Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados."

(Millôr Fernandes)
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

ESTATUTO DO IHBDF é homologado na calada da noite! Mais um GOLPE de Rollemberg!

Quarta, 16 de agosto de 2017

Do SindSaúde


O documento foi publicado agora há pouco (16/08) mais uma edição extraordinária do Diário Oficial do DF.

Em mais uma ação furtiva, no silêncio incriminador dos atos reprováveis, Rollemberg homologou o Estatuto do Instituto Hospital de Base, que teria sido aprovado em reunião do Conselho de Administração, no dia 15/08/2017, ou seja, ontem.

[Clique na imagem para ampliá-la']


O açodamento do governo em emplacar esse Instituto em regime de urgência reforça toda a desconfiança de seu caráter nefasto!

Cadê a ata dessa reunião? Onde ela foi realizada? Quem participou dela? E a votação para escolher os outros membros do conselho que ocorrerá nos dia 18 e 19/08, é fictícia?

Durante a votação e aprovação do projeto que criou o Instituto, os deputados distritais que aprovaram a proposta asseguraram que tudo iria transcorrer sob a égide da legalidade e transparência. E agora, senhores parlamentares, onde estão vossas excelências para fiscalizar essa farra com a saúde pública?

"Esperamos que o Ministério Público e os órgãos de fiscalização e controle tomem providências imediatas para coibir essa bandalheira. Os indícios de ilegalidade estão visíveis nesses atos escusos. Só não ver quem não quer!", dispara Marli Rodrigues, presidente do SindSaúde.

O SindSaúde irá buscar a tutela judicial para barrar esse esquema que se desenha na saúde do DF!

sábado, 17 de junho de 2017

Discurso de ódio do governador se deve à elevada rejeição popular de seu governo e contém uma série de inverdades

Sábado, 17 de junho de 2017

Nota pública do SindMédico/DF

Discurso de ódio do governador se deve à elevada rejeição popular de seu governo e contém uma série de inverdades
Desde o princípio do atual governo a estratégia tem sido a de transferir a responsabilidade dos problemas para a gestão anterior e para os servidores públicos, escolhidos pelo governador, desde os primeiros dias, como inimigos. As recentes declarações dele, que circulam em vídeo pelas redes sociais, cheias de ódio e inverdades, são apenas a repetição de um comportamento recorrente.
Em relação ao desempenho da função de representante classista, cabe ressaltar que o Sindicato dos Médicos do Distrito Federal tem seus dirigentes enquadrados no que é previsto pelo Decreto 33.652/2012, que define na alínea b de seu artigo 5º, a liberação de “um dirigente para cada grupo de dois mil servidores filiados, além dos dirigentes previstos na alínea a, até o limite de dez dirigentes“. O exercício da atividade sindical é legítimo e justo, e por ser feito incansavelmente e com trabalho árduo e diário é que talvez esteja deixando o governador nervoso e descontrolado, ao ver seu desgoverno ser escancarado para a opinião pública.
Sindicatos existem para defender os direitos dos trabalhadores e as condições de trabalho deles. Melhorar as condições de trabalho dos médicos e demais servidores da saúde implica, também, em melhorar as condições de atendimento à população. E temos trabalhado para isso.
Temos sido uma pedra no sapato do governador, porque temos cobrado dia após dia a resolução dos problemas. Fizemos isso no governo anterior e no que veio antes dele. Vamos denunciar e reclamar enquanto houver motivo para isso. Mesmo que governadores e secretários tenham ataques de raiva por causa disso.
Ele, com certeza, está muito aborrecido por termos feito um levantamento dos problemas na saúde de Ceilândia no mês de maio. Também está muito aborrecido porque somos contra a privatização, venda ou terceirização do Hospital de Base. É uma atitude antidemocrática e autoritária tentar calar a representação legitimamente eleita pelos trabalhadores.
Temos resistido ao desmonte da saúde pública, que é mais acelerado neste governo do que em qualquer outro: diminuição de investimentos, falta de materiais e medicamentos, fechamento e suspensão de serviços e um aumento da mortalidade nos hospitais, como nunca se viu na história de Brasília. Gostaríamos de ver o governador indignado com isso e tomando alguma atitude para resolver em vez de mostrar destempero contra quem lhe cobra atitude.
Sindicatos não participam da elaboração de orçamentos, não realizam compras, não definem políticas de saúde. No máximo, apresentam sugestões e apontam erros. Fizemos isso até onde foi possível, mas o governador e seu secretário de Saúde há muito tempo pararam de nos ouvir, se algum dia o fizeram.
O governador Rollemberg está em campanha para reverter a péssima reputação que construiu em dois anos e meio de governo, e agora elegeu os médicos, justo os médicos, os inimigos da saúde. Tentar jogar a população contra os servidores públicos só revela a face que Rodrigo Rollemberg escondeu na última eleição. Não estamos surpresos, tampouco intimidados pelo destempero demonstrado. Acreditamos que Brasília merece muito mais do que isso de um governador.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Decisão sobre a porqueira do Instituto Hospital de Base fica para terça-feira (20/6)

Quarta, 14 de junho de 2017
Da CLDF
Após mais de quatro horas de discussão no plenário da Câmara Legislativa, a apreciação do projeto de lei que cria o Instituto Hospital de Base (PL nº 1.486/2017) foi adiada para a próxima terça-feira (20). O acordo foi feito ao final da sessão desta quarta (14), envolvendo não apenas os líderes de bancadas, mas todos os deputados presentes, favoráveis e contrários à proposta do governo. Sob gritos de "O Base é do SUS" na galeria, os distritais assumiram o compromisso de discutir e votar nos dois turnos a matéria na próxima sessão.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

CLDF: Projeto de Rollemberg que cria Instituto Hospital de Base (privatização maquiada) é rejeitado por comissão

Quarta, 17 de maio de 2017
Do CLDF

A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa rejeitou hoje (17) o projeto de lei nº 1.486/2017, do Poder Executivo, que pretende criar o Instituto Hospital de Base do Distrito Federal. O relator da proposta na comissão, deputado Juarezão (PSB), chegou a elaborar parecer recomendando a aprovação da matéria, mas não compareceu hoje à reunião para ler seu relatório. Devido à ausência não justificada de Juarezão, o deputado Wasny de Roure (PT), presidente da CESC, avocou a relatoria para si e apresentou um voto em separado pela rejeição da matéria.

"Tentamos por quatro vezes ouvir o relatório do deputado Juarezão. Na última reunião da comissão, ele alegou que havíamos infringido os prazos regimentais e pediu o encaminhamento da matéria diretamente ao plenário. Ontem, o deputado Agaciel Maia (PR) também fez uma solicitação nesse sentido. O presidente Joe Valle (PDT), porém, nos garantiu que não leva o projeto para o plenário sem que tenha sido apreciado pelas comissões", explicou Wasny, antes de ler seu relatório.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

CLDF adia novamente apreciação do projeto que cria o prejudicial Instituto Hospital de Base do DF

Quarta, 19 de abril de 2017

Da CLDF
A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa se reuniu na manhã de hoje (19) para apreciar várias proposições de sua pauta, com especial destaque para o PL nº 1.486/2017, do Poder Executivo, que cria o Instituto Hospital de Base do DF. Com a presença dos deputados Wasny de Roure (PT), Reginaldo Veras (PDT) e Raimundo Ribeiro (PPS), além de dezenas de servidores do maior hospital do DF, havia a expectativa de que o projeto, cujo parecer deveria ter sido votado na reunião anterior, fosse apreciado hoje. A tramitação, porém, foi novamente adiada.

A postergação da análise do projeto se deu porque o relator da matéria na CESC, deputado Juarezão (PSB), não compareceu à reunião. "A exemplo da última reunião, o relator não compareceu. Quero esclarecer que esta é a única comissão da Casa em que a matéria ainda não foi votada. Minha decisão, enquanto presidente da comissão, é de levar a matéria para votação na próxima reunião, esteja o relator presente ou não", afirmou o presidente Wasny de Roure.

O deputado Raimundo Ribeiro (PPS) advertiu que há possibilidade de votação do parecer da comissão em plenário e chegou a propor a retirada do projeto da pauta até que o relator esteja presente para votação de seu parecer, mas a proposta foi rejeitada pelo presidente da CESC. "A tramitação na comissão é extremamente importante, pois é aqui que temos a oportunidade de debater a matéria em detalhes, inclusive com a participação dos interessados. Não abro mão da votação deste projeto na comissão, e levarei essa posição ao presidente da Casa", garantiu Wasny de Roure. 


Éder Wen - Coordenadoria de Comunicação Social

segunda-feira, 27 de março de 2017

A face oculta do instituto que Rollemberg quer impor ao HBDF

Segunda, 27 de março de 2017
Do SindSaúde—DF
A face oculta do instituto

A FACE OCULTA DO INSTITUTO

Caos na saúde do DF não é caso de OSs e muito menos de institutos, é caso de polícia

O projeto que autoriza o GDF criar o Instituto Hospital de Base do DF (IHBDF), para administrar a maior unidade da rede já começa a demonstrar as suas faces imorais. E não estamos falando apenas de terceirização.

O SindSaude teve acesso a áudios exclusivos do secretário de saúde, Humberto Fonseca, que comprovam mais uma articulação de desmonte ao serviço público presente nessa proposta.


A “nova gestão” promete melhorar a qualidade do serviço e facilitar o modelo de compra de materiais. Mas o que fica claro nos áudios são as tentativas de liberta-se das amarras impostas pela Lei de Licitações (8.666) e pelas regras de contratação de servidores públicos.

“Isso é um aliciamento à categoria. O governo quer induzir os servidores, principalmente a área especializada, a engordarem as suas contas bancárias ao irem para um novo modelo de gestão. Entretanto, técnicos de enfermagem e do administrativo ficam de fora desse novo modelo, uma vez, que é muito mais interessante contratar profissionais da área com menores salários e ainda utilizar o instituto para efetivar o famoso cabide de emprego. É um chamamento para desmoralizar e precarizar o que temos de modelo público”, denunciou Marli Rodrigues.

A presidente do SindSaúde refuta ainda a comparação com o hospital Sarah. Segundo Marli, a categoria considera que o instituto é uma Organização Social (OS) “disfarçada”. Ela acredita que o instituto vai burlar a lei de licitações “para o governo comprar o que ele quer do jeito que quiser.

O sindicato relembra ainda que o modelo da Rede Sarah, citado para convencer os deputados distritais, é próprio e totalmente diferente do Hospital de Base, pois atende a um segmento especializado e não tem serviços de emergência nem pronto-atendimento.

“A Rede Sarah é modelo seletivo. O povo não tem acesso a esse atendimento. O que querem fazer é montar mais um hospital para atender a clientela deles, como já acontece no Sarah, onde maioria dos pacientes são artistas, personalidades e políticos. Vão usar o nosso patrimônio para atender as demandas deles”, salientou Marli.

A partir da criação do instituto, os novos trabalhadores serão contratados por um processo seletivo temporário, em regime celetista. Segundo o secretário de Saúde, as futuras contratações estariam, também, livres dos limites da Lei de Responsabilida de Fiscal (LRF), que restringem a realização de concursos públicos.

“Como ficam os nossos jovens que gastam o último que tem estudando para concursos públicos e que estão na fila de espera há anos. Isso, é uma vergonha! Lembrou Marli Rodrigues.

A medida é considerada prioridade na gestão do socialista, uma vez, que a mesma ainda pode ser utilizada como moeda de troca política com alguns parlamentares. Se der certo, poderá ser ainda expandida para outras unidades da saúde do DF.

Durante essa semana, o SindSaúde irá divulgar mais áudios exclusivos que provam a tentativa do governo de desqualificar o serviço público progressivamente, com a justificativa de criar parcerias com formatos perigosos. Acompanhe!