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(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Projeto de lei apresentado agora à tarde (7/11) na CLDF dá o nome do arquiteto gamense Ariomar ao Parque Infantil da Praça 1 do Setor Leste do Gama

Quinta, 7 de novembro de 2019

Ariomar da Luz Nogueira morreu em 29 de novembro de 2016, aos 69 anos

O projeto tramitará na CLDF até votação em plenário


Filho de Babaçulândia, hoje Tocantins, veio para o Gama em 1963, quando ainda tinha 13 anos de idade. Estudou no histórico Colégio do Gama, hoje Centro de Ensino Médio 1 (CEM1), mas eternamente chamado carinhosamente pelos gamenses de CG. Cursou Arquitetura e Urbanismo na UnB, concluindo o curso em 1976.


Durante sua vida profissional de arquiteto e urbanista, projetou em torno de mil edificações e monumentos. Além de arquiteto ele foi um artista, projetando não só a famosa escultura “Periquito” no Balão em a DF 480 (que sai do Gama e vai até o Catetinho) se encontra com a DF 001. Desde a colocação da escultura nesse balão que todos passaram a chamar o local de “Balão do Periquito”. Pela ruas e avenidas do Gama não é raro encontrar alguma obra de arte que teve Ariomar como autor.

Na justificativa do projeto de lei apresentado hoje, o deputado distrital João Cardoso (do Avante) assinala que Ariomar “era um artista com alma de criança, prova é que boa parte de suas obras arquitetônica, quadros e esculturas tinham a criança como tema, por isso nada mais oportuno que conferir o seu nome ao parque infantil da Praça 1, do Setor Leste, da cidade que ele sempre amou.”

Ariomar recebeu em 1997 o título de Cidadão Honorário de Brasília por proposta de iniciativa do ex-distrital César Lacerda.
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Leia também:

Um grito em defesa do Gama  — Artigo de Ariomar publicado no Gama Livre em 29 de junho de 2012


Autonomia Libertária  — Artigo de Ariomar publicado no Gama Livre em 8 de abril de 2017

Eles, O Estado/Governo e Nós, O Povo  — Artigo de Ariomar publicado no Gama Livre em 20 de março de 2015

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Autonomia Libertária

Quarta, 8 de abril de 2015

Por Ariomar Nogueira*















O nosso viver, no nosso caminhar viver, nos leva a caminhos/estrada.
Qual o símbolo de liberdade supera a liberdade de uma estrada?
O caminhar, o “ir” e o “vir”, a liberdade. O libertário viver com razão.

Na cidade do Gama, já de há muito vejo a necessidade de uma libertária vida sociocultural/política. Por quê? Porque não somos constituídos no contexto urbanístico Brasília, e sim uma cidade na sua periferia sul.

Que se assistida periodicamente por uma equipe de planejamento urbano, e com uma assessoria especial – mobilidade urbana com acessibilidade – seriamos mais autonomamente uma urbe. Centralizar serviços básicos é o mesmo que interferir na sua alma. Arquitetura e urbanismo é um dos segmentos básicos globalizador artístico/cultural envolvendo hábitos e costumes, com as necessidades específicas quanto ao Genius Loci –“espírito do lugar” – um espírito com cinquenta e cinco anos (se é que espírito tem idade). Portanto, ao meu ver, não somos endereços e números estatísticos somente. Me pronuncio externando o sentimento de um arquiteto e urbanista com os direitos periféricos – de decidindo o seu invento criativo sendo analisado no local do ser edificado – sendo culturalmente violados. Violado por um governo que se elege empunhando a bandeira da esperança libertária – eleição para Administrador Regional –. Uma administração com uma autonomia obediente, e não ao meu ver uma somente Administração ouvidoria...! Com seus habitantes desesperançosos com esse modelo – não sabemos cidadanicamente o que somos...!

Porque o Gama é uma cidade nas suas setorizações urbanísticas – mobilidade acessível – inacessível? Ao meu ver, por culpa do Estado/Governo...! Conforme o uso e a ocupação do solo público...!

Quando provedor de projetos de arquitetura e urbanismo e consultores quanto ao lindeiro, o limite de suas atividades residencial/comercial – o limítrofe –. São apresentados projetos, no meu ponto de vista, de má qualidade projetual, contribuindo no decorrer do fazer construtivo, da ação antrópica, em resultados empíricos. Quanto a consultoria e ou a feitura de projetos, com relação ao lindeiro, o limítrofe, os resultados até o presente contrariam a plena mobilidade acessível. Antevejo melhores resultados urbanísticos em relação a isso na cidade. É a minha esperança...!

Quanto a fiscalização...! Ao meu ver, deve executar o papel fiscalizatório-orientativo quanto às necessidades de gente. Mobilidade acessível é necessidade de gente. Por tanto, licenciar com alvará de funcionamento e ou atividades afins contrariando as normas – NBR9050 – é papel fiscalizatório-orientativo ou é uma ação antrópica irresponsável? Explicitar projetos de mobilidade acessível feitos pelo Estado/Governo – conforme o existencializado: Após o iniciar da calçada – uma ilha – o finalizar sem a chegada. Técnicos competentes são. Portanto, são erros deliberados ou é a capacitação? Vejamos: ciclovia, não ciclovia; praças, não praças; estacionamentos, não estacionamentos; vias de rolamento, não vias de rolamento – Avenida JK –. O que de fato ela está sendo: uma pista de rolamento, uma avenida ou um tortuoso caminho propenso a prováveis e possíveis acidentes?

E o Estado/Governo a quem me direciono. Vai se calar? E a Câmara Legislativa, não é a legítima casa das necessidades do povo? Povo gente, portadores ou não de necessidades especiais.

Gama-DF, 08 de abril de 2015

*Ariomar arquiteto candango

sexta-feira, 20 de março de 2015

Eles, O Estado/Governo e Nós, O Povo

Sexta, 20 de março de 2015  
Por Ariomar da Luz Nogueira, Arquiteto e Urbanista e membro da Comissão de Política Urbana do Instituto de Arquitetos do Brasil IAB/DF

Ariomar — arquiteto candango

Hoje acordei com o meu aguçado sentimento de tristeza, da tristeza provocada por leis putrescentes, do sentimento do abandono da cidadania, o abandono das setorizações sociocultural, ambiental, urbanística e viária - mobilidade acessível - mas ainda esperançoso quanto à participação popular. Uma esperança esperançosamente pessoal da imprescindível  verdade  agudizada  no  tempo  da  minha razão. Por quê deste sentimento? Porque o tempo da razão o é somente meu, mas é de quem os tem! Devemos s, os s jogar fora sem nada valer a nossa juventude/luta

sem continuar a lutar? Eu lutei e quero continuar lutando,


o tão só, quero ser um de vocês, um s. Quantos de s - os s - temos as mesmas razões? O tripé da sustentabilidade que é: saúde, educação e segurança. E elas são compartilhadas com o Estado/Governo? Existe sim, um certo compartilhamento, não o ideal. Sou de formação, um libertário quanto as minhas convicções com várias e variadas razões! Até convicto quanto ao ANARQUISMO, visão que tenho quanto a minha vontade pessoal - a minha própria razão - já que o pode ser como LEGISLÃO.

O Estado é o povo, não do povo. O Estado/Governo com vários povos entre nós povos. Para o Estado/Governo eles são eles e s o povo. Eles os privilegiados: nomeaçõevitalícias, aposentadoriaespeciaisimunidades várias, plano especiais de sde, e mais e mais incluindo os dividendos de corrupções. E s, com a obrigação de votar, pagadores de impostos sem os direitos adquiridos de acordo com à CONSTITUIÇÃO, portanto sem o amparo legal de um Estado/Governo sem a plena DEMOCRACIA. Precisa mais explicações?

No meu pensar solitário, no decorrer do dia, o dia do meu imaginário privado sentimento, é que me desperto para a realidade, a minha real existência, ao preambular participação do s, o povo fatos envolvendo fatores históricos, por quê não refletir quanto aos ocorridos  transformadores de uma época, do tempo vivido com sua própria importância? Importância esta própria de eternizações,  mesmo  convivendo  com  separações socioculturais com significativas diferenças -vida de gente, que contribuiu com o período de vida vivida com a formação própria de utilidades socioculturais - mesmo o significando valores generalizados, mas específicos quanto aos fatos que determinam fatores.
 
Inicialmente me apresento quanto aos fatores. Relatos de uma época do tempo ocorrido e que o vento da razão se encarregara de espalhar, e neste espalhar energético de verdades, várias se tornam perenes - por quê não todas? -. Tão necessária a manutenção da vida honrosa de que a história vivenciou e a gravou no livro eterno daqueles que fazem, me despertando assim para o nosso periódico viver, o viver na vida que me faz refletir quanto à maior verdade razão, a morte.

O falecimento não é morrer, vidas vividas não morre!
No habitar dos eternos mora à imortal lembrança!



Dedico estes versos lamentos saudades aos meus eternos amigos que passaram, faleceram, mas não morreram. Os mais recentes:

Maria Bernadete Saraiva;
Antônio de Lisboa Pontes Ursulino;
Raimundo Felix da Silva;
Rui Augusto Matos Nogueira.

ANARQUISMO, s.m. Doutrina baseada numa apreciação otimista da natureza humana, e segundo o qual se considera o governo.

Diciorio Escolar da Língua Portuguesa Francisco da Silveira Bueno

Brasília, 5 de fevereiro de 2015.