“ Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Estão veiculando pelo WhatasApp 'fotos e mensagens terroristas' contra a greve.

Quinta, 27 de 2017
Foto rodando as redes sociais



Veja o que disse um cidadão, o José Francisco P. Lobo, sobre as mensagens e fotos 'terroristas':


Estão veiculando pelo WhatasApp 'fotos e mensagens terroristas' contra a greve.

Eu afirmo que fotos como essas fazem parte da política do Temer de incutir medo à população.


Fazer com que as pessoas aceitem goela abaixo a flexibilidade da jornada de trabalho para 12 horas por dia, terceirização de todas as ocupações profissionais, aposentadoria aos 80 anos e assim por diante que tomaria o Whatsapp todo. E isso do alto das 4% de pessoas que aprovam o governo dele, que não teve um voto sequer.



Em 13 de junho de 2013, quando as forças coativas, repressoras e de violência do Estado agiram de modo covarde, o movimento social pulou de 4 mil pessoas para 350 mil só em São Paulo. No Brasil chegou a 11,9% da população brasileira. Não passarão! Nós passarinhos. A greve geral vencerá contra a política ilegítima do presidente sem legitimidade.

segunda-feira, 27 de março de 2017

As centrais sindicais convocam a greve geral para o dia 28 de abril

Segunda, 27 de março de 2017
Nota à imprensa

Reunidos na tarde desta segunda-feira (27), na sede nacional da União Geral dos Trabalhadores (UGT), em São Paulo, os presidentes das centrais sindicais, dirigentes sindicais analisaram a grave situação política, social e econômica que o país atravessa e decidiram que: 

Dia 28 de abril

Vamos parar o Brasil

As centrais sindicais conclamam seus sindicatos filiados para, no dia 28, convocar os trabalhadores a paralisarem suas atividades, como alerta ao governo de que a sociedade e a classe trabalhadora não aceitarão as propostas de reformas da Previdência, Trabalhista e o projeto de Terceirização aprovado pela Câmara, que o governo Temer quer impor ao País.

Em nossa opinião, trata-se do desmonte da Previdência Pública e da retirada dos direitos trabalhistas garantidos pela CLT. 

Por isso, conclamamos todos, neste dia, a demonstrarem o seu descontentamento, ajudando a paralisar o Brasil. 

São Paulo, 27 de março de 2017.

Adilson Araújo
Presidente da CTB