propinas pagas por empreiteiras integrantes do consórcio responsável pela obra. Embora o militar tenha surgido como a face mais visível do esquema, a PF tem elementos que podem fazer com que as investigações atinja outras personagens muito próximos da presidente Dilma. “É possível que a gente chegue aos políticos”, disse o delegado Igor Romario de Paula.
Abre_Eletrolao.jpg
NA ANTE-SALA DO PLANALTO
Aloizio Mercadante, Erenice Guerra e Valter Cardeal (da esq. para dir.)
deverão estar entre os investigados no Eletrolão
Chegar aos políticos é quase um eufemismo. Ao mergulhar no setor elétrico, a PF vai bater na porta do Palácio do Planalto. Não há um só projeto no setor elétrico que Dilma não tenha acompanhado de perto. Se como presidente do Conselho da Petrobras a presidente alega que não tinha informações completas sobre o que acontecia na estatal, dificilmente poderá dizer que desconhecia os rolos em Angra 3 ou na usina de Belo Monte, os dois maiores investimentos do governo em geração de energia. Em ambos os casos, os investigadores já têm indícios de envolvimento de gente de confiança da petista. Há informações, por exemplo, de que boa parte dos contratos de equipamentos da mega hidrelétrica que está sendo construída na bacia do rio Xingu era antes negociada num escritório de advocacia – ou lobby – abrigado num imponente edifício de linhas modernistas e fachada de concreto na quadra 8 do Lago Sul, bairro nobre de Brasília.

O imóvel está situado a apenas uma quadra do escritório de advocacia de Erenice Guerra. E não é mero acaso. Além da ex-ministra de Dilma, segundo investigadores, também frequenta o local o advogado Joaquim Guilherme Pessoa e o empresário Marco Antonio Puig, ligado à empresa LWS envolvida numa investigação de fraudes em contratos de informática nos Correios. Puig teria relação com o diretor da Eletrobras Valter Cardeal, outro apadrinhado de Dilma.

Leia a íntegra em:
http://www.istoe.com.br/reportagens/430024_A+TURMA+DE+DILMA+NO+ELETROLAO?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Sérgio Moro prorroga prisão temporária de presidente licenciado da Eletronuclear

Sexta, 31 de julho de 2015
André Richter — repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sergio Moro decidiu hoje (31) prorrogar a prisão temporária do presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, por mais cinco dias. Na mesma decisão, Moro também prorrogou a prisão de Flávio David Barra,  executivo da Andrade Gutierrez, pelo mesmo período. 
O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Sérgio Moro usou o histórico profissional de Othon para justificar apenas a prorrogação da prisão temporária —Fabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo/Agência Brasil
Othon Luiz e Flávio David foram presos na terça-feira (28), durante a Operação Radioatividade, 16ª fase da Operação Lava Jato. De acordo com o juiz, a manutenção da prisão é necessária para evitar “concertação fraudulenta de versões" entre os investigados e prevenir fraudes documentais.

“Mesmo estando presentes os pressupostos e fundamentos da prisão preventiva, resolvo, em vista do histórico profissional do investigado Othon Luiz Pinheiro da Silva, com serviços relevantes prestados ao país na área de desenvolvimento da energia nuclear, e diante de sua afirmação de que poderiam ser esclarecidos, documentalmente, os serviços prestados pela Aratec que teriam justificado os aludidos repasses, em benefício dos dois investigados, apenas prorrogar a prisão temporária”, justificou Moro.

A 16ª fase da Lava Jato foi desencadeada a partir do depoimento do executivo da Camargo Corrêa Dalton Avancini, que assinou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF). Na delação, ele revelou a existência de cartel nas contratações de obras da Usina Nuclear Angra 3 e citou Othon Luiz Silva como beneficiário de propinas.

De acordo com o MPF e a Polícia Federal, o presidente licenciado da Eletronuclear recebeu cerca de R$ 4,5 milhões de propina do consórcio vencedor das obras da usina.

Em depoimento prestado ontem (30) à Polícia Federal, Othon Luiz Pinheiro negou ter recebido propina do consórcio vencedor da licitação para construção da Usina Nuclear Angra 3. Aos delegados da PF, Othon afirmou que nunca exigiu ou recebeu vantagem financeira, e não recebeu orientação do governo federal e de partidos para cobrar doações financeiras das empreiteiras.  

Lava Jato: MPF e Cade celebram acordo de leniência com Camargo Corrêa


Sexta, 31 de julho de 2015
Do MPF
O acordo tem como objetivo a obtenção de provas de cartel em Angra 3
O Ministério Público Federal (MPF), pela Força-Tarefa da Operação Lava Jato, e a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) assinaram, nesta sexta-feira, 31 de julho, acordo de leniência com a empresa Construções e Comércio Camargo Corrêa S/A. O objetivo é obter informações e provas sobre a cartelização entre as empresas que disputaram as licitações públicas promovidas pela Eletronuclear para a construção da usina Angra 3, nos anos de 2013 e 2014.
A existência de conluio entre as empresas envolvidas na construção de Angra 3 foi inicialmente revelada ao MPF por Dalton Avancini, ex-presidente da Camargo Corrêa, que firmou acordo de colaboração premiada em fevereiro de 2015, no âmbito da Operação Lava Jato. Além de apresentar informações e provas sobre o funcionamento do cartel de empreiteiras na Petrobras e o pagamento de propina a dirigentes da empresa pública, Avancini também revelou que o mesmo esquema foi implementado nas licitações para a construção de Angra 3.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Presos em nova fase da Lava Jato são transferidos para Curitiba

Terça, 28 de julho de 2015
Vladimir Platonow — Repórter Agência Brasil
Presidente licenciado da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva e o executivo da Andrade Gutierrez Flávio David Barra, presos durante a Operação Radioatividade, embarcam para Curitiba (Fernando Frazão/Agência Brasil)
O presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva (de boné), e o executivo da Andrade Gutierrez Flávio David Barra (de terno) embarcam para Curitiba —Fernando Frazão/Agência Brasil
O presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, preso na manhã de hoje (28), no Rio, foi transferido para Curitiba. Ele embarcou às 18h20, no Aeroporto Santos Dumont, em um voo de carreira, escoltado por agentes da Polícia Federal (PF). Também embarcou o empresário Flávio Barra, presidente da AG Energia, subsidiária da Andrade Gutierrez. Ambos foram presos na 16ª fase da Operção Lava Jato.

Lava Jato: juiz bloqueia contas do presidente licenciado da Eletronuclear

Terça, 28 de julho de 2015
André Richter - Repórter da Agência Brasil
O juiz federal Sérgio Moro determinou hoje (28) o bloqueio de até R$ 20 milhões nas contas do presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, preso nesta manhã durante a Operação Radioatividade, 16ª fase da Operação Lava Jato. A medida tem objetivo de garantir ressarcimento aos cofres públicos, no caso de eventual condenação, e também atinge a empresa Aratec Engenharia, que pertence a Othon Silva, e o executivo da Andrade Gutierrez Flávio David Barra, que também foi preso.