Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

80% das crianças brasileiras de até cinco anos comem ultraprocessados, mostra estudo da UFRJ

Sexta, 10 de dezembro de 2021
Alimentação das crianças brasileiras está distante das recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde - Foto: CEE Fiocruz


Oito em cada dez crianças brasileiras de até cinco anos já consumiram biscoitos, farinhas instantâneas e refrigerantes

Redação
Brasil de Fato | São Paulo (SP) | 10 de Dezembro de 2021

Dados inéditos do Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani-2019), conduzido pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mostram que, em 2019, oito em cada dez crianças brasileiras de até cinco anos já consumiam alimentos ultraprocessados, como biscoitos, farinhas instantâneas, refrigerantes e bebidas açucaradas, dentre outros produtos nocivos à saúde.

A prática é comum inclusive entre bebês menores de dois anos, o que pode trazer consequências ao longo de toda a vida, como obesidade, diabetes e problemas cardiovasculares.

"Os resultados do Enani-2019 mostram que, em geral, a alimentação das crianças brasileiras está distante das recomendações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS)", afirma o professor Gilberto Kac, coordenador nacional do Enani-2019 e pesquisador do Instituto de Nutrição Josué de Castro da UFRJ.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Fiocruz Brasília: Participe do 1º Fórum Popular Distrital de Saúde

Quinta, 3 de dezembro de 2020

Por: Fernanda Marques 02/12/2020

Você, morador do Distrito Federal, está convidado a participar do 1º Fórum Popular Distrital de Saúde: enfrentando juntos a pandemia Covid-19 e suas consequências, que está com inscrições abertas até a próxima terça-feira, 8 de dezembro. O Fórum será realizado online, por meio da plataforma Teams, e, para participar, basta preencher o formulário disponível em bit.ly/forumpopsaude. No momento da inscrição, o participante já indica quais fatores julga relevantes para o enfrentamento à pandemia em seu território.

O objetivo do encontro é promover o diálogo, a mobilização e a organização das forças sociais locais para enfrentar os desafios da Covid-19 no DF, bem como elaborar e pactuar coletivamente um Plano de ações para o enfrentamento da pandemia Covid-19 e suas consequências. O Fórum é uma iniciativa do Conselho de Saúde do DF, com o apoio da Fiocruz, por meio do Radar de Territórios Covid-19 da Plataforma de Inteligência Cooperativa com Atenção Primária à Saúde (Picaps). Todos os participantes receberão certificados do Conselho.

O Fórum será composto por dois momentos, em dias diferentes. No primeiro, os participantes serão divididos em grupos, de acordo com seus territórios, para formular ações de enfrentamento à Covid-19. No segundo momento, os grupos estarão juntos para compartilhar seus resultados e validar o Plano construído coletivamente.

Confira o dia e o horário do encontro do seu território:

9 de dezembro, quarta-feira, das 14h às 18h, MACRORREGIÃO NORTE/LESTE: Sobradinho, Fercal, Planaltina, Paranoá, Itapoã, Jardim Botânico, São Sebastião e Jardins Mangueiral

11 dezembro, sexta-feira, das 14h às 18h, MACRORREGIÃO OESTE/SUDOESTE: Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Vicente Pires, Samambaia, Recanto das Emas, Arniqueiras e Águas Claras

14 de dezembro, segunda-feira, das 14h às 18h, MACRORREGIÃO CENTRAL/CENTRO-SUL/SUL: Asa Sul, Asa Norte, Lago Norte, Lago Sul, Varjão, Cruzeiro, Noroeste, Sudoeste, Octogonal, Vila Telebrasília, Vila Planalto, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Park Way, Candangolândia, Guará, SCIA e Cidade Estrutural, Gama e Santa Maria

O encontro geral, com os participantes dos três grupos, será realizado no dia 17 de dezembro, quinta-feira, das 15h às 19h. Confira a programação:

Apresentação do Plano de ações para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 e suas consequências (17/12)

15h às 16h: Mesa temática

Controle social no SUS do DF e o enfrentamento à pandemia

Perspectiva epidemiológica da Covid-19 no DF – Claudio Maierovitch, coordenador do Núcleo de Epidemiologia e Vigilância em Saúde (NEVS/Fiocruz Brasília)

A interação Atenção Primária à Saúde e Vigilância em Saúde no contexto pandêmico

Os territórios no enfrentamento à Covid-19 – Wagner Martins, coordenador de Gestão e Integração Estratégica

16h10 às 18h50: Apresentação do Plano de ações e validação da agenda de ações comunitárias de enfrentamento à Covid-19 no DF

19h: Encerramento

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

O futuro do SUS depende da luta política

Quarta, 28 de fevereiro de 2018
Publicado em 27/2/2018 no Youtube por Brasil Saúde Amanhã / Fiocruz

Jessé Souza: o futuro do SUS depende da luta política

Em aula inaugural na Ensp/Fiocruz, sociólogo e professor da Universidade Federal do ABC comenta o avanço do capital financeiro sobre a Saúde e destaca o papel do setor na defesa da democracia.

Fonte: 

sábado, 31 de dezembro de 2016

Fiocruz é uma instituição de Estado e deve ser respeitada

Sábado, 31 de dezembro de 2016
Da Abrasco

A notícia veiculada em 29 de dezembro sobre o desrespeito do Ministério da Saúde ao processo interno de escolha para a presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mobilizou todos os trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS). Pesquisadores e profissionais de saúde, já mais do que preocupados com a incapacidade de resposta do atual governo às necessidades básicas de saúde, se oporão veementemente a qualquer iniciativa que fira a dinâmica democrática estabelecida por instituições voltadas à produzir conhecimentos, ações e produtos estratégicos para a saúde pública.

domingo, 23 de outubro de 2016

Pesquisa aponta que uso do crack é consequência, e não causa de exclusão social

Domingo, 23 de outubro de 2016
Isabela Vieira - da Agência Brasil
Ao contrário do que o senso comum acredita, o crack não causa exclusão social. Pelo contrário, segundo especialistas, o uso da droga é consequência de uma vida precária que leva à dependência e faz com que muitos sejam encontrados em situação de pobreza extrema, usando a droga nas ruas de cidades brasileiras, vulneráveis a riscos, como homicídios. A constatação é de Pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgada hoje (21), no Rio de Janeiro.

Depois de analisar cerca de 200 entrevistas com usuários e profissionais de saúde mental, o levantamento mostra que o uso da droga apenas piora a situação de pessoas que não tem laços familiares, moradia, trabalho e estudo - problemas que chegaram antes da dependência.