Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 11 de julho de 2016

Gestão Alckmin: Secretário e mais oito pessoas são denunciados por improbidade na compra de trens para metrô de São Paulo

Segunda, 11 de julho de 2016
Elaine Patricia Cruz – Agência Brasil
Nove pessoas, entre elas o atual secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo, Clodoaldo Pelissioni, foram denunciados pelo Ministério Público estadual por improbidade administrativa pela compra de 26 trens novos do grupo CAF, que estão parados, sem uso. A ação civil pública foi apresentada à Justiça pelo promotor Marcelo Milani na última sexta-feira (8) e divulgada hoje (11). Pelissioni foi denunciado por ter ocupado a presidência da companhia entre março e setembro do ano passado. Também foi denunciado o atual presidente do Metrô, Paulo Menezes Figueiredo.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

São Paulo: Juíza envia investigações sobre fraudes na merenda para a Justiça Federal

Quarta, 16 de junho de 2016
Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil
Merenda escolar
A decisão da juíza foi baseada em apuração feita pelo Ministério Público   —Arquivo/Agência Brasil
A juíza Vanessa Barbosa, da comarca de Bebedouro, no interior paulista, decidiu enviar parte das investigações sobre fraudes nos contratos da merenda no estado à Justiça Federal. A magistrada acatou o argumento do Ministério Público de São Paulo de que uma parcela significativa dos recursos envolvidos é federal, transferidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Carlos Giannazi: “a Assembleia Legislativa de SP não passa de puxadinho do Palácio dos Bandeirantes”

Sexta, 6 de maio de 2016
Do Correio da Cidadania
http://www.correiocidadania.com.br
Escrito por Raphael Sanz, da Redação
ImagemNão é de hoje que a educação no estado de São Paulo vem passando por um processo de sucateamento, que ora culmina com a inédita ocupação dos secundaristas da Assembleia Legislativa de São Paulo. Mas não é só de educação que vivem os escândalos dos governos estaduais paulistas. O mesmo se denuncia no transporte, na segurança pública, no saneamento, na saúde e em tantas outras áreas acusadas de má gestão e corrupção. Pouco antes da ocupação da Alesp, o Correio conversou com Carlos Giannazi, professor e deputado estadual pelo PSOL.

“Em relação à máfia da merenda, um caso gravíssimo, nós queremos implantar aqui uma CPI. Podemos dizer que foi uma quadrilha organizada aqui em São Paulo que se apoderou do dinheiro da merenda escolar. Uma quadrilha formada por empresários, agentes do governo, pessoas ligadas diretamente ao núcleo do governo e da Casa Civil, tanto que Fernando Moita, um dos principais envolvidos, é nada menos que o chefe de gabinete do Edson Aparecido, chefe da Casa Civil. Ou seja, o esquema estava no coração do governo”, disparou.

Para ele, o governo Alckmin é fraco, corrupto e só consegue manter-se no poder devido à enorme força e blindagem que recebe de setores importantes das instituições paulistas, especialmente da Assembleia Legislativa (Alesp) estadual. Apesar de não enxergá-lo na ordem dia, Giannazi defende o impeachment do governador Geraldo Alckmin – em 2014 chegou a protocolar um pedido de abertura de processo, que foi negado.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Adiada ação de reintegração de posse de prédio ocupado por estudantes em SP

Quinta, 5 de maio de 2016
Daniel Mello - Repórter da Agência Brasil
Rovena Rosa/Agência Brasil 
Estudantes secundaristas ocupam o prédio do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, na região central de São Paulo —Rovena Rosa/Agência Brasil
 
Foi suspensa a reintegração do Centro Paula Souza (CPS), prevista para as 10h de hoje (5). A sede da autarquia responsável pela administração do ensino técnico de São Paulo está ocupada pelos estudantes desde a última quinta-feira (28). O grupo protesta contra a falta de merenda e as denúncias de corrupção envolvendo contratos da alimentação escolar. No domingo (1º), o juiz Fernão Borba Franco, da 14ª Vara da Fazenda Pública, autorizou a desocupação do imóvel, no entanto o juiz Luis Manuel Fonseca Pires, da Central de Mandados, estabeleceu uma série de condicionantes para a ação.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Secretário de Segurança de SP tem 72 horas para explicar ação da PM no prédio do Centro Paula Souza ocupado por estudantes

Terça, 3 de maio de 2016
Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
São Paulo - Polícia Militar entrou no Centro Paula Souza, ocupado por estudantes desde a última quinta-feira (28). A Justiça concedeu liminar para reintegração de posse do prédio (Rovena Rosa/Agência Brasil)
A Polícia Militar (PM) entrou hoje, por volta de 11h30, no prédio do Centro Paula Souza (CPS), ocupado por estudantes desde a última quinta-feira —Rovena Rosa/Agência Brasil
O secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, Alexandre de Moraes, tem o prazo de 72 horas, segundo decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), para esclarecer “se foi o responsável por 'adiantar' o cumprimento da ordem judicial com a determinação de ingresso da Polícia Militar no imóvel [prédio do Centro Paula Souza] sem mandado judicial”.

A Polícia Militar (PM) entrou hoje (2), por volta de 11h30, no prédio do Centro Paula Souza (CPS), ocupado por estudantes desde a última quinta-feira (28), e permaneceu lá durante toda a tarde, ação considerada ilegal pelo TJ-SP. Os estudantes protestam contra a falta de merenda e denúncias de corrupção nos contratos de alimentação escolar. O CPS é o órgão responsável por administrar o ensino técnico em São Paulo.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Artigo Ponte: O governo de São Paulo censurou você

Artigo: O governo de São Paulo censurou você: Proibição de acesso a boletins de ocorrência, que impede a sociedade de fiscalizar o trabalho policial, é adotada pelo governo Alckmin desde 2002, quando ainda não era ilegal, e continuou após apro…

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Documentário registra a luta dos estudantes secundaristas contra a austeridade paulista

Quarta, 16 de fevereiro de 2016

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Entre novembro e dezembro de 2015, estudantes secundaristas de São Paulo, por meio de ocupações de escolas, protagonizaram uma grande vitória popular contra os desmandos da política de educação do Governo do Estado, que privilegia o pagamento dos juros da dívida ao invés do ensino de qualidade [1,2]. 

Contra a política autoritária de Geraldo Alckmin, a Auditoria Cidadã da Dívida apoiou a verdadeira "reorganização" promovida pelas ocupações [3]. Estudantes e a comunidade escolar se apropriaram do espaço educacional, promovendo debates, limpando os prédios, pintando paredes, fazendo sua própria comida. 

Todo este processo de empoderamento popular foi registrado no novo documentário de Carlos Pronzato, intitulado "Acabou a paz - isso aqui vai virar o Chile", em referência à também vitoriosa luta dos estudantes secundaristas do Chile, episódio que ficou conhecido como "Rebelião dos Pinguins" [4]. 

Vale lembrar que o mesmo Carlos Pronzato também já produziu um documentário sobre a questão do endividamento público [5]. 

Nós nos sentimos honrados por termos participado desta história de coragem, autonomia e horizontalidade.

BOM FILME A TODOS E TODAS: http://bit.ly/1QiPq3Y
Haverá exibições gratuitas seguidas de debate, confira: http://on.fb.me/1VjRbMo

[1] http://on.fb.me/1mF7XK4
[2] http://on.fb.me/1Lro4S0
[3] http://on.fb.me/1R65brZ
[4] http://bit.ly/1R66Aiv
[5] http://bit.ly/1KTQZTQ

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Nova velha fórmula: qual o trajeto?

Quarta, 3 de fevereiro de 2016
Do Correio da Cidadania

http://www.correiocidadania.com.br
A comunicação do trajeto é um mero subterfúgio. No dia seguinte do sétimo ato [do MPL], manifestantes do completo oposto do espectro político fecharam a Marginal Pinheiros, às 10h, reivindicando a volta do regime militar. Não precisaram comunicar o trajeto. Nem foram alvejados com bombas e tiros. Isso sem contar as manifestações pelo impeachment da presidenta Dilma Rousseff, que em São Paulo sempre contam com “uma tarde sem catracas” e uma cobertura quase em tom de convite às ruas de alguns meios de comunicação.
Imagem

Escrito por Raphael Sanz, da Redação do Correio da Cidadania
Muita gente se pergunta porque a tática do MPL de fechar as ruas deu certo em 2013 e não estaria tendo tanto sucesso três anos depois. A constatação faz sentido e tem tudo a ver com o novo mote para a repressão violenta: o trajeto.
O roteiro é sempre o mesmo enlatado: pessoas se juntam para se manifestar, o Estado diz que não concorda com o trajeto apresentado, diversos policiais infiltrados “provocam” os colegas fardados, e quando os manifestantes pisam um ladrilho fora do estipulado, chovem bombas, balas de borracha e gás de pimenta.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Escândalo da merenda: Rastilho de pólvora para aliados de Alckmin

Domingo, 31 de janeiro de 2016
Fontes: El País e Blog do Sombra 
Operação investiga esquema de desvio em contratos para compra de alimentação escolar em 22 municípios

Por GIL ALESSI e MARINA ROSSI - EL PAÍS




Funcionária cozinha a merenda em uma escola de SP. A2img
 
Desvios na compra da merenda escolar são um triste clássico da corrupção brasileira. Existem dezenas de episódios pelo país, e mesmo com a denúncia e punição, eles seguem se repetindo. Pior: da Operação Lava Jato, com a compra de milionários navios-sonda, por exemplo, à aquisição de alimentação para as escolas, o esquema básico parece se repetir: formação de cartel e superfaturamento de contratos públicos para obtenção de propinas, depois repassadas tanto aos operadores do esquema com a agentes políticos facilitadores. O caso da vez é em São Paulo e envolve, segundo os investigadores, políticos do PSDB e PMDB e salpica o núcleo de articulação política do Governo Geraldo Alckmin (PSDB).

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Alba Branca: Entenda a operação que mira o tucano Fernando Capez

Quinta, 28 de janeiro de 2016
Da Revista Carta Capital e Blog do Sombra
Operação Alba Branca

Presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo é suspeito de receber propina para facilitar contratos da merenda escolar; ele nega


A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo deflagraram na última semana a Operação Alba Branca, que investiga um esquema de superfaturamento na venda de alimentos para a merenda escolar infantil. Dirigentes de uma cooperativa de pequenos produtores de Bebedouro (SP) citaram o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Fernando Capez (PSDB), e outros políticos como beneficiários de propina. ...
 
O que a Operação Alba Branca investiga?
 
A operação Alba Branca investiga um esquema de corrupção no qual uma organização pagava propina em troca de contratos superfaturados para fornecer merenda escolar à Secretaria de Estado da Educação, do governo Geraldo Alckmin (PSDB), e a 22 prefeituras paulistas.