Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Governo Temer: Dissolução do Grupo de Trabalho da Lava Jato na Polícia Federal prejudica as investigações, afirmam procuradores

Quinta, 6 de julho de 2017
Do MPF
Em nota, procuradores da força-tarefa em Curitiba se manifestaram contra desmembramento da equipe de trabalho
Dissolução do Grupo de Trabalho da Lava Jato na Polícia Federal prejudica as investigações, afirmam procuradores
"Os procuradores da República da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba (PR) vêm manifestar sua discordância em relação à dissolução do Grupo da Lava Jato no âmbito Polícia Federal.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Odebrecht diz que Temer integrou grupo de Cunha com influência na Caixa

Quarta, 5 de julho de 2017
Do Jornal do Brasil
Ex-presidente de empreiteira presta depoimento no caso do doleiro Lúcio Funaro

Em depoimento à Justiça, no Distrito Federal, nesta terça-feira (4), o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht disse que o presidente Michel Temer integrava o grupo do ex-deputado Eduardo Cunha que tinha influência no bilionário FI-FGTS da Caixa (Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Como as organizações criminosas funcionam? Análise da Lava Jato

Sexta, 30 de junho de 2017
Hoje (30/6) no Facebook de 
Carlos Fernando dos Santos Lima



Como as organizações criminosas funcionam? Novamente é preciso colocar um pouco de técnica em uma discussão banalizada por interesses políticos.

Primeiro, uma organização criminosa pode ser imaginada como um triângulo em que no vértice superior encontra-se o líder e na medida que a estrutura desloca-se para a base, maior é a quantidade de subordinados e menor o poder dentro da organização. 

Entretanto, no mundo real, como na operação Lava Jato, há um conjunto enorme de organizações criminosas, parcialmente autônomas entre si. Podemos imaginar isso também em relação à máfia italiana, com a máfia calabresa, a Ndrangheta, a napolitana Camorra, ou a Cosa Nostra siciliana.

Procuradores da Lava Jato ameaçam abandonar os cargos se Raquel Dodge assumir chefia do MPF

Sexta, 30 de junho de 2017
Fonte: Blog do Sombra
Procuradores da Lava Jato ameaçam abandonar os cargos se Raquel Dodge assumir chefia do MPF
Janot tenta debelar as deserções
Por DIEGO ESCOSTEGUY-Revista Época 
Alguns dos procuradores à frente da Lava Jato na Procuradoria-Geral da República ameaçam abandonar seus cargos se a subprocuradora Raquel Dodge for confirmada no Senado como nova chefe do Ministério Público Federal. Os investigadores não querem trabalhar com Dodge. Enxergam a indicação dela com grande desconfiança - uma tentativa do presidente Michel Temer e do ministro Gilmar Mendes de sufocar, por dentro, a Lava Jato. Alguns dos procuradores já trabalharam com a subprocuradora e não gostaram do que qualificam como estilo centralizador dela. Nenhum percebe nela coragem e ímpeto para comprar as brigas que o atual procurador-Geral, Rodrigo Janot, comprou ao longo da operação.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Lava Jato: força-tarefa denuncia ex-gerente da Petrobras por usar regularização cambial para lavar dinheiro

Quinta, 8 de junho de 2017
Lava Jato: força-tarefa denuncia ex-gerente da Petrobras por usar regularização cambial para lavar dinheiro
Do MPF
Seis pessoas foram acusadas de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa pelo pagamento de R$ 150 milhões em propinas relacionadas à Área de Gás e Energia da Petrobras
Nesta quinta-feira (8) a força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba denunciou os ex-gerentes da Petrobras Márcio de Almeia Ferreira, Edison Krummenauer e Maurício Guedes, assim como os empresários Luis Mario da Costa Mattoni (administrador da Andrade Gutierrez),Marivaldo do Rozario Escalfoni (Akyzo) e Paulo Roberto Fernandes (Liderrol), pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Segundo a acusação, entre 2003 e junho de 2016, os ex-empregados públicos estiveram envolvidos em um esquema que desviou mais de R$ 150 milhões da Petrobras em inúmeras obras da área de Gás e Energia da companhia.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Operação Ratatouille Nova fase da Lava Jato investiga fraudes na merenda escolar no Rio; é o bando de Cabral e Pezão

Quinta, 1º de junho de 2017

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Douglas Corrêa - da Agência Brasil

A Polícia Federal realiza na manhã de hoje (1) mais uma fase da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, denominada de Ratatouille  com a finalidade  de desarticular um esquema criminoso de desvio de recursos destinados ao fornecimento de merenda escolar e alimentação de detentos nos presídios no estado do Rio de Janeiro, tendo como contrapartida o pagamento de propina a autoridades públicas.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Juízes Federais dão resposta ao ministro Gilmar Mendes: 'conduta inadequada para quem ocupa cargo na mais alta Corte do País'

Terça, 9 de maio de 2017

Foto: EBC
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A AJUFE – Associação dos Juízes Federais do Brasil, entidade de classe de âmbito nacional da magistratura federal, vem a público manifestar seu repúdio quanto à declaração do Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, afirmou que “a Lava Jato faz ‘reféns’ para tentar manter o apoio popular”.

Essas palavras não estão à altura do cargo que ocupa. Desqualificar, de maneira agressiva, decisões judiciais devidamente motivadas que foram proferidas pelo juízo federal de primeiro grau e, em sua imensa maioria, confirmadas, em grau de recurso, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, pelo Superior Tribunal de Justiça e pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, é conduta inadequada para quem ocupa cargo na mais alta Corte do País e, por isso, deveria atuar com serenidade e como garantidor da estabilidade institucional, e não o contrário.

Ao ver-se confrontado com a arguição de seu impedimento por ter proferido decisão em Habeas Corpus no qual o paciente é cliente de escritório de advocacia do qual sua esposa é sócia, o Ministro Gilmar Mendes, uma vez mais, excedeu-se nos seus termos, atacando desnecessariamente aqueles que pensam de modo contrário ao seu.

A juridicidade da tese do impedimento, ademais, já foi por ele mesmo reconhecida em outro caso julgado pelo STF (HC n 97544/SP).

A crise político-econômica pela qual passa o Brasil é muito séria e o que se espera do Presidente do Tribunal Superior Eleitoral e integrante da Suprema Corte é que aja como um verdadeiro Magistrado, não contribuindo para agravá-la com declarações, mas para trazer ao País a tranquilidade da estabilidade das instituições.

A Ajufe continuará firme na defesa do respeito às decisões judiciais proferidas no âmbito da operação Lava Jato e de todos os magistrados brasileiros, não admitindo ataques gratuitos e desnecessários, parta de onde partir.

Brasília, 9 de maio de 2017



Roberto Carvalho Veloso

Presidente da Ajufe

sábado, 6 de maio de 2017

Operação Lava Jato: Renato Duque diz que Lula conhecia e comandava propinas repassadas ao PT

Sábado, 6 de maio de 2017
Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil

O ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o procurou para saber se havia alguma conta na Suíça em que tivesse recebido propinas pelo esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato. De acordo com ele, devido ao nível de informações sobre as operações negociadas entre a estatal e outras empresas, ficou “claro” que Lula “tinha pleno conhecimento” e “detinha o comando de tudo”.


O ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, presta depoimento em CPI na Câmara dos Deputados ( Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Renato Duque foi reinterrogado após permanecer em silêncio na audiência do dia 17 de abril.Marcelo Camargo/Arquivo/Agência Brasil
Em depoimento prestado nesta sexta-feira (5) ao juiz federal Sérgio Moro, Duque contou que se reuniu três vezes com Lula após deixar a Diretoria de Serviços da empresa, em 2012, e que durante as conversas o ex-presidente o questionou sobre o andamento dos contratos da Petrobras com estaleiros para a construção de navios-sonda. A preocupação de Lula, segundo ele, era com os pagamentos feitos ao PT e com o possível rastro financeiro em contas fora do país que poderia ser detectado pelas investigações.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Asfixia: Nova fase da Lava Jato tem como foco três ex-gerentes da Petrobras

Quinta, 4 de maio de 2017
Da Agência Brasil
A Polícia Federal, a pedido da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR), cumpre hoje (4) mandados de prisão temporária, buscas e apreensão e condução coercitiva em nova fase da Operação da Lava Jato.

A ação tem como foco principal três ex-gerentes da área de Gás e Energia da Petrobras, suspeitos de receberem mais de R$ 100 milhões em propinas de empreiteiras que eram contratadas pela estatal, além de operadores financeiros que utilizaram empresas de fachada para intermediar propina.

São investigados os crimes de fraude à licitação, corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, em mais de uma dezena de licitações de grande porte da Petrobras, que foram fraudadas pelo grupo criminoso.

sábado, 29 de abril de 2017

Odebrecht já apresentou as provas contra os políticos que foram corrompidos

Sábado, 29 de abril de 2017
Da Tribuna da Internet
Diego Escosteguy e Flávia Tavares
Época 


Capa edição 984 - home (Foto: Época )
A delação da Odebrecht vai muito, mas muito além dos trechos já conhecidos dos vídeos dos delatores. Todos eles, assim como a cúpula da empresa, tiveram de entregar provas que corroboram os crimes que narraram. Graças a esses documentos, os cerca de 500 gigabytes da delação da Odebrecht constituem, indubitavelmente, o maior e mais rico acervo de corrupção política da história. Um acervo para acadêmicos e historiadores. Um acervo que, além dos depoimentos, contém milhares de documentos. São, ao menos, cerca de 5 mil pedaços de evidência.

Incluem comprovantes de pagamentos em contas secretas no exterior, extratos bancários no Brasil e lá fora, contratos de fachada, notas fiscais frias, planilhas internas com registros de entrega de propina em dinheiro vivo, e-mails internos com discussões das negociatas, registros de encontros clandestinos com políticos, extratos telefônicos, comprovantes de viagens…

terça-feira, 11 de abril de 2017

Força-tarefa Lava Jato abre novas frentes na Petrobras e apresenta primeira denúncia contra ex-gerente executivo Roberto Gonçalves

Terça, 11 de abril de 2017
Força-tarefa Lava Jato abre novas frentes na Petrobras e apresenta primeira denúncia contra ex-gerente executivo Roberto Gonçalves
Do MPF

Ex-gerente executivo da estatal, operador financeiro e quatro executivos de empreiteiras são suspeitos da prática de crimes de corrupção, em quantia superior a R$ 56 milhões, e de lavagem de dinheiro, de mais de R$ 68 milhões, praticados no interesse das empreiteiras UTC e Odebrecht

A força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) apresentou nesta terça-feira (11) denúncia contra o ex-gerente executivo de engenharia da Petrobras Roberto Gonçalves, o advogado e operador financeiro Rodrigo Tacla Duran e quatro executivos das empreiteiras Odebrecht e UTC Engenharia. Entre os fatos denunciados, estão crimes de corrupção praticados para garantir a celebração de dois contratos firmados pelos consórcios Pipe Rack e TUC, integrados pelas empresas Odebrecht e UTC, com a Petrobras para a construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

sexta-feira, 31 de março de 2017

A Lava Jato avança de verdade, agarrando os corruptos pelo bolso

Sexta, 31 de março de 2017
Do jornal El País Brasil
Opinião

A Lava Jato avança de verdade

Juan Arias

A Lava Jato colocou pela primeira vez na mira não apenas políticos com nome e sobrenome, mas todo um partido, o PP (Partido Progressista), acusado de improbidade administrativa, pedindo a devolução para os cofres de Estado de 2 bilhões de reais. É uma novidade na guerra contra a corrupção. Isso, junto com a condenação do ex-presidente do Congresso Eduardo Cunha a 15 anos de prisão, tudo no mesmo dia, revela que a Lava Jato não demonstra sentir medo frente às possíveis manobras que, contra ela, parecem estar tramando no Congresso com o debate sobre uma lei de responsabilidade que, aprovada nesse momento e às pressas, pode ser vista como uma tentativa de amarrar as mãos dos juízes em sua luta contra a corrupção. A decisão de pedir a condenação de todo um partido e de 10 de seus líderes políticos significa que o juiz Moro e sua equipe avançam de verdade e que o resultado final de suas investigações ainda é difícil de adivinhar.

terça-feira, 14 de março de 2017

Cinco ministros de Temer e senadores estão na lista de Janot

Terça, 14 de março de 2017

Entre os nomes, estão Eliseu Padilha, Moreira Franco, Bruno Araújo, Gilberto Kassab, Eunício Oliveira, Rodrigo Maia. Renan Calheiros, Romero Jucá, Edison Lobão e outros

Por Noticias ao Minuto
Foto: Reprodução / Divulgação/Beto Barata/PR
E Blog do Sombra

Pelo menos cinco ministros do governo de Michel Temer estão na lista de pedidos de inquéritos do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. São eles: Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), Bruno Araújo (Cidades), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia e Comunicações) e Aloysio Nunes Ferreira (Relações Exteriores).

Odebrecht: Janot pede fim de sigilo das delações; saiba o que vai acontecer com a lista

Terça, 14 de março de 2017
Felipe Pontes e André Richter – da Agência Brasil
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), que retire o sigilo de grande parte dos 950 depoimentos de colaboradores da Odebrecht, nos quais eles citam o envolvimento de dezenas de políticos, “considerando a necessidade de promover transparência e garantir o interesse público”, informou em nota a PGR. 

Na tarde de hoje, Janot enviou ao STF 320 pedidos ligados à Operação Lava Jato, dos quais 83 são solicitações de autorização para a abertura de inquéritos contra políticos no exercício de seus cargos. Todos são suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

É pilantra que não acaba mais: Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Lava Jato

Quinta, 23 de fevereiro de 2017
Da Agência Brasil

A Polícia Federal deflagrou hoje(23) a Operação Blackout - a 38ª fase da Operação Lava Jato. Foram cumpridos, no Rio de Janeiro, 15 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva por crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas e lavagem de dinheiro, entre outros.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Lava Jato: PGR pede abertura de inquérito contra Sarney, Jucá, Renan e Sérgio Machado

Segunda, 6 de fevereiro de 2017
Do MPF
Objetivo é apurar suspeita de embaraço às investigações, citada em colaboração premiada de Sérgio Machado

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) abertura de inquérito contra o ex-presidente José Sarney, os senadores Romero Jucá e Renan Calheiros e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado por possível crime de embaraço às investigações na Operação Lava Jato. As manobras dos políticos para interferir nas investigações foram detalhadas por Sérgio Machado em acordo de colaboração premiada.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Justiça Federal em Curitiba retoma trabalhos da Operação Lava Jato

Quarta, 1 de fevereiro de 2017
Os trabalhos da Operação Lava Jato serão retomados hoje (1º) na Justiça Federal em Curitiba. Cinco testemunhas de acusação devem ser ouvidas nesta quarta-feira, na ação penal que investiga o ex-ministro Antônio Palocci, o empresário Marcelo Odebrecht e mais 13 pessoas. Eles foram denunciados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, após a 35ª fase da Lava Jato, chamada de Omertá, deflagrada em setembro do ano passado e que resultou na prisão de Palocci. Tanto o ex-ministro quanto Marcelo Odebrecht estão presos na carceragem da Polícia Federal (PF) na capital paranaense.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

PGR prorroga por seis meses grupo de trabalho da Lava Jato

Quarta, 25 de janeiro de 2017
Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil
Uma portaria da Procuradoria-Geral da República (PGR) prorroga por mais seis meses o grupo de trabalho que auxilia o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na parte da Operação Lava Jato que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

A equipe é composta por dez pessoas: os procuradores da República Anna Carolina Resende Maria Garcia, Daniel de Resende Salgado, Fernando Antonio de Alencar Alves de Oliveira Júnior, Maria Clara Barros Noleto, Melina Castro Montoya Flores, Pedro Jorge do Nascimento Costa, Rodrigo Telles de Souza, Ronaldo Pinheiro de Queiroz; e os promotores de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPFDT) Wilton Queiroz de Lima e Sergio Bruno Cabral Fernandes, este último coordenador dos trabalhos.

Entre as atribuições do grupo está a de firmar colaborações premiadas com possíveis delatores, produzir provas para a Lava Jato e participar de audiências judiciais relativas à operação no STF.

Recentemente, um grande volume de trabalho da operação tem se acumulado na PGR, único órgão competente para investigar e indiciar pessoas com foro privilegiado, como parlamentares e ministros.

Na delação premiada de 77 executivos e ex-funcionários da Odebrecht, por exemplo, dezenas de políticos em exercício são citados como envolvidos no megaesquema de corrupção na Petrobras.

A portaria que prorroga o grupo de trabalho da Lava Jato na PGR foi assinada no último dia 17 de janeiro pelo procurador-geral em exercício na data, José Bonifácio Borges de Andrada.