Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 6 de abril de 2017

O camaleão Renan Calheiros: nova pedra no sapato de Temer, segundo jornal espanhol

Quinta, 6 de abril de 2017
do El País Brasil / Blog Bahia em Pauta
Renan no plenário do Senado, no dia 7 de fevereiro.
Ag Senado

DO EL PAÍS
Afonso Benites
Brasília
Renan Calheiros é o tipo de político que não dá ponto sem nó. Nas últimas semanas, o senador pelo PMDB de Alagoas mirou sua artilharia para o Palácio do Planalto e tratou de criticar o presidente Michel Temer, seu correligionário com quem demonstrava estar em sintonia até há alguns dias. Disputa por mais cargos na máquina pública e, principalmente, o cenário eleitoral desfavorável para ele em 2018 são algumas das razões que o fizeram tanto atacar o presidente.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

“Renan Calheiros é retrato profundo da crise institucional do país”

Quinta, 8 de dezembro de 2016
Do Correio da Cidadania
www.correiocidadania.com.br
Escrito por Gabriel Brito e Raphael Sanz, da Redação

Após mais um domingo de manifestações tingidas de verde e amarelo, sob o mote de combate à corrupção, o Brasil vive autêntica balbúrdia, em uma semana que ficará marcada pelo desacato à decisão do STF de tirar Renan Calheiros da presidência no Senado, seguida de decisão que o mantém, ainda que proibido de constar da linha sucessória presidencial. Sobre esses temas, e os projetos que o governo tenta aprovar, o Correio da Cidadania conversou com o deputado federal Ivan Valente, um dos responsáveis pelo veto à anistia ao caixa 2, na semana passada.

“Esse caso é um retrato profundo da crise institucional vivida no país. O STF pode afastá-lo definitivamente. E, sem dúvida, Renan é figura marcada para morrer politicamente. Agora, Temer tenta influir na decisão do Supremo, para não deixar de votar a PEC 55, mantendo por isso Renan na Presidência e com ele a podridão deste governo”, afirmou.

Sobre a corrupção, Ivan lamenta o afastamento da esquerda de uma pauta tradicionalmente importante para suas fileiras e destaca a importância de associar projetos como a Reforma da Previdência e a PEC do Teto de Gastos à corrupção e cultura de privilégios aos grandes sócios dos grupos políticos dominantes.

“Estão no poder para desmontar o Estado Brasileiro em nome do mercado financeiro. As suas principais medidas visam institucionalizar o ajuste fiscal. A PEC 55 (do teto dos gastos), a reforma da previdência, a reforma trabalhista, o enxugamento do papel do Estado como indutor da democracia, a entrega do patrimônio nacional”, enumerou.

A entrevista completa pode ser lida a seguir.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O desespero de Renan (e do Governo) para passar o pacote anti-Lava Jato

Quinta, 1º de dezembro de 2016
Do El País Brasil
Afonso Benites e Flávia Marreiro

Apenas horas depois de a Câmara aprovar o controverso pacote anticorrupção desfigurado para incluir mecanismos mais amplos de punição para juízes e promotores, Renan Calheiros (PMDB-AL), tentou fazer o mesmo no Senado. O presidente da Casa colocou em votação no plenário na tarde desta quarta-feira um pedido de urgência de votação do conjunto de medidas aprovado, que agora está sendo chamado de pacote anti-Lava Jato. A manobra para acelerar a análise do texto pelos senadores foi articulada pelas lideranças do PMDB, o partido do presidente Michel Temer, e também do PSD e do PTC, ambos da base governista. Os senadores foram pegos de surpresa e iniciaram um longo debate sobre o assunto, com duras críticas à iniciativa, que acabou, no entanto, derrubada no plenário por 44 votos a 14. 

O movimento de Renan Calheiros só exalta o clima de salve-se quem puder instalado no Congresso que convive com dezenas de implicados na Operação Lava Jato. Horas antes de o pedido de urgência ser colocado em pauta (com 19 votos do PMDB, 4 do PSD e 1 do PTC do senador Fernando Collor), os procuradores que lideram a investigação do esquema de corrupção na Petrobras haviam falado à imprensa. Declararam que, caso o pacote anticorrupção modificado seja aprovado no Congresso, eles renunciariam em conjunto a seus postos na megainvestigação.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Teori suspende operação da PF que prendeu policiais do Senado

Quinta, 27 de outubro de 2016
Ana Cristina Campos – da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, determinou hoje (27), por meio de uma liminar (decisão provisória), a suspensão da Operação Métis, deflagrada pela Polícia Federal. O ministro também determinou que todo o processo relacionado à operação que está na 10ª Vara da Justiça Federal, no Distrito Federal, seja transferido para o STF.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Fachin libera denúncia contra Renan Calheiros para julgamento

Terça, 4 de outubro de 2016

Michèlle Canes - Repórter da Agência Brasil 


Brasília O ministro do STF Luiz Edson Fachin, durante audiência com governadores para discutir as dívidas dos estados, e a mudança na fórmula de cobrança da taxa de juros (José Cruz/Agência Brasil)
O ministro do STF Luiz Edson Fachin é o relator da denúncia contra Renan Calheiros (PMDB-AL) Arquivo/José Cruz/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin liberou hoje (4) para votação pelo plenário da Corte denúncia contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Agora cabe à presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, determinar a data da análise da ação.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Anistia para caixa dois livraria cúpula do poder sob a mira da Lava Jato

Quinta, 22 de setembro de 2016
Do Congresso em Foco
Por Leonel Rocha
Projeto foi retirado de pauta para não anular investigações e processos em andamento que vão julgar o pagamento de propina pelas empreiteiras aos políticos. Alguns compõem alto comando no governo Temer

Ministros do governo Michel Temer, a cúpula do Legislativo e dos maiores partidos com representação no Congresso seriam os principais beneficiários da anistia ao uso do caixa dois em campanhas eleitorais prevista no projeto que deputados tentaram aprovar na segunda-feira (19), criminalizando a prática. O uso de recursos não contabilizados nas campanhas é um dos principais delitos detectados pela Operação Lava Jato, que desvendou um bilionário esquema de corrupção nos contratos da Petrobras com seus fornecedores.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Ajufe: Proposta defendida por Renan Calheiros contra abuso de autoridades ofende garantias da magistratura

Terça, 12 de julho de 2016
Leia a seguir a Nota da Associação dos Juízes Federais do Brasil

O anteprojeto de lei que prevê punições a crimes de abuso de autoridades ofende garantias dos juízes previstas na Constituição Federal e na Lei Orgânica da Magistratura (Loman).  A proposição, fruto do PL 6418/09, permite a penalização de magistrados pelo simples fato de interpretarem a lei – o que afeta diretamente a independência judicial.

A criação de Comissão Especial pelo presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), para votar a matéria justamente neste momento de intenso enfrentamento à corrupção no Brasil parece uma tentativa de intimidação de juízes, desembargadores e ministros do Poder Judiciário na aplicação da lei penal em processos envolvendo criminosos poderosos.

A Ajufe rechaça quaisquer medidas que enfraqueçam as garantias da magistratura, em especial aquelas que têm o objetivo de gerar, nos juízes, o receio da punição em desacordo com os trâmites constitucionais e legalmente previstos na Loman.

A independência judicial existe para assegurar julgamentos imparciais, imunes a pressões de grupos sociais, econômicos, políticos ou religiosos. Ela garante que o Estado de Direito será respeitado e usado como defesa contra todo tipo de usurpação. Trata-se de uma conquista da cidadania, que é garantia do Estado Democrático de Direito e essencial à proteção dos direitos fundamentais do cidadão.

As prerrogativas da magistratura são invioláveis porque agem em benefício da sociedade como um todo. Não cabe à lei ordinária restringi-las, nem, mais gravemente, aboli-las.

A Ajufe e os magistrados federais esperam ser convidados para apresentar sugestões e debater publicamente matéria tão importante para o país.

Roberto Veloso
Presidente da Ajufe
 
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Veja repercussão na imprensa:

Barraco federal. Renan Calheiros bate boca com Cristovam Buarque

Terça, 12 de julho de 2016
Deu no Metrópoles 
Lilian Tahan
Discurso sobre projeto que estabelece punição para autoridades foi a fagulha que explodiu um barril de pólvora. Cristovam diz que Renan quer "se proteger" e o presidente do Senado fala em doação ilegal na campanha do parlamentar do DF

O que começou com uma troca de farpas entre dois senadores da República terminou em graves acusações de parte a parte no fim da tarde desta terça-feira (12/7).

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Lava Jato: Teori Zavascki homologa delação de Sérgio Machado

Quarta, 25 de maio de 2016
Do Jornal do Brasil
Ex-presidente da Transpetro cita Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), homologou na noite desta terça-feira (24) a delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, responsável pela queda do senador Romero Jucá do Ministério do Planejamento nesta segunda-feira (23), após divulgação de conversa na qual Jucá planeja interromper as investigações da operação Lava Jato.

A partir de agora, a delação de Machado passa a ter valor jurídico e pode provocar desdobramentos que resultem em novos inquéritos abertos pela Procuradoria-geral da República com a autorização do STF.
A delação de Machado passa a ter valor jurídico e pode provocar desdobramentos que resultem em novos inquéritos abertos pela Procuradoria-geral da República com a autorização do STF.
A delação de Machado passa a ter valor jurídico e pode provocar desdobramentos que resultem em novos inquéritos abertos pela Procuradoria-geral da República com a autorização do STF.
Na cúpula do PMDB, o receio é que se confirmem as informações que vêm circulando no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional: a de que Machado gravou José Sarney e o presidente do Senado, Renan Calheiros, em tentativas de se estancar a Lava Jato. Quem teve acesso aos áudios, gravados pelo ex-presidente da Transpetro em conversas separadas com os peemedebistas, afirma que o caso Jucá "não é nada" comparado ao que Renan e Sarney disseram.

As gravações foram feitas no âmbito da delação premiada que Sérgio Machado fechou com a Procuradoria, negociada desde março, quando a conversa com Jucá foi gravada. O acordo com a PGR foi selado na semana passada. Nas gravações, Machado compromete, ainda, os senadores Jader Barbalho e Edison Lobão.

Este país é uma zona. Um verdadeiro puteiro; Em gravações, Renan defende mudar lei da delação em conversa com Sérgio Machado; e falou em negociar "transição" de Dilma com STF; Teori Zavascki homologa delação de Sérgio Machado

Quarta, 25 de maio de 2016
Comentário do Gama Livre: Mais para o final da matéria você pode conferir os trechos dos diálogos. Diálogos de uma República bandida.

Diálogos que nem no Baixo Maciel, um dos mais velho e famoso baixo puteiro da Cidade da Bahia, antro também de todo o tipo de marginais (do tipo popular, claro), ninguém jamais ouviu coisa tão indecente e imoral. E nem também ouvido num outro puteiro, o cravado na Ladeira da Montanha, em Salvador. Tape o nariz, tome um remédio contra vômitos e, sob sua responsabilidade, leia as imoralidades. Se quiser, se quiser.

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Renan defende mudar lei da delação em conversa com Sérgio Machado

Jornal do Brasil



Uma nova conversa com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, foi divulgada nesta quarta-feira (25), desta vez com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Na gravação, Renan diz que apoia uma mudança na lei que trata da delação premiada, para impedir que um preso se torne delator. Nesta semana, uma outra gravação influenciou a saída do senador Romero Jucá (PMDB-RR) da equipe ministerial de Michel Temer. Machado e Renan são alvos da Lava Jato.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, Renan sugeriu ainda que depois de lidar com uma mudança na delação premiada também poderia "negociar" "a transição" de Dilma Rousseff com membros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Desde março deste ano, Machado gravou pelo menos duas conversas com Renan, informa o jornal paulista, que teve acesso aos áudios. Em um deles, Machado sugere "um pacto" para "passar uma borracha no Brasil". Renan responde: "antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa. Porque aí você regulamenta a delação".

sexta-feira, 20 de maio de 2016

PGR pede inclusão de Renan, Jucá, Raupp e Barbalho em inquérito sobre Belo Monte

Sexta, 20 de maio de 2016
Michèlle Canes - Repórter da Agência Brasil
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do ministro do Planejamento, Romero Jucá, e dos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Jader Barbalho (PMDB-PA) em um inquérito já aberto na Corte que investiga o suposto pagamento de propina na construção da usina Belo Monte. O ex-ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA) já é investigado.

O pedido de extensão da investigação foi baseado na delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral. O inquérito tramita em segredo de Justiça no STF e tem como relator o ministro Edson Fachin.

Segundo Janot, Delcídio do Amaral disse na delação que houve pagamento de “ao menos R$ 30 milhões, a título de propina pela construção de Belo Monte, pagos ao PT e ao PMDB” e que o dinheiro pago ao PT foi destinado à campanha da presidenta afastada Dilma Roussef. Já o valor pago ao PMDB foi destinado ao “grupo de José Sarney”, do qual fazem parte Lobão, Renan, Jucá, Raupp e Barbalho. Ainda segundo Delcídio, o pagamento da propina era feito pelas empresas participantes do consórcio da usina.

Para o procurador, os políticos tinham consciência de que os valores vinham de vantagens indevidas.

domingo, 24 de abril de 2016

Deixa de embaçar, Renan! Enterra logo!

Domingo, 24 de abril de 2016
Do Blogue Náufrago da Utopia
Por Celso Lungaretti

Tudo bem que os filmes de zumbi venham infestando telinhas e telonas, fazendo-me temer que a involução da humanidade esteja chegando ao ápice.

Mas, é muita maldade do Renan Calheiros deixar Dilma Rousseff se arrastando por aí como presidente-zumbi, depois que deram em nada todas as suas tentativas de convencer o Brasil e o mundo de que ainda estaria viva...

Os jornalões e revistonas deste final de semana já se ocupam muito mais do governo vindouro que do moribundo, não deixando dúvida nenhuma de que, quanto ao principal, consumatum est.



E o mais saliente veículo virtual petista, o Brasil 247, começou a admitir francamente que não há mais esperanças de evitar o impedimento, conforme se constata nesta notícia de hoje. O começo diz tudo:

"Diante da possibilidade cada vez maior de ser afastada do cargo na primeira votação sobre o impeachment no Senado, a presidente Dilma Rousseff, aliados próximos e o PT articulam uma espécie de 'governo paralelo'..."

Ou seja, até o PT já entrou no clima do dia seguinte, tanto que está se preparando para criticar o governo de Temer desde o momento em que este for empossado!

O Renan quer prolongar a agonia até meados de maio, como se o Brasil não estivesse paralisado há 16 meses, com a recessão se agravando e o desemprego aumentando a cada dia!

Deixa a coitada descansar em paz, Renan! Respeita o passado dela...

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Lava-Jato: PGR pede investigações sobre Renan, Delcídio, Jader e Aníbal Gomes

Segunda, 30 de novembro de 2015
Jornal do Brasil 
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (30), ao Supremo Tribunal Federal (STF), a abertura de dois novos inquéritos no âmbito da Operação Lava Jato para investigar o senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso na semana passada, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o senador Jader Barbalho (PMDB-PA). No segundo inquérito, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pede apurações sobre Renan, Jader e sobre o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE).

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Humilhante, presidente do Senado, teve que desmarcar audiência com Lewandowski. O homem mais rico do Brasil, não paga multa de R$353 milhões


Sexta, 17 de julho de 2015
Da Tribuna da Imprensa
Por Helio Fernandez
Na terça-feira, Renan Calheiros foi acordado com a notícia: “A Polícia Federal estava executando determinação de busca e apreensão em 58 residências, incluindo deputados e senadores”. Sem ter a cautela de se informar, mobilizou os seguranças da casa, que foram designados em grupos e em vários carros.
Recomendação expressa: “Em apartamentos ou casas funcionais, só a Polícia Legislativa pode entrar”. Repelidos, criaram caso, mas não puderam fazer nada. O presidente do senado não sabia, a operação estava autorizada por três Ministros do Supremo: o presidente Lewandowski, o decano Celso de Mello, o relator Teori Zavascki, todos os processos da Lava-jato, estão sujeitos a ele.
Ainda na terça-feira, à tarde, furioso por ter sido “atingido” na sua autoridade, Renan pediu audiência ao presidente do Supremo. No fim da tarde de terça, na televisão e na quarta bem cedo nos jornais impressos, o Ministro Marco Aurélio Mello em duas frases curtas e diretas, (como ele gosta) colocou as coisas nos devidos lugares: “Não existe Polícia Legislativa ou Polícia Judiciária”. E concluindo de forma irrefutável. “O que existe nesses órgãos, são seguranças. Quem pode cumprir mandados de busca e apreensão é a Polícia Federal”.
Renan leu, tomou providencia imediata: cancelou o pedido de audiência a Lewandowski, Não existiam "Poderes ou atrito", como escreveram. Apenas exorbitância e ignorância.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Delator diz que Renan tinha “representante” que negociava propina

Terça, 14 de julho de 2015
Andre Richter – Repórter da Agência Brasil
O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse hoje (13) em depoimento à Justiça Federal que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tinha um “representante” que negociou propina com ele. Costa assinou acordo de delação premiada e depôs ao juiz federal Sergio Moro, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato na primeira instância da Justiça.
Calheiros foi citado pelo ex-diretor após uma pergunta feita por um dos advogados de executivos ligados à empreiteira OAS, réus na ação penal.  Costa afirmou que se mantinha no cargo com sustentação política do PP e PMDB.
"O senador Renan Calheiros era um dos que dava sustentação política. Com ele [Renan], não [negociou propina]. Mas ele tinha um representante, um deputado, Aníbal Gomes, que, em algumas vezes, negociou comigo. O senador Renan Calheiros nunca participou de nenhuma reunião com empreiteiros, mas o Aníbal Gomes, sim”, declarou.
Gomes e Calheiros são investigados em um inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), aberto a partir das informações do ex-diretor, fornecidas em acordos de delação premiada.
Em nota, o presidente do Senado refutou as acusações do ex-diretor e declarou que suas relações com diretores de instituições públicas nunca ultrapassaram os limites institucionais. “Da mesma forma reafirma que jamais autorizou o deputado Aníbal Gomes ou qualquer outra pessoa a falar em seu nome. Digno de registro também é a contradição, já que nos depoimentos anteriores o delator sempre negou ter tratado de projetos e valores com o senador Renan Calheiros”.
Agência Brasil não conseguiu contato com o deputado Aníbal Gomes até a publicação da matéria.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Propina da Mendes Jr transforma Renan em réu na Justiça Federal

Quarta, 8 de julho de 2015
13054453
A Justiça Federal de Brasília decidiu tornar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), réu em processo em que o senador é acusado de ter recebido propina da construtora Mendes Junior para apresentar emendas parlamentares que beneficiavam a empreiteira. O Ministério Público Federal acusa Renan de ter tido despesas de um “relacionamento extraconjugal” pagas pela empresa na sua primeira passagem pelo comando da Casa (2005-2007), segundo informa a Agência Estado.

No processo que corre na 14ª Vara Federal do Distrito Federal, os procuradores sustentam que Renan enriqueceu ilicitamente, forjou documentos para comprovar que tinha recursos para bancar as despesas pessoais e ainda teve evolução patrimonial incompatível com o cargo.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Postalis e Petros. Inquérito da PF: Propina de R$ 30 milhões para Renan

Sexta, 19 de junho de 2015

Renan Calheiros afirma não ter nenhuma relação com as "instituições mencionadas"

Inquérito da PF revela desvio de R$ 100 milhões nos fundos de pensão Postalis e Petros. Delator acusa o presidente do Congresso de receber quantia milionária. Os parlamentares petistas Lindbergh Farias e Luiz Sérgio teriam ficado com R$ 10 milhões cada
 
Um golpe perpetrado recentemente contra os fundos de pensão Postalis e Petros começa a ser desvendado pela Polícia Federal. Inquérito sigiloso obtido com exclusividade por ISTOÉ traz os detalhes de um esquema que desviou R$ 100 milhões dos cofres da previdência dos funcionários dos Correios e da Petrobras... Parte do dinheiro, segundo a PF, pode ter irrigado as contas bancárias do presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e do deputado federal e ex-ministro de Dilma, Luiz Sérgio (PT-RJ), atualmente relator da CPI do Petrolão. Prestes a ser enviado ao Supremo Tribunal Federal, devido à citação de autoridades com foro especial, o inquérito traz depoimento de um funcionário do grupo Galileo Educacional, empresa criada pelo grupo criminoso para escoar os recursos dos fundos. Segundo o delator identificado como Reinaldo Souza da Silva, o senador Renan Calheiros teria embolsado R$ 30 milhões da quantia paga, Lindbergh R$ 10 milhões e o deputado Luiz Sérgio, o mesmo valor.

Clique aqui e leia a íntegra da reportagem.
Fonte: Blog do Sombra /// Revista IstoÉ

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Lava Jato: Confirmada delação de empreiteiro contra Gim, Lobão e Renan Filho

Segunda, 18 de maio de 2015
Do Diário do Poder
Na mesma delação, Pessoa citou um parente de ministro do TCU
Ricardo Pessoa delatou o ex-senador Gim Argello (PTB-DF) e o governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB).
Fontes ligadas às investigações confirmaram informações de que o ex-senador Gim Argello, que preside o PTB no Distrito Federal, foi um dos citados pelo dono das construtoras UTC e Constran, Ricardo Pessoa, como beneficiário de propina, durante depoimento sob acordo de delação premiada assinado com a Procuradoria-Geral da República. Argello foi líder do PTB e de um bloco que reunia vários partidos que apoiaram o primeiro governo Dilma, no Senado.

Pessoa listou o senador e ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB-MA); a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB); o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto; uma autoridade militar com atuação no setor elétrico; o parente de um ministro do Tribunal de Contas da União (TCU); e pelo menos cinco parlamentares federais.

O governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB), que é filho do senador Renan Calheiros, presidente do Senado, também teria citado no depoimento, segundo o jornal Folha de S. Paulo. A campanha de Renan Filho teria recebido doação de R$ 1 milhão da UTC. Investigadores preferem acreditar que o dinheiro não era para campanha e sim a título de propina para que fossem mantidos os contratos da empreiteira na Petrobras.

segunda-feira, 9 de março de 2015

"Um povo que elege corruptos não é vítima, é cumplice!"

Segunda, 9 de março de 2015


Do Facebook da ex-senadora Heloisa Helena (Psol):
Após a divulgação da lista podre do tal Petrolão, recebi muitas mensagens perguntando como avalio o fato de Alagoas ser “campeã em participação” em mais uma bandidagem... Sinceramente, existe alguma novidade em relação aos “currículos” dos envolvidos daqui?? Os novos fatos graves e repugnantes divulgados nacionalmente (aqui divulgação microscópica, claro!!!) apenas alardeiam nacionalmente o que aqui e alhures já era conhecido sobre eles né?! Assim sendo, sei que a maioria dos eleitores de nossa - bela, sofrida e roubada – Alagoas ainda prefere políticos ladrões e mentirosos, pois exceto os casos de inocência ou ignorância a maioria sabe muito bem o que faz nas urnas legitimando vergonhosamente banditismo político e impunidade! Um dia mudará!! Um dia com certeza haverá de mudar, mas no momento prefiro agradecer profundamente aos eleitores que de forma honrada, corajosa e livre me ajudaram a enfrentar todo o poderio sujo de Benedito de Lira, Fernando Collor, Renan Calheiros - os 3 que deram 100% de participação vergonhosa ao nosso estado no Senado! Portanto, como sempre repito, SAUDAÇÕES A QUEM TEM CORAGEM E DESPREZO À PUSILANIMIDADE!!

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Acredite, Brasil, não é mentira. Renan Calheiros presidirá o Senado pelos próximos dois anos

Domingo, 1º de janeiro de 2015
Da Agência Brasil
Renan Calheiros (PMDB/AL) é eleito para o segundo mandato a frente do Senado

O senador Renan Calheiros  (PMDB/AL) foi eleito para a Presidência do Senado com 49 votos. Luiz Henrique teve 31 votos e um foi nulo. Ele exercerá o cargo entre 2015 e 2016. Maior partido da Casa, a bancada peemedebista indicou Renan Calheiros (PMDB-AL) para o segundo mandato e Luiz Henrique (PMDB-SC) apresentou candidatura própria. O catarinense integra o grupo independente do PMDB. A partir de agora, os partidos indicarão os nomes para os demais cargos da Mesa Diretora. O tamanho das bancadas partidárias definirá a prioridade nas indicações.

Como segunda maior bancada no Senado, o PT tem direito a segunda indicação que deve ser a primeira vice-presidência. No discurso aos senadores, após a contagem de votos, Renan disse que as decisões no Senado serão coletivas. "O entendimento nunca será supressão de quem pode menos por quem pode mais", disse.