“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 30 de maio de 2015

Fenapef: Caso CBF retorna ao palco

Sábado, 30 de maio de 2015
Deu no site da  Federação Nacional dos Policiais Federais

O Brasil pergunta: Por que as investigações sobre a CBF não deram em nada?
E a Fenapef responde...
Após a prisão de José Maria Marin, ex-Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, pelo FBI norte-americano e policia da Suiça, o Brasil voltou a questionar a falta de capacidade, eficiência  ou mesmo a isenção da sua estrutura de investigação criminal nos casos envolvendo corrupção nas entidades que cuidam do futebol nacional.
É fato que nem Polícia Federal nem a CPI apelidada de “CPI da Nike” resultaram em prisão ou condenação de pessoas ligadas ao futebol brasileiro, em que pesem as graves denúncias veiculadas por jogadores, imprensa e diversos profissionais do ramo.
Mas por que a Policia Federal norte-americana chegou a essas prisões, e nós no Brasil não?
Em vários sites de jornais de grande circulação, matérias veiculadas à época das investigações pátrias retornaram às manchetes e, de certa forma, ajudam – e muito – a desvendar a incrível inoperância do modelo de investigação brasileiro e o envolvimento direto entre a CBF e aqueles que, em tese, seriam os responsáveis pelas investigações.
“Em 15 anos, a Polícia Federal, no Rio, abriu 13 inquéritos contra a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e o seu ex-presidente Ricardo  Teixeira. Nenhum deles obteve resultado até hoje.”
Neste período, segue a reportagem, “a CPF patrocinou congressos, viagens, e até cedeu a Granja Comary , centro de treinamento da seleção brasileira, para um torneio de futebol de delegados .”

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Juíza rejeita queixa-crime do Diretor-Geral da PF contra o Presidente da FENAPEF

Sexta, 22 de maio de 2015
A queixa-crime apresentada por Leandro Daiello, Diretor-Geral da Polícia Federal, contra o Jones Borges Leal, em trâmite na 12ª Vara Criminal da Justiça Federal do Distrito Federal, foi rejeitada pela Juíza Pollyana Kelly.
Utilizando-se da Advocacia-Geral da União, Daiello apresentou três queixas-crime contra o Presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais, Jones Borges Leal, por matérias veiculadas no site da FENAPEF.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Vossa Excelência. Primeiro a Vaidade e depois a sociedade, se der certo

Quinta, 14 de maio de 2015 
Da Fenapef
A Federação Nacional dos Policiais Federais – FENAPEF analisa com preocupação recentes expedientes que têm sido emitidos por Corregedorias de alguns estados, nos quais se orienta o uso de pronomes de tratamento quando houver encaminhamento de documentos oficiais aos ocupantes do cargo de delegado de Polícia Federal. Os memorandos determinam que os servidores utilizem termos como “Vossa Excelência”, “a sua Excelência” e “Excelentíssimo”, além de finalizar com a expressão “Respeitosamente” ao invés de “Atenciosamente”.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

#NãoaPEC412. Agentes Federais protestam contra PEC da Autonomia na próxima quarta-feira (6/5)

Quinta, 30 de abril de 2015

       
  Agentes Federais de todo o país realizarão Ato Público de Protesto, na próxima quarta-feira (6/05), às 9h30, contra a PEC 412 - apelidada de PEC da Autonomia - e sobre o uso político nas investigações da Operação Lava Jato.

sábado, 18 de abril de 2015

Federação dos policiais federais repudia o uso político das investigações

Sábado, 18 de abril de 2015
Nota de Esclarecimento
Federação dos policiais federais repudia o uso político das investigações


A Federação Nacional dos Policiais Federais - Fenapef, única entidade sindical registrada no Ministério do Trabalho e Emprego com representação trabalhista nacional de todos os integrantes da Carreira Policial Federal, vem a público esclarecer que considera execrável qualquer uso político do trabalho investigativo, num momento tão delicado para a Sociedade Brasileira.



O complexo trabalho de análise e inteligência desempenhado pelos agentes federais na rede de ações apuradas pela operação Lava-Jato é fundamental, porém discreto, como toda investigação deve ser. E o esforço silencioso dos investigadores não pode ser apropriado por associações de classe, no intuito de que seus projetos de lei sejam aprovados no Congresso Nacional.



Independente do cargo que ocupam, o juiz, o promotor/procurador, o agente federal, o delegado, o escrivão federal e o perito/papiloscopista são servidores públicos, e como o próprio nome diz, servem à Sociedade, que paga os seus salários e deve exigir isenção, objetividade, discrição e, sobretudo, impessoalidade.



O juízo antecipado e o uso especulativo/espetaculoso de operações policiais é prejudicial à própria apuração dos crimes, motivo pelo qual a Federação Nacional dos Policiais Federais, em nome dos mais de 13.000 policiais federais sindicalizados em todo o Brasil, vem repudiar todo e qualquer uso político ou corporativista das investigações da operação Lava-Jato.



Federação Nacional dos Policiais Federais

Fonte: Agência Fenapef — 17/4/2015
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Leia também: 
Representação cobra apuração de possíveis interferencias políticas por parte de Associação dos Delegados

segunda-feira, 16 de março de 2015

Fenapef: Por que a operação Lava Jato é a maior já realizada no Brasil?

Segunda, 15 de março de 2015
Da Fenapef

Novas fases
Por que a operação é a maior já realizada no Brasil?
 
Um ano depois, as investigações continuam a render descobertas a cada nova fase deflagrada pela PF
[Dê um clique sobre a imagem para ampliá-la]
Antes de 17 de março de 2014, data em que foi deflagrada, a Operação Lava Jato era só mais uma ação pequena contra crimes financeiros no Paraná. Três agentes federais investigavam uma casa de câmbio em um posto de gasolina, de onde veio o nome da operação.
 

Um ano depois, a Lava Jato se tornou a maior força-tarefa contra corrupção da história do País. Investigações de lavagem de dinheiro revelaram fraudes em contratos e licitações da Petrobras, com um total de desvios estimado em R$ 2,1 bilhões. Nas palavras da própria presidente Dilma Rousseff, no último encontro do G-20, a operação pode “mudar o Brasil para sempre”.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Agora é também a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) que repudia nota ofensiva de associações de delegados à ANPR

Quarta, 18 de junho de 2014
A Federação Nacional dos Policiais Federais vem a público defender o profissionalismo na Polícia Federal, ao apoiar a Nota Técnica nº 021/2014 da ANPR e repudiar a visão retrógada, fantasiosa e burocrática contida numa nota emitida por entidades de delegados.
Para a maioria absoluta dos policiais federais, um chefe deve provar competência e ter experiência antes de liderar numerosas equipes em investigações complexas ou administrar orçamentos milionários. E os maiores responsáveis pela crise institucional da Polícia Federal são seus péssimos gestores, bacharéis em Direito, que não possuem uma formação acadêmica que possibilite a capacidade gerencial.
Os argumentos utilizados pelas associações confundem qualquer leitor, com uma hermenêutica carente de técnica jurídica, e recheada de anseios corporativistas que ignoram a necessidade gritante de modernização da segurança pública.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A quem interessa a PF sucateada?

Segunda, 19 de agosto de 2013
Punidos por combaterem a corrupção, Federais vão às ruas com mordaças!

Da Fenapef
Nos últimos anos as competências da Polícia Federal têm sido repassadas ao Exército e Força Nacional. Recursos públicos previstos nas leis orçamentárias não são investidos no órgão. E os policiais responsáveis pelas pesquisas, análises e execução das investigações, taxados de rebeldes pelo Governo Federal, estão sendo perseguidos, com os salários congelados há 05 anos, e vítimas de uma política de gestão direcionada para a desmoralização funcional.

Num modelo inspirado no FBI, durante a década de 90, a previsão legal do requisito de formação universitária para todos os policiais federais representou um avanço para a polícia brasileira. Começava a mudar o modelo de polícia herdado do Império, onde ocorria a concentração dos rumos da investigação na pessoa do delegado. Até então, a prova produzida era baseada em interrogatórios, muitos deles com violação aos direitos do cidadão. Um mecanismo de polícia ainda ativo, criado para manter a estrutura coronelista de poder.

Mas algo inesperado aconteceu na PF. Ao se juntar investigação e formação científica do policial, ocorre o desenvolvimento da inteligência policial e da análise criminal, e esse novo método de investigação não se adaptou ao antigo sistema de controle político da polícia. Em equipes formadas por engenheiros, biólogos e sociólogos, a investigação se tornou científica, e como criar filtros políticos ou critérios seletivos se a metodologia é objetiva?