Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 23 de março de 2017

Atuação em delação premiada não impede magistrado de julgar ação penal; STJ não reconheceu impedimento do juiz Sérgio Moro para julgar ação do caso Banestado pelo fato de ele ter homologado acordo de delação.

Quinta, 23 de março de 2017
Do STJ

Atuação em delação premiada não impede magistrado de julgar ação penal

O fato de um juiz homologar acordo de colaboração premiada e tomar os respectivos depoimentos não é motivo suficiente para que se reconheça seu impedimento para processar e julgar ação penal contra pessoa citada na delação.
Segundo os ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que o ordenamento jurídico não permite é a participação do magistrado na negociação do conteúdo da delação.
Ao rejeitar pedido feito pelo doleiro Paulo Roberto Krug, a turma afirmou que a atuação do juiz federal Sérgio Moro ao homologar delações do caso Banestado não configurou seu impedimento, de acordo com o que está previsto no artigo 252 do Código de Processo Penal (CPP).

domingo, 21 de setembro de 2014

Lava Jato expõe rede do colarinho branco


Domingo, 21 de setembro de 2014
Ricardo Brandt - O Estado de S. Paulo
Dez nomes citados na operação da PF que investiga a Petrobrás, entre eles o de Youssef, também figuram em outros escândalos recentes
Dez nomes que aparecem na lavanderia de dinheiro desmontada pela Operação Lava Jato foram denunciados ou investigados pela Polícia Federal por crime financeiro em sete escândalos recentes da política brasileira, entre eles o mensalão, a CPI dos Bingos e o Caso Banestado.
Leia a íntegra da reportagem em:
http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lava-jato-expoe-rede-do-colarinho-branco,1563448

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Na privataria tucana, ficou faltando também a CPI do Banespa.

Domingo, 12 de fevereiro de 2012
João Bosco Galvão de Castro
Sou aposentado do Banespa e o caso da privatização do banco paulista se arrasta desde 2000, sem que nenhum político tenha a coragem de investigá-la. A Privatização Tucana, patrocinada na época por FHC, Serra, Covas & Cia., nos causou irreparáveis danos, visto que os títulos públicos que garantiriam nossa aposentadoria foram entregues de bandeja ao Santander pelo governo FHC.

Acalentamos um sonho de vermos uma investigação séria sobre as falcatruas de que fomos vítimas quando surgiu o governo do PT. Infelizmente tivemos enorme decepção, pois o lobby do banco continuou atuando, firme e forte, ditando normas para acordos sindicais enfiados goela abaixo pelos banqueiros.

Ao mesmo tempo passaram a oferecer um tratamento vip aos neocolonizadores espanhóis, recebidos em palácio, os quais conseguiram até emplacar um ministro no governo petista.

Recentemente uma proposta de CPI do Santander, de iniciativa do deputado Nelson Marquezelli, foi engavetada pelo presidente da Câmara dos Deputados. A dedução lógica é de que os políticos, tanto da situação como de oposição, bebem da mesma fonte e não abrem mão de terem suas campanhas eleitorais patrocinadas pelo banco que tanto mal causou aos idosos(as) do antigo Banespa.

Se por acaso houver a instalação da CPI, as forças políticas de um lado e de outro estarão unidas em prol do dono da “chave do cofre” e em detrimento aos antigos banespianos, que amargam uma velhice sofrida, fruto da parceria entre financiadores e financiados de campanhas políticas.

Fonte: Tribuna

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

CPIs da Privataria e do Banestado

Quarta, 21 de dezembro de 2011
V. sabe que a CPI do Banestado acabou em 'pizza' por acordo da alta cúpula petista e tucana? Estamos tentando reabrir tudo. (deputado Chico Alencar, Psol-RJ, no Twitter)