Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Odebrecht diz que Temer integrou grupo de Cunha com influência na Caixa

Quarta, 5 de julho de 2017
Do Jornal do Brasil
Ex-presidente de empreiteira presta depoimento no caso do doleiro Lúcio Funaro

Em depoimento à Justiça, no Distrito Federal, nesta terça-feira (4), o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht disse que o presidente Michel Temer integrava o grupo do ex-deputado Eduardo Cunha que tinha influência no bilionário FI-FGTS da Caixa (Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).

sábado, 15 de abril de 2017

Os vídeos das delações da Odebrecht que comprometem Temer

Sábado, 15 de abril de 2017
"Temer está pedindo 10 milhões", diz Marcelo Odebrecht. Assista aos depoimentos

Do El País Brasil

São Paulo
O presidente brasileiro Michel Temer e o atual ministro da Casa Civil Eliseu Padilha, no passado dezembro
O presidente brasileiro Michel Temer e o atual ministro da Casa Civil Eliseu Padilha, no passado dezembro AP
A mais recente enxurrada de informações divulgada pelo Supremo Tribunal Federal sobre a Operação Lava Jato atinge de forma direta ao presidente Michel Temer. O próprio procurador geral da República, Rodrigo Janot, explica, num relatório, que há motivos suficientes para pedir a abertura de uma investigação a Temer, mas que ele teve que recuar pela imunidade temporária que confere a Constituição aos presidentes. Janot aponta que Temer, quando ainda era vice-presidente, "capitaneava" o grupo do PMDB na Câmara que desenvolvia um esquema de cobrança de propinas através de dois estreitos colaboradores, os atuais ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco. Ambos estão incluídos na Lista de Fachin de políticos que vão ser investigados por acusações de corrupção.

As conclusões de Janot sobre Temer estão embasadas nos depoimentos de antigos diretores da Odebrecht. O próprio ex-presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, contou aos fiscais da Procuradoria Geral da República que em 2014 recebeu uma solicitação de Temer para repassar 10 milhões de reais ao PMDB. O recado foi transmitido por Cláudio Melo Filho, diretor de Relações Institucionais da empreiteira em Brasília, o homem que mantinha contato permanente com os políticos do Congresso. Num trecho do seu depoimento, Marcelo fala de uma conversa com o aliado de Temer, Paulo Skaf, presidente da Federação de Indústrias de São Paulo (FIESP), o sindicato patronal que turbinou no ano passado uma forte campanha em favor do impeachment de Dilma Rousseff. Em 2014, Skaf era candidato pelo PMDB ao Governo de São Paulo e também solicitava uma doação ao presidente da empreiteira. Marcelo explicou ao presidente da FIESP que além disso tinha um pedido anterior de Temer e que então eles dois deveriam dividir o dinheiro. Este é o relato do empresário no depoimento perante a Procuradoria Geral da República: 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Revista Veja: Temer é citado pela 2ª vez em delação da Odebrecht

Quinta, 15 de dezembro de 2016
Da Revista Veja
Executivo da empreiteira afirma ter repassado recursos a pedido do presidente da República e o ex-deputado Eduardo Cunha

Por Daniel Pereira e Robson Bonin

Um dos principais executivos da construtora Odebrecht, o empresário Márcio Faria da Silva disse à Procuradoria-Geral da República que operacionalizou o repasse de recursos a pedido do presidente Michel Temer e do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A liberação do dinheiro, segundo contou, estava vinculada à execução de contratos da empreiteira com a Petrobras. A informação consta no acordo de delação premiada assinado pelo executivo. Em 2010, Michel Temer recebeu, em seu escritório político em São Paulo, Márcio Faria da Silva para uma conversa, da qual também participaram Eduardo Cunha e o lobista João Augusto Henriques, coletor de propinas para o PMDB dentro da Petrobras.

Leia a íntegra em:
http://veja.abril.com.br/brasil/temer-citado-segunda-vez-delacao-odebrecht/

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Apoio a Temer corre risco de ruir após delação da Odebrecht

Segunda, 12 de dezembro de 2016

Vazamento do primeiro acordo de colaboração atinge coração da gestão peemedebista em momento crucial, da votação da PEC do Teto


Do El País Brasil

Delação da Odebrecht chega em Temer
Michel Temer no último dia 5, em Brasília. ADRIANO MACHADO REUTERS

AFONSO BENITES

Os assessores de um seleto grupo de políticos em Brasília fizeram hora extra neste fim de semana. Na noite de sexta-feira, quando vários deles encerravam seus expedientes, foram obrigados a promover uma espécie de festival informal de envios de notas à imprensa para tentar defender seus chefes das acusações de um dos 77 delatores da empreiteira Odebrecht que fizeram acordos de colaboração premiada com a operação Lava Jato. Em um documento de 82 páginas, Claudio Melo Filho, um ex-vice-presidente da megaempreiteira, citou nominalmente 24 políticos com quem ele tinha relações pessoais, profissionais e até mesmo criminosas. A esperada “delação do fim do mundo” começou com força e já atinge em cheio o governo Michel Temer e a cúpula do PMDB.

domingo, 11 de dezembro de 2016

PREÇOS PROMOCIONAIS: Compra de leis e Medidas Provisórias citada em delação da Odebrecht gera insegurança

Domingo, 11 de dezembro de 2016
Mensalão como precedente

Por Marcos de Vasconcellos e Fernando Martines/Revista Consultor Jurídico/Foto? Fábio Bozzebom/Agência Brasil  — Blog do Sombra



A primeira delação de executivos, funcionários e acionistas da Odebrecht (entre as mais de 70 que os empregados da empresa prometeram) já estremeceu o governo de Michel Temer, uma vez que acusa o presidente de pedir e receber R$ 10 milhões. Outros tantos teriam sido distribuídos a partidos e políticos, sendo que pelo menos R$ 17 milhões com um objetivo específico: comprar a aprovação de leis e medidas provisórias.

Tudo ainda está no campo da acusação. As denúncias feitas pelo delator da vez na operação "lava jato", Claudio Melo Filho, ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, ainda precisam ser apuradas, apresentadas à Justiça e devidamente julgadas, para que tenham algum efeito legal. Mas se forem confirmadas, pelo menos 15 MPs, projetos de lei e resoluções do Senado têm claro vício de iniciativa. Com isso, podem ser anulados, ou ter seus efeitos declarados nulos, afirmam especialistas ouvidos pela ConJur.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Ex-executivo da Odebrecht: Dinheiro foi entregue em escritório de amigo de Temer

Sexta, 9 de dezembro de 2016
Em delação, Cláudio Melo Filho afirma que repasse em escritório de José Yunes fazia parte de R$ 10 milhões negociados entre Temer e Marcelo Odebrecht, para campanha de 2014

Revista Época/Foto Divulgação/Beto Barata/PR  — e Blog do Sombra


O teor da delação de Melo Filho foi divulgado pelo site Buzzfeed e confirmado por O Globo

Um dos executivos que assinaram os acordos de delação premiada da Odebrecht afirmou que, na campanha eleitoral de 2014, foi entregue dinheiro vivo no escritório do advogado José Yunes – amigo de Michel Temer, hoje assessor especial da Presidência, ex-tesoureiro do PMDB em São Paulo. Segundo Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, a quantia entregue em São Paulo era parte de um repasse de R$ 10 milhões, combinado em um no Palácio do Jaburu, quando Temer, então vice-presidente da República, recebeu Marcelo Odebrecht, na época, presidente da empreiteira. O encontro ocorreu em maio de 2014, dois meses depois do início da Operação Lava Jato.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Teori fatia delação de Sérgio Machado e permite apuração preliminar sobre citação a Temer

Sexta, 23 de setembro de 2016
Do Congresso em Foco
Caberá ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidir se novas investigações serão abertas em separado, a partir das declarações de Machado. Ex-presidente da Transpetro cita nomes como Renan Calheiros, Romero Jucá, José Sarney, Aécio Neves e até o presidente Michel Temer
por Fábio Góis  

Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Teori Zavascki decidiu nesta sexta-feira (23) fatiar a delação premiada feita pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, um dos principais depoentes do esquema de corrupção descoberto pela Polícia Federal na Petrobras. A decisão abre caminho para que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, conduza as investigações separadamente, com base nos depoimentos de Machado, cujo acordo de delação foi homologado em junho passado. Estão implicados nesse conjunto de informações o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-presidente da República José Sarney (PMDB) e até o atual, Michel Temer (PMDB).

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Delação premiada: Sérgio Machado diz que Temer pediu R$ 1,5 milhão para campanha de Chalita

Quarta, 15 de junho de 2016
Michèlle Canes - Repórter da Agência Brasil*
Em um dos depoimentos prestados em acordo de delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse que o presidente interino Michel Temer pediu para que Machado o ajudasse a conseguir recursos ilícitos para a campanha do então candidato à prefeitura de São Paulo, Gabriel Chalita.

No texto do acordo, Machado afirma que o presidente interino Michel Temer negociou com ele, em 2012, o repasse de R1,5 milhão em propina para financiar a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo. Esses recursos, de acordo com o ex-presidente da Transpetro teriam sido dados pela construtora Queiroz Galvão.