“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 21 de julho de 2016

MPF/DF ratifica e adita denúncia contra Delcídio do Amaral, Lula e José Carlos Bumlai e mais 4 pessoas por obstrução à Justiça

Quinta, 21 de julho de 2016
Do MPF no Distrito Federal
Além do ex-senador, constam da lista de acusados o ex-presidente Lula e José Carlos Bumlai 

O Ministério Público Federal (MPF/DF) apresentou, nesta quinta-feira, 21 de julho, à Justiça de Brasília denuncia contra sete pessoas. André Santos Esteves, Delcídio do Amaral Gomez, Diogo Ferreira Rodriguez, Edson Siqueira Ribeiro Filho, José Carlos Costa Bumlai, Luiz Inácio Lula da Silva e Maurício Barros Bumlai são acusados de agirem irregularmente para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

STF: Inquérito que investiga Delcídio do Amaral é remetido para Justiça Federal no PR

Sexta, 8 de julho de 2016
Do STF
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a remessa para a 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) dos autos do Inquérito (INQ) 4173, no qual o ex-senador Delcídio do Amaral é investigado pela suposta prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão do ministro acolheu requerimento do Ministério Público Federal (MPF) e levou em conta a cassação do mandato de Delcídio, situação que encerra a competência originária do Supremo para julgar o caso.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Queima de arquivo. Senado cassa mandato de Delcídio do Amaral

Terça, 10 de maio de 2016
Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil
O plenário Senado decidiu hoje (10), por 74 votos favoráveis e uma abstenção, cassar o mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). A votação aberta foi feita por meio de painel eletrônico.

Delcídio teve o pedido de cassação de mandato por quebra de decoro parlamentar aprovado após um longo processo iniciado logo depois do senador ter sido preso, em novembro do ano passado, por obstrução da Justiça. O senador foi flagrado em conversa com o filho do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, oferecendo propina e um plano de fuga para que Cerveró não firmasse acordo de delação premiada com o Ministério Público no âmbito da Operação Lava Jato.

Para que o parlamentar perdesse o mandato eram necessários os votos favoráveis da maioria absoluta dos 81 senadores, ou seja, 41 votos.

Votação do impeachment

Antes de anunciar o resultado, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) apresentou para os senadores os procedimentos da sessão para votar o parecer da comissão especial constituída para avaliar o afastamento da presidenta Dilma Rousseff por susposto crime de responsabilidade, marcada para amanhã (11).

Segundo Renan, a sessão marcada para iniciar às 9 h começa com as falas dos senadores inscritos por ordem de inscrição. “A palavra será distribuida por 15 minutos por cada orador. Temos que assegurar o tempo regimental de cada senador”, disse.

Os trabalhos serão suspensos em dois momentos, ao meio-dia e depois às 19h para que os senadores possam se alimentar ou fazer outras tarefas. “Guardamos os dois intervalos para preservar esse bloco [de senadores] que já passa dos 60 anos”, brincou Renan.

Até o início da noite desta terça-feira haviam mais de 50 oradores inscritos. Antes de encerrar a discussão da sessão de amanhã, o plenário terá as falas do relator do processo na Comissão Especial do Impeachment no Senado, Antonio Anastasia (PSDB-MG), e do advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo.

Não haverá orientação de bancada e nem a participação dos autores do pedido. “A votação será feita pelo processo eletrônico de votação”, disse Renan.

Delcídio é cassado por 74 votos

Segunda, 10 de maio de 2016
Resultado de imagem para foto ebc delcídio
Foto EBC

terça-feira, 3 de maio de 2016

Conselho de Ética recomenda cassação do mandato de Delcídio do Amaral

Terça, 3 de maio de 2016
Iolando Lourenço - Repórter da Agência Brasil
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado aprovou hoje (3) o parecer do relator, senador Telmário Mota (PDT-RR), que recomenda a cassação do mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). Foram 13 a favor do parecer, nenhum contrário e uma abstenção.

Com a aprovação, o processo contra Delcídio segue para a Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
De acordo com Telmário Mota, não há dúvida de que o senador Delcídio do Amaral tenha abusado de suas prerrogativas constitucionais e maculou a imagem do Senado ao atuar, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF), para atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

OAB quer que Senado afaste Delcídio do Amaral das atividades

Domingo, 28 de fevereiro de 2016
Karine Melo - Repórter da Agência Brasil
Nos próximos dias, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Nacional encaminha ao Senado um requerimento pedindo o afastamento imediato do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), enquanto durarem as investigações por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa.

O presidente da OAB, Claudio Lamachia, disse que a entidade não faz juízo de valor quanto à culpabilidade do petista à medida que o processo que investiga o senador não está concluído. “Ao se manter no cargo, o senador debocha dos cidadãos, inclusive com poder para interferir no andamento do processo”, criticou o presidente da OAB.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

O limite de Delcídio

Sábado, 13 de fevereiro de 2016
Da Revista IstoÉ

Sentindo-se traído pelo PT e pelo Planalto, que prometeu por meio de um ministro livrá-lo da cadeia, senador já tem preparado um esboço de delação

Mel Bleil Gallo
Na última semana, depois de oitenta dias preso numa cela improvisada de menos de 20 metros quadrados na sede do Batalhão de Trânsito em Brasília, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) era um pote de mágoas. Mostrava irritação especial com a cúpula do PT e do governo. Ainda nos primeiros dias de cárcere, um ministro de Dilma fez chegar a ele um recado de que sua prisão não perduraria. A promessa era de que o governo interferiria junto ao Judiciário, nos bastidores, para afrouxar a prisão preventiva decretada pelo Supremo, após gravações mostrarem que ele estava interferindo nas investigações da Lava Jato. Em troca, o petista pouparia o partido e seus principais líderes de novos constrangimentos. O acordo não foi honrado.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Senador petista Delcídio Amaral recebeu US$ 10 mi no governo FHC e pode unificar cinturões da propina

Quarta, 9 de dezembro de 2015
O senador petista Delcídio Amaral, preso na operação Lava Jato há duas semanas, é acusado de estar envolvido em diversos esquemas de propina envolvendo a Petrobras durante os governos Lula e Dilma.
O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró disse, em sua delação premiada, que Delcídio recebeu 10 milhões de dólares da multinacional Alstom para liberar a compra de turbinas para geração de energia. Continue lendo

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Filho de Cerveró diz que advogado lhe deu R$ 50 mil em nome de Delcídio

Terça, 1º de dezembro de 2015
Bernardo Cerveró afirmou em depoimento à Procuradoria-Geral da República que o advogado Edson Ribeiro, que defendia seu pai, lhe entregou o dinheiro em espécie durante reunião em escritório de ex-defensor de Fernando Baiano

por Congresso em Foco 
O filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, o ator Bernardo Cerveró, afirmou em depoimento à Procuradoria-Geral da República que o advogado Edson Ribeiro, que defendia seu pai, lhe entregou R$ 50 mil em espécie durante uma reunião entre os dois. De acordo com Bernardo, o advogado disse que o dinheiro tinha sido mandado pelo senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso na última quarta-feira (25) por tentar barrar as investigações da Operação Lava Jato.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Bernardo contou que um desses encontros com Edson ocorreu no escritório do advogado Nélio Machado, que defendeu o lobista Fernando Baiano na Lava Jato, mas sem a presença do criminalista.

Só dando risada: Petistas avaliam possível quebra de decoro por Delcídio


Terça, 1º de dezembro de 2015
Iolando Lourenço - Repórter da Agência Brasil
Quase uma semana depois da prisão do líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), a bancada petista no Senado se reuniu para uma avaliação a situação dele. De acordo com o líder do partido, Humberto Costa (PE), “há uma tendência de reconhecer que houve indícios de quebra de decoro parlamentar por parte do senador Delcídio”.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Lava-Jato: PGR pede investigações sobre Renan, Delcídio, Jader e Aníbal Gomes

Segunda, 30 de novembro de 2015
Jornal do Brasil 
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (30), ao Supremo Tribunal Federal (STF), a abertura de dois novos inquéritos no âmbito da Operação Lava Jato para investigar o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso na semana passada, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o senador Jader Barbalho (PMDB-PA). No segundo inquérito, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede apurações sobre Renan, Jader e sobre o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE).

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Edson Ribeiro: Advogado de Cerveró é preso nos Estados Unidos

Quinta, 26 de novembro de 2015
O advogado já havia saído do País quando sua prisão foi decretada.

Leia mais no Blog do Sombra

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Senado mantém, por ampla maioria, a prisão de Delcídio, senador do PT

Quarta, 25 de novembro de 2015
da Tribuna da Internet


Renan ficou a favor de Delcídio. Afinal, pode ser o próximo…
Carlos Newton 
A primeira batalha no plenário do Senado foi pelo voto aberto. Houve várias questões de ordem e o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) leu um resumo delas, porque algumas eram repetitivas. De início, criticou a nota do PT que nega solidariedade ao senador Delcídio Amaral (PT-MS), dizendo que foi uma manifestação covarde e oportunista.”Não nos compete o julgamento sobre os áudios [usados para embasar a prisão de Delcídio]. Que o Supremo julgue o crime que os áudios contêm. Os ministros devem deliberar sobre a possibilidade de o Supremo prender um parlamentar no exercício do mandato”, disse ele, para anunciar que a votação seria secreta.

STF: 2ª Turma referenda prisão do senador Delcídio do Amaral e de mais três investigados

Quarta, 25 de novembro de 2015

Quarta, 25 de novembro de 2015
Do STF
A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve na manhã desta quarta-feira (25), por unanimidade, a prisão preventiva do senador Delcídio do Amaral (PT/MS), ao julgar a Ação Cautelar (AC) 4039 ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF). Em sessão extraordinária, a Turma referendou a decisão tomada na noite de ontem pelo ministro Teori Zavascki de determinar a prisão do senador.
Na mesma sessão, os ministros referendaram decisão semelhante do ministro Zavascki na AC 4036, quanto à prisão preventiva decretada contra o advogado Edson Ribeiro e às prisões temporárias do banqueiro André Esteves, do Banco BTG Pactual, e do chefe de gabinete do senador, Diogo Ferreira. Todas as ordens de prisão foram decretadas pelo ministro Teori Zavascki para preservar as investigações realizadas no âmbito da operação Lava-Jato. 
Relator
Segundo o ministro Teori Zavascki, não haveria outra forma de se preservar a integridade das investigações que não fosse a decretação das prisões. Ele relatou à Turma que as razões para as prisões estavam fundamentadas no artigo 312 do Código de Processo Penal (CPP) – como prova de existência de crime (materialidade) e indício suficiente de autoria – conforme justificou o Ministério Público nas ações.
Os autos relatam o esquema que envolveria o senador Delcídio do Amaral, seu assessor parlamentar Diogo Ferreira, o advogado Edson Ribeiro e o banqueiro André Esteves, com o objetivo de tentar dissuadir o ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró de firmar acordo de colaboração premiada junto ao Ministério Público Federal nas investigações decorrentes da operação Lava-Jato.  
Tal esquema, segundo relata o MPF, envolveria desde o pagamento de ajuda financeira no valor de R$ 50 mil mensais à família de Cerveró e o pagamento de R$ 4 milhões em honorários ao advogado Edson Ribeiro por parte do banqueiro André Esteves, até a promessa de suposta influência junto ao Poder Judiciário para a concessão de  liberdade a Cerveró de forma a facilitar eventual fuga do ex-diretor da Petrobras para a Espanha, país do qual também tem cidadania. Ainda segundo os autos, as reuniões dos investigados para tratar da questão da colaboração premiada de Nestor Cerveró foram gravadas pelo filho do ex-diretor da Petrobras, e os vídeos, bem como conversas trocadas por e-mail e por aplicativo de celular, foram encaminhados ao MPF. 
O ministro destacou a excepcionalidade da prisão preventiva e, mais ainda, que em caso de prisão de parlamentar no exercício do mandato só é permitida em situação de flagrante por crime inafiançável, conforme prevê o artigo 53, parágrafo 2º da Constituição Federal.
Entretanto, o relator observou que no caso em questão caracteriza-se um estado de crime permanente, a partir de formação de associação criminosa com o objetivo de atrapalhar as investigações. Esse estado de permanência, segundo o relator, mantém a caracterização do flagrante para fins de prisão cautelar.
Votos
Primeira a votar depois do relator, a ministra Cármen Lúcia afirmou que a necessidade das prisões se impõe para resguardo do estado de direito e, assim, ela referendou a decisão que determinou a prisão do senador Delcídio do Amaral e as três outras prisões, preventiva e temporárias.
A ministra afirmou ainda que o “crime não vencerá a Justiça". "Um aviso aos navegantes dessas águas turvas de corrupção e iniquidades: criminosos não passarão a navalha da desfaçatez e da confusão entre imunidade e impunidade e corrupção. Em nenhuma passagem, a Constituição Federal permite a impunidade de quem quer que seja”, apontou.
Na sequência, o ministro Gilmar Mendes destacou que estão preenchidos os requisitos previstos no texto constitucional para a prisão em flagrante de parlamentar. “Estamos diante de um caso inquérito de crime inafiançável e também caracterizada a flagrância técnica, tendo em vista que se trata de crime permanente”, disse.
O decano do STF, ministro Celso de Mello observou que, no Estado Democrático de Direito, “absolutamente ninguém está acima das leis, nem mesmo os mais poderosos agentes políticos governamentais”. A seu ver, a ordem jurídica não pode permanecer indiferente a “condutas acintosas de membros do Congresso Nacional, como o próprio líder do governo no Senado ou de quaisquer outras autoridades da República que hajam incidindo em censuráveis desvios éticos e reprováveis transgressões alegadamente criminosas, no desempenho de sua elevada função de representação política do povo brasileiro”.
“Quem transgride tais mandamentos, não importando sua posição estamental, se patrícios ou plebeus, governantes ou governados, expõem-se à severidade das leis penais e por tais atos devem ser punidos exemplarmente na forma da lei. Imunidade parlamentar não constitui manto protetor de supostos comportamentos criminosos”, completou o ministro Celso de Mello.
Último a votar, o presidente da Turma, ministro Dias Toffoli, afirmou que “o que o juiz tem que fazer é decidir de acordo com o rule of law (estado de direito), que é o que essa Corte historicamente faz. Hoje se cumpre o rule of law quando o ministro relator traz para referendo do colegiado uma decisão de extrema gravidade, para verificar se a decisão está de acordo com parágrafo 2º do artigo 53 da Constituição Federal.
Precisamos incorporar esse padrão do rule of law à cultura brasileira, que não pode mais ser a cultura do "jeitinho", das tratativas ou das relações pessoais, afirmou Toffoli.
Comunicado
Na proclamação, o presidente do colegiado, ministro Dias Toffoli, informou que a decisão da Turma no referendo da ordem de prisão do senador Delcídio do Amaral, na Ação Cautelar 4039, deverá ser comunicada em 24 horas ao Senado Federal, para que a prisão seja decidida naquela Casa Legislativa pelo voto da maioria de seus membros, conforme destacado no artigo 53, parágrafo 2º da Constituição Federal. 
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Íntegra da decisão do ministro Teori Zavascki que determinou a prisão do senador Delcídio Amaral
Leia a íntegra da decisão liminar do ministro Teori Zavascki na Ação Cautelar (AC) 4039, em que foi determinada a prisão preventiva do senador Delcídio Amaral (PT-MS).
Clique aqui para ler a íntegra da decisão.

PF confirma prisão do chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral

Quarta, 25 de novembro de 2015
Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil
A Polícia Federal confirmou hoje que o chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral, Diogo Ferreira, foi detido, temporariamente, pouco depois das 11h da manhã desta quarta-feira (25), e levado para a  Superintendência do órgão, em Brasília. No local, também está detido o líder do governo, que por ser autoridade, foi colocado na chamada Sala de Estado Maior, de cerca de 9 metros quadrados, localizada no térreo da Superintendência da PF.
Segundo a Polícia Federal, a mesma sala poderá ser adaptada para que o senador passe a noite no local. Caso contrário, Delcídio deverá dormir em uma das celas da superintendência. A PF informou ainda que ele não será interrogado, uma vez que, em função do cargo, apenas o Supremo Tribunal Federal tem essa prerrogativa.
O líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), chegou por volta das 8h15  à sede da Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Ele teve a prisão autorizada pelo ministro-relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Teori Zavaski. De acordo com a Polícia Federal, o senador foi preso por tentar obstruir as investigações da Lava Jato.
No Senado, a Polícia Federal realiza operação de busca e apreensão nos gabinetes da liderança do governo e do senador.