Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 21 de dezembro de 2023

Arruda, ex-governador do DF, e outros réus são condenados por improbidade administrativa. Sentença de 19/12/2023

Quinta, 21 de dezembro de 202

O Juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal condenou o ex-governador do DF, José Roberto Arruda, Durval Barbosa, José Geraldo Maciel, Ernesto Carvalho, Antônio Ricardo Sechis e a empresa de informática Adler Assessoramento Empresarial e Representação por improbidade administrativa, com enriquecimento ilícito, e deverão ressarcir os cofres públicos. Arruda e os demais réus tiveram os direitos políticos suspensos e estão proibidos de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais. Além disso, deverão pagar multa pelo dano causado.

Do TJDF

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) relata que os réus integravam uma organização criminosa liderada pelo réu José Roberto Arruda, conforme denúncia do réu Durval Barbosa. De acordo com o denunciante, o grupo tinha como objetivo direcionar e fraudar contratações públicas de modo que as empresas integrantes fossem beneficiadas com elevados repasses de recursos públicos, que em seguida eram repartidos entre os membros da organização. O réu entregou, como prova, vídeos nos quais políticos, servidores públicos e empresários aparecem recebendo ou entregando dinheiro ilícito, acumulado junto a prestadores de serviços ao GDF. 

O MPDFT informa, ainda, que parte do dinheiro arrecadado pelos criminosos era destinado a corromper agentes públicos, dentre eles deputados distritais, com vistas a manter o apoio político do grupo, prática que ficou nacionalmente conhecida como “mensalão do DEM.” Os crimes ocorreram entre janeiro de 2006 e novembro de 2009. Reforça que a conduta causou perda patrimonial e desvio de bens públicos, o que representa violação aos deveres de honestidade, legalidade e imparcialidade. Também foram denunciados o ex-vice governador do DF, Paulo Octávio Pereira, e Marcelo Carvalho de Oliveira.  

Na decisão, o magistrado concluiu que o depoimento do colaborador (Durval Barbosa), a gravação que capta a voz de José Roberto Arruda em conversa com outros interlocutores, onde faz referência expressa à arrecadação de propinas das empresas de informática, e o destino do dinheiro, gravado em vídeo, que se conectam e ajustam com as demais provas, são contundentes em relação à conduta comissiva e dolosa do réu, o então governador, no referido esquema de corrupção, em especial aquele relacionado aos contratos firmados com a pessoa jurídica Adler. “O elemento subjetivo, dolo, está patente na conduta do réu Arruda, conforme exige a lei de improbidade administrativa, inclusive após as alterações promovidas por legislação no curso deste processo. No caso de enriquecimento ilícito, devidamente comprovado, o dolo é inerente à conduta”, afirmou o magistrado.  

O julgador identificou, ainda, que ficou comprovado apenas o pagamento de propina quanto aos contratos firmados com a Adler, no valor de R$ 88 mil, quantia entregue (em espécie) pelo réu Antônio Seichis, representante da empresa, com o propósito de manter a prestação de serviços de informática com a Administração Pública Distrital. A operação aconteceu no gabinete de Durval Barbosa (Secretário de Estado de Relações Institucionais à época), conforme prova vídeo anexado ao processo e confirmado em sede judicial pelo depoimento do réu. O referido valor é o que deve ser restituído pelo réu, de forma integral e solidária com os demais acusados. 

O Juiz explicou que a multa é um plus no dever de indenizar, impondo aos agentes ímprobos um prejuízo de natureza financeira além do só ressarcimento. “No caso, o acréscimo corresponde ao prejuízo causado ao erário. Como regra de coerência, a multa civil corresponde ao mesmo valor do prejuízo”. 

José Roberto Arruda, José Geraldo Maciel, Durval Barbosa, Antônio Sechis, Ernesto Carvalho e a Adler Assessoramento foram condenados à reparação do dano no valor de R$ 88 mil, de forma solidária. Arruda teve os diretos políticos suspensos pelo prazo de 12 anos, enquanto os demais réus por 10 anos. Todos deverão efetuar o pagamento de multa no valor equivalente ao acréscimo patrimonial, ou seja, R$ 88 mil, e estão proibidos de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais ou creditícios por 10 anos.  

Os réus Paulo Octávio Pereira e Marcelo de Oliveira foram inocentados 

Cabe recurso. 

Acesse o PJe e confira o processo: 0052807-83.2014.8.07.0018  



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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Caixa de Pandora: MPDFT pede a condenação de 15 réus e a devolução de R$ 2,9 bi; entre os réus, Arruda, Paulo Octávio e Durval Barbosa

Terça, 11 de fevereiro de 2020
“As consequências do crime são gravíssimas, pois a corrupção causou lesão grave ao erário da ordem de bilhões, prejudicou a prestação de serviços públicos de qualidade, a confiança da sociedade no Estado e a imagem do Brasil no âmbito internacional”
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Do MPDF
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) protocolou, na última sexta-feira, 07 de fevereiro, as alegações finais do processo nº 2013.01.1.122065-5, relacionado ao crime de formação de quadrilha, investigado pela Operação Caixa de Pandora.
No documento, de 408 páginas, o Gaeco pede a condenação de 15 réus às penas do crime de quadrilha (sem a possibilidade da substituição da pena de prisão por qualquer outro regime) e o pagamento de R$ 2.919.290.657,22 a título de reparação aos cofres públicos. Se o pedido for aceito pela Justiça, o valor deverá ser pago de forma solidária entre as partes citadas.
Além de servidores e gestores de diversos órgãos públicos do DF (lista abaixo), o processo alcança o ex-governador José Roberto Arruda e o ex-vice-governador Paulo Octávio. Nas alegações, o MPDFT também pede a cassação da aposentadoria dos réus servidores públicos, dentre eles Arruda, que conciliou a política com a carreira de engenheiro eletricista da Companhia Energética de Brasília (CEB).
“As consequências do crime são gravíssimas, pois a corrupção causou lesão grave ao erário da ordem de bilhões, prejudicou a prestação de serviços públicos de qualidade, a confiança da sociedade no Estado e a imagem do Brasil no âmbito internacional”, escreveram os promotores de Justiça do Gaeco em suas conclusões.
Réus:
José Roberto Arruda
Paulo Octávio Alves Pereira
Durval Barbosa Rodrigues
José Geraldo Maciel
Fábio Simão
José Eustáquio de Oliveira
Márcio Evandro Rocha Machado
Renato Araújo Malcotti
Ricardo Pinheiro Penna
José Luiz da Silva Valente
Roberto Eduardo Giffoni
Omézio Ribeiro Pontes
Adailton Barreto Rodrigues
Gibrail Nabih Gebrim
Rodrigo Diniz Arantes
Luiz Cláudio Freire de Souza França
Luiz Paulo Costa Sampaio
Marcelo Toledo Watson
Marcelo Carvalho de Oliveira

Confira a íntegra das alegações finais do MPDFT.

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Relembre o Funk da Caixa de Pandora

Funk da Caixa de Pandora

Sexta, 10 de agosto de 2012
Vídeo gravado quando, em novembro de 2009, se abriu a Caixa de Pandora. As cenas são em frente da antiga sede da Câmara Legislativa do DF, no final da Asa Norte do Plano Piloto de Brasília. 

Funk de MC Paulada

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Caixa de Pandora: TJDF aumenta condenação do ex-governador Roberto Arrua e de outros réus por improbidade

Sexta, 7 de dezembro de 2018


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Do TJDF
A 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por unanimidade, deu parcial provimento a recurso do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e aumentou o valor da condenação imposta ao ex-governador José Roberto Arruda e outros réus, em processo decorrente da operação "Caixa de Pandora", que apurou irregularidades em contratos de prestação de serviços de informática prestados pela empresa Linknet ao Distrito Federal.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

José Geraldo Maciel: Negada liminar em HC de ex-chefe da Casa Civil do DF investigado na Operação Caixa de Pandora, o Mensalão do Arruda

Quarta, 13 de setembro de 2017
Do STF
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou liminar por meio da qual a defesa do ex-chefe da Casa Civil do governo do Distrito Federal José Geraldo Maciel pedia a suspensão da ação penal a que responde na Justiça do DF. As condutas imputadas foram objeto da Operação Caixa de Pandora, que investigou a existência de suposta organização criminosa envolvendo membros do governo local, deputados, desembargadores, integrantes do Ministério Público e empresários.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Arruda, lavar a jato a Caixa de Pandora é o que lhe exige a Brasília honesta. Fale! Não se emporcalhe mais

Quarta, 26 de julho de 2017
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Arruda:

Cada um dos brasilienses, especialmente aqueles que foram seus eleitores, dos quais muitos ainda topam ser, querem ver você fazer uma colaboração premiada que possa lavar a jato (sem trocadilhos) a política de Brasília.

Você, infelizmente, enveredou por caminhos tortuosos, numa jornada tendo como companheiros, em sua quase totalidade, pessoas das mais abjetas da política e das relações com a rés pública.

Você escorregou, você caiu, você foi preso, você foi condenado. Você virou um ficha suja eleitoral. A partir da queda, talvez só tenha recebido o apoio de sua mulher e de parentes próximos. É possível até, que de alguns raríssimos amigos que não tenham entrado na Caixa de Pandora. Faço referência, assim, a amigos. De companheiros de jornadas criminosas, não. Todos, certamente sem exceção, dos que lhe acompanharam na estrada errada da política e da ética pública, não são seus amigos.

Desses últimos  —os companheiro de jornadas da Caixa de Pandora— você não tem a solidariedade de nenhum. Fingimento, talvez. No máximo o que eles podem sentir em relação a você é cagaço. Cagaço de uma possível colaboração premiada feita por você. Respeito, nenhum.

Você ainda não percebeu que está só? Ou quase só? E à beira de sofrer uma punição severa que mais do que a você punirá seus familiares e seus verdadeiros amigos (amigos verdadeiros que são poucos, mas que ainda devem existir).

O que você está esperando? A prisão? Perder a oportunidade de provar que se arrependeu, pelo menos em parte, dos males que causou à população de Brasília e à imagem de nossa cidade?

Tudo isso para preservar a sobrevivência empresarial e política de ex-parceiros da Caixa de Pandora?

Não, Arruda. Por mais baixo o nível que uma pessoa possa ser levada por seus atos, há sim a oportunidade de recuperar, pelo menos em parte, a sua passagem pela vida pública. Pela vida neste mundo.

Mas no seu caso, isso só acontecerá se você decidir —e atente para a marcha acelerada dos ponteiros do relógio da Justiça— rapidamente, pra já, pra ontem. Você, o povo tem certeza, sabe tudo sobre  o período pre-Caixa, durante a Caixa,  e pós-Caixa de Pandora.

Você, Arruda, tem que abrir o jogo, todo o jogo, o jogo sujo de empresários e políticos que construíram, cevaram e viveram da Caixa de Pandora. Sejam os políticos deputados distritais ou federais, senadores, vice-governadores, governadores, o escambau a quatro.

Abra o jogo. Nomeie —para o Ministério Público, para a Justiça, para nós todos os contribuintes— os reis de paus, espadas, de copas, de ouro, dessa safadeza geral na desgraçada política do Distrito Federal. Indique, com provas, também as damas, os valetes, que entraram no jogo sujo da Caixa de Pandora.

Mais rápido do que você possa está imaginando hoje, sua decisão deve vir na velocidade de um raio. Se não, pode ser tarde. Tarde para você. Então abra urgente a Caixa de Pandora e diga, com provas:

Quem comeu o que na indecente decisão, contratação e construção do Mané Garrincha? Fale!

Quem comeu o que na imoral decisão, contratação e construção do VLP, aquela coisa que vocês chamam pernosticamente de BRT Sul? Fale!

Quem comeu o que na imoral decisão, contratação e construção, daquela porqueira chamada de Centro Administrativo, o Centrad? Fale!

Quais deputados distritais ou federais que comeram, e como comeram, dentro da Caixa de Pandora? Fale!

Quais outros políticos, dirigentes partidários, ou tecnocratas, que também se lambuzaram na Caixa de Pandora? Fale!

Quem comeu e quanto comeu, e quanto pagou de propina cada empresário/empresa em projetos aqui e acolá? Fale!

Fale! Ou se cale para sempre, possivelmente num local que nem o Cão suporta.

Fala, Arruda!

segunda-feira, 24 de julho de 2017

O favor que José Roberto Arruda pode fazer a Brasília

Segunda, 24 de julho de 2017
O favor que José Roberto Arruda pode fazer a Brasília
Zé Roberto Arruda tem a oportunidade de limpar a sua biografia, preservar os filhos no futuro sendo o cara que passou Brasília a limpo. Mostrar que nem tudo está perdido. A cidade vai agradecer.
Por Ricardo Callado 
Do Blog do Sombra
O fim de semana se agitou com a informação de uma possível delação do ex-governador José Roberto Arruda (PR). Se for concretizada – e não passar de envio de recados – a política de Brasília vai ser passada a limpa.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

PDOT, um crime contra Brasília, está condenando ex-distritais

Segunda, 8 de maio de 2017
CLDF. Antigo prédio. Final da Asa Norte

Eles merecem a condenação, pois fizeram grande mal a Brasília.
 
Do Blog do Riella / Blog do Sombra
Por Renato Riella
Políticos com quem convivi durante muitos anos e até respeitei, estão sendo condenados pela Justiça, dentro da chamada Caixa de Pandora.
 
Eles merecem a condenação, pois fizeram grande mal a Brasília.
 
São cerca de 20 ex-deputados distritais, que receberam mais de R$ 400 mil cada um para votar um projeto criminoso: o PDOT (Plano Diretor de Ordenamento Territorial do DF).

sexta-feira, 5 de maio de 2017

TJDF: Ex-governador Arruda é condenado por declarar falsamente recebimento de dinheiro para compra de panetones

Sexta, 5 de maio de 2017
Do Tribunal de Justiça do DF
O Juiz da 7ª Vara Criminal de Brasília julgou procedente a denúncia e condenou ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, pela prática do crime de falsidade ideológica de forma continuada, descrito no artigo 299, caput e parágrafo único, e artigo 71, caput, ambos do Código Penal, e fixou a pena em 3 anos, 10 meses e vinte dias de reclusão, além de multa, no regime semi-aberto. O magistrado entendeu que não estavam presentes os requisitos para substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, nem seria cabível o beneficio da suspensão da pena, e concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Caixa de Pandora: Rejeitado recurso contra condenação de ex-deputado distrital Rogério Ulysses

Quarta, 1º de março de 2017
Rogério Ulysses teve os direitos políticos suspensos por oito anos e foi condenado a ressarcir os cofres públicos dos valores recebidos a título de propina, entre outras sanções.

Fontes:
Superior Tribunal de Justiça
Blog do Sombra

A Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou novo pedido feito pelo ex-deputado Rogério Ulysses, do Distrito Federal, para anular sua condenação por improbidade administrativa.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Empresário denunciado no esquema do Mensalão do DEM (Mensalão do Arruda; Caixa de Pandora) é condenado por obstrução da Justiça

Quarta, 25 de janeiro de 2017
Do TJDF

A juíza da 2ª Vara da Fazenda Pública do DF condenou o empresário Ernesto Calvet, sócio da empresa Adler Assessoramento Empresarial e Representações, a pagar 30 salários mínimos por obstruir o andamento de um dos processos referentes ao esquema de corrupção conhecido como Mensalão do DEM.
No mesmo processo são réus José Roberto Arruda, Durval Barbosa Rodrigues, José Geraldo Maciel, Marcelo Carvalho de Oliveira, Paulo Octávio Alves Pereira, Antônio Ricardo Sechis, Ernesto Calvet de Paiva Carvalho e a empresa Adler Assessoramento Empresarial e Representações LTDA. Todos os réus, exceto Calvet, foram citados para apresentarem as respectivas defesas prévias.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

STJ restabelece decisão que autorizou perícia em equipamento utilizado por Durval Barbosa

Terça, 6 de dezembro de 2016
Do STJ / Blog do Sombra
Após pedido de vista do ministro Felix Fischer, a Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu decisão que autorizou a realização de perícia no equipamento utilizado por Durval Barbosa, ex-secretário do governo do Distrito Federal, em gravações que embasaram suas denúncias contra o ex-governador José Roberto Arruda na Operação Caixa de Pandora.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

STJ: Interrogatórios da Caixa de Pandora estão suspensos até decisão sobre perícia

Sexta, 21 de outubro de 2016
Do STJ
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Reynaldo Soares da Fonseca determinou a suspensão da fase de interrogatório nas ações penais oriundas da Operação Caixa de Pandora. A decisão cautelar, que atinge todos os réus dos processos penais, incluindo o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, é válida até que seja finalizado no tribunal o julgamento de recurso em habeas corpus impetrado pela defesa de Arruda.
O julgamento do recurso foi iniciado pela Quinta Turma na última quinta-feira (20). Em voto apresentado ao colegiado, o ministro Reynaldo determinou a realização de perícia no aparelho de gravação ambiental utilizado pelo empresário Durval Barbosa em 2009, no curso das investigações sobre suposto esquema de distribuição ilícita de recursos à base aliada do governo do Distrito Federal. O julgamento foi suspenso após pedido de vista do ministro Felix Fischer.  

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Atenção Ministério Público e Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Em gravações: O policial militar Luciano Lucas revela mais um plano para acabar com a Caixa de Pandora

Segunda, 10 de outubro de 2016
Do Blog do Sombra
Por Edson Sombra
 
Quem estará por trás do militar que, em mais uma tentativa, segundo ele mesmo diz, quer me desmoralizar?

Luciano Lucas da Silva (foto) é policial militar, dos quadros da PMDF. No governo de Agnelo Queiroz ocupou cargo na administração do Plano Piloto e no governo de Rodrigo Rollemberg chegou a ocupar um cargo na Sedest. Ele voltou a vestir a gloriosa farda da Policia Militar, embora tenha tentado ser cedido à administração do Núcleo Bandeirante, onde o administrador regional era Roosevelt Villela, segundo ele, seu amigo. Luciano Lucas não conseguiu permanecer em uma função civil, como fez durante vários anos, e isso o irritou, irritou e muito.

Duas conversas gravadas, uma com 14:09 (quatorze minutos e nove segundos) e a outra com 6:09 (seis minutos e nove segundos) de duração, me foram enviadas via whatsapp. Nelas o policial militar Luciano Lucas da Silva, busca convencer seu interlocutor a prestar informações com conteúdo que, segundo ele, acabaria com a minha reputação. Para tanto, ele propõe que se fizesse um depoimento com mentiras contra minha pessoa. A finalidade, segundo ele, é acabar com a Operação Caixa de Pandora.
 

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Caixa de Pandora: Metade da bancada do DF na Câmara será ouvida na Caixa de Pandora

Segunda, 29 de agosto de 2016
Testemunhas de defesa da Caixa de Pandora, deputados do DF podem sofrer condução coercitiva
 
Por Ana Maria Campos - CB.Poder - //Blog do Sombra
 
O andamento dos processos criminais relativos à Operação Caixa de Pandora foi comprometido porque a Justiça ainda aguarda o depoimento de deputados federais e distritais arrolados como testemunha. Os parlamentares têm o direito de indicar o dia, hora e local para a oitiva. Mas, depois de diversas tentativas de marcar audiências, a Justiça tomou uma medida dura: alertou que todos sofrerão condução coercitiva se não aparecerem nas datas marcadas para os depoimentos. A jurisprudência do STF é de que, depois de 30 dias, o parlamentar arrolado como testemunha que não indicar onde e quando quer depor ou não comparecer a uma audiência em data previamente indicada perde a prerrogativa especial.
 
Izalci Lucas (PSDB), Alberto Fraga (DEM) Laerte Bessa (PR) e Rogério Rosso (PSD), todos do Distrito Federal, além de Pauderney Avelino (DEM-AM), e Altineu Côrtes (PMDB-RJ), terão que aparecer para prestar depoimento na 7ª Vara Criminal. As oitivas estão marcadas entre 2 e 19 de setembro. Já os distritais Raimundo Ribeiro (PPS) e Luzia de Paula (PSB), também foram arrolados como testemunhas de defesa de réus da Pandora, mas ambos responderam os ofícios. Eles também serão ouvidos em setembro. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é o único que, apesar de não ter respondido os ofícios do TJ, pode escapar da condução coercitiva. Por conta do cargo, ele poderá responder perguntas por

Caixa de Pandora. Justiça nega pedido de Arruda para desbloquear bens

Segunda, 29 de agosto de 2016
Do Metrópoles

Em 2014, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) atendeu ao pedido do Ministério Público (MPDFT) e determinou o bloqueio de bens de 17 pessoas e de três empresas que figuram como réus no processo que apura denúncias de desvio de dinheiro público para ser distribuído a parlamentares da base aliada do GDF entre os anos de 2006 e 2009

Investigado na Operação Caixa de Pandora, o ex-governador José Roberto Arruda segue com os bens e direitos bloqueados. A decisão tomada em primeiro grau, foi mantida pelos desembargadores da 3ª turma cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e também atinge os demais réus no processo. O valor total do bloqueio atinge o limite de R$ 51.164.544,80.

Leia a íntegra no Metrópoles

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Justiça determina condução coercitiva dos distritais Cristiano Araújo e Bispo Renato à audiência da "Caixa de Pandora"

Quinta, 25 de agosto de 2016
Do TJDF
A juíza da 2ª Vara de Fazenda Pública do Distrito Federal, em ação de improbidade administrativa referente à Operação Pandora, determinou a intimação dos deputados distritais Cristiano Araújo e Bispo Renato, para que compareçam como testemunhas à audiência marcada para o dia 22 de setembro. Caso faltem, deverão ser conduzidos coercitivamente para próxima audiência que será remarcada ainda para o mesmo mês.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Testemunha joga Rogério Rosso, Santana e Bernardes na Caixa de Pandora

Quarta, 29 de junho de 2016
Do Metrópoles
Francinei Arruda afirmou ter gravações que ainda não foram apresentadas à Justiça. MPDFT pede que ele apresente o material

Por Manoela Alcântara
O homem responsável pela edição dos vídeos que embasam as ações da Caixa de Pandora fez uma revelação surpreendente na tarde desta quarta-feira (29/6). Francinei Arruda contou diante do juiz que o deputado federal Rogério Rosso, o vice-governador do DF, Renato Santana, e o secretário de Economia do GDF, Arthur Bernardes (todos do PSD), aparecem em vídeos gravados por Durval Barbosa, o delator da operação que, em 2009, varreu José Roberto Arruda do poder no DF.

O depoimento de Francinei Arruda ocorreu  7ª Vara Criminal de Brasília, durante uma das audiências de instrução da Caixa de Pandora. Na mesma tarde, o juiz Paulo Afonso Cavichioli Carmona também ouviu o testemunho do ex-deputado Alírio Neto.


segunda-feira, 6 de junho de 2016

Deborah e Jorge Guerner: STF nega recurso de investigados na operação Caixa de Pandora

Segunda, 6 de junho de 2016
Do STF
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento (julgou inviável) ao Recurso Ordinário em Habeas Corpus (RHC) 125281, interposto pela promotora de Justiça do Distrito Federal Deborah Guerner e seu marido, o empresário Jorge Guerner. Denunciado a partir de desdobramentos da operação Caixa de Pandora, o casal responde a duas ações penais perante o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Na primeira, são acusados da prática dos crimes de violação de sigilo profissional, concussão e formação de quadrilha, e, na segunda, do crime de extorsão.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Operação Esperança, desdobramento da Caixa de Pandora: promotor de Justiça do DF Leonardo Bandarra é réu em nova ação penal

Sexta, 3 de junho de 2016
Ele vai responder pelos crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso
Operação Esperança: promotor de Justiça do DF Leonardo Bandarra é réu em nova ação penal
 
Fonte: PRR1 
 
A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou, nesta quinta-feira (2/6), que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) recebesse nova denúncia contra o promotor de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Leonardo Azeredo Bandarra. A denúncia faz parte da Operação Esperança, deflagrada para investigar membros do MPDFT – um desdobramento da Operação Caixa de Pandora, que envolvia o pagamento de propinas e desvio de recursos públicos.

terça-feira, 24 de maio de 2016

STJ nega recurso de Paulo Octávio para anular processo da Caixa de Pandora; negou também habeas corpus para Carlos Bumlai, preso na Operação Lava Jato

Terça, 24 de maio de 2016
Do STJ
Caixa de Pandora

A operação Caixa de Pandora também foi destaque entre os julgamentos da Quinta Turma. O colegiado negou pedido de anulação do processo apresentado pela defesa do ex-vice-governador do Distrito Federal Paulo Octávio, sob alegação de que o desmembramento das denúncias dos acusados seria ilegal por cerceamento de defesa.

O Ministério Público (MP) negou a irregularidade e destacou que o desmembramento contribui com a celeridade processual. Segundo o MP, o fatiamento, além de seguir critério de participação de cada um dos acusados nos crimes imputados, também facilita o exercício da defesa dos acusados.

O relator do caso, ministro Reynaldo Soares da Fonseca, ratificou o entendimento. Para ele, não há que falar em anulação da denúncia. Fonseca acrescentou, ainda, que a decisão do desmembramento foi feita porque havia acusados com prerrogativa de foro.

Bumlai continua na cadeia