Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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sábado, 9 de dezembro de 2017

Senado derruba Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde e Secretaria da DF se cala se rede do DF está apta a atender aumento na demanda de mamografia a mulheres mais jovens

Sábado, 9 de dezembro de 2017

Saúde do DF se cala sobre nova portaria do Ministério da Saúde

Do SindSaúde
Por Lurian Leles // Imagens: Peter Neylon 
 
Pasta não respondeu se rede do DF está apta a suportar aumento na demanda com extensão de mamografia a mulheres mais jovens

O Senado derrubou a Portaria 61/2015, do Ministério da Saúde, que recomendava exames de mamografia somente a partir dos 50 anos, e determinou que mulheres de 40 a 49 anos também passem pelo teste. Apesar de ser necessário o acesso ao exame o quanto antes, na prática, a medida esbarra em um problema vital: a rede pública mal suporta os atendimentos atuais.

sábado, 18 de novembro de 2017

Alto risco de contaminação no HRT. Até restos de cirurgias, sangue e secreções, ficam no corredor exalando fedor. Veja vídeo

Sábado, 18 de novembro de 2017


No corredor, com restos de cirurgias, o lixo fede. E fede muito. Tem que se tampar o nariz.

Jorge Vianna, vice-presidente do Sindate/DF (Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem) gravou vídeo ontem pela manhã, sexta (17/11), mostrando caos e o altíssimo risco de contaminação/infecção no Hospital Regional de Taguatinga.

No corredor que fica entre as UTIs pediátrica e neonatal tem roupa suja,  lixo comum, lixo hospitalar, e até restos de cirurgias de partos, como placentas, as bolsas em que ficam os bebês quando na barriga das mulheres.  Muito sangue e secreções, materiais que podem contaminar o ambiente e, normalmente, provocar mortes. Caos gerado pela omissão do governo, que tem milhões para gastar em propaganda, mas não paga às prestadores de serviços de limpeza dos hospitais, o que forçou os empregados das empresas entrarem em greve. A culpa de quem é? Responda quem quiser!!!

E o resultado é esse que você pode ver no vídeo abaixo.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Psol entra ao meio-dia desta terça (31/10) com ação judicial contra o GDF para garantir aos pacientes acesso a tratamento de câncer

Segunda, 30 de outubro de 2017
Do Psol

São 8.500 novos casos de câncer por mês no Distrito Federal, doença que é a segunda maior causa de mortalidade por doença no Brasil. 

Metade dos pacientes com câncer são tratados com radioterapia, e é cada vez maior o número de pessoas que ficam curadas com este tratamento. 

Os protocolos internacionais indicam que os casos devem começar o tratamento entre 24 horas (mais agressivos) e 2 meses (menos agressivos).

sábado, 5 de agosto de 2017

Para esconder da imprensa as filas em prontos-socorros dos hospitais, GDF vai mandar pacientes baixarem noutro centro ou na UPA que os pariram. Ou não é isto?

Sábado, 5 de agosto de 2017

Serão mandados embora pacientes que precisam de atendimento em até duas horas e aqueles que devem ser consultados no máximo em quatro horas. Centros de saúde funcionam (???) apenas das 7 horas às 18 horas.

Se está pegando mal para a imagem do governo, vamos dar uma martelada nas filas das salas de espera dos prontos-socorros dos hospitais da rede pública, né? Reduzi-las nem que seja na marra.

O que não se pode admitir, deve achar o governo de Brasília, é que os muitos pacientes necessitando atendimento médico sempre estejam dispostos a mandar uma mensagem (com fotos e vídeos) de WhatsApp ou telefonar para a mídia, para a imprensa.

Com essas subversivas mensagens, vemos DIARIAMENTE na telinha ou nas páginas dos jornais, ou ainda nas redes sociais, matérias sobre o dramático e desumano quadro resultante do desprezo dos governos pela saúde das pessoas. É o caos revelado pela mídia. Isso não pode, desgasta a imagem dos governantes, imagem já esfarrapada, já mais baixa do que o chão insalubre de um pronto socorro em que muitos cidadãos e seus filhos são obrigados a esperar o atendimento que quase nunca chega a tempo e hora.

À deriva está o Governo do DF, também propriamente chamado de Governo de Brasília. O comandante, que assumiu essa nau em 1º de janeiro de 2015, não consegue singrar os mares. Jogou o barco num redemoinho, roda, roda, roda, e não sai do lugar, não rompe os limites deste rodar das águas. A nau não sai do lugar, mas cada vez mais — como falam os pescadores e a gente da beira do mar— “bebe água”. Está bebendo tanta água, que corre o risco de brevemente sucumbir, desaparecer nas profundezas. À dúvida, cruel dúvida, é se haverá possibilidade de se resgatar alguma coisa que possa prestar dessa nau, que alguns já falam até que seria dos insensatos.

E o que fazem os comandantes e subcomandantes tanto da nau denominada Rede Pública de Saúde, como da frota Governo de Brasília? Nada, ou quase nada que possa salvá-las (a nau e a frota). Apenas emitem mensagens nervosas de que está tudo melhor, que a nau está rodopiando menos e acreditam que esteja saindo do redemoinho. Não percebem, que os instantes mínimos que podem parecer alívio são apenas momento de quando a maré baixa, as águas ficam menos revoltas, mas o casco bate e a nau fica presa às pedras ou à coroa de areia. Sair do lugar, não sai. Quando a maré volta a subir, gira tudo de novo, até nova maré baixa. É um ciclo não rompido nestes dois anos e meio de comando (ou falta de).

Mas vamos agora especificamente ao ponto da martelada (tecnocratas gostam de usar este termo) que o GDF deu para tentar reduzir o tamanho da foto da interminável fila de pacientes nas salas de espera, portas e passeios dos prontos-socorros dos hospitais da rede pública de saúde do DF.

O governo, pela Secretaria de Estado da Saúde, publicou no DODF, Diário Oficial do Distrito Federal, da última quinta (3/8) a Portarianº 386/17. Ela prevê, na prática, que a partir de novembro pacientes que cheguem aos hospitais e sejam classificados como quadro “de baixa gravidade” sejam encaminhados aos postos de saúde ou UPAs.

Importante salientar aqui a questão da classificação do risco do paciente. Esta classificação usa cinco cores que significam o seguinte:

1.  A cor vermelha (emergência absoluta, indicando atendimento imediato);

2.  A cor laranja (muito urgente. O tempo de espera estimado deve ser de 10 minutos);

3.  A cor amarela (urgente. O paciente deve aguardar em média 60 minutos);

4.  A cor verde (pouco urgente. Significa que o paciente não corre risco de morte, e que deve ser atendido em 120 minutos —duas horas);

5.  A cor azul (não urgente. Indica que o paciente precisa apenas de um atendimento básico, e seu tempo de espera deve ser de até 240 minutos, isto é, até quatro horas)

A nova portaria da Secretaria de Saúde do DF significa, na prática, que todos os pacientes enquadrados nos citados itens 4 e 5 serão informados que devem baixar em outro centro ou numa UPA que o pariu. Os centros de saúde fecham às 18 horas e só abrem às 7 horas do dia seguinte, e isso só em dias úteis. Já imaginou uma criancinha, nos braços de sua mãe, chegando às 18 horas no Hospital Regional do Gama (HRG) e recebendo a classificação verde? Deverá receber atendimento médico em até duas horas, mas, infelizmente, será despachada, informada, que vá baixar noutro centro. Centro aberto, essa hora não há mais. UPA? A mais próxima é a do Recando das Emas. Imaginou o drama se a família não possuir um carro? O que deverá, infelizmente acontecer? Voltar para casa e quem sabe retornar ao hospital numa classificação amarela, laranja ou até vermelha. Ou na pior hipótese, ter que ir para o cemitério.

Lembremos aqui, novamente, que os Centros de Saúde funcionam das 7 horas às 18 horas dos dias úteis (segunda à sexta). Só dez postos em todo o DF devem (será?), segundo a Secretaria de Saúde, passar a funcionar também aos sábados das 7 às 12 horas. Serão postos em Samambaia, Recanto das Emas e Águas Claras. UPAs funcionando as 24 horas do dia, só temos em seis regiões administrativas de Brasília: Recanto das Emas, Ceilândia Norte, Samambaia, Núcleo Bandeirante, São Sebastião e Sobradinho. E veja que centros de saúde e UPAs também sofrem com falta de profissionais médicos, de medicamentos, de telefone, internet, e até falta de formulários para receitas.

Resumindo essa história numa linguagem mais popular, mais rasteira, como é rasteira a postura que têm os governos com a saúde pública: Se o adulto, a criança, ou o bebê, tiver sua classificação como de baixo risco, que vá baixar em outro centro, ou na UPA que o pariu. E, certamente, em muitas situações o que era um caso de baixo risco se transformará, pela ausência de atendimento na hora exata, um caso de alto risco...ou de morte.

É o caos! Mas os comandantes, como no Titanic, continuam cantando e dançando.

A nau está indo a pique! Vai soçobrar! O que sobrará? Responda quem souber.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Apelo por Davi Lucca que pode morrer no HRC se não fizer urgente cirurgia

Quarta, 12 de julho de 2017
Da change.org
DAVI LUCCA nasceu com 4 problemas no coração (Teralogia de Fallot). Está internado no Hospital Regional da Ceilândia [DF], precisando URGENTE de uma cirurgia, correndo risco de MORTE caso não seja feita.
A família já conseguiu liminar que foi descumprida 3 vezes. Desesperados, procuraram a AACC Pequenos Corações em busca de ajuda e orientação.
Ajudem a pressionar as autoridades responsáveis pra que o Davi Lucca seja transferido para hospital especializado e receba o tratamento cirúrgico de que precisa.
Este abaixo-assinado será entregue para:
  • Secretario de Saúde do DF
  • Governador do DF
  • secretário de atenção a saúde DF
  • regulação de leitos DF

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Após esperar na fila do ICDF, bebê João Miguel não resiste à cirurgia

Sexta, 14 de abril de 2017
Do Metrópoles
Por Nathália Cardin
O bebê João Miguel, de pouco mais de um mês, morreu na manhã desta sexta-feira (14/4) no Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF). A criança nasceu com uma deformação no coração e precisava ser operada logo após o nascimento. Como não havia lugar na unidade, ficou na fila por alguns dias, aguardando vaga, mesmo com decisão judicial para ser internada imediatamente, em função da gravidade do caso. O procedimento foi realizado na quinta-feira (13), mas o pequeno não resistiu.

Saúde Pública: Como resolver os problemas do DF, na visão de dois ex-secretários

Sexta, 14 de abril de 2017


As análises e as idéias de ex-secretários para resolver o caos da Saúde Pública no DF.

Do Blog Brasília, por Chico Sant'Anna


Por Chico Sant’Anna

Na história de Brasília, dois grandes momentos marcaram a assistência à Saúde no Distrito Federal. O primeiro deles aconteceu na década de 1970, ainda no período da Ditadura Militar, quando a secretária de Saúde, sob o comando de José Frejat, inspirada no modelo inglês instalou uma rede de centros de Saúde na Capital Federal. O segundo momento, com a democracia já reinstaurada, se deu na segunda metade dos anos 90, sob o comando de Maria José Maninha, foi criado o programa Saúde em Casa, inspirado no sistema cubano de assistência.

Ambos os modelos, considerados vitoriosos em suas épocas, tinham como referência a regionalização e hierarquização da atenção em Saúde. Traduzindo: a Saúde deveria estar nas cidades e os atendimentos menos complexos deveriam ser feitos na ponta. Somente casos mais complexos seriam direcionados aos hospitais regionais e, por fim, ao hospital de Base.

No modelo dos Centros de Saúde os pacientes iam até o posto para serem atendidos, no Saúde em Casa, o atendimento era domiciliar. Ele contava com uma equipe de dez profissionais (médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem e agentes comunitários de Saúde), para cada mil casas, cerca de cinco mil pessoas.

Em fins de 1998, com 300 equipes o Saúde em Casa cobria 14 das 19 regiões administrativas então existentes no DF e atendia 70% da população da época. No governo Roriz ele foi extinto e mais de três mil profissionais de Saúde demitidos.

terça-feira, 4 de abril de 2017

Em debate nesta quarta (5/4) no Conselho Regional de Saúde do Gama o caos no Pronto Atendimento Infantil e no Centro Obstétrico do HRG

Terça, 4 de abril de 2017

Clique na imagem para ampliá-la. A linha vermelha indica o caminho de uma das entradas do HRG  ao auditório do NEPS.

A 84ª reunião ordinária do Conselho de Saúde acontece nesta quarta (5/4), a partir das 9 horas, no auditório do NEPS/HRG, Núcleo de Educação Permanente em Saúde (veja localização na foto acima).

sexta-feira, 24 de março de 2017

O caos na saúde pública do DF não é caso de OSs e muito menos de institutos, é caso de polícia

Sexta, 24 de março de 2017
A petição inicial da ação impetrada pelo Ministério Público do DF revela que a corrupção e a desorganização na saúde pública é proposital.

Por Edson Sombra

Uma Ação de Improbidade impetrada pelo Ministério Público do DF descortinou em detalhes uma das principais chaves para a sociedade entender o desfecho do esquema que foi revelado na Operação Drácon. 

As irregularidades no pagamento e no processo administrativo evidenciam um elo muito forte com a atuação de parlamentares e servidores do GDF. 

Fica evidente que se o TCDF tivesse mais apoio de outros órgãos, teria sido mais diligente, assim as Varas de Fazenda Pública teriam sido muito mais ágeis.

Diante do caos denunciado, uma coisa fica bem clara: só com a ação conjunta de todos os órgãos fiscalizadores e de controle do DF talvez os esquemas não se perpetuem. 

Se a imprensa fizer a parte dela, talvez a história da saúde pública no DF tome um curso diferente. Se não fizer e se os órgãos públicos locais continuarem lentos em suas ações, talvez a Polícia Federal e o Ministerio Público Federal entrem na história.

Do Blog do Sombra

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Comentário: O Gama Livre concorda totalmente com o texto de Edson Sombra.

Polícia neles!!!

segunda-feira, 20 de março de 2017

Vamos parar de presepada, GDF? Continua o caos no Pronto Atendimento Infantil (PAI) do HRG. Criança não pode ficar doente à noite e nem em finais de semana

Segunda, 20 de março de 2017

Nos finais de semana e à noite dos demais dias, o Pronto Atendimento Infantil do HRG só atende crianças que sejam pacientes classificados como de alto risco (pulseira vermelha). As outras crianças têm seu direito constitucional à saúde desrespeitado pelo governo do DF

Imagine você fazendo um voo de 168 horas num Boeing.

Já no ar, sem mais poder voltar à terra antes do voo concluído, descobre que do tempo total do voo (168 horas) a aeronave ficará 108 horas, representando 64,3% do tempo, com problemas técnicos terríveis.

Funcionando com apenas uma turbina, e assim mesmo rateando e ameaçando explodir, pois as demais pifaram. O engenheiro de bordo teve um infarto e entrou em coma, nada podendo ajudar. O piloto perdeu o contato com qualquer torre de comando, os instrumentos indicam que o avião entrou em zona de violenta turbulência e o fim dessa só Deus sabe quando vai acabar. O computador de bordo avisa que o trem de pouso travou, mas mesmo que não tivesse travado, nada adiantaria, pois os pneus estouraram ao decolar.

Sentiu o drama?

Pois é! Está mais ou menos assim o recém “reinaugurado” Pronto Atendimento Infantil (PAI) do HRG, o Hospital Regional do Gama.

‘Boeing’ que foi fechado em agosto do ano passado pelo governo Rodrigo Rollemberg, pois só depois do governo do DF taxiar por quase dois anos é que descobriu que não havia piloto, comissários de bordo e coisas tais para continuar o voo do PAI do HRG.

Sem pediatras, pois os contratos temporários se encerraram no segundo semestre de 2016, só o presidente do Boeing PAI do HRG não sabia, ou fingia não saber. Solução? A mais fácil para o governo e a mais perversa para nossas crianças e para as comunidade do Gama, Santa Maria, Recanto das Emas etc. Qual? Fechamento do PAI.

Em agosto o governo Rollemberg fechou completamente o Pronto Atendimento Infantil do HRG. Prometeram reabri-lo para o final do ano passado ou início de janeiro. Mas só foi reaberto em 1º de fevereiro.

Não é exagero supor que algumas das nossas crianças tenham morrido como consequência da incompetência e medida tomada pelo governo do DF ao fechar o PAI deixando-as sem atendimento de emergência.

Com o fechamento do Pronto Atendimento Infantil —o que ocorreu depois do também encerramento da bem montada Pediatria do HRG—, a comunidade protestou, chamou reportagens de emissoras de TV e jornais, saiu em passeata, bateu forte através da imprensa tradicional e alternativa, usou as redes sociais, botou pra ferver pelos blogues e o que foi possível fazer. Botou a boca no trombone.

Aqui há de se reconhecer o papel jogado pelos sindicatos da área de saúde, bem como o engajamento de associações e fóruns comunitários. Também alguns deputados distritais se envolveram no movimento, e jogaram papel importante, se reunindo, inclusive, com autoridades do GDF, pressionando-os.

Com todo esse movimento pela reabertura do Pai e da Pediatria do HRG, o governo, mesmo que tardia e lerdamente, começou a se mexer. Depois de prometer reabrir os setores até o final de 2016, jogou para janeiro, e por fim no início de fevereiro de 2017 houve a tal reabertura do Pronto Atendimento Infantil. Com barulho, coquetel, discursos, descerramento de placa, puxa-saquismo, tudo que normalmente (normalmente?) acontece neste tipo de evento.

O secretário da Saúde e o próprio Rodrigo Rollemberg garantiram que o quadro de pediatras, divulgado inicialmente como sendo de 23 profissionais e depois como sendo de 24, daria para se conseguir uma escala de serviço muito boa, garantindo atendimento de primeira durante todas as horas do dia.

E teve gente que acreditou!

Já no primeiro dia de efetivo (efetivo?) funcionamento, mães e filhos ficaram nos bancos de espera por horas e mais horas. Crianças que chegaram em torno das 13 horas não tinham sido atendidas até meia-noite.

Houve até o ‘auê’ divulgado no Facebook pelo secretário de Saúde, Humberto Fonseca, de que teria juntamente com o superintendente da Regional Sul de Saúde (Gama e Santa Maria), Ismael Alexandrino Júnior, atendido 60 paciente no PAI do HRG.

Mas não é todo dia que o secretário de Saúde e o superintendente da Regional Sul, gestores do sistema, podem meter a mão na massa no PAI. A mão na massa deve ficar por conta dos pediatras do velho e outrora bom Hospital do Gama. Administrador é para administrar, não para gerar factoide. E o caos continuou.

Durante o período da noite (19 horas de um dia às 7 horas do dia seguinte), no Pronto Atendimento Infantil do HRG criança que não seja classificada como paciente de risco, não tem vez. Volta pra casa, para sofrer durante a noite. Ou, se as mães têm carro, sair peregrinando por outros hospitais da rede pública.

Vamos a umas continhas simples que demonstram as avarias do ‘Boeing’ prefixo PAI do HRG:

Um pronto atendimento infantil (ou de adultos) deve funcionar sete dias da semana as 24 horas do dia.

No Pronto Atendimento Infantil do HRG, nos finais de semana (sábados e domingos) e nos plantões noturnos, o atendimento é EXCLUSIVAMENTE para crianças classificadas como de alto risco (pulseira vermelha).

Assim:
7 dias da semana X 24 horas = 168 horas/semana;

De segunda à sexta-feira, durante o plantão do dia (das 7 às 19 horas) teremos 12 horas X 5 dias, totalizando 60 horas de funcionamento nesses cinco dias. Somente nessas 60 horas —do total de 168 semanais— é que podem ser atendidos indistintamente crianças com baixo, médio e alto riscos. Nas restantes 108 horas semanais (as 48 horas dos finais de semana, mais 60 horas dos plantões noturnos), paciente com baixo ou médio risco sobram, pois somente pacientes classificado com pulseira vermelha (alto risco) podem ser atendidas. O que poderia ser um paciente de baixo risco se transforma, em muitos casos, em de médio ou alto risco. Sem atendimento médico, a gripe, por exemplo, pode se transformar numa doença mais grave.

Há de se considerar, claro, que o quadro de pediatras durante o dia é maior do que o plantão da noite e dos sábados e domingos. À noite e nos finais de semana há apenas um pediatra de serviço. Ontem, domingo (19/3), era o que ocorria por volta das 20 horas.


E o caos no HRG continua! Até quando, Rollemberg?

quinta-feira, 16 de março de 2017

Os escorpiões da Secretaria de Saúde: Escorpião encontrado hoje (16/3) na 'Sala da Criança' no Centro de Saúde da Vila Planalto

Quinta, 16 de março de 2017

Falta de tudo atualmente nas unidades de saúde da rede pública do DF, menos escorpiões. 

Hoje (16/3), durante atendimento a pacientes, foi encontrado o escorpião da foto acima. Olha só o tamanho do bicho.


Por enquanto, veneno só de escorpião. O veneno de OSs, Oscips, ongs, 'institutos' está sendo carinhosamente acumulado. A próxima vítima, se os deputados distritais não barrarem, vai ser o HBB, o bom Hospital de Base de Brasília. O veneno? Uma privatização disfarçada de instituto.

Aliás, sabe-se que tem coisa muito mais venenosa na Secretaria de Saúde do DF. Tão venenosa que está fazendo com que a vítima (a saúde) esteja paralisada, à porta do coma induzido. Induzido por esperteza. Qual será o antídoto?

Tem antídoto, sim!!!!!

segunda-feira, 13 de março de 2017

Presença de reportagem de TV faz Rollemberg desistir de reinaugurar a Clínica Médica e a Cardiologia do HRG

Segunda, 13 de março de 2017
Caos no superlotado PAI do HRG. Mães e crianças esperam várias horas na rua até que sejam atendidas. Foto Gama Livre 13/3/2017-11h01 

Quando da "reinauguração" do PAI e da Pediatria do HRG, o governo Rollemberg prometeu reabrir hoje (13/3) a Clínica Médica (fechada no início de 2016) e a Cardiologia. Não cumpriu!

Fugindo da TV como o Diabo corre da cruz. Periquito come milho e papagaio leva a fama

Convite rodando, sendo repassado inclusive pelo WhatasApp, a prevista “reinauguração” de hoje (13/3) da Clínica Médica e da Cardiologia do HRG seria uma nova oportunidade para o governador Rollemberg tentar romper a imagem que carrega de ineficiente administrador da saúde pública do DF.

Tudo preparadinho, inclusive a  claque do gargarejo. O pessoal do oba oba, já compromissado.

Seria o ambiente ideal para discursos, palmas e a geração de releases otimistas sobre a reinauguração das duas unidades do HRG.

Mas eis que as notícias sobre a continuidade do caos no Pronto Atendimento Infantil (PAI), e isso depois da apelidada “reinauguração” deste setor e da Pediatria,  que, por sinal, até agora não voltou a funcionar, fez com que as  câmaras da TV Record se voltassem para aí. A matéria foi realizada na manhã de hoje (13/3) no mesmo horário em que o governador Rollemberg estaria no hospital para a festa de reinaugurar a Clínica Médica e da Cardiologia.

E se a reportagem da TV Record aproveitando a presença do governador e profissionalmente o questionasse, e o convidasse para constatar o caos no PAI? Como a reinauguração e presença de Rollemberg, parece, era mais para a mídia, não poderia ser embaçada pelos questionamento da reportagem.

Melhor foi, então, adiar a entrega da Clínica Médica e da Cardiologia. Mas reconhecer de público o recuo estratégico, jamais.

A culpa foi jogada nas costas dos terceirizados da limpeza na Secretaria de Saúde. Esse pessoal entrou de greve desde a última quinta (9/3), por não ter recebido os salários.

Duas versões hoje se espalharam como rastilhos de pólvora pelos corredores e boxes do hospital. Uma oficial, que explica o adiamento da reinauguração da Clínica Médica e Cardiologia como sendo em razão da greve do pessoal da limpeza, o que não teria permitido que as instalações ficassem limpas para a presença do governador.

A outra versão, plausível, e com potencial de ser a verdadeira, é a do medo de Rollemberg que a equipe de reportagem que fazia a matéria sobre a situação caótica do Pronto Atendimento Infantil, aproveitasse sua presença para questionar o estado de coisas em tal unidade. E equipe de reportagem que se preze, jamais perderia a chance de ouvir um governador sobre tal problema.

Resumo do caos: sofrimento de pacientes (mães e crianças) no PAI; e adiamento da reinauguração da Clínica Médica e da Pediatria do HRG.

Abre, Rollemberg!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

SindSaúde: Desmonte da Saúde na capital, um verdadeiro absurdo

Terça, 21 de fevereiro de 2017
Do SindSaúde
Desmonte da Saúde na capital, um verdadeiro absurdo


Por Marli Rodrigues

A Política Nacional de Assistência Básica (PNAB), instituída pela Portaria Ministerial n°2.488 de 21/10/2011, estabelece a Estratégia de Saúde da Família (ESF) como estratégia PRIORITÁRIA, e não exclusiva, para a EXPANSÃO e CONSOLIDAÇÃO da atenção básica. Não determina o desmonte dos outros serviços prestados nos centros de saúde como está previsto para ocorrer com essas portarias do governo de Rollemberg.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Caos na gestão de Materiais: Secretário de Saúde do DF censura repórter do Correio Braziliense; o que estaria pretendendo esconder?

Domingo, 19 de fevereiro de 2019
FONTES:
HELENA MADER e OTÁVIO AUGUSTO/Ed Alves/CB/D.A Press
E BLOG DO SOMBRA



Em atitude autoritária, a Secretaria de Saúde se recusou a responder a pedidos de esclarecimentos feitos pelo Correio. O secretário Humberto Fonseca também determinou à assessoria de imprensa da pasta que não repasse informação ao repórter Otávio Augusto. A censura atenta contra a liberdade de imprensa e afronta a Constituição, que garante aos veículos de comunicação o direito de levar ao conhecimento da população informações de amplo interesse público.

Auditoria do Tribunal de Contas do DF identifica gastos desnecessários com equipamentos básicos para o setor. Em alguns casos, câmeras de segurança, berços, camas e aparelhos de raios-x estão estocados de forma improvisada ou foram furtados.

A investigação começou em 2015 após denúncia do Ministério Público de Contas, que identificou falhas em compras da Secretaria de Saúde.

Mesmo sem recursos para melhorar a saúde pública do Distrito Federal, o governo fez gastos milionários em compras direcionadas e desnecessárias. Por causa da falta de planejamento, aparelhos de raios-x, câmeras de vigilância, berços, camas ginecológicas, mesas auxiliares e monitores fetais estão guardados de forma improvisada em galpões da Secretaria de Saúde. A aquisição desse material ocorreu em quantidade muito superior à necessária, sem que houvesse estrutura para o recebimento na rede pública. Essas são as conclusões de uma auditoria recém-finalizada pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal. Os contratos analisados somam R$ 18,6 milhões e pelo menos 20% desse valor foi desperdiçado. Sem controle nos estoques da pasta, parte do material desapareceu. A Polícia Civil investiga o furto.

A investigação começou em 2015, motivada por uma representação do Ministério Público de Contas. O órgão recebeu denúncias a respeito de mobiliário e aparelhos encaixotados. “Muitas compras da Secretaria de Saúde são justificadas ao argumento do terror, de que se faz necessária a aquisição porque vidas precisam ser salvas, deixando de demonstrar que necessidade e economicidade precisam andar juntas”, argumenta a procuradora-geral do MP de Contas, Cláudia Fernanda de Oliveira.

Os auditores do Tribunal de Contas foram a campo checar as informações e confirmaram a veracidade das denúncias. “Foram encontrados casos de aquisição sem justificativa idônea para a especificação dos bens e definição dos quantitativos a serem adquiridos. Detectou-se a utilização ineficiente e antieconômica de recursos públicos, representados pela existência de bens sem possibilidade de uso, seja por falta de peças para a montagem, seja por falta de estrutura das unidades da Secretaria de Saúde. Soma-se a isso a apuração de falhas quanto à adoção de procedimentos para garantir a conservação e segurança dos itens estocados”, detalharam os auditores no levantamento.

O caso mais grave identificado durante a apuração foi um processo aberto em 2012 para a compra de 900 câmeras de vigilância. À época, a pasta aderiu a uma ata de registro de preços do Senado Federal. O contrato somou R$ 5,3 milhões. O levantamento de valores do Senado era exclusivamente para a compra e a instalação das câmeras, mas a Secretaria de Saúde previu ainda outros serviços, como suporte técnico e manutenção preventiva e corretiva, sem licitação. Para o TCDF, a pasta direcionou a contratação para escolher a empresa. A firma pleiteou o pagamento da íntegra do valor previsto após a entrega dos produtos no almoxarifado, apesar de o contrato prever a prestação de todos os serviços técnicos e a instalação.

Das 900 câmeras compradas, só 95 foram instaladas. Além disso, dos 15 equipamentos de armazenagem de dados, apenas três receberam configuração. Depois da contratação dos serviços e da compra dos equipamentos, a Secretaria de Saúde percebeu que não tinha estrutura para uso do material. O Hospital de Base do DF e o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) receberam 20 câmeras cada um, mas elas nunca funcionaram por falta de estrutura. “A solução completa jamais foi entregue, podendo-se afirmar que a Secretaria de Saúde e os pacientes não encontraram retorno do alto dispêndio realizado”, apontou a auditoria do TCDF.

A central de monitoramento chegou a ser instalada e funcionou por alguns meses, mas o trabalho foi paralisado. No fim de 2016, quando os auditores visitaram o estoque, havia equipamentos de vigilância guardados que somavam R$ 2,6 milhões. Para piorar a situação, pelo menos 90 câmeras e dois aparelhos de armazenagem de dados que estavam guardados sem uso no almoxarifado sumiram.

Os bens que desapareceram do galpão somam R$ 641 mil. O extravio das câmeras pode ter levado mais de dois anos para ter sido notado pelo GDF. “Conforme consta na ocorrência policial, o furto pode ter ocorrido entre agosto de 2013, data de recebimento dos bens, e outubro de 2015, data de finalização do inventário patrimonial, ocasião em que se constatou que tais bens haviam sido furtados”, menciona um trecho da auditoria.

Também foram constatadas irregularidades em uma compra de mobiliário hospitalar realizada em 2014, por meio de uma adesão à ata de registro de preços do Ministério da Defesa. A compra de leitos, berços, macas e camas ginecológicas totalizou R$ 4,6 milhões. Quase três anos depois, há 198 peças adquiridas nesse contrato que estão armazenadas. No caso do biombo duplo, das 610 unidades compradas, 153 permanecem em estoque — o equivalente a 25% do total. Há, ainda, 47 berços encaixotados. “É possível concluir que a compra não levou em consideração as reais demandas das unidades de saúde”, detalharam os auditores.

Radiografia
Em 2013, o GDF comprou mobiliário para escritório, em um contrato de R$ 6,4 milhões. A justificativa oficial para a despesa foi a inauguração de unidades de pronto atendimento (UPAs), de centros do sistema prisional e do Saúde da Família. Em setembro de 2016, os bens em estoque somavam R$ 351 mil. Há casos de aparelhos encaixotados há quase uma década. Em 2009, o governo adquiriu 20 equipamentos de raios-x, ao custo unitário de R$ 97 mil. “Na solicitação de compra, consta pedido de 20 aparelhos. No entanto, na grade de distribuição, há apenas sete equipamentos. Assim, verificou-se absoluta ausência de justificativa para as 13 unidades restantes.”

Dois aparelhos foram comprados para os hospitais da Asa Norte e de Brazlândia. Mas essas unidades afirmam não ter interesse no material. O Hran ocupou recentemente o único espaço disponível com um tomógrafo, e o Hospital Regional de Brazlândia alega não ter estrutura adequada nem espaço físico para a instalação do raio-x.

A compra de produtos em quantidades muito acima do necessário ocorreu também durante uma aquisição de mesas auxiliares. Em 2012, o Hospital Regional de Planaltina solicitou quatro unidades para o centro cirúrgico. Mas a Secretaria de Saúde alterou o quantitativo e optou por negociar 500 mesas, para toda a rede. Conclusão: até hoje, 367 peças estão em estoque e sem uso.

Nos últimos cinco dias, o Correio procurou a Secretaria de Saúde, mas a pasta informou que não se manifestaria sobre a auditoria.


900
Total de câmeras compradas sem uma avaliação prévia da estrutura da rede pública

Improviso e desorganização

Falta de controle e de segurança resultaram na vulnerabilidade dos equipamentos estocados nos depósitos da Secretaria de Saúde. Situação contrasta com uma das maiores crises enfrentadas pelo setor

Por HELENA MADER e OTÁVIO AUGUSTO

A compra excessiva de material hospitalar e de equipamentos desnecessários para a rede pública leva à armazenagem improvisada dos produtos, com risco de roubo e deterioração. A auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal constatou que há falhas graves na estocagem do patrimônio da Secretaria de Saúde. A pasta tem três depósitos para a guarda de bens permanentes: um no Parque de Apoio, outro no Setor Hospitalar Sul e o último no Setor de Cargas do SIA. Apesar de o acesso ser controlado, no Parque de Apoio, por exemplo, o espaço é compartilhado pelas subsecretarias de Administração Geral, responsável pelos depósitos de bens patrimoniais, e de Logística e Infraestrutura da Saúde, gestora do almoxarifado do material de consumo.

Essa divisão gera dificuldades, como desorganização dos produtos comprados e recebidos. Em caso de extravio, o compartilhamento representa obstáculo a uma eventual responsabilização. “É frequente que bens sejam mudados de lugar nos corredores, diante da falta de espaço, e há necessidade de remanejamento dos itens para melhor acomodação, o que também enfraquece o controle dos produtos”, aponta a auditoria.

A organização também é falha. Em visitas aos depósitos, os auditores observaram que não há identificação dos itens estocados e muitos estão espalhados. “Caixas são aglomeradas sem a indicação de dados relevantes dos produtos”, aponta a investigação.

Fontes da Secretaria de Saúde admitiram que, em alguns galpões, a segurança apresenta deficiências e não há controle do material. “Alguns ambientes ficam sem vigilância. Muita coisa se perde sem explicação. Não há uma área que monitore”, explica um servidor da área. A auditoria ressalta a vulnerabilidade de dois endereços: um sótão do Hospital Regional de Santa Maria e espaços no Setor Hospitalar Sul.

“Absurdo”
O presidente do Conselho de Saúde do DF, Helvécio Ferreira, atribui as falhas à extinção da Fundação Hospitalar no início dos anos 2000. “As categorias que davam sustentabilidade à compra e à organização foram extintas. O Estado perdeu a capacidade de corrigir os problemas em tempo hábil”, critica.

Na quinta-feira, servidores do Hospital Regional do Gama pediram ao Sindicato dos Médicos (SindMédico) ajuda para conseguir mobiliário para uma ala recém-reformada. Lá, não há mesas nem cadeiras, e as camas foram pintadas para ocultar o desgaste. Um tomógrafo desligado por falta de ar-condicionado.

Para o presidente do SindMédico, Gutemberg Fialho, o material armazenado deveria estar em uso. “Na situação caótica que a saúde vive, deixar qualquer coisa estocada é um absurdo. A rede está desabastecida, e a realidade piora a cada dia”, reclama.

Vitor Gomes Pinto, integrante do Observatório da Saúde do DF, diz que o setor de compras e de infraestrutura sempre foi o mais desorganizado da gestão pública. “A Secretaria de Saúde tem o dever de explicar o motivo por não usar esses equipamentos.”

Insumos parados

Confira alguns itens que estão estocados

Produto Quantidade
Câmeras de segurança 665
Berços 47
Consultório odontológico 1
Monitor fetal 20
Biombo duplo 153
Mesa auxiliar hospitalar 367
Mesa ginecológica 352
Mesa para exame 152
Estabilizador de tensão 11

Fonte: Tribunal de Contas do DF

Estocados e sem uso


Recomendações
Os auditores do TCDF fizeram uma série de recomendações à Secretaria de Saúde, como incluir nos processos de compras públicas justificativa para os itens e quantidades adquiridas, com comprovação de que os quantitativos foram baseados na real necessidade. A Corte também cobra que, antes de comprar equipamentos, a pasta peça a manifestação da área técnica responsável sobre a viabilidade de instalação e utilização imediatas. No fim de janeiro, os conselheiros deram prazo de 30 dias para que o GDF se manifeste sobre as irregularidades apontadas.

"Muitas compras da Secretaria de Saúde são justificadas ao argumento do terror, de que se faz necessária a aquisição porque vidas precisam ser salvas, deixando de demonstrar que necessidade e economicidade precisam andar juntas”
Cláudia Fernanda de Oliveira, Procuradora-geral do MP de Contas

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Comentário do Gama Livre: Os auditores do TCDF fizeram várias recomendações à Secretaria de Saúde. 

O Gama Livre faz apenas uma recomendação, mas ao governador: Rollemberg, se livre do secretário de Saúde. Fazendo isto, também estará livrando o brasiliense que precisa do sistema público de saúde.