Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Economia no fundo do poço

Segunda, 14 de novembro de 2016
poco-fundo

De 2014 para cá, a produção estagnou, o desemprego disparou e o valor real dos salários desabou.

A recessão que havia sido criada pelo ajuste fiscal do ex-ministro Joaquim Levy (2015-2016) aprofundada pela Lava Jato e pela crise internacional, agora, toma contornos drásticos com as medidas de ajuste mais severas e de longo prazo do golpista Temer.

De certa forma, tal recessão tão profunda era desejada por banqueiros e mesmo por certas grandes empresas. Era a fórmula para gerar desemprego e enfraquecer o poder de barganha dos sindicatos. Isso fez com que, nestes 2 últimos anos, os salários passassem a perder feio para a inflação pela primeira vez desde o início do governo Lula. Tudo para baratear o custo do trabalho e recuperar lucratividade e, assim, a “competitividade”.

terça-feira, 5 de abril de 2016

PETIÇÃO CONTRA O PL 257/16

Terça, 5 de abril de 2016

PETIÇÃO CONTRA O PL 257/16

 Apoie este Abaixo-Assinado. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Para: CONGRESSO NACIONAL

As medidas propostas no PLC 257/16, de iniciativa do Poder Executivo Federal. Como se pode ver, o projeto adota uma política de ajuste fiscal e controle de gasto, de redução do papel do Estado e estímulo à privatização e, principalmente, de corte de direitos dos servidores públicos. Lembra, em grande medida, o conjunto de propostas encaminhado por FHC em 1997, e que tiveram, como resultado, um sucateamento sem precedentes da máquina pública, e a supressão de mais de 50 direitos dos trabalhadores e servidores públicos.

Pedimos um amplo debate com os servidores públicos de todas as esferas que tem cumprido seus papeis no funcionamento da Máquina Estatal. As medidas devem começar de cima para baixo e não sacrificando o servidor como as medidas pretendem.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Artigo: Por dentro da reforma da Previdência

Quarta, 3 de fevereiro de 2016 
Do Portal da CSPB
Hoje, 09:33:36
Dias atrás, após a fala da presidente Dilma Rousseff sobre o tema, a reforma da previdência voltou com força à mídia, amparada, sobretudo, em dois pilares: O aumento da expectativa de vida da população e a queda da taxa de natalidade no país, com a população mais velha aumentando mais que a população jovem, o que pode gerar um desequilíbrio entre os que recolhem para a Previdência hoje e amanhã e aqueles que receberão seus benefícios amanhã e depois de amanhã.

por Paulo Rubem Santiago
Esses fatos são reais, mas insuficientes para o debate do tema e a busca de soluções. Passam ao largo desses argumentos questões graves como a relação entre as políticas econômicas, a estabilidade monetária e a geração/destruição dos empregos, além da vinculação da previdência à Seguridade Social e de como aquelas políticas impactam seu orçamento.
Quanto à primeira, tanto o desemprego quanto a redução da renda do trabalho são defendidos hoje por aqueles que os consideram custos necessários para se enfraquecer a demanda e, com isso, se reduzir a inflação. Para isso adotam juros altíssimos e um corte não-financeiro de gastos.
Ao mesmo tempo, como resposta aos impactos da crise econômica mundial no país, a desoneração da contribuição do INSS sobre a folha de salários enfraqueceu intensamente o caixa da previdência, alterando a relação receita-despesa nesse segmento.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Dilma sem coelho na cartola. E o Diabo adorando


Quarta, 6 de janeiro de 2016
O ministro-chefe da Casa Civil, o ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, declarou hoje (6/1) que o governo Dilma não tem coelho na cartola para a economia.
Os coelhos foram todos tirados da cartola na época das eleições de outubro de 2014. A mágica se desmanchou a partir de primeiro de janeiro de 2015, quando aquela que disse que fazia o diabo para ganhar eleição tomou posse em seu segundo mandato.
E a situação, então, ficou como o Diabo gosta. O Diabo e os banqueiros.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Jogando para a plateia: O pedido irrealista da arrochadora Dilma ao novo ministro apertador

Terça, 22 de dezembro de 2015
No jogo dos marqueteiros vale tudo, ou quase tudo. Até fazer coisas semelhantes ao que se disse por aí, que se faz o Diabo para ganhar eleição. Dilma, ontem (21/12), na posse de Nelson Barbosa no antigo cargo do garoto Bradesco, possivelmente obedecendo o sopro de alguma peninha pediu ao novo ministro da Fazenda metas realistas e foco no crescimento econômico. O que deixa suspeitar que seu governo durante o período de Levy na Fazenda trabalhou com metas falsas e ações focando o não crescimento da economia.
Como pode a presidente determinar metas realistas e foco no crescimento econômico se o orçamento por ela elaborado, e depois aprovado pelo Congresso, é uma peça fictícia, falsa?

Orçamento falso, metas falsas, crescimento econômico falso.