Segunda, 14 de novembro de 2016

De 2014 para cá, a produção estagnou, o desemprego disparou e o valor real dos salários desabou.
A recessão que havia sido criada pelo ajuste fiscal do ex-ministro
Joaquim Levy (2015-2016) aprofundada pela Lava Jato e pela crise
internacional, agora, toma contornos drásticos com as medidas de ajuste
mais severas e de longo prazo do golpista Temer.
De certa forma, tal recessão tão profunda era desejada por banqueiros
e mesmo por certas grandes empresas. Era a fórmula para gerar
desemprego e enfraquecer o poder de barganha dos sindicatos. Isso fez
com que, nestes 2 últimos anos, os salários passassem a perder feio para
a inflação pela primeira vez desde o início do governo Lula. Tudo para
baratear o custo do trabalho e recuperar lucratividade e, assim, a
“competitividade”.

